Questões Militares Sobre português

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Q545503 Português
Das opções abaixo, a única que NÃO apresenta linguagem informal é
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Q545502 Português
Para a autora, um bom texto é aquele que I. explicita ao máximo as informações para o leitor. II. leva o leitor a procurar outras fontes de informação. III. possibilita a reflexão do leitor. IV. necessita de pouco tempo para ser lido e compreendido. Está correto o que se afirma apenas em
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Q545501 Português
Embora todas as opções estejam respaldadas no texto, a crítica mais abrangente da autora às revistas dirigidas às mulheres da classe C deve-se ao fato de tais revistas
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Q545500 Português

Considere as correlações entre o Texto 1 e a tirinha expostas abaixo.

Imagem associada para resolução da questão

I. O personagem que fala tem uma postura semelhante à de parte de moradores de Higienópolis em relação às pessoas que representariam a “gente diferenciada”.

II. Os personagens que se encontram fora do carro no segundo quadro corresponderiam à “gente diferenciada” a que se refere parte dos moradores de Higienópolis.

III. No segundo quadro, o carro seria comparável aos muros e fortalezas que separam parte dos moradores de Higienópolis do “Brasil real”.

Estão corretas:

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Q545499 Português
A possível instalação de uma estação do metrô na avenida Angélica e a reação por parte de moradores de Higienópolis gerou muita polêmica e manifestações, que foram veiculadas na mídia impressa e virtual. Assinale a opção, cuja manifestação NÃO constitui uma ironia.
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Q545498 Português
Em sentido amplo, a relação de causa e efeito nem sempre é estabelecida por conectores (porque, visto que, já que, pois etc). Outros recursos também são usados para atribuir relação de causa e efeito entre dois ou mais segmentos. Isso ocorre nas opções abaixo, EXCETO em
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Q545497 Português
No texto, “gente diferenciada” é equivalente a
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Q545496 Português
No texto, o segmento que NÃO expressa uma avaliação do autor é
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Q545495 Português
Assinale a opção que NÃO se pode pressupor do texto.
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Q545494 Português

Leia os seguintes enunciados:

I. Partindo de um fato noticioso – a reação de moradores diante da intenção da Prefeitura de São Paulo em construir uma estação do metrô na Avenida Angélica –, o autor questiona a eficiência do transporte público na cidade.

II. Para o autor, a valorização do transporte coletivo urbano está atrelada a aspectos estruturais e arquitetônicos das estações de metrô e pontos de ônibus.

III. A informação sobre o número de habitantes da cidade de Istambul e a comparação do Brasil com a Turquia permitem que o leitor avalie a possibilidade de iniciativas para a melhoria do transporte coletivo em São Paulo.

Está correto o que se afirma apenas em

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Q545493 Português
O fato de parte de moradores de Higienópolis recusar a instalação de uma nova estação de metrô na avenida Angélica é justificável, uma vez que
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Q545492 Português
Todas as opções abaixo estão respaldadas no texto. Assinale a que contém a ideia central.
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Q529094 Português

                               Tecendo a Manhã


                    Um galo sozinho não tece uma manhã:

                    ele precisará sempre de outros galos.

                    De um que apanhe esse grito que ele

                    e o lance a outro; de um outro galo

                    que apanhe o grito que um galo antes

                    e o lance a outro; e de outros galos

                    que com muitos outros galos se cruzem

                    os fios de sol de seus gritos de galo,

                    para que a manhã, desde uma teia tênue,

                    se vá tecendo, entre todos os galos.


                     E se encorpando em tela, entre todos,

                     se erguendo tenda, onde entrem todos,

                     se entretendendo* para todos,no toldo

                     (a manhã) que plana livre de armação.

                     A manhã, toldo de um tecido tão aéreo

                     que, tecido, se eleva por si: luz balão.

            (João Cabral de Melo Neto. A educação pela pedra.)


* neologismo criado pelo autor, por meio da junção de “entre” + “entender”


Os recursos expressivos utilizados no poema podem ser interpretados como uma metáfora da
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Q529092 Português

                               Tecendo a Manhã


                    Um galo sozinho não tece uma manhã:

                    ele precisará sempre de outros galos.

                    De um que apanhe esse grito que ele

                    e o lance a outro; de um outro galo

                    que apanhe o grito que um galo antes

                    e o lance a outro; e de outros galos

                    que com muitos outros galos se cruzem

                    os fios de sol de seus gritos de galo,

                    para que a manhã, desde uma teia tênue,

                    se vá tecendo, entre todos os galos.


