Questões Militares
Sobre prótese parcial removível em odontologia
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Paciente apresenta-se para reabilitação com PPR com ausência dos dentes 18, 11, 21, 22, 25, 26, 27 e com necessidade de exodontia dos elementos 14 e 17. O 28 encontra-se pouco inclinado, porém com bom posicionamento devido ao contato com o antagonista. O arco inferior possui todos os dentes com exceção do 47 e 48.
Qual a classificação do arco superior segundo a classificação de Kennedy?
Informe se é falso (F) ou verdadeiro (V) o que se afirma abaixo sobre o grau de resiliência da fibromucosa do rebordo residual e a problemática de transmissão da força mastigatória. A seguir, indique a opção com a sequência correta.
( ) Os rebordos duros são considerados ideais para suportar próteses parciais removíveis classe I e II de Kennedy.
( ) O rebordo compressível favorece injúria ao tecido mucoso ou desconforto ao paciente em relação ao rebordo duro.
( ) O rebordo flácido contra-indica a utilização de uma prótese parcial removível.
( ) O rebordo flácido tem um maior potencial de gerar forças laterais sobre os dentes pilares em relação ao duro e ao compressível.
Considerando-se os aspectos biomecânicos, os apoios de uma PPR devem vizinhos aos espaços protéticos. Mas existem situações em que isso não é possível, como nos casos de perda periodontal avançada desses elementos.
Com a evolução da odontologia, a realização de PPR só se justifica nos casos em que o paciente não disponha de condições econômicas para a realização de implantes.
Retenção, suporte, estabilidade e reciprocidade são princípios físicos associados às PPR.
As PPR podem ser usadas em pacientes portadores de disfunções temporomandibulares tanto como procedimento definitivo como provisório, para restabelecimento da dimensão vertical de oclusão.
A diferença de resiliência apresentada pelas estruturas dentária e fibromucosa faz que as PPR dentomucossuportadas sofram um movimento de rotação quando submetidas a cargas mastigatórias no sentido vertical.