Questões Militares
Comentadas sobre oftalmologia em medicina
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( ) Na coroidite serpenginosa a inflamação é geralmente bilateral assimétrica, autolimitada e sem predileção por sexo.
( ) Na retinopatia de Birdshot, temos uma coriorretinite crônica, de provável etiologia autoimune, com infiltrados multifocais acometendo polo posterior.
( ) No quadro de epiteliopatia pigmentar placoide multifocal posterior aguda, em geral temos um bom prognóstico, raras recorrências e na angiofluoresceinografia observamos, nas áreas afetadas, hipofluorescência inical e hiperfluorescência tardia.
( ) A coroidopatia punctata interna é mais comum em mulheres jovens e míopes.
Marque a alternativa que contém a sequência CORRETA de respostas na ordem de cima para baixo.
I. O molusco contagioso é causado por um vírus que acomete mais frequentemente a borda palpebral, sendo o envolvimento unilateral mais comum. A toxidade causada pelas partículas virais liberadas cronicamente no filme lacrimal causa conjuntivite folicular crônica.
II. O molusco contagioso é uma doença autolimitada, porém a resolução espontânea pode levar vários meses ou anos para ocorrer.
III. Os adenovírus são os principais causadores da conjuntivite folicular aguda, sendo esta bilateral e pouco contagiosa.
IV. A infecção ocular pelo adenovírus é dividida em quatro apresentações clínicas: ceratoconjuntivite epidêmica, febre faringoconjuntival, conjuntivite folicular não específica e ceratoconjuntivite crônica.
I. A pupila de Marcus Gunn ou pupila com defeito aferente relativo está presente nos pacientes com lesão do braço aferente do reflexo pupilar, tais como: lesões do nervo óptico, lesões quiasmáticas e nas lesões do trato óptico.
II. Quando a pupila amaurótica é exposta à luz, não há resposta consensual pupilar do olho contralateral.
III. A síndrome de Horner decorre da lesão em qualquer local da via simpática ocular.
IV. Em anormalidades mesencefálicas que causam a síndrome de Parinaud, frequentemente ocorre dissociação luz-perto, ou seja, a pupila reage melhor ao estímulo para perto que ao estímulo luminoso.
I. A Orbitopatia de Graves é uma doença autoimune orbitária caracterizada clinicamente pela presença de retração palpebral associada à proptose, estrabismo restritivo ou neuropatia óptica.
II. A retração palpebral superior é o sinal (Dalrymple) mais comum da Orbitopatia de Graves, sendo causada pela hiperatividade dos músculos de Muller e elevador da pálpebra superior.
III. A proptose ou exoftalmo é causada pelo aumento dos tecidos muscular e adiposo orbitários. O aumento muscular pode causar estrabismo restritivo e neuropatia óptica por compressão do nervo óptico no ápice da órbita.
IV. Embora não exista uma relação temporal entre o início do hipertireoidismo e a orbitopatia, aproximadamente 50% dos pacientes com hipertireoidismo não apresentam manifestações oculares.
Segundo TOPAZIAN (2006), as infecções orbitais são classificadas em cinco estágios que geralmente representam níveis de gravidade. Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta em níveis crescentes de gravidade:
I. disseminação retrorbital da infecção para dentro do seio cavernoso ou do cérebro.
II. celulite orbital com um abscesso subperióstico.
III. celulite orbital, com um verdadeiro abscesso orbital dentro da gordura orbital.
IV. celulite pré-septal. A infecção está confinada às pálpebras e ao tecido mole periocular, anterior ao septo orbital. A órbita pode mostrar-se inflamada secundariamente, mas não é diretamente infectada.
V. celulite orbital com proptose, limitações nos movimentos e possível comprometimento do nervo óptico.