Questões Militares Sobre português

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Ano: 2012 Banca: VUNESP Órgão: PM-SP Prova: VUNESP - 2012 - PM-SP - Soldado Voluntário |
Q658912 Português

   Não era exatamente um trabalho muito agradável: Jordão supervisionava o funcionamento de 20 câmeras de segurança espalhadas numa área da cidade muito sujeita a assaltos (bancos, lojas, joalherias etc.). Sua tarefa era certificar-se de que as câmeras estavam captando e gravando adequadamente imagens que poderiam servir de prova contra delinquentes.
   Sandra, sua mulher, jovem e ambiciosa, achava esse trabalho um lixo. Como o marido ganhava pouco, moravam num apartamento minúsculo, desde que se casaram há mais de cinco anos e andavam de ônibus, porém o sonho dela era ter uma mansão e um carro de luxo. Se isso não acontecia era só por causa dele. “Você é um incompetente”, dizia. Jordão optava por ignorar as observações da mulher, mesmo porque tinha certeza de que, um dia, seu trabalho seria reconhecido. Um dia ocorreria um assalto, ele identificaria os bandidos, seu nome apareceria nos jornais. E aí Sandra teria de admitir seu erro. Mas, enquanto isso, era um desagradável e irritante bate-boca atrás de outro entre eles. Mas um dia, irritado, Jordão acabou gritando com ela. “Vou me vingar”, ela prometeu, então, vermelha de raiva.
   Um mês depois, ladrões, de madrugada, tiveram a ousadia de entrar num banco vigiado pelas câmeras, levando todo o dinheiro. Jordão foi chamado pela polícia e dirigiu-se, de manhã, para o seu local de trabalho, precisava examinar e ampliar as gravações feitas pelas câmeras. Sem demora, começou a trabalhar, e, de fato, uma das câmeras captara o momento em que os criminosos, três, saíam do banco com as sacolas de dinheiro. Todos estavam com capuzes de lã preta na cabeça. Observava aquilo e então sentiu um baque no coração: junto com os assaltantes havia uma mulher que não usava capuz. Ao contrário, olhava de frente para a câmera sorrindo ironicamente. Ele reconheceu: era Sandra, sua mulher. Então deletou as imagens. À polícia disse que algum problema acontecera com a câmera e que nada fora gravado. A tecnologia é assim: quando menos se espera, ela nos trai.

(Moacyr Scliar, Folha de S.Paulo, 02.05.05. Adaptado)

O termo “de”, destacado, estabelece entre as palavras uma relação de causa em
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Ano: 2012 Banca: VUNESP Órgão: PM-SP Prova: VUNESP - 2012 - PM-SP - Soldado Voluntário |
Q658911 Português

   Não era exatamente um trabalho muito agradável: Jordão supervisionava o funcionamento de 20 câmeras de segurança espalhadas numa área da cidade muito sujeita a assaltos (bancos, lojas, joalherias etc.). Sua tarefa era certificar-se de que as câmeras estavam captando e gravando adequadamente imagens que poderiam servir de prova contra delinquentes.
   Sandra, sua mulher, jovem e ambiciosa, achava esse trabalho um lixo. Como o marido ganhava pouco, moravam num apartamento minúsculo, desde que se casaram há mais de cinco anos e andavam de ônibus, porém o sonho dela era ter uma mansão e um carro de luxo. Se isso não acontecia era só por causa dele. “Você é um incompetente”, dizia. Jordão optava por ignorar as observações da mulher, mesmo porque tinha certeza de que, um dia, seu trabalho seria reconhecido. Um dia ocorreria um assalto, ele identificaria os bandidos, seu nome apareceria nos jornais. E aí Sandra teria de admitir seu erro. Mas, enquanto isso, era um desagradável e irritante bate-boca atrás de outro entre eles. Mas um dia, irritado, Jordão acabou gritando com ela. “Vou me vingar”, ela prometeu, então, vermelha de raiva.
   Um mês depois, ladrões, de madrugada, tiveram a ousadia de entrar num banco vigiado pelas câmeras, levando todo o dinheiro. Jordão foi chamado pela polícia e dirigiu-se, de manhã, para o seu local de trabalho, precisava examinar e ampliar as gravações feitas pelas câmeras. Sem demora, começou a trabalhar, e, de fato, uma das câmeras captara o momento em que os criminosos, três, saíam do banco com as sacolas de dinheiro. Todos estavam com capuzes de lã preta na cabeça. Observava aquilo e então sentiu um baque no coração: junto com os assaltantes havia uma mulher que não usava capuz. Ao contrário, olhava de frente para a câmera sorrindo ironicamente. Ele reconheceu: era Sandra, sua mulher. Então deletou as imagens. À polícia disse que algum problema acontecera com a câmera e que nada fora gravado. A tecnologia é assim: quando menos se espera, ela nos trai.

