Questões Militares
Sobre sintaxe em português
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Observe as informações de I a V, sobre esse contexto.
I. A expressão “com antecedência” atribui, ao contexto, ideia de tempo.
II. Em “planejam suas atividades”, o termo destacado é um complemento verbal.
III. Em “como se fazia há alguns anos”, a forma verbal em destaque poderia ser substituída pela preposição a, sem alteração do significado lógico do contexto.
IV. A expressão “de preparar uma festa em curto período de tempo” é um enunciado oracional que completa o significado do adjetivo “capazes”.
V. Em “já estão a caminho dela”, constitui uma caracterização do termo “suas atividades”.
Estão corretas as afirmativas:
() [...] foi possível mapear o ‘comportamento telefônico’ dos grupos.” (l.15) (Adjunto Adnominal)
()“[...] que os celulares mudaram a vida dos adolescentes [...]” (l.16) (Adjunto Adnominal)
()“ Modelos, cores e recursos são temas de conversa [...]” (l.23) (Complemento Nominal)
()“[...] ele serve como centro de controle de uma rede social [...]” (l.25) (Adjunto Adnominal)
()“[...] é possível perceber o interesse dos adolescentes [...]” (l.11) (Adjunto Adnominal)
()“ Alguns jovens usam o celular como uma espécie de ‘gerenciador de relacionamentos’ [...]” (l.24/25) (Adjunto Adnominal)
Encontre a alternativa que corresponde à sequência correta
“Hoje, em vez de agendar encontros com os amigos, com antecedência, como se fazia há alguns anos[...]” (l.19/20)
Marque a alternativa em que a relação sintático-semântica é diferente do que se estabelece no trecho acima.
I. “[...] a escolha do aparelho é vista por esses rapazes e garotas como expressão da própria personalidade.” (l.22/23) - as escolhas dos aparelhos são vistos por esses rapazes e garotas como expressão da própria personalidade.
II. “[...] o celular pode (e deve) ser utilizado a toda hora e em qualquer lugar.” (l.32/33) - os celulares podem (e devem) ser utilizados a toda hora e em qualquer lugar.
III. “O advento do celular também mudou relacionamentos familiares e despertou controvérsias.” (.44) - O advento dos celulares também mudaram relacionamentos familiares e despertaram controvérsias.
IV. “Assim, o limite entre estar em casa e estar fora torna-se confuso.” (.50) - Assim, os limites entre estar em casa e estar fora tornam-se confusos.
A concordância verbal ou nominal sugerida NÃO pode ser admitida em:

Vocabulário:
Comedido (l.7): moderado.
Mascote (l.40): pessoa, animal ou coisa capazes de trazer sorte.
Marsupial (l.46): que tem forma de bolsa.
Cortejo (l.51): procissão, comitiva.
Resiliência (l.55): capacidade de se adaptar à má sorte.

1. “Ayô teve a preferência de 40,44% dos eleitores, enquanto Toriba recebeu 38,94% dos votos [...]”(l. 7-9) 2. “Tivemos um total envolvimento não apenas das crianças, mas também de seus familiares.” (l.12/13) 3. “Achei demais porque nosso nome foi escolhido.” (l.18/19).
Na sequência em que aparecem, as palavras sublinhadas indicam, respectivamente, relações de:

[...] o impulso ao crime não é uma constante na vida do indivíduo [...].
I. Tem sujeito simples e predicado nominal. II. O termo “uma constante” é objeto direto. III. O termo “ao crime” é complemento nominal.
Quais estão corretas?



Leia o Texto 09 para responder aos item.


Leia, no Texto 09, estes enunciados retirados do último parágrafo:
I. “a jornada precisa ser mais paciente”. (1. 33 e 34)
II. “o impacto genético da fome pode levar gerações para ser totalmente eliminado”. (1. 34 e 35)
Independentemente da ordem em que aparecem, a relação semântica existente entre eles, decorrente do
uso do conector, é de:
Leia o Texto 09 para responder aos item.


Leia o enunciado abaixo:
“As mães que passavam os últimos meses de sua gravidez durante a estação de fome davam à luz bebês menores, com menos peso ”. (1. 14 e 15)
O termo destacado “que” (1. 14) confere um determinado efeito de sentido à informação por ele introduzida. Assinale a alternativa que contém a interpretação correta do enunciado.
Leia o Texto 09 para responder aos item.


Considere o seguinte trecho retirado do texto:
“...se sua avó materna sofreu algum tipo de privação alimentar, mesmo que sua mãe tenha engravidado com mais recursos, você também deve ter sentido o impacto. ” (1. 08 a 10)
Os termos destacados conferem ao enunciado valores semânticos, respectivamente, de:
Leia o Texto 03 para responder aos item.


Analise os períodos apresentados a seguir.
I. “vestiu o avental de cozinheiro para investigar métodos de cozimento”. (1. 06-07)
II. “Há comidas muito atrativas, como batatas fritas, que dão trabalho para fazer”. (1. 13-14)
III. “Como jornalistas, contando histórias que estimulem as pessoas a voltar para a cozinha”. (1. 32)
Assinale a alternativa em que a palavra “para” NÃO introduz oração subordinada.
Leia o Texto 03 para responder aos item.


( ) “Já que” antes de “O ato de cozinhar” (1. 16). ( ) “Porém,” antes de “Quanto menos se cozinha” (1. 25). ( ) “Entretanto,” antes de CÍNas refeições” (1. 29). ( ) “Na verdade,” antes de “não cozinham” (1. 41).
Marque a alternativa que contém a sequência correta de cima para baixo.
Leia o Texto 01 para responder aos item.

