Questões Militares Sobre português
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Leia:
Fez o que disse, e atou o lenço outra vez na testa. Em seguida, acompanhou-me ao quintal para se despedir de mim. Ventava, o céu estava coberto. Capitu falou novamente da nossa separação, como de um fato certo e definitivo por mais que eu, receoso disso mesmo, buscasse razões agora para animá-la.
Entre os pronomes destacados acima, quais se classificam como objetos direto, direto, indireto e direto, respectivamente?
Observe os períodos abaixo e indique a sequência que classifica corretamente as circunstâncias expressas nas orações adverbiais destacadas.
I- Apesar de nos considerarmos modernos e inovadores em muitos aspectos, ainda trazemos, em nossos discursos, as palavras de nossos pais.
II- Assim que deixarmos de trazer, em nossos discursos, as palavras de nossos pais, poderemos nos considerar modernos e inovadores em muitos aspectos.
III- Como ainda trazemos, em nossos discursos, as palavras
de nossos pais, não podemos nos considerar modernos e
inovadores em muitos aspectos.
Leia:
O acesso de jovens à internet consagrou uma bem-humorada modalidade de escrita: o miguchês. Acompanhe o transcurso de criação dessa palavra:
amigo → migo → migucho → miguchês
Considerando-se apenas os elementos em negrito, é correto afirmar-se que miguchês foi formada por
Leia o texto abaixo e assinale a alternativa em que as expressões destacadas estão corretamente substituídas pelos pronomes pessoais oblíquos átonos, observando a correta colocação pronominal.
Contaria aos pais toda a verdade se eles tivessem disposição para ouvir a filha mais velha e diria a eles que nunca traíra o marido e que havia dedicado a ele os melhores anos de sua vida.A POPULAÇÃO DO MUNDO VAI PARAR DE CRESCER?
Provavelmente sim, em 2050. Mas isso vai trazer
alguns problemas.
“A batalha para alimentar toda a humanidade acabou. Nas próximas décadas, centenas de milhões de pessoas vão morrer de fome, apesar de qualquer plano de emergência iniciado agora. A esta altura, nada pode impedir o aumento substancial da mortalidade mundial”, alerta Paul Ehrlich em seu mais famoso livro, publicado em... 1968. Pois é: a bomba populacional não estourou. Nos anos 70 e 80, a agropecuária aumentou sua produtividade e a taxa de natalidade despencou no mundo inteiro, levando ao quase consenso de que a população mundial vai se estabilizar em torno de 9 bilhões de pessoas ali por 2050. E essa freada brusca vai transformar o mundo.
Um artigo de Jack Goldstone, publicado na última edição da revista Foreign Affairs, mostra que o importante não é tanto o tamanho da população, mas onde ela diminui e onde cresce, e aponta quatro tendências. A primeira já está em curso há muito tempo: em 2050, a maioria dos terráqueos vai viver em grandes cidades – e haja esgoto, hospital e ruas para tanta aglomeração. Outras duas dizem respeito aos países mais ricos: além de sua população envelhecer e diminuir, Europa, EUA e Canadá vão representar menos riqueza – apenas 30% do PIB mundial em 2050, menos que antes da Revolução Industrial.
Por fim, 70% do crescimento mundial deve se concentrar em países com maioria ou grande população islâmica. Ou seja, é bom Ocidente e Oriente Médio começarem a se entender, antes que o mundo fique pequeno demais para os dois.
Texto de Emiliano Urbin – Revista SuperInteressante – março 2010.
A POPULAÇÃO DO MUNDO VAI PARAR DE CRESCER?
Provavelmente sim, em 2050. Mas isso vai trazer
alguns problemas.
“A batalha para alimentar toda a humanidade acabou. Nas próximas décadas, centenas de milhões de pessoas vão morrer de fome, apesar de qualquer plano de emergência iniciado agora. A esta altura, nada pode impedir o aumento substancial da mortalidade mundial”, alerta Paul Ehrlich em seu mais famoso livro, publicado em... 1968. Pois é: a bomba populacional não estourou. Nos anos 70 e 80, a agropecuária aumentou sua produtividade e a taxa de natalidade despencou no mundo inteiro, levando ao quase consenso de que a população mundial vai se estabilizar em torno de 9 bilhões de pessoas ali por 2050. E essa freada brusca vai transformar o mundo.
Um artigo de Jack Goldstone, publicado na última edição da revista Foreign Affairs, mostra que o importante não é tanto o tamanho da população, mas onde ela diminui e onde cresce, e aponta quatro tendências. A primeira já está em curso há muito tempo: em 2050, a maioria dos terráqueos vai viver em grandes cidades – e haja esgoto, hospital e ruas para tanta aglomeração. Outras duas dizem respeito aos países mais ricos: além de sua população envelhecer e diminuir, Europa, EUA e Canadá vão representar menos riqueza – apenas 30% do PIB mundial em 2050, menos que antes da Revolução Industrial.
Por fim, 70% do crescimento mundial deve se concentrar em países com maioria ou grande população islâmica. Ou seja, é bom Ocidente e Oriente Médio começarem a se entender, antes que o mundo fique pequeno demais para os dois.
Texto de Emiliano Urbin – Revista SuperInteressante – março 2010.
Leia:
Pois é: a bomba populacional não estourou.
A metáfora presente nessa afirmação nos remete à expressão
A POPULAÇÃO DO MUNDO VAI PARAR DE CRESCER?
Provavelmente sim, em 2050. Mas isso vai trazer
alguns problemas.
“A batalha para alimentar toda a humanidade acabou. Nas próximas décadas, centenas de milhões de pessoas vão morrer de fome, apesar de qualquer plano de emergência iniciado agora. A esta altura, nada pode impedir o aumento substancial da mortalidade mundial”, alerta Paul Ehrlich em seu mais famoso livro, publicado em... 1968. Pois é: a bomba populacional não estourou. Nos anos 70 e 80, a agropecuária aumentou sua produtividade e a taxa de natalidade despencou no mundo inteiro, levando ao quase consenso de que a população mundial vai se estabilizar em torno de 9 bilhões de pessoas ali por 2050. E essa freada brusca vai transformar o mundo.
Um artigo de Jack Goldstone, publicado na última edição da revista Foreign Affairs, mostra que o importante não é tanto o tamanho da população, mas onde ela diminui e onde cresce, e aponta quatro tendências. A primeira já está em curso há muito tempo: em 2050, a maioria dos terráqueos vai viver em grandes cidades – e haja esgoto, hospital e ruas para tanta aglomeração. Outras duas dizem respeito aos países mais ricos: além de sua população envelhecer e diminuir, Europa, EUA e Canadá vão representar menos riqueza – apenas 30% do PIB mundial em 2050, menos que antes da Revolução Industrial.
Por fim, 70% do crescimento mundial deve se concentrar em países com maioria ou grande população islâmica. Ou seja, é bom Ocidente e Oriente Médio começarem a se entender, antes que o mundo fique pequeno demais para os dois.
Texto de Emiliano Urbin – Revista SuperInteressante – março 2010.
A POPULAÇÃO DO MUNDO VAI PARAR DE CRESCER?
Provavelmente sim, em 2050. Mas isso vai trazer
alguns problemas.
“A batalha para alimentar toda a humanidade acabou. Nas próximas décadas, centenas de milhões de pessoas vão morrer de fome, apesar de qualquer plano de emergência iniciado agora. A esta altura, nada pode impedir o aumento substancial da mortalidade mundial”, alerta Paul Ehrlich em seu mais famoso livro, publicado em... 1968. Pois é: a bomba populacional não estourou. Nos anos 70 e 80, a agropecuária aumentou sua produtividade e a taxa de natalidade despencou no mundo inteiro, levando ao quase consenso de que a população mundial vai se estabilizar em torno de 9 bilhões de pessoas ali por 2050. E essa freada brusca vai transformar o mundo.
Um artigo de Jack Goldstone, publicado na última edição da revista Foreign Affairs, mostra que o importante não é tanto o tamanho da população, mas onde ela diminui e onde cresce, e aponta quatro tendências. A primeira já está em curso há muito tempo: em 2050, a maioria dos terráqueos vai viver em grandes cidades – e haja esgoto, hospital e ruas para tanta aglomeração. Outras duas dizem respeito aos países mais ricos: além de sua população envelhecer e diminuir, Europa, EUA e Canadá vão representar menos riqueza – apenas 30% do PIB mundial em 2050, menos que antes da Revolução Industrial.
Por fim, 70% do crescimento mundial deve se concentrar em países com maioria ou grande população islâmica. Ou seja, é bom Ocidente e Oriente Médio começarem a se entender, antes que o mundo fique pequeno demais para os dois.
Texto de Emiliano Urbin – Revista SuperInteressante – março 2010.
Leia:
O importante não é tanto o tamanho da população, mas onde ela diminui e onde cresce.
Assinale a alternativa que define corretamente a afirmação acima.
Informe se a significação contextual de palavras e/ou de expressões do texto III é falsa (F) ou verdadeira (V). Depois, assinale a alternativa que completa correta e respectivamente, de cima para baixo, os parênteses.
( ) extraordinária (l. 02) – rara
( ) necessidade (l. 07) – urgência
( ) local (l. 08) – nativa
( ) conta com (l. 19) – abrange
Assinale a alternativa que apresenta correta e respectivamente a classificação das orações - sem levar em conta se estão reduzidas ou desenvolvidas - que compõem o período a seguir:
O Ministério das Relações Exteriores do Brasil anunciou que o país enviará até US$ 15 milhões para ajudar a reconstruir o país. (l. 13 – 15)
Às vezes, na pronúncia de algumas palavras, há acréscimo ou supressão de fonemas.
Assinale a alternativa em que nenhum desses processos aconteça.
Analise as modificações sugeridas para a colocação dos pronomes em frases do texto.
I. Soldados brasileiros se preparam (subtítulo) – Soldados brasileiros preparam-se
II. arroz, feijão, que se tenha que cozinhar (l. 09-10) – arroz, feijão que tenha-se que cozinhar
III. alimentos que se possa comer de imediato (l. 10) – que possa-se comer de imediato
Qual(is) delas não violaria(m) o que preceitua a gramática normativa da língua portuguesa?
Relacione as colunas de acordo com a classificação morfológica das palavras destacadas nos trechos extraídos do texto. Depois, assinale a alternativa que completa correta e respectivamente os parênteses. Alguns números poderão ser usados mais de uma vez; outros poderão nem ser usados.
(1) Pronome Relativo
(2) Conjunção Integrante
(3) Conjunção Explicativa
(4) Preposição
( ) afirmou que a atuação da Força Aérea Brasileira na ajuda às vítimas do terremoto no Haiti tem sido extraordinária. (l. 01-02)
( ) O problema básico é que não se resolve (l. 08-09)
( ) Tem que ser alimentos que se possa comer de imediato (l. 10)
( ) a missão de paz da ONU no país (Missão das Nações Unidas para a Estabilização no Haiti, ou Minustah, na
sigla em francês), que conta com cerca de 7 mil integrantes (l. 18 e 19)