(Moacyr Scliar, Folha de S.Paulo, 02.05.05. Adaptado)

No trecho – ... andavam de ônibus, porém o sonho dela era ter uma mansão... (2.º parágrafo) – a palavra destacada pode ser substituída, sem alteração do sentido do texto, por
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Ano: 2012 Banca: VUNESP Órgão: PM-SP Prova: VUNESP - 2012 - PM-SP - Soldado Voluntário |
Q658910 Português

   Não era exatamente um trabalho muito agradável: Jordão supervisionava o funcionamento de 20 câmeras de segurança espalhadas numa área da cidade muito sujeita a assaltos (bancos, lojas, joalherias etc.). Sua tarefa era certificar-se de que as câmeras estavam captando e gravando adequadamente imagens que poderiam servir de prova contra delinquentes.
   Sandra, sua mulher, jovem e ambiciosa, achava esse trabalho um lixo. Como o marido ganhava pouco, moravam num apartamento minúsculo, desde que se casaram há mais de cinco anos e andavam de ônibus, porém o sonho dela era ter uma mansão e um carro de luxo. Se isso não acontecia era só por causa dele. “Você é um incompetente”, dizia. Jordão optava por ignorar as observações da mulher, mesmo porque tinha certeza de que, um dia, seu trabalho seria reconhecido. Um dia ocorreria um assalto, ele identificaria os bandidos, seu nome apareceria nos jornais. E aí Sandra teria de admitir seu erro. Mas, enquanto isso, era um desagradável e irritante bate-boca atrás de outro entre eles. Mas um dia, irritado, Jordão acabou gritando com ela. “Vou me vingar”, ela prometeu, então, vermelha de raiva.
   Um mês depois, ladrões, de madrugada, tiveram a ousadia de entrar num banco vigiado pelas câmeras, levando todo o dinheiro. Jordão foi chamado pela polícia e dirigiu-se, de manhã, para o seu local de trabalho, precisava examinar e ampliar as gravações feitas pelas câmeras. Sem demora, começou a trabalhar, e, de fato, uma das câmeras captara o momento em que os criminosos, três, saíam do banco com as sacolas de dinheiro. Todos estavam com capuzes de lã preta na cabeça. Observava aquilo e então sentiu um baque no coração: junto com os assaltantes havia uma mulher que não usava capuz. Ao contrário, olhava de frente para a câmera sorrindo ironicamente. Ele reconheceu: era Sandra, sua mulher. Então deletou as imagens. À polícia disse que algum problema acontecera com a câmera e que nada fora gravado. A tecnologia é assim: quando menos se espera, ela nos trai.

