Questões de Concurso Militar EsFCEx 2026 para Oficial - Especialidade: Magistério em Português

Foram encontradas 50 questões

Q4190766 Pedagogia
Barbosa (2007) atrela a concepção de pluralidade das infâncias à compreensão da infância como 
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Q4190767 Pedagogia
Leia o texto para responder à questão:


Após participar de um ciclo formativo a respeito da aprendizagem baseada em projetos (ABP), a professora Ana decidiu trabalhar a partir dessa abordagem com suas turmas de 7° ano do ensino fundamental ao tematizar o componente curricular relacionado ao corpo humano. Ela tem, agora, o desafio do pré-planejamento da ABP, desenhando a proposta que realizará com os estudantes na intenção de fomentar a alfabetização e o letramento científicos (AC/LC).
Baseando-se corretamente na obra de Bender (2014), a respeito da ABP, Ana deve desenvolver
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Q4190768 Português
Leia o texto para responder à questão:


Após participar de um ciclo formativo a respeito da aprendizagem baseada em projetos (ABP), a professora Ana decidiu trabalhar a partir dessa abordagem com suas turmas de 7° ano do ensino fundamental ao tematizar o componente curricular relacionado ao corpo humano. Ela tem, agora, o desafio do pré-planejamento da ABP, desenhando a proposta que realizará com os estudantes na intenção de fomentar a alfabetização e o letramento científicos (AC/LC).
Ana tem refletido sobre os propósitos e justificativas de seu trabalho de AC/LC. Lendo o texto de Santos (2007), compreendeu que as definições e propostas de AC/LC são diversas e variam a partir do contexto social em que são pensadas, mas que convergem em dois grandes grupos de categorias.

Coerentemente ao que afirma o texto, Ana deve se atentar ao trabalho em dois domínios: um quanto 
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Q4190769 Pedagogia
Coll e Monereo (2010) tratam de fenômenos, tendências e características que são especialmente importantes como pano de fundo da educação na Sociedade da Informação (SI) e de suas instáveis transformações.

Entre os elementos que os autores destacam, está
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Q4190770 Pedagogia
Dias et al. (2022) defendem que, ao se basear uma proposta pedagógica na resolução de problemas, se deve tomar a seguinte asserção como um de seus princípios:
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Q4190771 Pedagogia
Frade, Araújo e Glória (2018) defendem que “a relação com a leitura e a escrita se torna mais rica quando se aprende a lidar desde cedo com as possibilidades que cada um dos suportes textuais pode proporcionar àqueles que o experimentam”.

Para as autoras, isso significa, dentre outros aspectos,
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Q4190772 Pedagogia
Paro (2008) afirma que “a estrutura da escola deve assumir uma forma democrática, que favoreça a vontade dos sujeitos envolvidos no processo pedagógico”.

O autor entende que esse imperativo parte da concepção de educação como
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Q4190773 Pedagogia
Paulilo (2017) resgata pesquisas que mapeiam historicamente a produção sobre o fracasso escolar no Brasil. O autor entende que há dois tipos de deslocamento na compreensão do fracasso escolar, sendo o primeiro deles a transição da busca de
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Q4190774 Pedagogia
Ao refletir sobre os saberes docentes, Tardif (2018) problematiza a imprecisão e equivocidade da noção de “saber”. O autor apresenta três concepções, uma das quais entende o saber como argumento ou discussão.

A respeito da concepção de saber como argumento, assinale a alternativa que enuncia corretamente a perspectiva do autor.
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Q4190775 Pedagogia

Observe o gráfico a seguir:



Imagem associada para resolução da questão


(Censo Escolar, 2006)



Assinale a alternativa correta que identifica a interpretação dos dados que seja condizente com o que afirma a Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva (Brasil, 2008).

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Q4190776 Português

Leia a tira para responder à questão.





(M. Schulz, “Minduim Charles”. https://cultura.estadao.com.br/quadrinhos. 05.04.2026)

A pergunta da menina no último quadrinho sugere que seu interlocutor
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Q4190777 Português

Leia a tira para responder à questão.





(M. Schulz, “Minduim Charles”. https://cultura.estadao.com.br/quadrinhos. 05.04.2026)

Com base na teoria de Koch & Elias (2011), no 2o quadrinho, os termos “porque” e “como” estabelecem relações coesivas de
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Q4190778 Pedagogia
No Ensino Médio, aprofundam-se também a análise e a reflexão sobre a língua, no que diz respeito à contraposição entre uma perspectiva prescritiva única, que segue os moldes da abordagem tradicional da gramática, e a perspectiva de descrição de vários usos da língua. Ainda que continue em jogo a aprendizagem da norma-padrão, em função de situações e gêneros que a requeiram, outras variedades devem ter espaço e devem ser legitimadas. A perspectiva de abordagem do português brasileiro também deve estar presente, assim como a reflexão sobre as razões de sua ainda pouca presença nos materiais didáticos e nas escolas brasileiras.

