Questões Militares Sobre significação contextual de palavras e expressões. sinônimos e antônimos. em português

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Q1335435 Português

O trecho abaixo refere-se ao item.

“Ela fecha os olhos, quase por instinto. Ao abri-los bem devagar, assim que o redemoinho termina, não consegue conter um ‘Oh!’”


Em: “Ela fecha os olhos, quase por instinto.”, a expressão destacada significa que ela fecha os olhos

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Q1334463 Português

Sobre o TEXTO VII, responda à questão.



No fragmento “Está com cara de Marquês que viu onça...” (linha 7), a expressão “cara que viu onça” significa que o Marquês parecia
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Q1334451 Português

Sobre o texto II, responda à questão.

Em “[...] ela escolheu fazer karatê ao invés de ballet”, a expressão destacada só pode ser substituída, sem ocorrência de alteração de sentido, por
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Q1334449 Português

Sobre o texto I, responda à questão.

Em “O direito de as meninas frequentarem a mesma escola que os meninos foi conquistado pouco a pouco.” (linhas 7 e 8), a expressão destacada significa
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Q1327585 Português
Leia a letra da música “Asa Branca”, conhecida como baião, de autoria da dupla Luiz Gonzaga e Humberto Teixeira. Essa canção, composta em 3 de março de 1947, é considerada uma das mais importantes da cultura brasileira. Esse texto servirá de base para você responder o item.

TEXTO 2

ASA BRANCA

Quando oiei a terra ardendo
Qual a fogueira de São João
Eu preguntei a Deus do céu, ai
Por que tamanha judiação

Que braseiro, que fornaia
Nem um pé de prantação
Por farta d’água perdi meu gado
Morreu de sede meu alazão

Inté mesmo a asa branca
Bateu asas do sertão
Intonce eu disse, adeus Rosinha
Guarda contigo meu coração

Hoje longe muitas légua
Numa triste solidão
Espero a chuva cair de novo
Pra mim vortar pro meu sertão

Quando o verde dos teus óio
Se espaiar na prantação
Eu te asseguro não chore não, viu
Que eu vortarei, viu
Meu coração



A palavra que melhor substitui o substantivo destacado no verso “Por que tamanha judiação” é:
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Ano: 2014 Banca: VUNESP Órgão: PM-SP Prova: VUNESP - 2014 - PM-SP - Soldado da PM |
Q753498 Português
Considerando a regência do verbo pensar, a expressão destacada em - Quero pensar na minha vida... - pode ser corretamente substituída, preservando-se o sentido do texto original e de acordo com a norma-padrão da língua portuguesa, por:
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Ano: 2014 Banca: VUNESP Órgão: PM-SP Prova: VUNESP - 2014 - PM-SP - Soldado da PM |
Q753494 Português
                                                      Corajosos tecladores
Recebi um torpedo: “Posso te ligar?”
  É curioso como, pouco a pouco, vai se tomando invasivo simplesmente telefonar para alguém. As mensagens de texto entraram com tal força em nossas vidas, pessoas lidas em letras, ícones e interjeições, que surpreender uma pessoa num “alô” é quase ter a chance de vê-la nua.
  Rapidamente nos adaptamos ao confortável esconderijo da palavra escrita e fomos mudando nossos hábitos de conví­vio numa velocidade assustadora. Dia após dia, nossos dedos ganham destreza e coragem nos teclados enquanto nossa língua gagueja preguiçosa num simples telefonema para a peixaria.
  “Manda um e-mail” - grita o peixeiro. E nós mandamos a lista, abandonando para sempre a possibilidade de ganhar de brinde a receita de moqueca da mãe dele.
  Mas a preguiça verbal não para por ai. “Não reclamei na hora, mas vou mandar um e-mail.” Quem de nós ainda não ouviu frases assim?
 O conforto de nossas deliciosas trincheiras digitais inaugurou uma nova categoria: os corajosos tecladores. Falam de preservação da privacidade, citam até a gentileza, cercam-se de boas intenções para esconder o maior aliado do boom* da comunicação virtual: a covardia. Trata-se de pessoas sem coragem de se pronunciar diretamente, mas que no conforto da internet não hesitam em expor e ofender o outro.
(Denise Fraga. Folha de S.Paulo, http: goo.gL 1L5DuR. 27.10.2013. Adaptado)
*boom: crescimento muito rápido, expansão súbita
Assinale a alternativa que apresenta, respectivamente, um sinônimo e um antônimo para o termo destacado em: Dia após dia, nossos dedos ganham destreza e coragem nos teclados enquanto nossa lingua gagueja preguiçosa num simples telefonema para a peixaria. 
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Q744217 Português