(Moacyr Scliar, Folha de S.Paulo, 02.05.05. Adaptado)

Em – Ele reconheceu... (3.º parágrafo) – passando a expressão para o plural, com o verbo no tempo futuro, obtém-se: Eles
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Ano: 2012 Banca: VUNESP Órgão: PM-SP Prova: VUNESP - 2012 - PM-SP - Soldado Voluntário |
Q658909 Português

   Não era exatamente um trabalho muito agradável: Jordão supervisionava o funcionamento de 20 câmeras de segurança espalhadas numa área da cidade muito sujeita a assaltos (bancos, lojas, joalherias etc.). Sua tarefa era certificar-se de que as câmeras estavam captando e gravando adequadamente imagens que poderiam servir de prova contra delinquentes.
   Sandra, sua mulher, jovem e ambiciosa, achava esse trabalho um lixo. Como o marido ganhava pouco, moravam num apartamento minúsculo, desde que se casaram há mais de cinco anos e andavam de ônibus, porém o sonho dela era ter uma mansão e um carro de luxo. Se isso não acontecia era só por causa dele. “Você é um incompetente”, dizia. Jordão optava por ignorar as observações da mulher, mesmo porque tinha certeza de que, um dia, seu trabalho seria reconhecido. Um dia ocorreria um assalto, ele identificaria os bandidos, seu nome apareceria nos jornais. E aí Sandra teria de admitir seu erro. Mas, enquanto isso, era um desagradável e irritante bate-boca atrás de outro entre eles. Mas um dia, irritado, Jordão acabou gritando com ela. “Vou me vingar”, ela prometeu, então, vermelha de raiva.
   Um mês depois, ladrões, de madrugada, tiveram a ousadia de entrar num banco vigiado pelas câmeras, levando todo o dinheiro. Jordão foi chamado pela polícia e dirigiu-se, de manhã, para o seu local de trabalho, precisava examinar e ampliar as gravações feitas pelas câmeras. Sem demora, começou a trabalhar, e, de fato, uma das câmeras captara o momento em que os criminosos, três, saíam do banco com as sacolas de dinheiro. Todos estavam com capuzes de lã preta na cabeça. Observava aquilo e então sentiu um baque no coração: junto com os assaltantes havia uma mulher que não usava capuz. Ao contrário, olhava de frente para a câmera sorrindo ironicamente. Ele reconheceu: era Sandra, sua mulher. Então deletou as imagens. À polícia disse que algum problema acontecera com a câmera e que nada fora gravado. A tecnologia é assim: quando menos se espera, ela nos trai.

(Moacyr Scliar, Folha de S.Paulo, 02.05.05. Adaptado)

Em – ... moravam num apartamento minúsculo, desde que se casaram há mais de cinco anos... (2.º parágrafo) – a palavra destacada estabelece, na frase, uma relação de
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Ano: 2012 Banca: VUNESP Órgão: PM-SP Prova: VUNESP - 2012 - PM-SP - Soldado Voluntário |
Q658908 Português

   Não era exatamente um trabalho muito agradável: Jordão supervisionava o funcionamento de 20 câmeras de segurança espalhadas numa área da cidade muito sujeita a assaltos (bancos, lojas, joalherias etc.). Sua tarefa era certificar-se de que as câmeras estavam captando e gravando adequadamente imagens que poderiam servir de prova contra delinquentes.
   Sandra, sua mulher, jovem e ambiciosa, achava esse trabalho um lixo. Como o marido ganhava pouco, moravam num apartamento minúsculo, desde que se casaram há mais de cinco anos e andavam de ônibus, porém o sonho dela era ter uma mansão e um carro de luxo. Se isso não acontecia era só por causa dele. “Você é um incompetente”, dizia. Jordão optava por ignorar as observações da mulher, mesmo porque tinha certeza de que, um dia, seu trabalho seria reconhecido. Um dia ocorreria um assalto, ele identificaria os bandidos, seu nome apareceria nos jornais. E aí Sandra teria de admitir seu erro. Mas, enquanto isso, era um desagradável e irritante bate-boca atrás de outro entre eles. Mas um dia, irritado, Jordão acabou gritando com ela. “Vou me vingar”, ela prometeu, então, vermelha de raiva.
   Um mês depois, ladrões, de madrugada, tiveram a ousadia de entrar num banco vigiado pelas câmeras, levando todo o dinheiro. Jordão foi chamado pela polícia e dirigiu-se, de manhã, para o seu local de trabalho, precisava examinar e ampliar as gravações feitas pelas câmeras. Sem demora, começou a trabalhar, e, de fato, uma das câmeras captara o momento em que os criminosos, três, saíam do banco com as sacolas de dinheiro. Todos estavam com capuzes de lã preta na cabeça. Observava aquilo e então sentiu um baque no coração: junto com os assaltantes havia uma mulher que não usava capuz. Ao contrário, olhava de frente para a câmera sorrindo ironicamente. Ele reconheceu: era Sandra, sua mulher. Então deletou as imagens. À polícia disse que algum problema acontecera com a câmera e que nada fora gravado. A tecnologia é assim: quando menos se espera, ela nos trai.