                     E se encorpando em tela, entre todos,

                     se erguendo tenda, onde entrem todos,

                     se entretendendo* para todos,no toldo

                     (a manhã) que plana livre de armação.

                     A manhã, toldo de um tecido tão aéreo

                     que, tecido, se eleva por si: luz balão.

            (João Cabral de Melo Neto. A educação pela pedra.)


* neologismo criado pelo autor, por meio da junção de “entre” + “entender”


A locução verbal vá tecendo e os gerúndios subsequentes encorpando, erguendo, entretendendo indicam uma ação durativa que
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Q529089 Português

      Inocência não aparecia.

      Mal saía do quarto, pretextando recaída de sezões: entretanto, não era seu corpo o doente, não; a sua alma, sim, essa sofria morte e paixão; e amargas lágrimas, sobretudo à noite, lhe inundavam o rosto.

      – Meu Deus, exclamava ela, que será de mim? Nossa Senhora da Guia me socorra. Que pode fazer uma infeliz rapariga dos sertões contra tanta desgraça? Eu vivia tão sossegada neste retiro, amparada por meu pai... que agora tanto medo me mete... Deus do céu, piedade, piedade.

      E de joelhos, diante do tosco oratório alumiado por esguias velas de cera, orava com fervor, balbuciando as preces que costumava recitar antes de se deitar.

      Uma noite, disse ela:

      – Quisera uma reza que me enchesse mais o coração... que mais me aliviasse o peso da agonia de hoje...

      E, como levada de inspiração, prostrou-se murmurando:

      – Minha Nossa Senhora mãe da Virgem que nunca pecou, ide adiante de Deus. Pedi-lhe que tenha pena de mim... que não me deixe assim nesta dor cá dentro tão cruel. Estendei a vossa mão sobre mim. Se é crime amar a Cirino, mandai-me a morte. Que culpa tenho eu do que me sucede? Rezei tanto, para não gostar deste homem! Tudo... tudo... foi inútil! Por que então este suplício de todos os momentos? Nem sequer tem alívio no sono? Sempre ele... ele! (...)

      Quando a lembrança de Cirino se lhe apresentava mais viva, estorcia-se de desespero. A paixão punha-lhe o peito em fogo...


                                                                                         (Visconde de Taunay, Inocência.)

Na primeira vez em que se dirige a Nossa Senhora, a protagonista usa um tratamento e, na segunda, outro. Uma das explicações é que, na segunda vez, ela
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Q529088 Português

      Inocência não aparecia.

      Mal saía do quarto, pretextando recaída de sezões: entretanto, não era seu corpo o doente, não; a sua alma, sim, essa sofria morte e paixão; e amargas lágrimas, sobretudo à noite, lhe inundavam o rosto.

      – Meu Deus, exclamava ela, que será de mim? Nossa Senhora da Guia me socorra. Que pode fazer uma infeliz rapariga dos sertões contra tanta desgraça? Eu vivia tão sossegada neste retiro, amparada por meu pai... que agora tanto medo me mete... Deus do céu, piedade, piedade.

      E de joelhos, diante do tosco oratório alumiado por esguias velas de cera, orava com fervor, balbuciando as preces que costumava recitar antes de se deitar.

      Uma noite, disse ela:

      – Quisera uma reza que me enchesse mais o coração... que mais me aliviasse o peso da agonia de hoje...

      E, como levada de inspiração, prostrou-se murmurando:

      – Minha Nossa Senhora mãe da Virgem que nunca pecou, ide adiante de Deus. Pedi-lhe que tenha pena de mim... que não me deixe assim nesta dor cá dentro tão cruel. Estendei a vossa mão sobre mim. Se é crime amar a Cirino, mandai-me a morte. Que culpa tenho eu do que me sucede? Rezei tanto, para não gostar deste homem! Tudo... tudo... foi inútil! Por que então este suplício de todos os momentos? Nem sequer tem alívio no sono? Sempre ele... ele! (...)

      Quando a lembrança de Cirino se lhe apresentava mais viva, estorcia-se de desespero. A paixão punha-lhe o peito em fogo...


                                                                                         (Visconde de Taunay, Inocência.)

No trecho Mal saía do quarto, pretextando recaída de sezões, o advérbio mal foi empregado na mesma acepção que na seguinte frase:
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Q529086 Português

      Inocência não aparecia.

      Mal saía do quarto, pretextando recaída de sezões: entretanto, não era seu corpo o doente, não; a sua alma, sim, essa sofria morte e paixão; e amargas lágrimas, sobretudo à noite, lhe inundavam o rosto.