TEXTO I

ENTREVISTA
Revista VEJA, 11/12/2013

VEJA – Por que criar uma lei para excluir da política governantes que retrocedem na educação? Eles já não são punidos pelo voto?

ENTREVISTADO – Historicamente, educação pública não tira nem dá voto no Brasil. Isso porque a grande maioria acha que, desde que não faltem uniforme, material e merenda, está tudo muito bem. Uma pesquisa do MEC chama atenção para essa visão limitada sobre o que se passa de verdade nas escolas brasileiras. Os pais dão nota 8,5 para o ensino oferecido aos filhos. Isso mesmo: segundo eles, estamos entre os melhores. Infelizmente, o eldorado não resiste a uma consulta ao ranking mundial. O último saiu na semana passada, e mostra o Brasil em queda: era o 53% da lista; agora está em 57º. entre 65 países. Mas o brasileiro continua sendo generoso ao avaliar a educação – e, se está tão satisfeito, não vai fazer pressão por mudanças. Por isso, precisamos de um estímulo de fora, institucional, para garantir pelo menos o mínimo: que não voltemos atrás.

VEJA – Nenhum país do mundo implantou sistema parecido com o que o senhor propõe. Por que daria certo aqui?

ENTREVISTADO – As sociedades do mundo mais desenvolvido encontram na própria cultura um ambiente de intolerância com a má prestação de serviços públicos. A Ásia, por exemplo, tem a tradição milenar da responsabilização e da cobrança de resultados; isso está enraizado em seu DNA, não é necessário uma lei para criar a pressão. A mesma coisa ocorre em países do Norte europeu, como Noruega e Finlândia. No Brasil é diferente. Precisamos de uma solução própria para esse cenário de dormência em relação à nossa tragédia educacional. Agora, não seremos os primeiros a punir autoridades incapazes de zelar pela qualidade na sala de aula. Na Inglaterra e nos Estados Unidos, um resultado catastrófico pode levar até ao fechamento de uma escola. Estou sugerindo um caminho original, é verdade, mas foi o que me pareceu mais factível.
Nas alternativas abaixo são apresentados verbos presentes no texto e formas negativas correspondentes; a alternativa em que, de fato, as duas formas são consideradas sinônimas é:
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Q743697 Português

TEXTO

O IDIOMA, VIVO OU MORTO?

Jorge Fernando dos Santos

    O grande problema da língua pátria é que ela é viva e se renova a cada dia. Problema não para a própria língua, mas para os puristas, aqueles que fiscalizam o uso e o desuso do idioma. Quando Chico Buarque de Hollanda criou na letra de “Pedro Pedreiro” o neologismo “penseiro”, teve gente que chiou. Afinal, que palavra é essa? Não demorou muito, o Aurélio definiu a nova palavra no seu dicionário. Isso mostra o vigor da língua portuguesa. Nas próximas edições dos melhores dicionários, não duvidem: provavelmente virá pelo menos uma definição para a expressão “segura o tcham”. Enfim, as gírias e expressões populares, por mais erradas ou absurdas que possam parecer, ajudam a manter a atualidade dos idiomas que se prezam.

A frase “teve gente que chiou”, expressa em linguagem popular, deve ser escrita em língua culta da seguinte forma:
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Q743695 Português

TEXTO

O IDIOMA, VIVO OU MORTO?