(Moacyr Scliar, Folha de S.Paulo, 02.05.05. Adaptado)

Assinale a alternativa em que a parte destacada do trecho – ... era um desagradável e irritante bate-boca atrás de outro... (2.º parágrafo) – está escrita corretamente no plural.
Alternativas
Ano: 2012 Banca: VUNESP Órgão: PM-SP Prova: VUNESP - 2012 - PM-SP - Soldado Voluntário |
Q658907 Português

   Não era exatamente um trabalho muito agradável: Jordão supervisionava o funcionamento de 20 câmeras de segurança espalhadas numa área da cidade muito sujeita a assaltos (bancos, lojas, joalherias etc.). Sua tarefa era certificar-se de que as câmeras estavam captando e gravando adequadamente imagens que poderiam servir de prova contra delinquentes.
   Sandra, sua mulher, jovem e ambiciosa, achava esse trabalho um lixo. Como o marido ganhava pouco, moravam num apartamento minúsculo, desde que se casaram há mais de cinco anos e andavam de ônibus, porém o sonho dela era ter uma mansão e um carro de luxo. Se isso não acontecia era só por causa dele. “Você é um incompetente”, dizia. Jordão optava por ignorar as observações da mulher, mesmo porque tinha certeza de que, um dia, seu trabalho seria reconhecido. Um dia ocorreria um assalto, ele identificaria os bandidos, seu nome apareceria nos jornais. E aí Sandra teria de admitir seu erro. Mas, enquanto isso, era um desagradável e irritante bate-boca atrás de outro entre eles. Mas um dia, irritado, Jordão acabou gritando com ela. “Vou me vingar”, ela prometeu, então, vermelha de raiva.
   Um mês depois, ladrões, de madrugada, tiveram a ousadia de entrar num banco vigiado pelas câmeras, levando todo o dinheiro. Jordão foi chamado pela polícia e dirigiu-se, de manhã, para o seu local de trabalho, precisava examinar e ampliar as gravações feitas pelas câmeras. Sem demora, começou a trabalhar, e, de fato, uma das câmeras captara o momento em que os criminosos, três, saíam do banco com as sacolas de dinheiro. Todos estavam com capuzes de lã preta na cabeça. Observava aquilo e então sentiu um baque no coração: junto com os assaltantes havia uma mulher que não usava capuz. Ao contrário, olhava de frente para a câmera sorrindo ironicamente. Ele reconheceu: era Sandra, sua mulher. Então deletou as imagens. À polícia disse que algum problema acontecera com a câmera e que nada fora gravado. A tecnologia é assim: quando menos se espera, ela nos trai.

(Moacyr Scliar, Folha de S.Paulo, 02.05.05. Adaptado)

Assinale a alternativa em que há expressão empregada em sentido figurado.
Alternativas
Ano: 2012 Banca: VUNESP Órgão: PM-SP Prova: VUNESP - 2012 - PM-SP - Soldado Voluntário |
Q658906 Português

