Questões de Concurso Militar EsFCEx 2025 para Oficial - Especialidade: Magistério em Português

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Q3514042 Português
Leia o texto, para responder à questão.


    “Depósito”: o modo como uma casa de repouso para idosos é chamada em um novo livro de ficção pretende denunciar as incongruências de nossa relação com a velhice e com os idosos ao nosso redor. Em Jasmins, publicado pela editora Maralto, Claudia Nina retrata a dura relação entre a cuidadora Yasmin e a idosa Wanda, num momento da história em que o fenômeno da longevidade interpela a nossa atenção à população idosa.

    “Embora não seja regra, alguns fatores tornam os idosos mais vulneráveis e dependentes de outras pessoas, seja para a realização de atividades básicas da vida diária e econômica ou emocionalmente, principalmente aqueles com déficits cognitivos ou limitações naturais do próprio envelhecimento”, explica a psicóloga Allana Moraes. “Por essas razões, lamentavelmente, o idoso também se encontra mais suscetível a ser vítima de violências nos mais variados âmbitos, seja familiar, institucional ou social”.

   De acordo com Allana, é o próprio ambiente familiar que tem se apresentado como o espaço de maior incidência de abandono e maus-tratos acometidos contra o idoso, com episódios de violência psicológica, física, moral e patrimonial perpetrados por filhos ou cônjuges. Diversos fatores desempenham um papel nesse tipo de cenário, entre os quais o que pode ser chamado de transmissão transgeracional da violência e do abandono.

  “O fato de os idosos se transformarem em vítimas igualmente se relaciona às raízes familiares, à violência ou abandono por eles perpetrados no passado, assim como terem apresentado comportamentos disruptivos, agressividade e atitudes provocativas em relação aos familiares”, explica a psicóloga. “Portanto, para analisar os motivos que levam um familiar a agir com violência em relação a um idoso, há que se levar em conta não só características dos idosos ou da família, já que se trata de um fenômeno multideterminado e que deve ser analisado em sua complexidade”.

   Entre os fatores em jogo, há também aquilo que o gerontólogo Robert N. Butler chamou já em 1969 de “ageísmo” ou “idadismo”, ou seja, a discriminação contra pessoas com base em sua idade, mais comumente direcionada a pessoas mais velhas. “Butler descreveu três aspectos deste tipo de preconceito: atitudes negativas em relação aos idosos, à velhice e ao processo de envelhecimento; práticas discriminatórias contra idosos; e práticas e políticas institucionais que perpetuam estereótipos e atitudes negativas sobre os idosos”, pontua Allana.

   A saúde dos vínculos afetivos entre o idoso e os seus cuidadores é um fator de proteção contra a violência muito significativo. Com a atenção à saúde mental dos profissionais cuidadores e com a proximidade da família, casas de repouso deixariam de ser “depósitos” e se tornariam pontos de apoio fundamentais em uma sociedade cada vez mais idosa.


(Disponível em: https://www.semprefamilia.com.br.
Acesso em: 08.04.2025. Adaptado)
Por suas características composicionais predominantes, o texto pode ser identificado como sendo do gênero
Alternativas
Q3514043 Português
Leia o texto, para responder à questão.


    “Depósito”: o modo como uma casa de repouso para idosos é chamada em um novo livro de ficção pretende denunciar as incongruências de nossa relação com a velhice e com os idosos ao nosso redor. Em Jasmins, publicado pela editora Maralto, Claudia Nina retrata a dura relação entre a cuidadora Yasmin e a idosa Wanda, num momento da história em que o fenômeno da longevidade interpela a nossa atenção à população idosa.

    “Embora não seja regra, alguns fatores tornam os idosos mais vulneráveis e dependentes de outras pessoas, seja para a realização de atividades básicas da vida diária e econômica ou emocionalmente, principalmente aqueles com déficits cognitivos ou limitações naturais do próprio envelhecimento”, explica a psicóloga Allana Moraes. “Por essas razões, lamentavelmente, o idoso também se encontra mais suscetível a ser vítima de violências nos mais variados âmbitos, seja familiar, institucional ou social”.