      – Meu Deus, exclamava ela, que será de mim? Nossa Senhora da Guia me socorra. Que pode fazer uma infeliz rapariga dos sertões contra tanta desgraça? Eu vivia tão sossegada neste retiro, amparada por meu pai... que agora tanto medo me mete... Deus do céu, piedade, piedade.

      E de joelhos, diante do tosco oratório alumiado por esguias velas de cera, orava com fervor, balbuciando as preces que costumava recitar antes de se deitar.

      Uma noite, disse ela:

      – Quisera uma reza que me enchesse mais o coração... que mais me aliviasse o peso da agonia de hoje...

      E, como levada de inspiração, prostrou-se murmurando:

      – Minha Nossa Senhora mãe da Virgem que nunca pecou, ide adiante de Deus. Pedi-lhe que tenha pena de mim... que não me deixe assim nesta dor cá dentro tão cruel. Estendei a vossa mão sobre mim. Se é crime amar a Cirino, mandai-me a morte. Que culpa tenho eu do que me sucede? Rezei tanto, para não gostar deste homem! Tudo... tudo... foi inútil! Por que então este suplício de todos os momentos? Nem sequer tem alívio no sono? Sempre ele... ele! (...)

      Quando a lembrança de Cirino se lhe apresentava mais viva, estorcia-se de desespero. A paixão punha-lhe o peito em fogo...


                                                                                         (Visconde de Taunay, Inocência.)

O pretexto que Inocência usa para não sair de seu quarto é um problema de ordem
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Q529085 Português

      Inocência não aparecia.

      Mal saía do quarto, pretextando recaída de sezões: entretanto, não era seu corpo o doente, não; a sua alma, sim, essa sofria morte e paixão; e amargas lágrimas, sobretudo à noite, lhe inundavam o rosto.

      – Meu Deus, exclamava ela, que será de mim? Nossa Senhora da Guia me socorra. Que pode fazer uma infeliz rapariga dos sertões contra tanta desgraça? Eu vivia tão sossegada neste retiro, amparada por meu pai... que agora tanto medo me mete... Deus do céu, piedade, piedade.

      E de joelhos, diante do tosco oratório alumiado por esguias velas de cera, orava com fervor, balbuciando as preces que costumava recitar antes de se deitar.

      Uma noite, disse ela:

      – Quisera uma reza que me enchesse mais o coração... que mais me aliviasse o peso da agonia de hoje...

      E, como levada de inspiração, prostrou-se murmurando:

      – Minha Nossa Senhora mãe da Virgem que nunca pecou, ide adiante de Deus. Pedi-lhe que tenha pena de mim... que não me deixe assim nesta dor cá dentro tão cruel. Estendei a vossa mão sobre mim. Se é crime amar a Cirino, mandai-me a morte. Que culpa tenho eu do que me sucede? Rezei tanto, para não gostar deste homem! Tudo... tudo... foi inútil! Por que então este suplício de todos os momentos? Nem sequer tem alívio no sono? Sempre ele... ele! (...)

      Quando a lembrança de Cirino se lhe apresentava mais viva, estorcia-se de desespero. A paixão punha-lhe o peito em fogo...


                                                                                         (Visconde de Taunay, Inocência.)

Sobre o texto, afirma-se:


I. A protagonista apresenta características românticas, tais como a religiosidade e a disposição para o sacrifício em nome do amor.


II. A personagem principal não consegue realizar suas aspirações, tendo em vista que está submetida a um ambiente de estrutura conservadora e patriarcalista.


III. O narrador incorpora, em seu discurso, a linguagem coloquial com que as personagens se comunicam.


Está correto o que se afirma em 

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Q529084 Português

Instrução: Leia o texto, extraído de uma entrevista concedida a Clarice Lispector por Lygia Fagundes Telles, para responder à questão.


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O pronome relativo que exerce a função de objeto direto, e não de sujeito, apenas no trecho

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Q529083 Português

Instrução: Leia o texto, extraído de uma entrevista concedida a Clarice Lispector por Lygia Fagundes Telles, para responder à questão.


Imagem associada para resolução da questão


Ao usar a expressão trapézio voador para representar o ofício de escritor, a entrevistada lança mão de uma figura de linguagem denominada

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Respostas
12561: A
12562: C
12563: B
12564: E
12565: D
12566: C
12567: A
12568: D
12569: C
12570: D
12571: B
12572: A
12573: E
12574: B
12575: E
12576: B
12577: D
12578: B
12579: A
12580: C