   Não era exatamente um trabalho muito agradável: Jordão supervisionava o funcionamento de 20 câmeras de segurança espalhadas numa área da cidade muito sujeita a assaltos (bancos, lojas, joalherias etc.). Sua tarefa era certificar-se de que as câmeras estavam captando e gravando adequadamente imagens que poderiam servir de prova contra delinquentes.
   Sandra, sua mulher, jovem e ambiciosa, achava esse trabalho um lixo. Como o marido ganhava pouco, moravam num apartamento minúsculo, desde que se casaram há mais de cinco anos e andavam de ônibus, porém o sonho dela era ter uma mansão e um carro de luxo. Se isso não acontecia era só por causa dele. “Você é um incompetente”, dizia. Jordão optava por ignorar as observações da mulher, mesmo porque tinha certeza de que, um dia, seu trabalho seria reconhecido. Um dia ocorreria um assalto, ele identificaria os bandidos, seu nome apareceria nos jornais. E aí Sandra teria de admitir seu erro. Mas, enquanto isso, era um desagradável e irritante bate-boca atrás de outro entre eles. Mas um dia, irritado, Jordão acabou gritando com ela. “Vou me vingar”, ela prometeu, então, vermelha de raiva.
   Um mês depois, ladrões, de madrugada, tiveram a ousadia de entrar num banco vigiado pelas câmeras, levando todo o dinheiro. Jordão foi chamado pela polícia e dirigiu-se, de manhã, para o seu local de trabalho, precisava examinar e ampliar as gravações feitas pelas câmeras. Sem demora, começou a trabalhar, e, de fato, uma das câmeras captara o momento em que os criminosos, três, saíam do banco com as sacolas de dinheiro. Todos estavam com capuzes de lã preta na cabeça. Observava aquilo e então sentiu um baque no coração: junto com os assaltantes havia uma mulher que não usava capuz. Ao contrário, olhava de frente para a câmera sorrindo ironicamente. Ele reconheceu: era Sandra, sua mulher. Então deletou as imagens. À polícia disse que algum problema acontecera com a câmera e que nada fora gravado. A tecnologia é assim: quando menos se espera, ela nos trai.

(Moacyr Scliar, Folha de S.Paulo, 02.05.05. Adaptado)

Em – ... precisava examinar e ampliar as gravações feitas pelas câmeras. (3.º parágrafo) – o significado contrário ao da palavra destacada é
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Ano: 2012 Banca: VUNESP Órgão: PM-SP Prova: VUNESP - 2012 - PM-SP - Soldado Voluntário |
Q658905 Português

   Não era exatamente um trabalho muito agradável: Jordão supervisionava o funcionamento de 20 câmeras de segurança espalhadas numa área da cidade muito sujeita a assaltos (bancos, lojas, joalherias etc.). Sua tarefa era certificar-se de que as câmeras estavam captando e gravando adequadamente imagens que poderiam servir de prova contra delinquentes.
   Sandra, sua mulher, jovem e ambiciosa, achava esse trabalho um lixo. Como o marido ganhava pouco, moravam num apartamento minúsculo, desde que se casaram há mais de cinco anos e andavam de ônibus, porém o sonho dela era ter uma mansão e um carro de luxo. Se isso não acontecia era só por causa dele. “Você é um incompetente”, dizia. Jordão optava por ignorar as observações da mulher, mesmo porque tinha certeza de que, um dia, seu trabalho seria reconhecido. Um dia ocorreria um assalto, ele identificaria os bandidos, seu nome apareceria nos jornais. E aí Sandra teria de admitir seu erro. Mas, enquanto isso, era um desagradável e irritante bate-boca atrás de outro entre eles. Mas um dia, irritado, Jordão acabou gritando com ela. “Vou me vingar”, ela prometeu, então, vermelha de raiva.
   Um mês depois, ladrões, de madrugada, tiveram a ousadia de entrar num banco vigiado pelas câmeras, levando todo o dinheiro. Jordão foi chamado pela polícia e dirigiu-se, de manhã, para o seu local de trabalho, precisava examinar e ampliar as gravações feitas pelas câmeras. Sem demora, começou a trabalhar, e, de fato, uma das câmeras captara o momento em que os criminosos, três, saíam do banco com as sacolas de dinheiro. Todos estavam com capuzes de lã preta na cabeça. Observava aquilo e então sentiu um baque no coração: junto com os assaltantes havia uma mulher que não usava capuz. Ao contrário, olhava de frente para a câmera sorrindo ironicamente. Ele reconheceu: era Sandra, sua mulher. Então deletou as imagens. À polícia disse que algum problema acontecera com a câmera e que nada fora gravado. A tecnologia é assim: quando menos se espera, ela nos trai.

