Questões Militares Sobre português

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Q716395 Português
Da fala de Sandro Cabral, no último parágrafo do texto, descarta-se a ideia de
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Q716394 Português

Identifique as afirmativas verdadeiras (V) e as falsas (F).

O texto evidencia a necessidade de

( ) mudanças estruturais no setor investigativo de policiais.

( ) investimentos significativos na formação do policial brasileiro.

( ) critérios mais justos na aplicação de penalidades a todo e qualquer militar.

( ) reforço dos princípios éticos que devem conduzir o ser humanos em suas ações.

( ) contenção do abuso de violência que permeia, não raro, a ação militar, através de treinamento e punição.

A alternativa que contém a sequência correta, de cima para baixo, é a

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Q716393 Português
O acento indicatvo de crase presente no fragmento “e se integrarão, enfim, à economia formal”, (/. 43) foi usado pela mesma razão do que aparece na frase indicada em
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Q716392 Português

Sobre os recursos linguísticos usados no texto, marque com V as afirmativas verdadeiras e com F, falsas.

( ) "estão [...] cercadas” (/. 9) é uma forma verbal que se apresenta na voz passiva e sua transposição para a ativa implica a observância da correlação modo-temporal para preservar o sentido original do contexto. /

( ) “ano a ano" (/. 11) está entre vírgulas pela mesma razão que “da Escola Nacional de Ciências Estatísticas do IBGE" (/. 13-14).

( ) “visível" (/. 23) e "raízes” (/. 25) são paroxítonas acentuadas por razões diferentes.

( ) “existem” (/. 23) pode ser substituída pela forma verbal “há” (/. 36) sem nenhum prejuízo de ordem gramatical, o mesmo não ocorrendo em relação à troca de "há" por “existem”, tendo-se em vista o contexto frasal em que ambas se encontram. /

( ) “fincaram” (/. 32) e inflaram” (/. 33) estão no plural, concordando com o mesmo sujeito, que também está no plural.

A alternativa que contém a sequência correta, de cima para baixo, é a 

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Q716391 Português
A alternativa em que há equivalência de sentido entre o fragmento transcrito, devidamente contextualizado, e o que se prcpõe a seguir, em itálico, é
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Q716390 Português
O título do texto passa uma mensagem de forma
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Q716389 Português
A análise dessa matéria permite concluir que a única informação sem respaldo textual é a que afirma que o autor
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Q716388 Português
A leitura do texto admite como síntese do assunto de que ele trata a ideia expressa pelo provérbio 
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Q716387 Português

Sobre as informações contidas no texto, identifique com V as afirmativas verdadeiras e com F, as falsas.

( ) A acomodação dos moradores dos bairros nobres muito contribui para o crescente avanço dos barracos nos morros existentes em seu entorno.

( ) A expansão das favelas, nas megalópoles, implica a degradação dos bairros nobres próximos a elas e a desvalorização dos imóveis que os compõem.

( ) A ação enérgica da polícia nos morros do Rio de Janeiro, embora de caráter pacificador, prova que a delinquência tem freio e a questão enfocada, solução.

( ) A desinformação sobre os métodos contraceptivos — infere-se — tem sico o real motivo da explosão demográfica nessas áreas marcadas pela ausência das autoridades e pela ocupação ilegal.

( ) A sinalização dos urbanistas quanto à incorporação das favelas à cidade, mesmo sendo uma questão que demanda vontade política e verba, minimizaria boa parte dos problemas sociais nelas existentes.

A alternativa que contém a sequência correta, de cima para baixo, é a

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Q716386 Português
De acordo com o texto, a favelização dos morros do Rio e de São Paulo é um problema
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Q706585 Português

Coloque F (falso) ou V (verdadeiro), em se tratando de regra de pontuação, acentuação e crase, e em seguida assinale a opção que apresenta a sequência correta.

( ) São funções da pontuação: assinalar a pausa e a inflexão de voz, separar palavras, expressões e orações e tornar claro o sentido da frase.

( ) O ponto e vírgula é uma pausa menor que a vírgula e não pode ser empregado para separar as orações coordenadas de certa extensão.

( ) Oxítonas são as palavras com acento tônico na penúltima sílaba.

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Q706063 Português

                                            Sem perder a ternura    

      Contra o cinza das cidades, jovens optam pela jardinagem de guerrilha 

                                  para salvar a vizinhança e o  planeta

Guilherme Rosa

Parece coisa dos anos 60. Na verdade, a história nasceu um pouco depois, em 1973. A ativista americana LizChristy invadiu um jardim descuidado em Nova York, proclamou-­se guerrilheira da pá e do adubo e recuperou o local. Em poucos anos, focos se espalharam pela Europa com grupos que atiravam “granadas” de semente em terrenos. No Brasil, a jardinagem libertária chegou há cinco anos. Agora, começa a se tornar popular com um motivador: no lugar da disputa ideológica (para protestar contra o descaso político com o verde urbano), entrou as alvação do planeta. Aquecimento global, CO², você sabe. “Não dá para esperar o poder público. As pessoas devem ocupar os espaços, cuidar das ruas”, afirma Goura Nataraj, guerrilheiro de Curitiba que mantém o blog Jardinagem Libertária. “A escolha é: morar em um lugar colorido, com árvores, flores, pássaros, ou em blocos de concreto, respirando gás carbônico”, diz o guerrilheiro carioca Walfrido Neto. Portanto, se aparecerem flores na vizinhança, você já sabe. E se não aparecerem, a gente ensina aqui como fazer. 

