Questões Militares
Sobre choque e parada cardiorrespiratória em medicina
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Dentre os cuidados no pós-operatório de crianças submetidas a cirurgias pediátricas e que são admitidas em Unidades de Terapia Intensiva Pediátrica, a analgesia é sempre um dos fatores mais importantes a serem considerados na realização da prescrição.
Com relação à analgesia é correto afirmar:
Criança de 4 anos, sexo masculino, pesando 20 kg, dá entrada na UTI sonolenta e bastante pálida, com desconforto respiratório intenso. Inicialmente o médico solicita monitorização, inicia oxigênio na forma de máscara com reservatório, não reinalante, e solicita obtenção de um acesso venoso. A via aérea se mostra pérvia e a criança gemente, expansibilidade pulmonar bilateral e simétrica, uso de musculatura acessória com batimento de asa de nariz, retração intercostal, retração subdiafragmática e retração de fúrcula, saturação 94%, frequência respiratória – 65, ausculta com MV presente bilateralmente e crepitação em ambas as bases. A perfusão periférica é de 5 segundos, com extremidades frias, pulso radial muito fino, pulso braquial um pouco fino, PA 80 x 60, ausculta cardíaca com BRNF sem sopros, fígado – 3,5 cm RCD, doloroso à palpação. Do ponto de vista neurológico, com Glasgow de 10, Dextro – 95, sem manchas na pele, temperatura – 37,5 ºC.
Quanto à classificação do perfil hemodinâmico deste paciente e à conduta a ser tomada, assinale a alternativa correta.
Criança de 5 meses, portadora de cardiopatia congênita ainda não operada, internada na UTI por uma descompensação cardíaca, em uso de carvedilol, furosemida e xarope de cloreto de potássio. Subitamente a criança desmaia durante o banho no leito e o médico, após ser chamado, a encontra inconsciente, sem respirar e sem pulso palpável. O profissional chama ajuda, imediatamente inicia as compressões e solicita monitorização. O lactente é monitorizado conforme a fita a seguir:

Com relação à conduta inicial, hipótese diagnóstica e conduta a ser tomada posteriormente, assinale a alternativa correta.
( ) Caso haja elevação de segmento ST, sugere-se coronariografia precoce. ( ) Caso não haja elevação de segmento ST, e a PCR foi em ritmo chocável, há estudos observacionais mostrando melhora do prognóstico neurológico com a coronariografia precoce, mas com baixo grau de certeza da evidência. ( ) A recomendação final para pacientes pós-PCR comatosos e sem elevação do segmento ST é que, tanto a coronariografia precoce, quanto a tardia, são aceitáveis.
À luz da literatura atual, o melhor benefício do uso do ácido tranexâmico em pacientes com choque hemorrágico se dá quando o utilizamos dentro do intervalo de ___________ horas após injúria.
( ) O conceito de choque está necessariamente associado à hipotensão, sendo que a ausência de hipotensão descarta a manifestação dessa síndrome.
( ) Existe um desequilíbrio entre a oferta e a demanda de oxigênio pelos tecidos (DO2 e VO2) que resultará em metabolismo anaeróbico e disfunção orgânica múltipla.
( ) As janelas clínicas do corpo são representadas por alterações cutâneas (pele pegajosa, mosqueada, livedo reticular), oligúria (diurese < 0,5ml/kg/h) e neurológica (sonolência, confusão mental e agitação).
( ) O choque distributivo em suas fases iniciais cursa com redução do débito cardíaco, da resistência vascular sistêmica e hipotensão arterial.
Quanto ao tratamento da diabete, a conduta recomendada nesse paciente é:
Nesse paciente, o achado que é mais provável de prever um resultado clínico adverso é
Nesse momento, a conduta de escolha é
Nesse momento, a conduta de escolha é