   De acordo com Allana, é o próprio ambiente familiar que tem se apresentado como o espaço de maior incidência de abandono e maus-tratos acometidos contra o idoso, com episódios de violência psicológica, física, moral e patrimonial perpetrados por filhos ou cônjuges. Diversos fatores desempenham um papel nesse tipo de cenário, entre os quais o que pode ser chamado de transmissão transgeracional da violência e do abandono.

  “O fato de os idosos se transformarem em vítimas igualmente se relaciona às raízes familiares, à violência ou abandono por eles perpetrados no passado, assim como terem apresentado comportamentos disruptivos, agressividade e atitudes provocativas em relação aos familiares”, explica a psicóloga. “Portanto, para analisar os motivos que levam um familiar a agir com violência em relação a um idoso, há que se levar em conta não só características dos idosos ou da família, já que se trata de um fenômeno multideterminado e que deve ser analisado em sua complexidade”.

   Entre os fatores em jogo, há também aquilo que o gerontólogo Robert N. Butler chamou já em 1969 de “ageísmo” ou “idadismo”, ou seja, a discriminação contra pessoas com base em sua idade, mais comumente direcionada a pessoas mais velhas. “Butler descreveu três aspectos deste tipo de preconceito: atitudes negativas em relação aos idosos, à velhice e ao processo de envelhecimento; práticas discriminatórias contra idosos; e práticas e políticas institucionais que perpetuam estereótipos e atitudes negativas sobre os idosos”, pontua Allana.

   A saúde dos vínculos afetivos entre o idoso e os seus cuidadores é um fator de proteção contra a violência muito significativo. Com a atenção à saúde mental dos profissionais cuidadores e com a proximidade da família, casas de repouso deixariam de ser “depósitos” e se tornariam pontos de apoio fundamentais em uma sociedade cada vez mais idosa.


(Disponível em: https://www.semprefamilia.com.br.
Acesso em: 08.04.2025. Adaptado)
Considerando-se a sequenciação textual, é correto afirmar que o quarto parágrafo representa, em relação ao terceiro,
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Q3514044 Português
Leia o texto, para responder à questão.


    “Depósito”: o modo como uma casa de repouso para idosos é chamada em um novo livro de ficção pretende denunciar as incongruências de nossa relação com a velhice e com os idosos ao nosso redor. Em Jasmins, publicado pela editora Maralto, Claudia Nina retrata a dura relação entre a cuidadora Yasmin e a idosa Wanda, num momento da história em que o fenômeno da longevidade interpela a nossa atenção à população idosa.

    “Embora não seja regra, alguns fatores tornam os idosos mais vulneráveis e dependentes de outras pessoas, seja para a realização de atividades básicas da vida diária e econômica ou emocionalmente, principalmente aqueles com déficits cognitivos ou limitações naturais do próprio envelhecimento”, explica a psicóloga Allana Moraes. “Por essas razões, lamentavelmente, o idoso também se encontra mais suscetível a ser vítima de violências nos mais variados âmbitos, seja familiar, institucional ou social”.

   De acordo com Allana, é o próprio ambiente familiar que tem se apresentado como o espaço de maior incidência de abandono e maus-tratos acometidos contra o idoso, com episódios de violência psicológica, física, moral e patrimonial perpetrados por filhos ou cônjuges. Diversos fatores desempenham um papel nesse tipo de cenário, entre os quais o que pode ser chamado de transmissão transgeracional da violência e do abandono.

  “O fato de os idosos se transformarem em vítimas igualmente se relaciona às raízes familiares, à violência ou abandono por eles perpetrados no passado, assim como terem apresentado comportamentos disruptivos, agressividade e atitudes provocativas em relação aos familiares”, explica a psicóloga. “Portanto, para analisar os motivos que levam um familiar a agir com violência em relação a um idoso, há que se levar em conta não só características dos idosos ou da família, já que se trata de um fenômeno multideterminado e que deve ser analisado em sua complexidade”.