“Não se renuncia a pouca coisa quando se renuncia ao ovo frito. ” (1. 07 e 08)
Está INCORRETA a afirmação de que:
OS PEQUENOS MALABARISTAS
Walcyr Carrasco
Paro no semáforo. Um garoto muito desajeitado entra na frente do carro. Começa a agitar dois pedaços de madeira. Gira um, gira outro. Derruba no chão. Pega e volta a tentar o malabarismo. Vem a luz verde. Ele corre na minha janela. Quando entrego uma cédula, uma amiga, no banco do passageiro, reclama:
– Você não devia ter dado.
Na minha opinião, não se trata propriamente de esmola:
– Pelo menos, ele está tentando fazer alguma coisa para ganhar dinheiro. Se continuar insistindo, pode vir a ser até um bom malabarista.
De fato. Dias atrás, assisti ao desempenho de outro menino, com três bolas, que as jogava, uma atrás da outra. Até gostei. Minha amiga explicou didaticamente.
– Existem máfias que exploram esses garotos. Se você der o dinheiro, estará ajudando os bandidos.
Já ouvi essa acusação muitas outras vezes. É possível, mais ainda, provável.
– Mas, se eu não der o dinheiro, aí que não estarei ajudando coisa nenhuma.
Houve uma época em que, mal parava no semáforo, alguém jogava um balde d’água no meu vidro. Depois limpava. Um serviço não pedido que, frequentemente, causava mau humor. Serei franco. Não costumo andar com dinheiro. Moedas boto em um vidro e depois troco todas de uma vez. Por um motivo simples. As moedas pesam no bolso. Minha barriga há tempos está pior que a do Papai Noel. As calças escorregam até embaixo do umbigo. Costumo andar pisando nas barras. Com o peso das moedas, uma ou duas vezes quase fiquei de cuecas na rua.
Cada vez que alguém jogava água no meu vidro, eu me sentia na obrigação de avisar que não tinha dinheiro. Recebia de volta um olhar de péssimo humor. Pior, de descrença. Quem passa os dias numa esquina limpando vidros simplesmente não acredita em um motorista que diz estar sem nenhum trocado.
Do ponto de vista humano, entretanto, sempre considerei mais correta a atitude de querer fazer alguma coisa para merecer o auxílio. Noite dessas, por exemplo, parei em um viaduto. Um deficiente físico já adulto bateu no meu vidro. Fiz um gesto para indicar que estava sem nada. Ele começou a gritar comigo. Fugi. Os meninos malabaristas sorriem, tentam fazer seu espetáculo. Confio que em breve os pequenos paulistanos também estarão dando verdadeiros shows, embora eventualmente possa haver um ou outro vidro arrebentado após um show de bolas. Já vi, em outras ocasiões, palhaços maquiados, gente fantasiada. Recentemente, deparei com um engolidor de fogo. Fiquei bem apavorado enquanto ele engolia chamas no meio da rua. Um errinho... e até eu poderia estar no meio da fogueira!
Enfim, no futuro um folheto turístico da cidade poderá até fazer referência aos números circenses exercidos nos semáforos
Muitas pessoas que conheço compartilham a opinião de minha amiga. Não concordam em pagar pelos shows de semáforos. O discurso é sempre o mesmo, e não posso negar que tenha sua lógica.
– Essas crianças não deveriam estar na esquina, mas estudando – explica um conhecido.
Concordo. Mas também sou realista. A verdade, só quem sabe, são essas crianças. Talvez o pouco que consigam seja essencial para sua sobrevivência. Certamente, praticar malabarismo é uma alternativa bem melhor que assaltar. Mas não tenho certeza do que é certo ou errado nessa situação. Sou só um sujeito que anda olhando o mundo com perplexidade cada vez maior. Fico confuso. Tenho vontade de ajudar, de pagar meu “ingresso” até pelos números malfeitos. Fico pensando: que mundo é este onde mesmo um gesto de caridade é motivo de dúvida?
(Carrasco, Walcyr. Histórias para a sala de aula: crônicas do cotidiano. São Paulo: Moderna, 2015.)

TEXTO V
Como a internet influencia secretamente nossas escolhas
Em uma época na qual softwares nos dizem no que devemos pensar, uma prática um pouco mais antiquada tem ganhado destaque no noticiário: o trabalho de um seleto grupo de enigmáticos indivíduos que decidem o que é e o que não é notícia.
Recentemente foi divulgado que o Facebook usa pessoas para selecionar quais assuntos são ou não vistos por seus usuários. [...]
A argumentação mais polêmica que surgiu com a notícia foi a de que a seleção de "trending topics" do site teria um viés anticonservador. Ou seja, o Facebook esconderia notícias e opiniões mais conservadoras de maneira desproporcional. [...]
Meios como o Facebook estão selecionando as notícias e as informações que consumimos sob títulos chamativos como "trending topics" ou critérios como "relevância". Mas nós praticamente não sabemos como isso tudo é filtrado.
É importante ressaltar que essas informações às quais somos expostos podem transformar nosso comportamento, com um insight vindo da internet: o "empurrãozinho". [...]
Quando navegamos na internet, enfrentamos escolhas continuamente – do que comprar ao que acreditar – e engenheiros e designers também podem sutilmente manejar nossas decisões nesse ponto. [...] Isso, no entanto, gera algumas tensões fundamentais: entre a conveniência e a deliberação; entre o que o usuário deseja e o que é melhor para ele; entre a transparência e o lado comercial. [...]

Analise a oração destacada: “Recentemente foi divulgado que o Facebook usa pessoas para selecionar assuntos.” (adaptada)
A oração destacada é subordinada substantiva, pois desempenha a função que, no período simples, normalmente é desempenhada por substantivos. De posse dessa informação, marque a alternativa CORRETA sobre ela:



