Questões Militares Sobre significação contextual de palavras e expressões. sinônimos e antônimos. em português

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Q1843551 Português

Leia a tira.


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No 3º quadrinho, a frase “Ruminando ao léu” significa: 

Alternativas
Q1371678 Português

TEXTO IV

GATO E SAPATO

(Compositores: Sérgio Sá e Cristina Reis; intérprete: Patrícia Marx)

Teto de sol ou de lua

Comida de quem lhe der

Cama pelo chão da rua

Aos pés de um poste qualquer


Feito de gato e sapato

Vida sem dono de cão

Voz que não pode falar, de fato

Mas uiva cada vez mais

Por compaixão


Oh, mundo gigante!

Ah, busca constante

Onde tudo é quase nada

Pois nada é bastante...


Bicho esquecido da gente

Gente a vagar que nem bicho

Numa mistura indigente

Catando resto de lixo


Na Bíblia a verdade grita

Leis sagradas no Alcorão

Lições de amor no Bhagavad-Gita

Aos mestres dizemos sim, vivendo não

Disponível em: : <https://www.letras.mus.br/patricia-marx/2000345>. Acesso em: 10 jul. 2019 

O par de versos da música "Gato e sapato" em que o eu lírico faz referência a uma relação entre teoria e prática é:
Alternativas
Q1371677 Português

TEXTO IV

GATO E SAPATO

(Compositores: Sérgio Sá e Cristina Reis; intérprete: Patrícia Marx)

Teto de sol ou de lua

Comida de quem lhe der

Cama pelo chão da rua

Aos pés de um poste qualquer


Feito de gato e sapato

Vida sem dono de cão

Voz que não pode falar, de fato

Mas uiva cada vez mais

Por compaixão


Oh, mundo gigante!

Ah, busca constante

Onde tudo é quase nada

Pois nada é bastante...


Bicho esquecido da gente

Gente a vagar que nem bicho

Numa mistura indigente

Catando resto de lixo


Na Bíblia a verdade grita

Leis sagradas no Alcorão

Lições de amor no Bhagavad-Gita

Aos mestres dizemos sim, vivendo não

Disponível em: : <https://www.letras.mus.br/patricia-marx/2000345>. Acesso em: 10 jul. 2019 

É correto afirmar que o verso "Feito de gato e sapato", na segunda estrofe da música, se refere a um ser
Alternativas
Q1371667 Português


    "Nunca ninguém disse que ele era um grande cachorro — ou mesmo um bom cachorro. Ele era tão selvagem quanto uma banshee irlandesa e tão forte quanto um touro. Ele atravessava a vida alegremente com um gosto mais frequentemente associado aos desastres naturais. Ele foi o único cão que conheci que foi expulso da escola de adestramento”. E continuei: “Marley mastigava almofadas, destruía telas, babava e revirava latas de lixo. Quanto à sua mente, vamos apenas dizer que ele perseguiu seu rabo até o dia em que morreu, aparentemente convencido de que estava a ponto de realizar um grande feito canino”. Ele não era só isso, no entanto, e descreví sua intuição e empatia, sua delicadeza com crianças, seu coração puro.

    O que eu realmente queria contar era como este animal tocara nossas almas e nos ensinara algumas das lições mais importantes de nossas vidas. “Uma pessoa pode aprender muito com um cão, mesmo com um cão maluco como o nosso”, escrevi. “Marley me ensinou a viver cada dia com alegria e exuberância desenfreadas, aproveitar cada momento e seguir o que diz o coração. Ele me ensinou a apreciar coisas simples — um passeio pelo bosque, uma neve recém-caída, uma soneca sob o sol de inverno. E enquanto envelhecia e adoecia, ensinou-me a manter o otimismo diante da adversidade. Principalmente, ele me ensinou sobre a amizade e o altruísmo e, acima de tudo, sobre lealdade incondicional”.

    Era um conceito interessante que só então, após a morte dele, eu compreendia inteiramente. Marley como mentor. Como professor e exemplo. Seria possível para um cachorro — qualquer cachorro, mas principalmente um absolutamente incontrolável e maluco como o nosso — mostrar aos seres humanos o que realmente importava na vida? Eu acreditava que sim. Lealdade. Coragem. Devoção. Simplicidade. Alegria. E também as coisas que não tinham importância. Um cão não precisa de carros modernos, palacetes ou roupas de grife. Símbolos de status não significam nada para ele. Um pedaço de madeira encontrado na praia serve. Um cão não julga os outros por sua cor, credo ou classe, mas por quem são por dentro. Um cão não se importa se você é rico ou pobre, educado ou analfabeto, inteligente ou burro. Se você lhe der seu coração, ele lhe dará o dele. É realmente muito simples, mas, mesmo assim, nós humanos, tão mais sábios e sofisticados, sempre tivemos problemas para descobrir o que realmente importa ou não. Enquanto eu escrevia a coluna de despedida para Marley, descobri que tudo estava bem à nossa frente, se apenas pudéssemos ver. Às vezes, era preciso um cachorro com mau hálito, péssimos modos e intenções puras para nos ajudar a ver. Terminei minha coluna, entreguei-a ao meu editor e peguei o carro para voltar para casa, sentindo-me de algum modo mais leve, quase flutuando, como se tivesse me livrado de um peso que nem sabia que carregava.


(Texto adaptado). Disponível em: <http://colegioplante.com.br/wp-content/uploads/2016/05/IVIarley-Eu-John-Grogan.pdf> Acesso em: 10 jul. 2019

Considerando o termo em destaque no excerto “Marley me ensinou a viver cada dia com alegria e exuberância desenfreadas. é correto afirmar que o mesmo significado para essa palavra se encontra na frase:
Alternativas
Q1371666 Português


    "Nunca ninguém disse que ele era um grande cachorro — ou mesmo um bom cachorro. Ele era tão selvagem quanto uma banshee irlandesa e tão forte quanto um touro. Ele atravessava a vida alegremente com um gosto mais frequentemente associado aos desastres naturais. Ele foi o único cão que conheci que foi expulso da escola de adestramento”. E continuei: “Marley mastigava almofadas, destruía telas, babava e revirava latas de lixo. Quanto à sua mente, vamos apenas dizer que ele perseguiu seu rabo até o dia em que morreu, aparentemente convencido de que estava a ponto de realizar um grande feito canino”. Ele não era só isso, no entanto, e descreví sua intuição e empatia, sua delicadeza com crianças, seu coração puro.

    O que eu realmente queria contar era como este animal tocara nossas almas e nos ensinara algumas das lições mais importantes de nossas vidas. “Uma pessoa pode aprender muito com um cão, mesmo com um cão maluco como o nosso”, escrevi. “Marley me ensinou a viver cada dia com alegria e exuberância desenfreadas, aproveitar cada momento e seguir o que diz o coração. Ele me ensinou a apreciar coisas simples — um passeio pelo bosque, uma neve recém-caída, uma soneca sob o sol de inverno. E enquanto envelhecia e adoecia, ensinou-me a manter o otimismo diante da adversidade. Principalmente, ele me ensinou sobre a amizade e o altruísmo e, acima de tudo, sobre lealdade incondicional”.

    Era um conceito interessante que só então, após a morte dele, eu compreendia inteiramente. Marley como mentor. Como professor e exemplo. Seria possível para um cachorro — qualquer cachorro, mas principalmente um absolutamente incontrolável e maluco como o nosso — mostrar aos seres humanos o que realmente importava na vida? Eu acreditava que sim. Lealdade. Coragem. Devoção. Simplicidade. Alegria. E também as coisas que não tinham importância. Um cão não precisa de carros modernos, palacetes ou roupas de grife. Símbolos de status não significam nada para ele. Um pedaço de madeira encontrado na praia serve. Um cão não julga os outros por sua cor, credo ou classe, mas por quem são por dentro. Um cão não se importa se você é rico ou pobre, educado ou analfabeto, inteligente ou burro. Se você lhe der seu coração, ele lhe dará o dele. É realmente muito simples, mas, mesmo assim, nós humanos, tão mais sábios e sofisticados, sempre tivemos problemas para descobrir o que realmente importa ou não. Enquanto eu escrevia a coluna de despedida para Marley, descobri que tudo estava bem à nossa frente, se apenas pudéssemos ver. Às vezes, era preciso um cachorro com mau hálito, péssimos modos e intenções puras para nos ajudar a ver. Terminei minha coluna, entreguei-a ao meu editor e peguei o carro para voltar para casa, sentindo-me de algum modo mais leve, quase flutuando, como se tivesse me livrado de um peso que nem sabia que carregava.


(Texto adaptado). Disponível em: <http://colegioplante.com.br/wp-content/uploads/2016/05/IVIarley-Eu-John-Grogan.pdf> Acesso em: 10 jul. 2019

Considerando o fragmento "Ele me ensinou sobre a amizade e o altruísmo ...'', o termo em destaque pode ser substituído, sem alteração de sentido, pelo trecho:
Alternativas
Q1369718 Português
No trecho “com uma população mundial cada vez mais urbana e ávida por comodidades” (linhas 36 e 37), o termo em negrito pode ser substituído, sem alteração de sentido do texto, pela palavra
Alternativas
Q1359247 Português
Com base nas relações contextuais estabelecidas no Texto 1, analise o excerto abaixo: “Em compensação, foram ideais que suscitaram meus esforços e me permitiram viver.” (l. 22) Os termos destacados significam, respectivamente:
Alternativas
Q1355886 Português
Que relação semântica está presente na frase "Ela era pequeninha, mas seus sonhos eram enormes."?
Alternativas
Q1352076 Português
Quanto à ortografia e à adequação vocabular, assinale a opção em que a palavra sublinhada está empregada corretamente.
Alternativas
Q1352057 Português

TEXTO 01 


Pastel de beira de estrada


     Nós estávamos indo de carro de Porto Alegre para Passo Fundo, onde se realizava mais uma Jornada de Literatura (um inacreditável evento em que milhares de pessoas se reúnem para ouvir escritores, tratá-los como artistas de cinema e mandá-los de volta em caravanas, porque seus egos têm que ir em carros separados). O Augusto Boal, a Lúcia e eu. Seria uma viagem de quatro horas e tínhamos combinado que na metade do caminho pararíamos para comer pastéis.

    Como se sabe, um dos 17 prazeres universais do homem é pastel de beira de estrada. Existe mesmo uma tese segundo a qual, quanto pior a aparência do restaurante rodoviário, melhor o pastel. Mas já estávamos no meio do caminho e nenhum dos lugares avistados nos parecera promissor, pastelmente falando. Foi quando o motorista reveiou que conhecia um bom pastel. Nós talvez só não aprovássemos o local... Destemidos, aceitamos sua sugestão, antecipando o grau de sordidez do lugar e a correspondente categoria do pastel. E o motorista parou num shopping center que tem na estrada, à altura da cidade de Lajeado.

    Não me lembro se a loja de pastéis tinha nome em inglês. Podia muito bem se chamar "PasteLs” , ou coisa parecida. A loja do lado provavelmente era da Benetton e o shopping center podia ser em qualquer lugar do mundo. Alguém que se materializasse ao nosso lado e olhasse em volta não saberia em que país estava, muito menos em que estado ou cidade. Nem a visão do Augusto Boal comendo um pastel o ajudaria. O Augusto Boal viaja muito.

    Estávamos, na verdade, no grande e prático Estados Unidos que se espalhou pelo mundo, e substituiu as ruas e as estradas dos nossos hábitos pela conveniência arcondicionada. E nada disto doeria tanto se não fosse por um fato terrível: o pastel estava ótimo. Estamos perdidos.

Veríssimo, L. A mesa voadora. Rio de Janeiro: Objetiva, 2001.

Em “Destemidos, aceitamos sua sugestão (...)” (§2°), a palavra sublinhada podería ser substituída sem alteração de sentido por:
Alternativas
Q1351712 Português
No trecho “Apesar da euforia e da pouca idade, apenas 14 anos, percebeu que não tinha os materiais necessários para tal” (linhas 20-21). Realizando adequações, se necessário, a palavra em destaque pode ser substituída apenas por:
Alternativas
Q1346370 Português
As alternativas seguintes contêm trechos do texto 2 cuia pontuação foi alterada, mais precisamente no que diz respeito ao uso de vírgulas, destacadas em vermelho. Como decorrência dessa alteração, houve mudança no sentido original do trecho em:
Alternativas
Q1346369 Português
Na passagem “Os animais, assustados diante da terrível ameaça de morrerem queimados, puseram-se a fugir às tontas o mais rápido que podiam, exceto um pequeno beijaflor.” (linhas 5-6), a expressão destacada em negrito pode ser substituída, sem alteração de sentido, por
Alternativas
Q1346365 Português
No trecho “Incansável em sua tarefa e bastante ágil, aquele serzinho alado chamou a atenção de um elefante.” (linhas 10-11), a palavra destacada tem o mesmo sentido de
Alternativas
Q1346364 Português
Em cada alternativa seguinte, aparece um verso no qual se destacou uma palavra ou expressão. Ao lado, consta outra palavra ou expressão, proposta como substituta da original, com a qual se correlaciona. Considerando o contexto, a substituição altera o original ao conferir-lhe um sentido oposto em
Alternativas
Q1346362 Português
O termo “Hurra!!” (verso 24) indica que a pessoa que o expressa se encontra num estado de
Alternativas
Q1346361 Português
Nas alternativas seguintes, cada excerto do texto contém uma palavra ou expressão em destaque que é substituída por outra, colocada na expressão ao lado. A substituição preserva o sentido original presente no texto em:
Alternativas
Q1344045 Português

Leia o texto III para responder ao item.


GLOSSÁRIO

1mirá-los: observá-los.

2mostruários: vitrines.

3pendentes: pendurados.

4lanudos: cobertos de lã.

5guizo: pequena esfera de metal com bolinhas em seu interior que, quando sacudida, produz um som.

6de celulóide: de plástico.

7filó: tecido fino e transparente, em forma de rede.

8cravadas: fixas.

9rubro: de cor vermelha.

10chispas: partículas de fogo.

11jorros: jatos fortes.

12cretones: tipos de tecidos.

13platônico: diz-se do que tem um caráter ideal; sem interesses materiais.

14fumoso: fumacento.

15pressentir: suspeitar.

Considerando o contexto do texto III, o vocábulo destacado no trecho "E foi uma espécie de festa fantástica." (linhas 19 e 20) traduz a ideia de que o incêndio no bazar
Alternativas
Q1339586 Português
No último quadrinho (o de número 8) aparece a expressão “Bolas!”, que significa:
Alternativas
Q1339582 Português
A expressão “ponto final”, no Quadro I, tem o mesmo sentido do empregado em:
Alternativas
Respostas
261: C
262: C
263: C
264: A
265: C
266: A
267: C
268: D
269: E
270: B
271: A
272: D
273: A
274: B
275: E
276: B
277: D
278: B
279: E
280: B