   Entre os fatores em jogo, há também aquilo que o gerontólogo Robert N. Butler chamou já em 1969 de “ageísmo” ou “idadismo”, ou seja, a discriminação contra pessoas com base em sua idade, mais comumente direcionada a pessoas mais velhas. “Butler descreveu três aspectos deste tipo de preconceito: atitudes negativas em relação aos idosos, à velhice e ao processo de envelhecimento; práticas discriminatórias contra idosos; e práticas e políticas institucionais que perpetuam estereótipos e atitudes negativas sobre os idosos”, pontua Allana.

   A saúde dos vínculos afetivos entre o idoso e os seus cuidadores é um fator de proteção contra a violência muito significativo. Com a atenção à saúde mental dos profissionais cuidadores e com a proximidade da família, casas de repouso deixariam de ser “depósitos” e se tornariam pontos de apoio fundamentais em uma sociedade cada vez mais idosa.


(Disponível em: https://www.semprefamilia.com.br.
Acesso em: 08.04.2025. Adaptado)
As aspas empregadas em “depósito” sinalizam a intenção de associar, implicitamente, a casa de repouso às ideias de
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Q3514045 Português
Leia o texto, para responder à questão.


    “Depósito”: o modo como uma casa de repouso para idosos é chamada em um novo livro de ficção pretende denunciar as incongruências de nossa relação com a velhice e com os idosos ao nosso redor. Em Jasmins, publicado pela editora Maralto, Claudia Nina retrata a dura relação entre a cuidadora Yasmin e a idosa Wanda, num momento da história em que o fenômeno da longevidade interpela a nossa atenção à população idosa.

    “Embora não seja regra, alguns fatores tornam os idosos mais vulneráveis e dependentes de outras pessoas, seja para a realização de atividades básicas da vida diária e econômica ou emocionalmente, principalmente aqueles com déficits cognitivos ou limitações naturais do próprio envelhecimento”, explica a psicóloga Allana Moraes. “Por essas razões, lamentavelmente, o idoso também se encontra mais suscetível a ser vítima de violências nos mais variados âmbitos, seja familiar, institucional ou social”.

   De acordo com Allana, é o próprio ambiente familiar que tem se apresentado como o espaço de maior incidência de abandono e maus-tratos acometidos contra o idoso, com episódios de violência psicológica, física, moral e patrimonial perpetrados por filhos ou cônjuges. Diversos fatores desempenham um papel nesse tipo de cenário, entre os quais o que pode ser chamado de transmissão transgeracional da violência e do abandono.

  “O fato de os idosos se transformarem em vítimas igualmente se relaciona às raízes familiares, à violência ou abandono por eles perpetrados no passado, assim como terem apresentado comportamentos disruptivos, agressividade e atitudes provocativas em relação aos familiares”, explica a psicóloga. “Portanto, para analisar os motivos que levam um familiar a agir com violência em relação a um idoso, há que se levar em conta não só características dos idosos ou da família, já que se trata de um fenômeno multideterminado e que deve ser analisado em sua complexidade”.

   Entre os fatores em jogo, há também aquilo que o gerontólogo Robert N. Butler chamou já em 1969 de “ageísmo” ou “idadismo”, ou seja, a discriminação contra pessoas com base em sua idade, mais comumente direcionada a pessoas mais velhas. “Butler descreveu três aspectos deste tipo de preconceito: atitudes negativas em relação aos idosos, à velhice e ao processo de envelhecimento; práticas discriminatórias contra idosos; e práticas e políticas institucionais que perpetuam estereótipos e atitudes negativas sobre os idosos”, pontua Allana.

