Questões Militares
Comentadas sobre sintaxe em português
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Leia:
A melhor aluna da classe, cujas notas são excelentes, entrou na sala onde estava o professor que fora agredido.
No período acima, há, além da oração principal,
Leia:
Nunca fui àquela cidade, nunca andei por aquelas ruas, mas sabia os nomes de todas as vias públicas do lugar.
Sobre a construção sintática do período acima, é incorreto afirmar que
Marque (PV) para predicado verbal, (PN) para nominal e (PVN) para verbo-nominal. Em seguida, assinale a alternativa com a sequência correta.
( ) A forte chuva de ontem inundou várias ruas.
( ) Permaneceu calada por tempo suficiente.
( ) Todo o povoado assistiu à cena.
( ) Os candidatos realizaram a prova confiantes
Leia:
“Ser capaz de dizer o quanto se ama é amar pouco.”
O termo destacado no texto acima classifica-se, sintaticamente, como
Leia:
“Se você encontrar seu tio, diga-lhe que vou vê-lo no Natal, embora ele tenha impedido minha visita.”
As conjunções subordinativas destacadas acima classificam-se, respectivamente, como
Em relação aos períodos 1 e 2, assinale a alternativa correta.
1- Ainda existem muitos homens de bem em nossa sociedade.
2- Em nossa sociedade, ainda há muitos homens de bem.
Observe o texto abaixo.
O jovem sentou _____ mesa, ceou com a família e depois, colocando _____ óculos de grau, ficou assistindo ___ transmissão da Fórmula 1.
Assinale a alternativa que completa, corretamente, os espaços.
“Talvez tenha acabado o verão. Há um grande vento frio cavalgando as ondas, mas o céu está limpo e o sol é muito claro. Duas aves dançam sobre as espumas assanhadas. As cigarras não cantam mais. Talvez tenha acabado o verão.
Estamos tranquilos. Fizemos este verão com paciência e firmeza, como os veteranos fazem a guerra. Estivemos atentos à lua e ao mar; suamos nosso corpo; contemplamos as evoluções de nossas mulheres, pois sabemos o quanto é perigoso para elas o verão.”
(Rubem Braga: O desaparecido, in A traição das elegantes. Rio de Janeiro: Editora Sabiá, 1967.)
“Talvez tenha acabado o verão. Há um grande vento frio cavalgando as ondas, mas o céu está limpo e o sol é muito claro. Duas aves dançam sobre as espumas assanhadas. As cigarras não cantam mais. Talvez tenha acabado o verão.
Estamos tranquilos. Fizemos este verão com paciência e firmeza, como os veteranos fazem a guerra. Estivemos atentos à lua e ao mar; suamos nosso corpo; contemplamos as evoluções de nossas mulheres, pois sabemos o quanto é perigoso para elas o verão.”
(Rubem Braga: O desaparecido, in A traição das elegantes. Rio de Janeiro: Editora Sabiá, 1967.)
“Talvez tenha acabado o verão. Há um grande vento frio cavalgando as ondas, mas o céu está limpo e o sol é muito claro. Duas aves dançam sobre as espumas assanhadas. As cigarras não cantam mais. Talvez tenha acabado o verão.
Estamos tranquilos. Fizemos este verão com paciência e firmeza, como os veteranos fazem a guerra. Estivemos atentos à lua e ao mar; suamos nosso corpo; contemplamos as evoluções de nossas mulheres, pois sabemos o quanto é perigoso para elas o verão.”
(Rubem Braga: O desaparecido, in A traição das elegantes. Rio de Janeiro: Editora Sabiá, 1967.)
1 Todos os seres humanos necessitam de segurança. Todos os seres humanos têm o direito de serem protegidos do medo, de todas as espécies de medo.
4 O medo tem raízes profundas na alma dos seres. Radica-se no inconsciente e é objeto constante da pesquisa científica, com destaque para a psicanálise.
7 Temos medo do abandono, de passar necessidade e privações, medo das agressões, da doença, da morte. Uma sociedade que se funde no “espírito de
10 solidariedade” procurará construir modelos de convivência que afastem o medo do horizonte permanente de expectativas. Em uma sociedade fraterna, o homem não será
13 lobo do outro homem. Nossa Constituição determina que a segurança pública é dever do Estado, direito e responsabilidade de
16 todos. Será exercida para a preservação da ordem pública e da incolumidade das pessoas e do patrimônio.
Internet:<http://www.dhnet.org.br>
Em “Radica-se” (
.5), o pronome indica que o sujeito é
indeterminado.
Texto II
“ONDE ESTOU?” (Cláudio Manuel da Costa)
Onde estou? Este sítio desconheço:
Quem fez tão diferente aquele prado?
Tudo outra natureza tem tomado;
E em contemplá-lo tímido esmoreço.
Uma fonte aqui houve; eu não me esqueço
De estar a ela um dia reclinado:
Ali em vale um monte está mudado:
Quanto pode dos anos o progresso!
Árvores aqui vi tão florescentes,
Que faziam perpétua a primavera:
Nem troncos vejo agora decadentes.
Eu me engano: a região esta não era:
Mas que venho a estranhar, se estão presentes
Meus males, com que tudo degenera! (Obras, 1768)
SECCHIN , Antônio Carlos. ANTOLOGIA TEMÁTICA DA POESIA BRASILEIRA – Faculdade de Letras, UFRJ, 1° semestre de
2004.
Observe:
Embora os índices de analfabetismo tenham baixado nos últimos anos, muitos brasileiros são apenas alfabetizados funcionais. Como afirmam os especialistas, o problema será solucionado caso haja o investimento em bons projetos educacionais.
As conjunções que aparecem no texto exprimem, respectivamente, relação de
Leia:
Nos últimos tempos, a ocorrência de brigas tem prejudicado o aprendizado dos alunos.
Assinale a alternativa que apresenta o sujeito do período acima e sua classificação.
Leia:
Carlos declarou ao delegado ter visto uma elegante carruagem que dois imponentes cavalos levavam.
Quanto aos complementos verbais que aparecem no texto, não se pode afirmar que
Leia:
Na planície avermelhada, os juazeiros formavam duas manchas verdes. Os infelizes tinham caminhado o dia inteiro famintos e já consideravam aterrorizante o local.
No texto acima, classificam-se, respectivamente, como predicativo do sujeito e predicativo do objeto os termos
Leia:
É importante que sejam colocados avisos nos estabelecimentos, comunicando que a venda de bebidas alcoólicas para menores de idade é proibida, mas não podemos nos esquecer de que os pais devem orientar seus filhos quanto aos perigos do álcool.
Considerando as orações subordinadas substantivas, há, no período acima,