(BRASIL. Ministério da Educação. Base Nacional Comum Curricular. Brasília, 2018. BRASIL)

Considerando as teorizações de Irandé Antunes (2003) e Maria Helena de Moura Neves (2013) sobre a gramática na escola, é correto afirmar que o posicionamento explicitado na BNCC encontra eco nas obras das autoras, que
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Q4190779 Português
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O Brasil está envelhecendo, mas ainda não sabe onde vai morar


   O Brasil está envelhecendo – e rápido. Em poucas décadas, o País deixou de ser majoritariamente jovem para ingressar numa transição demográfica profunda, que redefine não apenas políticas públicas, mas também a forma como pensamos cidades, moradia e qualidade de vida. Segundo dados do IBGE, atualmente a população entre 60 e 69 anos representa cerca de 16% dos brasileiros (mais de 31 milhões de pessoas). As projeções são ainda mais contundentes: em 2060, o Brasil deverá somar 73,4 milhões de idosos, com crescimento acelerado sobretudo entre aqueles acima dos 90 anos.

    Esse novo desenho etário impõe desafios estruturais. Afinal, não se trata apenas de viver mais, mas de como viver melhor. O envelhecimento da população exige respostas que vão além da saúde e da previdência: passam necessariamente pela moradia. É nesse ponto que surge um debate ainda pouco amadurecido no Brasil, mas central no mundo desenvolvido: o da moradia pensada para o envelhecimento ativo.

    Isso porque envelhecer com dignidade não é apenas um conceito abstrato. É um direito. De um lado, a Organização das Nações Unidas (ONU) reconhece o direito à moradia digna como um direito humano fundamental e estabelece princípios específicos para as pessoas idosas, baseados em independência, participação social, cuidado, autorrealização e dignidade.

   De outro, a Organização Mundial da Saúde (OMS) reforça esse olhar por meio do programa Cidades Amigas do Idoso, que propõe lares e ambientes adaptados às necessidades físicas, sociais e emocionais da população idosa. Ou seja, a premissa é clara: envelhecer não deve significar isolamento, perda de autonomia ou exclusão da vida comunitária.


(Caio Calfat. Em: https://www.estadao.com.br/ opiniao/espaco-aberto/o-brasil-esta-envelhecendo-masainda-nao-sabe-onde-vai-morar/, 16.03.2026. Adaptado)
De acordo com Luiz Carlos Travaglia (em MARQUESI, Sueli Cristina; Pauliukonis, Aparecida Lino e ELIAS, Vanda Maria [orgs], 2017), “o conhecimento linguístico sobre argumentação se estende hoje a um grande número de tópicos”. Dentre esses tópicos, o autor refere-se aos argumentos, que, no texto, são exemplificados com:
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Q4190780 Português
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O Brasil está envelhecendo, mas ainda não sabe onde vai morar


   O Brasil está envelhecendo – e rápido. Em poucas décadas, o País deixou de ser majoritariamente jovem para ingressar numa transição demográfica profunda, que redefine não apenas políticas públicas, mas também a forma como pensamos cidades, moradia e qualidade de vida. Segundo dados do IBGE, atualmente a população entre 60 e 69 anos representa cerca de 16% dos brasileiros (mais de 31 milhões de pessoas). As projeções são ainda mais contundentes: em 2060, o Brasil deverá somar 73,4 milhões de idosos, com crescimento acelerado sobretudo entre aqueles acima dos 90 anos.

    Esse novo desenho etário impõe desafios estruturais. Afinal, não se trata apenas de viver mais, mas de como viver melhor. O envelhecimento da população exige respostas que vão além da saúde e da previdência: passam necessariamente pela moradia. É nesse ponto que surge um debate ainda pouco amadurecido no Brasil, mas central no mundo desenvolvido: o da moradia pensada para o envelhecimento ativo.

    Isso porque envelhecer com dignidade não é apenas um conceito abstrato. É um direito. De um lado, a Organização das Nações Unidas (ONU) reconhece o direito à moradia digna como um direito humano fundamental e estabelece princípios específicos para as pessoas idosas, baseados em independência, participação social, cuidado, autorrealização e dignidade.