   A saúde dos vínculos afetivos entre o idoso e os seus cuidadores é um fator de proteção contra a violência muito significativo. Com a atenção à saúde mental dos profissionais cuidadores e com a proximidade da família, casas de repouso deixariam de ser “depósitos” e se tornariam pontos de apoio fundamentais em uma sociedade cada vez mais idosa.


(Disponível em: https://www.semprefamilia.com.br.
Acesso em: 08.04.2025. Adaptado)
No segmento “Embora não seja regra” (2o parágrafo), o termo destacado garante a coesão textual introduzindo um argumento
Alternativas
Q3514046 Português
Leia o texto, para responder à questão.


    “Depósito”: o modo como uma casa de repouso para idosos é chamada em um novo livro de ficção pretende denunciar as incongruências de nossa relação com a velhice e com os idosos ao nosso redor. Em Jasmins, publicado pela editora Maralto, Claudia Nina retrata a dura relação entre a cuidadora Yasmin e a idosa Wanda, num momento da história em que o fenômeno da longevidade interpela a nossa atenção à população idosa.

    “Embora não seja regra, alguns fatores tornam os idosos mais vulneráveis e dependentes de outras pessoas, seja para a realização de atividades básicas da vida diária e econômica ou emocionalmente, principalmente aqueles com déficits cognitivos ou limitações naturais do próprio envelhecimento”, explica a psicóloga Allana Moraes. “Por essas razões, lamentavelmente, o idoso também se encontra mais suscetível a ser vítima de violências nos mais variados âmbitos, seja familiar, institucional ou social”.

   De acordo com Allana, é o próprio ambiente familiar que tem se apresentado como o espaço de maior incidência de abandono e maus-tratos acometidos contra o idoso, com episódios de violência psicológica, física, moral e patrimonial perpetrados por filhos ou cônjuges. Diversos fatores desempenham um papel nesse tipo de cenário, entre os quais o que pode ser chamado de transmissão transgeracional da violência e do abandono.

  “O fato de os idosos se transformarem em vítimas igualmente se relaciona às raízes familiares, à violência ou abandono por eles perpetrados no passado, assim como terem apresentado comportamentos disruptivos, agressividade e atitudes provocativas em relação aos familiares”, explica a psicóloga. “Portanto, para analisar os motivos que levam um familiar a agir com violência em relação a um idoso, há que se levar em conta não só características dos idosos ou da família, já que se trata de um fenômeno multideterminado e que deve ser analisado em sua complexidade”.

   Entre os fatores em jogo, há também aquilo que o gerontólogo Robert N. Butler chamou já em 1969 de “ageísmo” ou “idadismo”, ou seja, a discriminação contra pessoas com base em sua idade, mais comumente direcionada a pessoas mais velhas. “Butler descreveu três aspectos deste tipo de preconceito: atitudes negativas em relação aos idosos, à velhice e ao processo de envelhecimento; práticas discriminatórias contra idosos; e práticas e políticas institucionais que perpetuam estereótipos e atitudes negativas sobre os idosos”, pontua Allana.

   A saúde dos vínculos afetivos entre o idoso e os seus cuidadores é um fator de proteção contra a violência muito significativo. Com a atenção à saúde mental dos profissionais cuidadores e com a proximidade da família, casas de repouso deixariam de ser “depósitos” e se tornariam pontos de apoio fundamentais em uma sociedade cada vez mais idosa.


(Disponível em: https://www.semprefamilia.com.br.
Acesso em: 08.04.2025. Adaptado)
A alternativa em que a expressão entre parênteses substitui os termos destacados, de acordo com a norma-padrão de emprego do sinal indicativo de crase, é: 
Alternativas
Q3514047 Português
Leia o texto, para responder à questão.


    “Depósito”: o modo como uma casa de repouso para idosos é chamada em um novo livro de ficção pretende denunciar as incongruências de nossa relação com a velhice e com os idosos ao nosso redor. Em Jasmins, publicado pela editora Maralto, Claudia Nina retrata a dura relação entre a cuidadora Yasmin e a idosa Wanda, num momento da história em que o fenômeno da longevidade interpela a nossa atenção à população idosa.