Disponível em: Galileu, março de 2010, p.13. 

Assinale a alternativa cujas palavras obedecem à seguinte regra de acentuação: “ acentuam­-se todas  as proparoxítonas”: 
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Q706062 Português

                                            Sem perder a ternura    

      Contra o cinza das cidades, jovens optam pela jardinagem de guerrilha 

                                  para salvar a vizinhança e o  planeta

Guilherme Rosa

Parece coisa dos anos 60. Na verdade, a história nasceu um pouco depois, em 1973. A ativista americana LizChristy invadiu um jardim descuidado em Nova York, proclamou-­se guerrilheira da pá e do adubo e recuperou o local. Em poucos anos, focos se espalharam pela Europa com grupos que atiravam “granadas” de semente em terrenos. No Brasil, a jardinagem libertária chegou há cinco anos. Agora, começa a se tornar popular com um motivador: no lugar da disputa ideológica (para protestar contra o descaso político com o verde urbano), entrou as alvação do planeta. Aquecimento global, CO², você sabe. “Não dá para esperar o poder público. As pessoas devem ocupar os espaços, cuidar das ruas”, afirma Goura Nataraj, guerrilheiro de Curitiba que mantém o blog Jardinagem Libertária. “A escolha é: morar em um lugar colorido, com árvores, flores, pássaros, ou em blocos de concreto, respirando gás carbônico”, diz o guerrilheiro carioca Walfrido Neto. Portanto, se aparecerem flores na vizinhança, você já sabe. E se não aparecerem, a gente ensina aqui como fazer. 

Disponível em: Galileu, março de 2010, p.13. 

Releia a frase: “ Na verdade, a história nasceu um pouco depois, em 1973.” Em relação às vírgulas utilizadas no trecho, pode-­se afirmar que:
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Q706061 Português

                                            Sem perder a ternura    

      Contra o cinza das cidades, jovens optam pela jardinagem de guerrilha 

                                  para salvar a vizinhança e o  planeta

Guilherme Rosa

Parece coisa dos anos 60. Na verdade, a história nasceu um pouco depois, em 1973. A ativista americana LizChristy invadiu um jardim descuidado em Nova York, proclamou-­se guerrilheira da pá e do adubo e recuperou o local. Em poucos anos, focos se espalharam pela Europa com grupos que atiravam “granadas” de semente em terrenos. No Brasil, a jardinagem libertária chegou há cinco anos. Agora, começa a se tornar popular com um motivador: no lugar da disputa ideológica (para protestar contra o descaso político com o verde urbano), entrou as alvação do planeta. Aquecimento global, CO², você sabe. “Não dá para esperar o poder público. As pessoas devem ocupar os espaços, cuidar das ruas”, afirma Goura Nataraj, guerrilheiro de Curitiba que mantém o blog Jardinagem Libertária. “A escolha é: morar em um lugar colorido, com árvores, flores, pássaros, ou em blocos de concreto, respirando gás carbônico”, diz o guerrilheiro carioca Walfrido Neto. Portanto, se aparecerem flores na vizinhança, você já sabe. E se não aparecerem, a gente ensina aqui como fazer. 

Disponível em: Galileu, março de 2010, p.13. 

O texto foi escrito em uma linguagem:
Alternativas
Q706060 Português

                                            Sem perder a ternura    

      Contra o cinza das cidades, jovens optam pela jardinagem de guerrilha 

                                  para salvar a vizinhança e o  planeta

Guilherme Rosa

Parece coisa dos anos 60. Na verdade, a história nasceu um pouco depois, em 1973. A ativista americana LizChristy invadiu um jardim descuidado em Nova York, proclamou-­se guerrilheira da pá e do adubo e recuperou o local. Em poucos anos, focos se espalharam pela Europa com grupos que atiravam “granadas” de semente em terrenos. No Brasil, a jardinagem libertária chegou há cinco anos. Agora, começa a se tornar popular com um motivador: no lugar da disputa ideológica (para protestar contra o descaso político com o verde urbano), entrou as alvação do planeta. Aquecimento global, CO², você sabe. “Não dá para esperar o poder público. As pessoas devem ocupar os espaços, cuidar das ruas”, afirma Goura Nataraj, guerrilheiro de Curitiba que mantém o blog Jardinagem Libertária. “A escolha é: morar em um lugar colorido, com árvores, flores, pássaros, ou em blocos de concreto, respirando gás carbônico”, diz o guerrilheiro carioca Walfrido Neto. Portanto, se aparecerem flores na vizinhança, você já sabe. E se não aparecerem, a gente ensina aqui como fazer. 