Jorge Fernando dos Santos

    O grande problema da língua pátria é que ela é viva e se renova a cada dia. Problema não para a própria língua, mas para os puristas, aqueles que fiscalizam o uso e o desuso do idioma. Quando Chico Buarque de Hollanda criou na letra de “Pedro Pedreiro” o neologismo “penseiro”, teve gente que chiou. Afinal, que palavra é essa? Não demorou muito, o Aurélio definiu a nova palavra no seu dicionário. Isso mostra o vigor da língua portuguesa. Nas próximas edições dos melhores dicionários, não duvidem: provavelmente virá pelo menos uma definição para a expressão “segura o tcham”. Enfim, as gírias e expressões populares, por mais erradas ou absurdas que possam parecer, ajudam a manter a atualidade dos idiomas que se prezam.

“Problema não para a própria língua, mas para os puristas, aqueles que fiscalizam o uso e o desuso do idioma.” O comentário correto sobre os componentes desse segmento do texto é:
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Q743694 Português

TEXTO

O IDIOMA, VIVO OU MORTO?

Jorge Fernando dos Santos

    O grande problema da língua pátria é que ela é viva e se renova a cada dia. Problema não para a própria língua, mas para os puristas, aqueles que fiscalizam o uso e o desuso do idioma. Quando Chico Buarque de Hollanda criou na letra de “Pedro Pedreiro” o neologismo “penseiro”, teve gente que chiou. Afinal, que palavra é essa? Não demorou muito, o Aurélio definiu a nova palavra no seu dicionário. Isso mostra o vigor da língua portuguesa. Nas próximas edições dos melhores dicionários, não duvidem: provavelmente virá pelo menos uma definição para a expressão “segura o tcham”. Enfim, as gírias e expressões populares, por mais erradas ou absurdas que possam parecer, ajudam a manter a atualidade dos idiomas que se prezam.

“ela se renova a cada dia”; a expressão sublinhada equivale a:
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Q743690 Português

TEXTO

O IDIOMA, VIVO OU MORTO?

Jorge Fernando dos Santos

    O grande problema da língua pátria é que ela é viva e se renova a cada dia. Problema não para a própria língua, mas para os puristas, aqueles que fiscalizam o uso e o desuso do idioma. Quando Chico Buarque de Hollanda criou na letra de “Pedro Pedreiro” o neologismo “penseiro”, teve gente que chiou. Afinal, que palavra é essa? Não demorou muito, o Aurélio definiu a nova palavra no seu dicionário. Isso mostra o vigor da língua portuguesa. Nas próximas edições dos melhores dicionários, não duvidem: provavelmente virá pelo menos uma definição para a expressão “segura o tcham”. Enfim, as gírias e expressões populares, por mais erradas ou absurdas que possam parecer, ajudam a manter a atualidade dos idiomas que se prezam.

O título dado ao texto – O idioma, vivo ou morto? – pode ser justificado pelo seguinte aspecto do texto:
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Q717363 Português

      As pessoas se preocupam em ser simpáticas, mas pouco se importam para ser empáticas, e algumas talvez nem saibam direito o que o termo significa. Empatia é a capacidade de se colocar no lugar do outro, de compreendê-lo emocionalmente. Vai muito além da identificação. Podemos até não nos identificar com alguém, mas nada impede que entendamos as razões pelas quais ele se comporta de determinado jeito, o que o faz sofrer e os direitos que ele tem.

      Nada impede?

      Desculpe, foi força de expressão. O narcisismo, por exemplo, impede a empatia. A pessoa é tão autofocada que para ela só existem dois tipos de gente: os seus iguais e o resto, sendo que o resto não merece um segundo olhar. Narciso acha feio o que não é espelho. Ele se retroalimenta de aplausos, elogios e concordâncias, e assim vai erguendo uma parede que o blinda contra qualquer sentimento que não lhe diga respeito. Se pisam no seu pé, reclama e exige que os holofotes se voltem para essa agressão gravíssima. Se pisarem no pé do outro, é porque o outro fez por merecer.