    “Embora não seja regra, alguns fatores tornam os idosos mais vulneráveis e dependentes de outras pessoas, seja para a realização de atividades básicas da vida diária e econômica ou emocionalmente, principalmente aqueles com déficits cognitivos ou limitações naturais do próprio envelhecimento”, explica a psicóloga Allana Moraes. “Por essas razões, lamentavelmente, o idoso também se encontra mais suscetível a ser vítima de violências nos mais variados âmbitos, seja familiar, institucional ou social”.

   De acordo com Allana, é o próprio ambiente familiar que tem se apresentado como o espaço de maior incidência de abandono e maus-tratos acometidos contra o idoso, com episódios de violência psicológica, física, moral e patrimonial perpetrados por filhos ou cônjuges. Diversos fatores desempenham um papel nesse tipo de cenário, entre os quais o que pode ser chamado de transmissão transgeracional da violência e do abandono.

  “O fato de os idosos se transformarem em vítimas igualmente se relaciona às raízes familiares, à violência ou abandono por eles perpetrados no passado, assim como terem apresentado comportamentos disruptivos, agressividade e atitudes provocativas em relação aos familiares”, explica a psicóloga. “Portanto, para analisar os motivos que levam um familiar a agir com violência em relação a um idoso, há que se levar em conta não só características dos idosos ou da família, já que se trata de um fenômeno multideterminado e que deve ser analisado em sua complexidade”.

   Entre os fatores em jogo, há também aquilo que o gerontólogo Robert N. Butler chamou já em 1969 de “ageísmo” ou “idadismo”, ou seja, a discriminação contra pessoas com base em sua idade, mais comumente direcionada a pessoas mais velhas. “Butler descreveu três aspectos deste tipo de preconceito: atitudes negativas em relação aos idosos, à velhice e ao processo de envelhecimento; práticas discriminatórias contra idosos; e práticas e políticas institucionais que perpetuam estereótipos e atitudes negativas sobre os idosos”, pontua Allana.

   A saúde dos vínculos afetivos entre o idoso e os seus cuidadores é um fator de proteção contra a violência muito significativo. Com a atenção à saúde mental dos profissionais cuidadores e com a proximidade da família, casas de repouso deixariam de ser “depósitos” e se tornariam pontos de apoio fundamentais em uma sociedade cada vez mais idosa.


(Disponível em: https://www.semprefamilia.com.br.
Acesso em: 08.04.2025. Adaptado)
A alternativa contendo a passagem em que o pronome “se” pode ser colocado depois do verbo em destaque é:
Alternativas
Q3514048 Português
Leia o texto, para responder à questão.


    “Depósito”: o modo como uma casa de repouso para idosos é chamada em um novo livro de ficção pretende denunciar as incongruências de nossa relação com a velhice e com os idosos ao nosso redor. Em Jasmins, publicado pela editora Maralto, Claudia Nina retrata a dura relação entre a cuidadora Yasmin e a idosa Wanda, num momento da história em que o fenômeno da longevidade interpela a nossa atenção à população idosa.

    “Embora não seja regra, alguns fatores tornam os idosos mais vulneráveis e dependentes de outras pessoas, seja para a realização de atividades básicas da vida diária e econômica ou emocionalmente, principalmente aqueles com déficits cognitivos ou limitações naturais do próprio envelhecimento”, explica a psicóloga Allana Moraes. “Por essas razões, lamentavelmente, o idoso também se encontra mais suscetível a ser vítima de violências nos mais variados âmbitos, seja familiar, institucional ou social”.

   De acordo com Allana, é o próprio ambiente familiar que tem se apresentado como o espaço de maior incidência de abandono e maus-tratos acometidos contra o idoso, com episódios de violência psicológica, física, moral e patrimonial perpetrados por filhos ou cônjuges. Diversos fatores desempenham um papel nesse tipo de cenário, entre os quais o que pode ser chamado de transmissão transgeracional da violência e do abandono.