Disponível em: Galileu, março de 2010, p.13. 

“Granadas” foi escrita entre aspas para:
Alternativas
Q706059 Português

                                            Sem perder a ternura    

      Contra o cinza das cidades, jovens optam pela jardinagem de guerrilha 

                                  para salvar a vizinhança e o  planeta

Guilherme Rosa

Parece coisa dos anos 60. Na verdade, a história nasceu um pouco depois, em 1973. A ativista americana LizChristy invadiu um jardim descuidado em Nova York, proclamou-­se guerrilheira da pá e do adubo e recuperou o local. Em poucos anos, focos se espalharam pela Europa com grupos que atiravam “granadas” de semente em terrenos. No Brasil, a jardinagem libertária chegou há cinco anos. Agora, começa a se tornar popular com um motivador: no lugar da disputa ideológica (para protestar contra o descaso político com o verde urbano), entrou as alvação do planeta. Aquecimento global, CO², você sabe. “Não dá para esperar o poder público. As pessoas devem ocupar os espaços, cuidar das ruas”, afirma Goura Nataraj, guerrilheiro de Curitiba que mantém o blog Jardinagem Libertária. “A escolha é: morar em um lugar colorido, com árvores, flores, pássaros, ou em blocos de concreto, respirando gás carbônico”, diz o guerrilheiro carioca Walfrido Neto. Portanto, se aparecerem flores na vizinhança, você já sabe. E se não aparecerem, a gente ensina aqui como fazer. 

Disponível em: Galileu, março de 2010, p.13. 

O excerto do texto tem como um dos principais objetivos:
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Q686069 Português

Observe o gráfico abaixo


 


O Relatório Nacional de Acompanhamento dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (2007), publicado pela Presidência da República, registra os casos de malária, na Amazônia Legal, de 1999 a 2006.  

Qual das alternativas abaixo indica uma leitura correta do gráfico.

Alternativas
Q686068 Português

Analise os itens apresentados, a seguir, de acordo com os tipos e gêneros textuais.


I. “Secretária faz balanço positivo das ações sociais em MT”.


II. “Venha para a Vivo e aproveite a maior e melhor cobertura 3G do Brasil”.


III. “Apresentamos, nesta edição da revista, um breve mosaico das iniciativas premiadas, que utilizam as tecnologias de informação e comunicação como ferramentas para acelerar a inclusão social país afora”.


IV. “Excelentíssimo Juiz, Encaminhamos à V.Exª os documentos relativos ao processo nº 297/12 para inclusão nos autos”.


Assinale a alternativa que apresenta a classificação correta dos gêneros textuais.

Alternativas
Q686067 Português

Texto IV

[...] Jamais, em tempo algum, o brasileiro escreveu tanto. E se comunicou tanto. E leu tanto. E amou tanto.

No caso do amor ali nascido, a feitura, o peso, a cor, a idade ou a nacionalidade não importam. O que é mais importante é o texto. O texto é a causa do amor.

Quando comecei a escrever um livro pela Internet, muitos colegas jornalistas me entrevistavam (sempre a mim e ao João Ubaldo) perguntando qual era o futuro da literatura pela Internet.

Há quatro meses atrás eu não sabia responder a essa pergunta. Hoje eu sei e tenho certeza do que penso:

– Essa geração vai dar muitos e muitos escritores para o Brasil. E muita gente vai se apaixonar pelo texto e no texto. Existe coisa melhor para um escritor do que concluir uma crônica com isso?

(PRATA, Mário. Amor só de letras. O Estado de São Paulo. 20 set. 2000)

Em “Essa geração vai dar muitos e muitos escritores para o Brasil”, as expressões sublinhadas exercem a função de:
Alternativas
Q686066 Português

Texto IV

[...] Jamais, em tempo algum, o brasileiro escreveu tanto. E se comunicou tanto. E leu tanto. E amou tanto.

No caso do amor ali nascido, a feitura, o peso, a cor, a idade ou a nacionalidade não importam. O que é mais importante é o texto. O texto é a causa do amor.

Quando comecei a escrever um livro pela Internet, muitos colegas jornalistas me entrevistavam (sempre a mim e ao João Ubaldo) perguntando qual era o futuro da literatura pela Internet.

Há quatro meses atrás eu não sabia responder a essa pergunta. Hoje eu sei e tenho certeza do que penso:

– Essa geração vai dar muitos e muitos escritores para o Brasil. E muita gente vai se apaixonar pelo texto e no texto. Existe coisa melhor para um escritor do que concluir uma crônica com isso?

(PRATA, Mário. Amor só de letras. O Estado de São Paulo. 20 set. 2000)

A crônica de Mário Prata versa sobre a satisfação do autor em verificar que as pessoas têm escrito, se comunicado, lido e amado muito! Este comportamento refere-se:
Alternativas
Respostas
12821: E
12822: A
12823: D
12824: C
12825: B
12826: E
12827: D
12828: A
12829: C
12830: B
12831: X
12832: D
12833: C
12834: A
12835: B
12836: D
12837: D
12838: A
12839: B
12840: B