   De outro, a Organização Mundial da Saúde (OMS) reforça esse olhar por meio do programa Cidades Amigas do Idoso, que propõe lares e ambientes adaptados às necessidades físicas, sociais e emocionais da população idosa. Ou seja, a premissa é clara: envelhecer não deve significar isolamento, perda de autonomia ou exclusão da vida comunitária.


(Caio Calfat. Em: https://www.estadao.com.br/ opiniao/espaco-aberto/o-brasil-esta-envelhecendo-masainda-nao-sabe-onde-vai-morar/, 16.03.2026. Adaptado)
Com base no proposto por Evanildo Bechara (2019), na passagem do 4º parágrafo “Ou seja, a premissa é clara: envelhecer não deve significar isolamento, perda de autonomia ou exclusão da vida comunitária.”, os sinais de pontuação são empregados, correta e respectivamente, pelos seguintes motivos:
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Q4190781 Português
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O Brasil está envelhecendo, mas ainda não sabe onde vai morar


   O Brasil está envelhecendo – e rápido. Em poucas décadas, o País deixou de ser majoritariamente jovem para ingressar numa transição demográfica profunda, que redefine não apenas políticas públicas, mas também a forma como pensamos cidades, moradia e qualidade de vida. Segundo dados do IBGE, atualmente a população entre 60 e 69 anos representa cerca de 16% dos brasileiros (mais de 31 milhões de pessoas). As projeções são ainda mais contundentes: em 2060, o Brasil deverá somar 73,4 milhões de idosos, com crescimento acelerado sobretudo entre aqueles acima dos 90 anos.

    Esse novo desenho etário impõe desafios estruturais. Afinal, não se trata apenas de viver mais, mas de como viver melhor. O envelhecimento da população exige respostas que vão além da saúde e da previdência: passam necessariamente pela moradia. É nesse ponto que surge um debate ainda pouco amadurecido no Brasil, mas central no mundo desenvolvido: o da moradia pensada para o envelhecimento ativo.

    Isso porque envelhecer com dignidade não é apenas um conceito abstrato. É um direito. De um lado, a Organização das Nações Unidas (ONU) reconhece o direito à moradia digna como um direito humano fundamental e estabelece princípios específicos para as pessoas idosas, baseados em independência, participação social, cuidado, autorrealização e dignidade.

   De outro, a Organização Mundial da Saúde (OMS) reforça esse olhar por meio do programa Cidades Amigas do Idoso, que propõe lares e ambientes adaptados às necessidades físicas, sociais e emocionais da população idosa. Ou seja, a premissa é clara: envelhecer não deve significar isolamento, perda de autonomia ou exclusão da vida comunitária.


(Caio Calfat. Em: https://www.estadao.com.br/ opiniao/espaco-aberto/o-brasil-esta-envelhecendo-masainda-nao-sabe-onde-vai-morar/, 16.03.2026. Adaptado)
Considere as passagens:

•  O Brasil está envelhecendo – e rápido. (1o parágrafo)
•  Esse novo desenho etário impõe desafios estruturais. (2o parágrafo)

Com base em Nilce Sant’anna Martins (2008), identificam-se nas passagens, correta e respectivamente, as figuras de linguagem:
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Q4190782 Português
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O Brasil está envelhecendo, mas ainda não sabe onde vai morar


   O Brasil está envelhecendo – e rápido. Em poucas décadas, o País deixou de ser majoritariamente jovem para ingressar numa transição demográfica profunda, que redefine não apenas políticas públicas, mas também a forma como pensamos cidades, moradia e qualidade de vida. Segundo dados do IBGE, atualmente a população entre 60 e 69 anos representa cerca de 16% dos brasileiros (mais de 31 milhões de pessoas). As projeções são ainda mais contundentes: em 2060, o Brasil deverá somar 73,4 milhões de idosos, com crescimento acelerado sobretudo entre aqueles acima dos 90 anos.

    Esse novo desenho etário impõe desafios estruturais. Afinal, não se trata apenas de viver mais, mas de como viver melhor. O envelhecimento da população exige respostas que vão além da saúde e da previdência: passam necessariamente pela moradia. É nesse ponto que surge um debate ainda pouco amadurecido no Brasil, mas central no mundo desenvolvido: o da moradia pensada para o envelhecimento ativo.

    Isso porque envelhecer com dignidade não é apenas um conceito abstrato. É um direito. De um lado, a Organização das Nações Unidas (ONU) reconhece o direito à moradia digna como um direito humano fundamental e estabelece princípios específicos para as pessoas idosas, baseados em independência, participação social, cuidado, autorrealização e dignidade.

