Questões Militares Sobre sintaxe em português

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Q1330728 Português

 Observe os seguintes fragmentos de texto:


I - “...os laços sentimentais que se formam podem se tomar...” (linha 12) - a oração sublinhada é classificada como oração subordinada adjetiva explicativa.

II - “Essa forma de agrupamento por interesse, que também existe em menor escala em nosso convívio no mundo real, acaba sendo a principal alavanca...” (linhas 20, 21 e 22) - a oração sublinhada é classificada como oração subordinada adjetiva restritiva.

III - “...encurtou distâncias e possibilitou o contato entre partes distantes...” (linha 2) - a oração sublinhada é classificada como oração coordenada sindética aditiva.

IV - “...poderíamos observar que o contraponto dessa falta de contato físico é a possibilidade do contato constante e ininterrupto...” (linhas 13 e 14) - a oração sublinhada é classificada como oração subordinada substantiva objetiva direta.


As orações estão corretamente classificadas

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Q1330725 Português
“Poderíamos observar que o contraponto dessa falta de contato físico é a possibilidade do contato constante e ininterrupto [...]”. (linhas 13 e 14) Assinale a opção em que a oração sublinhada tem a mesma função sintática da oração sublinhada acima:
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Q1330720 Português
Marque a opção em que há um adjunto adverbial com o mesmo valor semântico do adjunto adverbial contido no trecho “Poderiam descobrir-se mutuamente.” (linha 35):
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Q1330719 Português
“Quando a relação se tomou séria, decidiram se encontrar, e então descobriram quem eram ” (linhas 4 e 5) O conector em negrito e sublinhado no fragmento retirado do texto I permite-nos extrair, além do significado de adição, característico deste tipo de conector, um significado suplementar de
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Q1329281 Português

Chegou a costureira, pegou do pano, pegou da agulha, pegou da linha, enfiou a linha na agulha, e entrou a coser. (linhas 21 e 22)

A respeito do trecho sublinhado acima, assinale a afirmativa correta.

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Q1329280 Português

Também eu tenho servido de agulha a muita linha ordinária! (linha 43)

A respeito do trecho acima, assinale a afirmativa correta

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Q1329279 Português

Caindo o sol, a costureira dobrou a costura... (linhas 29 e 30)

A oração sublinhada acima tem valor  

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Q1329275 Português

Eu é que prendo, ligo, ajunto... (linha 19)

No trecho acima ocorrem quantas orações?

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Q1329274 Português

Não sei se disse que isto se passava em casa de uma baronesa, que tinha a modista ao pé de si, para não andar atrás dela. (linhas 20 e 21)  

A respeito do trecho acima, assinale a afirmativa correta

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Q1329270 Português

A senhora não é alfinete, é agulha. (linha 6)

A segunda oração do período acima tem valor

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Q1329269 Português

Uma e outra iam andando orgulhosas, pelo pano adiante, que era a melhor das sedas, entre os dedos da costureira, ágeis como os galgos de Diana – para dar a isto uma cor poética. (linhas 22 e 23)

A respeito do trecho acima, assinale a afirmativa correta.

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Q1329268 Português

Chegou a costureira, pegou do pano, pegou da agulha, pegou da linha, enfiou a linha na agulha, e entrou a coser. (linhas 21 e 22)

Em relação ao trecho acima, assinale a afirmativa correta.

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Q1329264 Português
Mas a verdade é que você faz um papel subalterno... (linha 18) A segunda oração do trecho acima se classifica como
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Q1329263 Português
Na linha 41, a oração “onde me espetam” tem valor
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Q1327858 Português
Observe: "Se me fosse dado um dia, outra oportunidade, eu nem olhava o relógio." (v. 09)
Há, no verso acima, uma ideia de:
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Ano: 2019 Banca: UNEB Órgão: PM-BA Prova: UNEB - 2019 - PM-BA - Aspirante |
Q1319257 Português

Leia o texto 03 para responder à questão.

Texto 03.


Disponível em: http://blogdoaftm.web2419.uni5.net/charge-lixo/. Acesso em: 20 ag o .2019

Analise as afirmações a seguir, classificando-as como verdadeiras (V) ou falsas (F):

( ) A forma verbal "sabia" está no pretérito imperfeito do indicativo. Já no enunciado "Havíamos sabido" recentemente de seu comportamento irresponsável nas redes sociais"', a forma verbal "havíamos sabido" está no pretérito imperfeito composto do indicativo.

( ) A oração "que o Brasil é o quarto país" é, ao mesmo tempo, subordinada e principal.

( ) No que se refere ao vocábulo "que" rastreado na fala dos personagens, observa-se que há quatro ocorrências: duas como conjunção integrante e duas como pronome relativo.

( ) A oração "de que seríamos o primeiro'' é uma oração subordinada substantiva objetiva indireta.


A sequência correta, resultante do preenchimento dos :a'é--teses, de cima para baixo, é:

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Ano: 2019 Banca: UNEB Órgão: PM-BA Prova: UNEB - 2019 - PM-BA - Aspirante |
Q1319252 Português
Com base no trecho a seguir, analise as afirmações que estão logo após esse e assinale a alternativa correta.
Minha inserção no mundo, embora seja única, é parcial e, por isso mesmo, o que chamo de respeito também é limitado e pode ser considerado pelo outro algo desrespeitoso.
Tudo parece um círculo vicioso e sem saída. Mas não é. Não é sem saída dentro dos limites provisórios de nossa história, porque podemos tentar mudar de lugar, perceber, de outro ponto, o mundo que nos constitui e envolve. [...]
Nessa perspectiva, a diferença não é apenas de etnia, gênero, classe, política e outras tantas manifestações de nosso ser no mundo. A diferença não é apenas algo exterior a nós mesmos. A diferença sou eu, jamais idêntica a minha intimidade, sempre em estado de conversa, de dúvida, de raiva, de preconceito, de desejo, enfim de não coincidência comigo mesma. [...].
Mas quem acolherá a grande empresa do pensamento, do pensamento fora dos benefícios do mercado, fora das Universidades vendidas às grandes empresas 'educacionais'? Eis a questão que é continuamente lançada a todos/as nós para tentarmos entender um pouco mais o significado múltiplo e complexo do 'respeito às diferenças' e ousar vivêlo como valor em nosso cotidiano.
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Ano: 2019 Banca: UNEB Órgão: PM-BA Prova: UNEB - 2019 - PM-BA - Aspirante |
Q1319247 Português

 Leia o texto 01 para responder à questão

Texto 01: O que é mesmo o respeito às diferenças.


Um dos refrãos que são mais ouvidos nos dias de hoje é "tem que haver respeito às diferenças"! Em diferentes situações de agressão, clamamos pelo respeito à pessoa, às leis, aos direitos, aos deveres, à justiça. O que significa de fato esse respeito? O que buscamos quando gritamos por respeito?


Constata-se que esse refrão é interpretado segundo o que a necessidade imediata da pessoa agredida estabelece ou segundo o que estabelece o critério dos que reclamam por esse direito. Mas, se algo é reconhecido como direito, por que» não é vivido como tal? Constata-se que a reciprocidade exigida pelo respeito não é levada em conta, ou seja, o direito ao respeito parece não ter igual legitimidade social. 


A palavra ou o conceito respeito é atribuído - no caso da presente reflexão - às diferenças. Por isso, quero lembrar algo sobre o sentido da palavra respeito. Sua origem está no latim respectus e indica um sentimento de apreço, consideração, deferência, algo que merece um segundo olhar, uma segunda chance, uma segunda atenção.


Não tem a ver com concordância com a posição alheia, mas sim com dar permissão para que ela se manifeste livremente desde que não cause dano a outrem. Respeito exige reciprocidade e aí entramos num terreno muito complexo que, de certa forma, está ausente nas instituições sociais mantidas pelo capitalismo vigente, o maior educador de nosso povo. E isto porque, quando pensamos em respeito e reciprocidade, já temos um quadro mental interpretativo em que submetemos uns aos outros


Respeitar o diferente não é convencê-lo a aderir ao modelo de comportamento que eu apresento como correto ou que a mídia determinou como correto. Tal forma de respeito na realidade é um sutil autoritarismo, um convencimento de que o diferente tem que ser igual a mim mesmo se eu o afirmo como diferente. Sou eu que afirmo o outro/a como diferente.


Por isso, colocar a palavra respeito como anterior às diferenças significa, de certa forma, limitá-las a uma espécie de ordem interpretativa, visto que sozinha a palavra não dá a si mesma um significado. E a pergunta que surge imediatamente é: quem estabelece o significado e ordem do respeito, quem a determina, quem a promove? Estamos dessa forma diante das múltiplas interpretações e dos limites que a palavra respeito contém.

Respeito às diferenças sexuais! Respeito às diferentes etnias! Respeito às diferentes idades! Respeito às leis: É preciso ter respeito à floresta, á terra, aos rios aos -ares. Tudo tem que ter respeito, mas como se pode viver e entender algo mais desse respeito? O que fazer para que ele seja efetivo em favorecer o bem comum?


Diante dessa difícil tarefa, tenho bastante dificuldade com as afirmações sobre respeito ilimitado ou absoluto. Creio que esse absoluto não existe; isso porque não o experimentamos. Minha existência no mundo é, por si só, limitada a esse momento no qual vivo, ao espaço que ocupo, à minha educação, à minha família, a tudo o que recebi. Sou o que sinto, sou as minhas simpatias e antipatias, sou os interesses que defendo e os valores que prezo. Tudo isso sou eu, meu corpo, corpo aberto a tantas coisas e, ao mesmo tempo, limitado a tantas outras.



Por isso, não posso respeitar todas as diferenças e todas as opiniões. Não posso respeitar tudo no sentido de ter que acolher algumas formas de existir que me agridem, ameaçam, matam, destroem minhas convicções, minha maneira de estar no mundo. Tudo isso para afirmar que o 'esperto às diferenças não pode ser absoluto, não é experimentado como absoluto, mas é limitado aos nossos próprios limites.