      Afora o narcisismo, existe outro impedimento para a empatia: a ignorância. Pessoas que não circulam, não têm amigos, não se informam, não leem, enfim, pessoas que não abrem seus horizontes tornam-se preconceituosas e mantêm-se na estreiteza da sua existência. Qualquer estranho que tenha hábitos diferentes dos seus será criticado em vez de aceito e considerado. Os ignorantes têm medo do desconhecido, e o evitam.

      E afora o narcisismo e a ignorância, há o mau-caratismo daqueles que, mesmo tendo o dever de pensar no bem público, colocam seus interesses acima de todos e trabalham só para si, e aí os exemplos se empilham: políticos corruptos, empresários que só visam ao lucro sem respeitar a legislação, pessoas que usam sua posição social para conseguir benefícios que deveriam ser conquistados pelos trâmites usuais, sem falar em atitudes prosaicas como furar fila, estacionar em vaga para deficientes, terminar namoro pelo Facebook, faltar [a] compromissos sem avisar antes, enfim, aquelas “coisinhas” que são feitas no automático sem pensar que há alguém do outro lado do balcão que irá se sentir prejudicado ou magoado.

      É um assunto recorrente: precisamos de mais gentileza etc. e tal. Só que, para muitos, ser gentil é puxar uma cadeira para a moça sentar ou juntar um pacote que alguém deixou cair. Sim, todos muito gentis, mas colocar-se no lugar do outro vai muito além da polidez e é o que realmente pode melhorar o mundo em que vivemos. A cada pequeno gesto diário, a cada decisão que tomamos, estamos interferindo na vida alheia. Logo, sejamos mais empáticos do que simpáticos. Ninguém espera que você e eu passemos a agir como heróis ou santos, apenas que tenhamos consciência de que só desenvolvendo a empatia é que se cria uma corrente de acertos e de responsabilidade - se colocar no lugar do outro não é uma gentileza que se faz, é a solução para sairmos dessa barbárie disfarçada e sermos uma sociedade civilizada de fato.

                                             (MEDEIROS, Martha. Rev. O Globo: 03/02/2013.)

Altera-se o sentido do enunciado no texto com a substituição do elemento em destaque proposta em:
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Q696142 Português

 Texto I

                                      A zaga aérea do Brasil na Copa

      Delineamos as estratégias da FAB para garantir marcação cerrada nos céus do país durante o maior evento esportivo do mundo.

Entre os preparativos mais complexos para a Copa do Mundo, que começará em junho próximo, e os Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, em agosto de 2016, está a criação de zonas de exclusão aéreas, nas quais os sobrevoos de aeronaves estarão proibidos. É uma medida de segurança que visa evitar atentados terroristas e incidentes aéreos nos locais de grande concentração de turistas e atletas. Esse tipo de iniciativa já foi posta em prática nos Jogos de Londres, em 2012, com grande sucesso. Na ocasião, oficiais da Força Aérea Brasileira (FAB) acompanharam o trabalho dos britânicos. No Brasil, será uma experiência de proporções ainda maiores, envolvendo 12 cidades-sede espalhadas por todo o território nacional – bem menos complexa será a proteção dos céus do Rio nos Jogos Olímpicos. Não que o país seja alvo de atentados, mas, diante dos atuais riscos globais e de suas consequências, todo o cuidado será pouco. A primeira experiência real desse gênero para a FAB foi a Rio+20, a Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, que reuniu 43.000 participantes de 193 nações, em 2012. Depois vieram a Copa das Confederações, em junho de 2013, seguida da visita do Papa Francisco, em agosto do mesmo ano. Em todos esses eventos, caças e helicópteros estiveram de prontidão.

                                                      (André Vargas, Aero Magazine, nº 237 – 2014. Fragmento.) 