  “O fato de os idosos se transformarem em vítimas igualmente se relaciona às raízes familiares, à violência ou abandono por eles perpetrados no passado, assim como terem apresentado comportamentos disruptivos, agressividade e atitudes provocativas em relação aos familiares”, explica a psicóloga. “Portanto, para analisar os motivos que levam um familiar a agir com violência em relação a um idoso, há que se levar em conta não só características dos idosos ou da família, já que se trata de um fenômeno multideterminado e que deve ser analisado em sua complexidade”.

   Entre os fatores em jogo, há também aquilo que o gerontólogo Robert N. Butler chamou já em 1969 de “ageísmo” ou “idadismo”, ou seja, a discriminação contra pessoas com base em sua idade, mais comumente direcionada a pessoas mais velhas. “Butler descreveu três aspectos deste tipo de preconceito: atitudes negativas em relação aos idosos, à velhice e ao processo de envelhecimento; práticas discriminatórias contra idosos; e práticas e políticas institucionais que perpetuam estereótipos e atitudes negativas sobre os idosos”, pontua Allana.

   A saúde dos vínculos afetivos entre o idoso e os seus cuidadores é um fator de proteção contra a violência muito significativo. Com a atenção à saúde mental dos profissionais cuidadores e com a proximidade da família, casas de repouso deixariam de ser “depósitos” e se tornariam pontos de apoio fundamentais em uma sociedade cada vez mais idosa.


(Disponível em: https://www.semprefamilia.com.br.
Acesso em: 08.04.2025. Adaptado)
Considere os enunciados:

     Pessoas idosas ficam à mercê de interferências, e as interferências tornam as pessoas idosas mais vulneráveis e dependentes de outras pessoas. É comum que familiares agridam as pessoas idosas.
   Há muitas incongruências em nossa relação com a velhice, e um novo livro de ficção pretende denunciar as incongruências.

A reescrita dos trechos neles destacados, com emprego de elementos de coesão, segue a norma-padrão, respectivamente, em:
Alternativas
Q3514049 Português
A adaptação de passagens do texto redigida de acordo com a norma-padrão de concordância verbal é:
Alternativas
Q3514051 Português
As razões da existência de um grande espaço de clima semiárido no Nordeste brasileiro são complexas. No inverno, células de alta pressão atmosférica predominam no interior do Nordeste e dificultam a entrada de umidade vinda do oceano, trazida pela massa de ar                       .

(Aziz Nacib Ab’Sáber, Os domínios de natureza no Brasil: potencialidades paisagísticas, 2003. Adaptado)

Assinale a alternativa que completa corretamente a lacuna do texto.
Alternativas
Q3514056 Português
Ainda ocorre na segunda metade do século (XVIII) mais um fator particular que estimula a agricultura brasileira. Até então, o grande gênero tropical fora o açúcar. Outro virá emparelhar-se a ele, e o sobrepujará em breve: o algodão. [...] Os progressos técnicos do século XVIII permitirão o seu aproveitamento em medidas quase ilimitadas.

(Caio Prado Júnior. Formação do Brasil contemporâneo, 1994)

O excerto refere-se
Alternativas
Q3514072 Português

Leia a tira a seguir para responder à questão:




(Charles M. Schulz, “Minduim Charles”. Disponível em: https://cultura.estadao.com.br/quadrinhos) 

No contexto em que está empregada, a conjunção “Como” (2° quadro) expressa sentido de
Alternativas
Q3514073 Português

Leia a tira a seguir para responder à questão:




(Charles M. Schulz, “Minduim Charles”. Disponível em: https://cultura.estadao.com.br/quadrinhos) 

Com base no sentido expresso no 2o quadro, a oração “... eu vou te dar um sorvete de casquinha.”, em conformidade com a norma-padrão, admite a seguinte reescrita:
Alternativas
Q3514074 Português

Leia a tira a seguir para responder à questão:




(Charles M. Schulz, “Minduim Charles”. Disponível em: https://cultura.estadao.com.br/quadrinhos) 

Assinale a alternativa que apresenta uma análise coerente com as informações da tira, expressa em frase em conformidade com a norma-padrão de pontuação.
Alternativas
Q3514075 Português

Leia a tira a seguir para responder à questão:




(Charles M. Schulz, “Minduim Charles”. Disponível em: https://cultura.estadao.com.br/quadrinhos) 

Com base na teoria de Mikhail Bakhtin (Estética da criação verbal, 2003), conclui-se corretamente que a tira lida corresponde a um gênero
Alternativas
Q3514077 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão:


     Alguns cuidados não custam nada. Corrija sua coluna. Tenha a postura ereta. Respire fundo, use toda a capacidade dos pulmões. Ande uma hora por dia. Beba litros de água diariamente. Cuide-se. Ame-se. Mais, muito mais do que a seu próximo. Nem todos têm a sorte de nascer deslumbrantes, com mãos e pés perfeitos etc. Mas temos a obrigação de mantê-los sempre bem cuidados. Para ser gentil com os outros, para com você mesma. Há paixões que acabam quando a gente vê o pé do namorado pela primeira vez. Ouviram, rapazes?


(Danuza Leão, Na sala com Danuza. Adaptado)
Com base em Schneuwly e Dolz (Gêneros orais e escritos na escola, 2004), conclui-se que a capacidade de linguagem dominante no texto é
Alternativas
Q3514078 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão:


     Alguns cuidados não custam nada. Corrija sua coluna. Tenha a postura ereta. Respire fundo, use toda a capacidade dos pulmões. Ande uma hora por dia. Beba litros de água diariamente. Cuide-se. Ame-se. Mais, muito mais do que a seu próximo. Nem todos têm a sorte de nascer deslumbrantes, com mãos e pés perfeitos etc. Mas temos a obrigação de mantê-los sempre bem cuidados. Para ser gentil com os outros, para com você mesma. Há paixões que acabam quando a gente vê o pé do namorado pela primeira vez. Ouviram, rapazes?


(Danuza Leão, Na sala com Danuza. Adaptado)
Com a frase final do texto, fica subentendido que
Alternativas
Q3514079 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão:


     Alguns cuidados não custam nada. Corrija sua coluna. Tenha a postura ereta. Respire fundo, use toda a capacidade dos pulmões. Ande uma hora por dia. Beba litros de água diariamente. Cuide-se. Ame-se. Mais, muito mais do que a seu próximo. Nem todos têm a sorte de nascer deslumbrantes, com mãos e pés perfeitos etc. Mas temos a obrigação de mantê-los sempre bem cuidados. Para ser gentil com os outros, para com você mesma. Há paixões que acabam quando a gente vê o pé do namorado pela primeira vez. Ouviram, rapazes?


(Danuza Leão, Na sala com Danuza. Adaptado)
De acordo com a norma-padrão, na passagem “Ame-se. Mais, muito mais do que a seu próximo.”, a preposição destacada deve ser substituída por “à” se a expressão “seu próximo” for substituída por:
Alternativas
Q3514081 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão:


    Hoje, quase dois terços dos municípios não possuem nenhuma Instituição de Longa Permanência para Idosos (Ilpi), e em alguns Estados houve redução da oferta de vagas em 15 anos. Além da carência de vagas,              problemas no encaminhamento e no financiamento. Quem determina se um idoso preenche os requisitos para uma vaga pública é o Sistema Único de Assistência Social (Suas), mas, a exemplo do que ocorre com os parceiros privados do Sistema Único de Saúde (SUS), como as Santas Casas, as Ilpis conveniadas são              . Especialistas ouvidos pelo jornal Estadão apontam outras opções de cuidado. O ideal é privilegiar o máximo de autonomia da família. Em termos de políticas públicas, isso pode significar recursos financeiros diretos aos familiares que decidem manter o parente em casa, como no Chile e no Uruguai. Outra opção              os centros-dia,              no Japão, para acolher idosos enquanto os familiares estão no trabalho. A Ilpi deveria ser a última opção, em caso de impossibilidade da família de oferecer os cuidados necessários.