   De outro, a Organização Mundial da Saúde (OMS) reforça esse olhar por meio do programa Cidades Amigas do Idoso, que propõe lares e ambientes adaptados às necessidades físicas, sociais e emocionais da população idosa. Ou seja, a premissa é clara: envelhecer não deve significar isolamento, perda de autonomia ou exclusão da vida comunitária.


(Caio Calfat. Em: https://www.estadao.com.br/ opiniao/espaco-aberto/o-brasil-esta-envelhecendo-masainda-nao-sabe-onde-vai-morar/, 16.03.2026. Adaptado)
A concordância verbal e a concordância nominal estão em conformidade com a norma-padrão em:
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Q4190783 Português
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O Brasil está envelhecendo, mas ainda não sabe onde vai morar


   O Brasil está envelhecendo – e rápido. Em poucas décadas, o País deixou de ser majoritariamente jovem para ingressar numa transição demográfica profunda, que redefine não apenas políticas públicas, mas também a forma como pensamos cidades, moradia e qualidade de vida. Segundo dados do IBGE, atualmente a população entre 60 e 69 anos representa cerca de 16% dos brasileiros (mais de 31 milhões de pessoas). As projeções são ainda mais contundentes: em 2060, o Brasil deverá somar 73,4 milhões de idosos, com crescimento acelerado sobretudo entre aqueles acima dos 90 anos.

    Esse novo desenho etário impõe desafios estruturais. Afinal, não se trata apenas de viver mais, mas de como viver melhor. O envelhecimento da população exige respostas que vão além da saúde e da previdência: passam necessariamente pela moradia. É nesse ponto que surge um debate ainda pouco amadurecido no Brasil, mas central no mundo desenvolvido: o da moradia pensada para o envelhecimento ativo.

    Isso porque envelhecer com dignidade não é apenas um conceito abstrato. É um direito. De um lado, a Organização das Nações Unidas (ONU) reconhece o direito à moradia digna como um direito humano fundamental e estabelece princípios específicos para as pessoas idosas, baseados em independência, participação social, cuidado, autorrealização e dignidade.

   De outro, a Organização Mundial da Saúde (OMS) reforça esse olhar por meio do programa Cidades Amigas do Idoso, que propõe lares e ambientes adaptados às necessidades físicas, sociais e emocionais da população idosa. Ou seja, a premissa é clara: envelhecer não deve significar isolamento, perda de autonomia ou exclusão da vida comunitária.


(Caio Calfat. Em: https://www.estadao.com.br/ opiniao/espaco-aberto/o-brasil-esta-envelhecendo-masainda-nao-sabe-onde-vai-morar/, 16.03.2026. Adaptado)
Evanildo Bechara (2019) explica que “Muitos adjetivos, permanecendo imóveis na sua flexão de gênero e número, podem passar a funcionar como advérbio”. O fato gramatical exposto é comprovado com o termo destacado em: 
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Q4190784 Linguística
Em busca de uma distração durante a pandemia, a bióloga Renata Sousa-Lima, da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), entrou no Happywhale, um site de imagens de mamíferos marinhos do mundo inteiro, cada um identificado pelas manchas de suas nadadeiras caudais. Ali a pesquisadora encontrou o Raulzito, baleia-jubarte (Megaptera novaeangliae) macho batizado por sua equipe em homenagem ao cantor Raul Seixas (1945-1989), que ela tinha encontrado no arquipélago de Abrolhos, no sul da Bahia, em 2004. A foto indicava que o animal, em 2016, estava na península Antártica.

(Sarah Schmidt, “Baleias-jubarte do Brasil agora são vistas na península Antártica”. https://revistapesquisa.fapesp.br/, 01.02.2022)

Tendo por referência os estudos de Koch & Elias (2011) acerca da anáfora provida por termos lexicais pertencentes a um mesmo campo de sentido, identifique a alternativa em que se identifica a sequência hiperônimo/hipônimo.
Alternativas
Q4190785 Português

Leia a tira.


Imagem associada para resolução da questão


(https://www.instagram.com/jeangalvao?igsh=dnRsc3kwZTFrMHEz)



A habilidade da BNCC EF69LP03 (2018) consiste em “Identificar, [...] em tirinhas, memes, charge, a crítica, ironia ou humor presente.” No plano da linguagem verbal, concorre para a produção de humor na tira

Alternativas
Respostas
21: E
22: A
23: A
24: C
25: B
26: D
27: C
28: E
29: C
30: D
31: A
32: E
33: B
34: D
35: E
36: C
37: B
38: C
39: A
40: D