(Moacyr Scliar, Folha de S.Paulo, 02.05.05. Adaptado)

Leia as afirmações a seguir.

I. Apesar da idade avançada, Sandra ainda era ambiciosa.
II. Ao relatar à polícia o que as câmeras haviam registrado, Jordão não falou a verdade.
III. Jordão, por tudo o que aconteceu, prometeu vingar-se da sua mulher.

De acordo com o texto, está correto apenas o que se afirma em

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Ano: 2012 Banca: VUNESP Órgão: PM-SP Prova: VUNESP - 2012 - PM-SP - Soldado Voluntário |
Q658904 Português

   Não era exatamente um trabalho muito agradável: Jordão supervisionava o funcionamento de 20 câmeras de segurança espalhadas numa área da cidade muito sujeita a assaltos (bancos, lojas, joalherias etc.). Sua tarefa era certificar-se de que as câmeras estavam captando e gravando adequadamente imagens que poderiam servir de prova contra delinquentes.
   Sandra, sua mulher, jovem e ambiciosa, achava esse trabalho um lixo. Como o marido ganhava pouco, moravam num apartamento minúsculo, desde que se casaram há mais de cinco anos e andavam de ônibus, porém o sonho dela era ter uma mansão e um carro de luxo. Se isso não acontecia era só por causa dele. “Você é um incompetente”, dizia. Jordão optava por ignorar as observações da mulher, mesmo porque tinha certeza de que, um dia, seu trabalho seria reconhecido. Um dia ocorreria um assalto, ele identificaria os bandidos, seu nome apareceria nos jornais. E aí Sandra teria de admitir seu erro. Mas, enquanto isso, era um desagradável e irritante bate-boca atrás de outro entre eles. Mas um dia, irritado, Jordão acabou gritando com ela. “Vou me vingar”, ela prometeu, então, vermelha de raiva.
   Um mês depois, ladrões, de madrugada, tiveram a ousadia de entrar num banco vigiado pelas câmeras, levando todo o dinheiro. Jordão foi chamado pela polícia e dirigiu-se, de manhã, para o seu local de trabalho, precisava examinar e ampliar as gravações feitas pelas câmeras. Sem demora, começou a trabalhar, e, de fato, uma das câmeras captara o momento em que os criminosos, três, saíam do banco com as sacolas de dinheiro. Todos estavam com capuzes de lã preta na cabeça. Observava aquilo e então sentiu um baque no coração: junto com os assaltantes havia uma mulher que não usava capuz. Ao contrário, olhava de frente para a câmera sorrindo ironicamente. Ele reconheceu: era Sandra, sua mulher. Então deletou as imagens. À polícia disse que algum problema acontecera com a câmera e que nada fora gravado. A tecnologia é assim: quando menos se espera, ela nos trai.

(Moacyr Scliar, Folha de S.Paulo, 02.05.05. Adaptado)

Em – ... tiveram a ousadia de entrar num banco... (3.º parágrafo) – a palavra destacada significa
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Ano: 2012 Banca: VUNESP Órgão: PM-SP Prova: VUNESP - 2012 - PM-SP - Soldado Voluntário |
Q658903 Português