(Opinião. “O múltiplo desafio do envelhecimento”.
Disponível em: https://www.estadao.com.br/opiniao/o-multiplo-
desafio-do-envelhecimento/. Adaptado)
De acordo com a norma-padrão, as lacunas dos enunciados devem ser preenchidas, correta e respectivamente, com:
Alternativas
Q3514082 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão:


    Hoje, quase dois terços dos municípios não possuem nenhuma Instituição de Longa Permanência para Idosos (Ilpi), e em alguns Estados houve redução da oferta de vagas em 15 anos. Além da carência de vagas,              problemas no encaminhamento e no financiamento. Quem determina se um idoso preenche os requisitos para uma vaga pública é o Sistema Único de Assistência Social (Suas), mas, a exemplo do que ocorre com os parceiros privados do Sistema Único de Saúde (SUS), como as Santas Casas, as Ilpis conveniadas são              . Especialistas ouvidos pelo jornal Estadão apontam outras opções de cuidado. O ideal é privilegiar o máximo de autonomia da família. Em termos de políticas públicas, isso pode significar recursos financeiros diretos aos familiares que decidem manter o parente em casa, como no Chile e no Uruguai. Outra opção              os centros-dia,              no Japão, para acolher idosos enquanto os familiares estão no trabalho. A Ilpi deveria ser a última opção, em caso de impossibilidade da família de oferecer os cuidados necessários.


(Opinião. “O múltiplo desafio do envelhecimento”.
Disponível em: https://www.estadao.com.br/opiniao/o-multiplo-
desafio-do-envelhecimento/. Adaptado)
Considere a passagem a seguir:

“A Ilpi deveria ser a última opção, em caso de impossibilidade da família de oferecer os cuidados necessários.”

Assinale a alternativa que apresenta o correto sentido expresso pelo verbo destacado bem como a reescrita da passagem, de acordo com o sentido original do período e com a norma-padrão.
Alternativas
Q3514083 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão:


    Hoje, quase dois terços dos municípios não possuem nenhuma Instituição de Longa Permanência para Idosos (Ilpi), e em alguns Estados houve redução da oferta de vagas em 15 anos. Além da carência de vagas,              problemas no encaminhamento e no financiamento. Quem determina se um idoso preenche os requisitos para uma vaga pública é o Sistema Único de Assistência Social (Suas), mas, a exemplo do que ocorre com os parceiros privados do Sistema Único de Saúde (SUS), como as Santas Casas, as Ilpis conveniadas são              . Especialistas ouvidos pelo jornal Estadão apontam outras opções de cuidado. O ideal é privilegiar o máximo de autonomia da família. Em termos de políticas públicas, isso pode significar recursos financeiros diretos aos familiares que decidem manter o parente em casa, como no Chile e no Uruguai. Outra opção              os centros-dia,              no Japão, para acolher idosos enquanto os familiares estão no trabalho. A Ilpi deveria ser a última opção, em caso de impossibilidade da família de oferecer os cuidados necessários.


(Opinião. “O múltiplo desafio do envelhecimento”.
Disponível em: https://www.estadao.com.br/opiniao/o-multiplo-
desafio-do-envelhecimento/. Adaptado)
Conforme prescrito por Evanildo Bechara (Moderna gramática portuguesa, 2018), no período “Quem determina se um idoso preenche os requisitos para uma vaga pública é o Sistema Único de Assistência Social (Suas)...”, o termo destacado corresponde a 
Alternativas
Respostas
1: A
2: C
3: E
4: C
5: E
6: A
7: D
8: B
9: E
10: B
11: B
12: C
13: A
14: D
15: B
16: A
17: D
18: A
19: E
20: B