Tendo em vista que as palavras são, por natureza, polissêmicas, é correto afirmar que a determinação do sentido do vocábulo “zaga”, no título do texto, ocorre em função da
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Q678163 Português

                                                   Texto 3

                                                CONSOADA

                                           (Manuel Bandeira)

                           Quando a Indesejada das gentes chegar

                                    (Não sei se dura ou caroável),

                                          Talvez eu tenha medo.

                                          Talvez sorria, ou diga:

                                              — Alô, iniludível!

                             O meu dia foi bom, pode a noite descer.

                                 (A noite com os seus sortilégios.)

                           Encontrará lavrado o campo, a casa limpa,

                                                 A mesa posta,

                                      Com cada coisa em seu lugar.

Disponível em: <http://www.poesiaspoemaseversos.com.br>  Acesso em: 29 Abr 2014.  


                                                          Texto 4

                            AUTOSSABOTAGEM: O MEDO DE SER FELIZ     

                           (Raphaela de Campos Mello – Outubro de 2012)

      A cada passo dado você sente que a felicidade se afasta alguns metros? Talvez esteja, inconscientemente, queimando chances de se realizar. Repense as próprias atitudes para interromper esse ciclo destrutivo.

      Por medo dos riscos e das responsabilidades da vida, podemos acabar inconscientemente com as nossas realizações. Isso se chama autossabotagem. São atitudes forjadas por uma parte de nós que não nos vê como merecedoras do sucesso ou que subestima nossa capacidade de lidar com a vitória.

      Pode ser aquela espinha que apareceu no nariz no dia daquele encontro especial ou da gripe que a pegou na véspera daquela importante reunião.

      "Muitos desses comportamentos destrutivos estão quase fora do domínio da consciência", afirma o psicólogo americano Stanley Rosner, coautor do livro O Ciclo da Auto-Sabotagem - Por Que Repetimos Atitudes que Destroem Nossos Relacionamentos e Nos Fazem Sofrer (ed. BestSeller).

      "A autonomia, a independência e o sucesso são apavorantes para algumas pessoas porque indicam que elas não poderão mais argumentar que suas necessidades precisam ser protegidas", diz o autor.

      O filósofo e psicanalista paulista Arthur Meucci, coautor de A Vida Que Vale a Pena Ser Vivida (ed. Vozes) comenta sobre os ganhos secundários. "Há jovens que saem de casa para tentar a vida, enquanto outros permanecem na zona de conforto, porque continuam recebendo atenção dos pais e se eximem de enfrentar as dificuldades da fase adulta", afirma.

      O problema é que, ao fazermos isso, não nos desenvolvemos plenamente. "Todo mundo busca a felicidade, a questão é ter coragem de viver, o que significa correr riscos e assumir responsabilidades", diz ele.

Disponível em:<http://exame.abril.com.br/estilo-de-vida/noticias/autossabotagem-o-medo-deser-feliz (Texto adaptado). Acesso em 29 Abr 2014


Os termos “Consoada” (texto 3, título) e “se eximem” (texto 4; 6º parágrafo) podem significar, respectivamente:
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Q678161 Português

                                                      Texto 5

                                                    O QUASE

                                  (Sarah Westphal Batista da Silva)

      Ainda pior que a convicção do não, e a incerteza do talvez, é a desilusão de um quase. É o quase que me incomoda, que me entristece, que me mata trazendo tudo que poderia ter sido e não foi. Quem quase passou ainda estuda, quem quase morreu ainda está vivo, quem quase amou não amou. Basta pensar nas oportunidades que escaparam pelos dedos, nas chances que se perdem por medo, nas idéias que nunca sairão do papel por essa maldita mania de viver no outono.

