Questões de Concurso Militar CBM-MG 2026 para Cadete BM
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Texto para a questão.
O Silêncio sob os Escombros e a Geopolítica do Terror
Antenor Teixeira de Almeida Júnior
A conivência internacional diante da sistemática aniquilação de estruturas civis no Irã atingiu um patamar de degradação moral insustentável após o bombardeio que ceifou a vida de 168 crianças em uma instituição de ensino. Sob o pretexto de neutralizar alvos estratégicos, a coalizão entre Estados Unidos e Israel transgride não apenas as fronteiras geográficas, mas os pilares mais elementares do Direito Internacional Humanitário, convertendo escolas em necrópoles e o futuro de uma nação em dano colateral. O que se testemunha não é uma manobra defensiva de precisão, mas uma demonstração de força bruta que utiliza a assimetria bélica para punir populações vulneráveis, revelando um desprezo absoluto pela distinção entre combatentes e inocentes.
O argumento da autodefesa, frequentemente esgrimido por Washington e Tel Aviv para justificar incursões em solo iraniano, desmorona diante do massacre de crianças em idade escolar. Quando mísseis de alta tecnologia são direcionados a um ambiente de aprendizado, a narrativa de erro técnico ou de escudos humanos torna-se uma retórica cínica que visa mascarar o terrorismo de Estado. A história ensina que a destruição de infraestruturas educacionais é um método eficaz de desarticulação social a longo prazo, mas o custo humanitário dessa estratégia é uma mancha indelével na consciência das potências que se autointitulam guardiãs da democracia e da liberdade.
Ademais, a paralisia dos órgãos multilaterais, como o Conselho de Segurança da ONU, diante da agressão unilateral das forças ocidentais, reforça a percepção de uma justiça seletiva que opera conforme os interesses do capital e do controle energético. Ao ignorar as vozes que clamam por sanções contra os agressores e ao permitir que 168 vidas infantis sejam reduzidas a estatísticas em relatórios burocráticos, a comunidade internacional torna-se cúmplice por omissão. A paz não será alcançada por meio de ataques que semeiam o ódio em gerações inteiras; ao contrário, a violência desenfreada contra o Irã apenas alimenta o ciclo de retaliações que ameaça a estabilidade global.
Em suma, é imperativo que o mundo desperte para a urgência de cessar a impunidade que protege os autores desse infanticídio deliberado. A condenação dos ataques de Estados Unidos e Israel não deve ser apenas um gesto diplomático de conveniência, mas um movimento concreto de ruptura com a lógica da barbárie travestida de ordem mundial. Se a morte de centenas de crianças dentro de uma sala de aula não for capaz de reverter a engrenagem da guerra, o que restará da nossa humanidade será apenas o eco de um silêncio covarde sobre os escombros da civilização.
Texto para a questão.
O Silêncio sob os Escombros e a Geopolítica do Terror
Antenor Teixeira de Almeida Júnior
A conivência internacional diante da sistemática aniquilação de estruturas civis no Irã atingiu um patamar de degradação moral insustentável após o bombardeio que ceifou a vida de 168 crianças em uma instituição de ensino. Sob o pretexto de neutralizar alvos estratégicos, a coalizão entre Estados Unidos e Israel transgride não apenas as fronteiras geográficas, mas os pilares mais elementares do Direito Internacional Humanitário, convertendo escolas em necrópoles e o futuro de uma nação em dano colateral. O que se testemunha não é uma manobra defensiva de precisão, mas uma demonstração de força bruta que utiliza a assimetria bélica para punir populações vulneráveis, revelando um desprezo absoluto pela distinção entre combatentes e inocentes.
O argumento da autodefesa, frequentemente esgrimido por Washington e Tel Aviv para justificar incursões em solo iraniano, desmorona diante do massacre de crianças em idade escolar. Quando mísseis de alta tecnologia são direcionados a um ambiente de aprendizado, a narrativa de erro técnico ou de escudos humanos torna-se uma retórica cínica que visa mascarar o terrorismo de Estado. A história ensina que a destruição de infraestruturas educacionais é um método eficaz de desarticulação social a longo prazo, mas o custo humanitário dessa estratégia é uma mancha indelével na consciência das potências que se autointitulam guardiãs da democracia e da liberdade.
Ademais, a paralisia dos órgãos multilaterais, como o Conselho de Segurança da ONU, diante da agressão unilateral das forças ocidentais, reforça a percepção de uma justiça seletiva que opera conforme os interesses do capital e do controle energético. Ao ignorar as vozes que clamam por sanções contra os agressores e ao permitir que 168 vidas infantis sejam reduzidas a estatísticas em relatórios burocráticos, a comunidade internacional torna-se cúmplice por omissão. A paz não será alcançada por meio de ataques que semeiam o ódio em gerações inteiras; ao contrário, a violência desenfreada contra o Irã apenas alimenta o ciclo de retaliações que ameaça a estabilidade global.