O que posso fazer é apenas abrir uma conversa, propor um diálogo para que cheguemos a uma coexistência possível para  além da beligerância que se tem instaurado entre nós [...] Eu, que estou faminta e me descubro olhando os restaurantes de luxo sem acesso nem à 'quentinha' diária, não posso sentir respeito por aquela turma sorridente que entra nos restaurantes. [...] Eu, mulher violentada, não posso ter respeito pelos meus violentadores.

 

Minha inserção no mundo, embora seja única, é parcial e, por isso mesmo, o que chamo de respeito também é limitado e pode ser considerado pelo outro algo desrespeitoso. 


Tudo parece um círculo vicioso e sem saída. Mas não é. / Não é sem saída dentro dos limites provisórios de nossa ' história, porque podemos tentar mudar de lugar, perceber, de outro ponto, o mundo que nos constitui e envolve.

[...].


Nessa perspectiva, a diferença não é apenas de etnia, gênero, classe, política e outras tantas manifestações de nosso ser no mundo. A diferença não é apenas algo exterior a nós mesmos. A diferença sou eu, jamais idêntica a minha intimidade, sempre em estado de conversa, de dúvida, de raiva, de preconceito, de desejo, enfim de não coincidência comigo mesma.


[...]. Mas quem acolherá a grande empresa do pensamento, do pensamento fora dos benefícios do mercado, fora das Universidades vendidas às grandes empresas 'educacionais'? Eis a questão que é continuamente lançada a todos/as nós para tentarmos entender um pouco mais o significado múltiplo e complexo do 'respeito às diferenças' e ousar vivê-lo como valor em nosso cotidiano. 


Disponível em: https://www.cartacapital.com.br/blogs/dialogos-da-fe/o-quee-mesmo-o-resperto-as-diferencas/(ADAPTADO) 

Leia o trecho a seguir e, depois, analise as afirmações logo a seguir, classificando-as como verdadeiras (V) ou falsas (F).
A palavra ou o conceito respeito é atribuído - no caso da presente reflexão - às diferenças. Por isso, quero lembrar algo sobre o sentido da palavra respeito. Sua origem está no latim respectus e indica um sentimento de apreço, consideração, deferência, algo que merece um segundo olhar, uma segunda chance, uma segunda atenção. Não tem a ver com concordância com a posição alheia, mas sim com dar permissão para que ela se manifeste livremente desde que não cause dano a outrem. Respeito exige reciprocidade e aí entramos num terreno muito complexo que, de certa forma, está ausente nas instituições sociais mantidas pelo capitalismo vigente, o maior educador de nosso povo. E isto porque, quando pensamos em respeito e reciprocidade, já temos um quadro mental interpretativo em que submetemos uns aos outros. Respeitar o diferente não é convencê-lo a aderir ao modelo de comportamento que eu apresento como correto ou que a mídia determinou como correto. Tal forma de respeito na realidade é um sutil autoritarismo, um convencimento de que o diferente tem que ser igual a mim mesmo se eu o afirmo como diferente. Sou eu que afirmo o outro/a como diferente.
( ) Em "para que eia se manifeste livremente desde que não cause dano a outrem " o conectivo em destaque poderia ser substituído pelo conectivo "conquanto" sem que se alterem as relações sintáticas e semântica entre as orações.
( ) As palavras em destaque em "Respeito exige reciprocidade e aí num terreno muito complexo que, de certa forma, está ausente nas instituições sociais mantidas pelo capitalismo vigente, o maior educador de nosso povo’ classificam-se morfologicamente como adjetivos,
( )Trata-se "Sua origem está no latim respectus e indica um sentimento de apreço, consideração, deferência, algo que merece um segundo olhar, uma segunda chance, uma segunda atenção." de um período composto por coordenação e constituído de três orações.
( )O pronome demonstrativo em destaque em "Tal forma de respeito na realidade é um sutil autoritarismo, um convencimento de que o diferente tem que ser igual a mim mesmo se eu o afirmo como diferente." retoma o que o texto estabelece como respeito no período anterior.
( ) Preservaria a correção gramatical e o sentido original do texto se o trecho "Respeitar o diferente não é convencê-lo a aderir ao modelo de comportamento" fosse substituído por "Respeitar o diferente não é convencê-lo de que adira ao modelo de comportamento".
A sequência correta, resultante do preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é


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Q1316817 Português

Em “Pensei que sua bola tinha furado!”, o termo destacado introduz uma oração subordinada que desempenha uma função específica dentro do período composto. Assinale a opção que apresenta uma oração com essa mesma função sintática.

Alternativas
Q1316816 Português
Em "Remendei a bola faz tempo!”, temos o uso do verbo “fazer" em uma referência de tempo. Na Língua Portuguesa, outros verbos também são utilizados para indicar tempo decorrido. Assinale a opção em que o verbo foi utilizado de acordo com a norma culta.
Alternativas
Respostas
1081: C
1082: E
1083: B
1084: B
1085: A
1086: C
1087: D
1088: C
1089: D
1090: B
1091: E
1092: C
1093: A
1094: C
1095: B
1096: E
1097: D
1098: C
1099: C
1100: E