      Pergunto-me, às vezes, o que nos leva a escolher uma vida morna; ou melhor, não me pergunto, contesto. A resposta eu sei de cor, está estampada na distância e frieza dos sorrisos na frouxidão dos abraços, na indiferença dos “Bom Dia” quase que sussurrados. Sobra covardia e falta coragem até para ser feliz. A paixão queima, o amor enlouquece, o desejo trai.Talvez esses fossem bons motivos para decidir entre a alegria e a dor, mas não são. Se a virtude estivesse mesmo no meio termo, o mar não teria ondas, os dias seriam nublados e o arco-íris em tons de cinza. O nada não ilumina, não inspira, não aflige nem acalma, apenas amplia o vazio que cada um traz dentro de si.

      Não é que fé mova montanhas, nem que todas as estrelas estejam ao alcance, para as coisas que não podem ser mudadas resta-nos somente paciência, porém, preferir a derrota prévia à dúvida da vitória é desperdiçar a oportunidade de merecer. Pros erros há perdão; pros fracassos, chance; pros amores impossíveis, tempo. De nada adianta cercar um coração vazio ou economizar alma. Um romance cujo fim é instantâneo ou indolor não é romance. Não deixe que a saudade sufoque, que a rotina acomode, que o medo impeça de tentar. Desconfie do destino e acredite em você. Gaste mais horas realizando que sonhando, fazendo que planejando, vivendo que esperando porque, embora quem quase morre esteja vivo, quem quase vive já morreu.

Disp. em: <www.pensador.uol.com.br> . Acesso em: 29 Abr 2014.  
Indique o par de vocábulos que se enquadra num mesmo campo semântico, de acordo com o texto 5.
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Q675944 Português
Assinale a alternativa que apresenta de maneira CORRETA a palavra e seu antônimo:
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Q675930 Português
Na frase: “Os dois partidos, que se enfrentam pela sexta vez, devem considerar que o desgaste que os atinge decorre também da incapacidade de fazer com que as ideias preponderem em relação às agressões.” (L. 26 – 28), o termo sublinhado pode ser substituído, sem que ocorra alteração no sentido da frase, por:
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Q675927 Português
No trecho do texto “Anos e anos de leniência, permissividade e experiências desastrosas – muitas delas erroneamente atribuídas ao restabelecimento da democracia – minaram o poder da autoridade e propiciaram o surgimento e crescimento das facções do crime organizado que diariamente se confronta com o Estado” (L. 10 a 13), as palavras sublinhadas podem ser substituídas, sem mudança no sentido da frase, respectivamente por:
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Q660800 Português

Um senhor feminista

Quando não está tocando nem gravando, Carlos Santana cria calçados, bolsas e chapéus femininos.

O que o torna apto para isso?

Adoro deixar as mulheres felizes, sabe? As mulheres fazem a economia melhorar quando compram sapatos, perfumes e vestidos. É quando elas não compram nada que a economia vai mal. São as mulheres que têm o poder de mudar o mundo. Não estou querendo ser gentil, engraçado nem esperto; essa é a realidade. As mulheres é que põem o mundo em movimento. Os homens pensam que põem. Mas, sem elas, nós seríamos um lixo. (risos)

Então as empresas em dificuldades financeiras deveriam simplesmente se concentrar em produtos mais atraentes para as mulheres?

Claro! Todos os discos campeões de vendagem foram comprados pelas mulheres. Depois os homens os deram de presente para elas. Portanto, não subestime a força das compras femininas, amigo. O poder não está em Barack Obama ou no Papa, mas nas mulheres.

Estaria na hora de uma mulher assumir a presidência dos EUA?

Já passou da hora. Eu ficaria muito contente com Hillary Clinton ou Michelle Obama. Também gostaria de ver uma mulher Papa, uma negra com um cabelo afro. Assim, aquele chapéu ridículo não caberia.(risos).

(Seleções Reader’s Digest, maio de 2014)

Assinale a alternativa que traz, correta e respectivamente, um sinônimo e um antônimo para a palavra em destaque no 5.º parágrafo.
Alternativas
Respostas
641: D
642: C
643: E
644: D
645: B
646: D
647: B
648: D
649: C
650: D
651: C
652: B
653: D
654: B
655: A
656: B
657: A
658: A
659: A
660: B