Em suma, é imperativo que o mundo desperte para a urgência de cessar a impunidade que protege os autores desse infanticídio deliberado. A condenação dos ataques de Estados Unidos e Israel não deve ser apenas um gesto diplomático de conveniência, mas um movimento concreto de ruptura com a lógica da barbárie travestida de ordem mundial. Se a morte de centenas de crianças dentro de uma sala de aula não for capaz de reverter a engrenagem da guerra, o que restará da nossa humanidade será apenas o eco de um silêncio covarde sobre os escombros da civilização.
Texto para a questão.
O Silêncio sob os Escombros e a Geopolítica do Terror
Antenor Teixeira de Almeida Júnior
A conivência internacional diante da sistemática aniquilação de estruturas civis no Irã atingiu um patamar de degradação moral insustentável após o bombardeio que ceifou a vida de 168 crianças em uma instituição de ensino. Sob o pretexto de neutralizar alvos estratégicos, a coalizão entre Estados Unidos e Israel transgride não apenas as fronteiras geográficas, mas os pilares mais elementares do Direito Internacional Humanitário, convertendo escolas em necrópoles e o futuro de uma nação em dano colateral. O que se testemunha não é uma manobra defensiva de precisão, mas uma demonstração de força bruta que utiliza a assimetria bélica para punir populações vulneráveis, revelando um desprezo absoluto pela distinção entre combatentes e inocentes.
O argumento da autodefesa, frequentemente esgrimido por Washington e Tel Aviv para justificar incursões em solo iraniano, desmorona diante do massacre de crianças em idade escolar. Quando mísseis de alta tecnologia são direcionados a um ambiente de aprendizado, a narrativa de erro técnico ou de escudos humanos torna-se uma retórica cínica que visa mascarar o terrorismo de Estado. A história ensina que a destruição de infraestruturas educacionais é um método eficaz de desarticulação social a longo prazo, mas o custo humanitário dessa estratégia é uma mancha indelével na consciência das potências que se autointitulam guardiãs da democracia e da liberdade.
Ademais, a paralisia dos órgãos multilaterais, como o Conselho de Segurança da ONU, diante da agressão unilateral das forças ocidentais, reforça a percepção de uma justiça seletiva que opera conforme os interesses do capital e do controle energético. Ao ignorar as vozes que clamam por sanções contra os agressores e ao permitir que 168 vidas infantis sejam reduzidas a estatísticas em relatórios burocráticos, a comunidade internacional torna-se cúmplice por omissão. A paz não será alcançada por meio de ataques que semeiam o ódio em gerações inteiras; ao contrário, a violência desenfreada contra o Irã apenas alimenta o ciclo de retaliações que ameaça a estabilidade global.
Em suma, é imperativo que o mundo desperte para a urgência de cessar a impunidade que protege os autores desse infanticídio deliberado. A condenação dos ataques de Estados Unidos e Israel não deve ser apenas um gesto diplomático de conveniência, mas um movimento concreto de ruptura com a lógica da barbárie travestida de ordem mundial. Se a morte de centenas de crianças dentro de uma sala de aula não for capaz de reverter a engrenagem da guerra, o que restará da nossa humanidade será apenas o eco de um silêncio covarde sobre os escombros da civilização.
Texto para a questão.
O Silêncio sob os Escombros e a Geopolítica do Terror
Antenor Teixeira de Almeida Júnior
A conivência internacional diante da sistemática aniquilação de estruturas civis no Irã atingiu um patamar de degradação moral insustentável após o bombardeio que ceifou a vida de 168 crianças em uma instituição de ensino. Sob o pretexto de neutralizar alvos estratégicos, a coalizão entre Estados Unidos e Israel transgride não apenas as fronteiras geográficas, mas os pilares mais elementares do Direito Internacional Humanitário, convertendo escolas em necrópoles e o futuro de uma nação em dano colateral. O que se testemunha não é uma manobra defensiva de precisão, mas uma demonstração de força bruta que utiliza a assimetria bélica para punir populações vulneráveis, revelando um desprezo absoluto pela distinção entre combatentes e inocentes.
O argumento da autodefesa, frequentemente esgrimido por Washington e Tel Aviv para justificar incursões em solo iraniano, desmorona diante do massacre de crianças em idade escolar. Quando mísseis de alta tecnologia são direcionados a um ambiente de aprendizado, a narrativa de erro técnico ou de escudos humanos torna-se uma retórica cínica que visa mascarar o terrorismo de Estado. A história ensina que a destruição de infraestruturas educacionais é um método eficaz de desarticulação social a longo prazo, mas o custo humanitário dessa estratégia é uma mancha indelével na consciência das potências que se autointitulam guardiãs da democracia e da liberdade.
Ademais, a paralisia dos órgãos multilaterais, como o Conselho de Segurança da ONU, diante da agressão unilateral das forças ocidentais, reforça a percepção de uma justiça seletiva que opera conforme os interesses do capital e do controle energético. Ao ignorar as vozes que clamam por sanções contra os agressores e ao permitir que 168 vidas infantis sejam reduzidas a estatísticas em relatórios burocráticos, a comunidade internacional torna-se cúmplice por omissão. A paz não será alcançada por meio de ataques que semeiam o ódio em gerações inteiras; ao contrário, a violência desenfreada contra o Irã apenas alimenta o ciclo de retaliações que ameaça a estabilidade global.
Em suma, é imperativo que o mundo desperte para a urgência de cessar a impunidade que protege os autores desse infanticídio deliberado. A condenação dos ataques de Estados Unidos e Israel não deve ser apenas um gesto diplomático de conveniência, mas um movimento concreto de ruptura com a lógica da barbárie travestida de ordem mundial. Se a morte de centenas de crianças dentro de uma sala de aula não for capaz de reverter a engrenagem da guerra, o que restará da nossa humanidade será apenas o eco de um silêncio covarde sobre os escombros da civilização.
Texto para a questão.
O Silêncio sob os Escombros e a Geopolítica do Terror
Antenor Teixeira de Almeida Júnior
A conivência internacional diante da sistemática aniquilação de estruturas civis no Irã atingiu um patamar de degradação moral insustentável após o bombardeio que ceifou a vida de 168 crianças em uma instituição de ensino. Sob o pretexto de neutralizar alvos estratégicos, a coalizão entre Estados Unidos e Israel transgride não apenas as fronteiras geográficas, mas os pilares mais elementares do Direito Internacional Humanitário, convertendo escolas em necrópoles e o futuro de uma nação em dano colateral. O que se testemunha não é uma manobra defensiva de precisão, mas uma demonstração de força bruta que utiliza a assimetria bélica para punir populações vulneráveis, revelando um desprezo absoluto pela distinção entre combatentes e inocentes.
O argumento da autodefesa, frequentemente esgrimido por Washington e Tel Aviv para justificar incursões em solo iraniano, desmorona diante do massacre de crianças em idade escolar. Quando mísseis de alta tecnologia são direcionados a um ambiente de aprendizado, a narrativa de erro técnico ou de escudos humanos torna-se uma retórica cínica que visa mascarar o terrorismo de Estado. A história ensina que a destruição de infraestruturas educacionais é um método eficaz de desarticulação social a longo prazo, mas o custo humanitário dessa estratégia é uma mancha indelével na consciência das potências que se autointitulam guardiãs da democracia e da liberdade.
Ademais, a paralisia dos órgãos multilaterais, como o Conselho de Segurança da ONU, diante da agressão unilateral das forças ocidentais, reforça a percepção de uma justiça seletiva que opera conforme os interesses do capital e do controle energético. Ao ignorar as vozes que clamam por sanções contra os agressores e ao permitir que 168 vidas infantis sejam reduzidas a estatísticas em relatórios burocráticos, a comunidade internacional torna-se cúmplice por omissão. A paz não será alcançada por meio de ataques que semeiam o ódio em gerações inteiras; ao contrário, a violência desenfreada contra o Irã apenas alimenta o ciclo de retaliações que ameaça a estabilidade global.
Em suma, é imperativo que o mundo desperte para a urgência de cessar a impunidade que protege os autores desse infanticídio deliberado. A condenação dos ataques de Estados Unidos e Israel não deve ser apenas um gesto diplomático de conveniência, mas um movimento concreto de ruptura com a lógica da barbárie travestida de ordem mundial. Se a morte de centenas de crianças dentro de uma sala de aula não for capaz de reverter a engrenagem da guerra, o que restará da nossa humanidade será apenas o eco de um silêncio covarde sobre os escombros da civilização.
Seja M a matriz a seguir:

O determinante da matriz M é igual a:
O salário líquido, em reais, desse funcionário após o aumento é igual a:
A ordem dos três amigos na fila do primeiro até o último é:
A probabilidade de ambos os sistemas funcionarem corretamente em uma emergência é igual a:
CaCO₃(s) → CaO(s) + CO₂(g).
Em um experimento, uma amostra de 250 g de calcário contendo 80% de pureza em CaCO₃ foi submetida à decomposição. Considerando que o rendimento da reação foi de 90%, e que as massas molares são: CaCO₃ = 100 g/mol e CO₂ = 44 g/mol, assinale a alternativa que apresenta corretamente a massa de dióxido de carbono produzida.
Considerando que a dissolução do sal sólido não provoca variação significativa no volume da solução, marque a alternativa que indica a massa aproximada de cloreto de amônio que deve ser adicionada para atingir o pH desejado.
Dados: Kb do NH3 = 1,8.10-5; Kw =1,0.10-14; log 1,8 ≅ 0,25; Massas molares em g/mol: N = 14, H = 1, Cl = 35,5.
Considere as semirreações padrão em meio ácido:
Cr₂O₇²⁻(aq) + 14H⁺(aq) + 6e⁻ → 2Cr³⁺(aq) + 7H₂O(l) E° = + 1,33 V Fe²⁺(aq) + 2e⁻ → Fe(s) E° = – 0,44 V
Com base nessas informações, indique a alternativa correta.