   Não era exatamente um trabalho muito agradável: Jordão supervisionava o funcionamento de 20 câmeras de segurança espalhadas numa área da cidade muito sujeita a assaltos (bancos, lojas, joalherias etc.). Sua tarefa era certificar-se de que as câmeras estavam captando e gravando adequadamente imagens que poderiam servir de prova contra delinquentes.
   Sandra, sua mulher, jovem e ambiciosa, achava esse trabalho um lixo. Como o marido ganhava pouco, moravam num apartamento minúsculo, desde que se casaram há mais de cinco anos e andavam de ônibus, porém o sonho dela era ter uma mansão e um carro de luxo. Se isso não acontecia era só por causa dele. “Você é um incompetente”, dizia. Jordão optava por ignorar as observações da mulher, mesmo porque tinha certeza de que, um dia, seu trabalho seria reconhecido. Um dia ocorreria um assalto, ele identificaria os bandidos, seu nome apareceria nos jornais. E aí Sandra teria de admitir seu erro. Mas, enquanto isso, era um desagradável e irritante bate-boca atrás de outro entre eles. Mas um dia, irritado, Jordão acabou gritando com ela. “Vou me vingar”, ela prometeu, então, vermelha de raiva.
   Um mês depois, ladrões, de madrugada, tiveram a ousadia de entrar num banco vigiado pelas câmeras, levando todo o dinheiro. Jordão foi chamado pela polícia e dirigiu-se, de manhã, para o seu local de trabalho, precisava examinar e ampliar as gravações feitas pelas câmeras. Sem demora, começou a trabalhar, e, de fato, uma das câmeras captara o momento em que os criminosos, três, saíam do banco com as sacolas de dinheiro. Todos estavam com capuzes de lã preta na cabeça. Observava aquilo e então sentiu um baque no coração: junto com os assaltantes havia uma mulher que não usava capuz. Ao contrário, olhava de frente para a câmera sorrindo ironicamente. Ele reconheceu: era Sandra, sua mulher. Então deletou as imagens. À polícia disse que algum problema acontecera com a câmera e que nada fora gravado. A tecnologia é assim: quando menos se espera, ela nos trai.

(Moacyr Scliar, Folha de S.Paulo, 02.05.05. Adaptado)

O trecho – ... Sandra teria de admitir seu erro. (2.º parágrafo) – refere-se ao fato de Jordão entender que sua esposa não estava com a razão ao
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Ano: 2012 Banca: VUNESP Órgão: PM-SP Prova: VUNESP - 2012 - PM-SP - Soldado Voluntário |
Q658902 Português

   Não era exatamente um trabalho muito agradável: Jordão supervisionava o funcionamento de 20 câmeras de segurança espalhadas numa área da cidade muito sujeita a assaltos (bancos, lojas, joalherias etc.). Sua tarefa era certificar-se de que as câmeras estavam captando e gravando adequadamente imagens que poderiam servir de prova contra delinquentes.
   Sandra, sua mulher, jovem e ambiciosa, achava esse trabalho um lixo. Como o marido ganhava pouco, moravam num apartamento minúsculo, desde que se casaram há mais de cinco anos e andavam de ônibus, porém o sonho dela era ter uma mansão e um carro de luxo. Se isso não acontecia era só por causa dele. “Você é um incompetente”, dizia. Jordão optava por ignorar as observações da mulher, mesmo porque tinha certeza de que, um dia, seu trabalho seria reconhecido. Um dia ocorreria um assalto, ele identificaria os bandidos, seu nome apareceria nos jornais. E aí Sandra teria de admitir seu erro. Mas, enquanto isso, era um desagradável e irritante bate-boca atrás de outro entre eles. Mas um dia, irritado, Jordão acabou gritando com ela. “Vou me vingar”, ela prometeu, então, vermelha de raiva.
   Um mês depois, ladrões, de madrugada, tiveram a ousadia de entrar num banco vigiado pelas câmeras, levando todo o dinheiro. Jordão foi chamado pela polícia e dirigiu-se, de manhã, para o seu local de trabalho, precisava examinar e ampliar as gravações feitas pelas câmeras. Sem demora, começou a trabalhar, e, de fato, uma das câmeras captara o momento em que os criminosos, três, saíam do banco com as sacolas de dinheiro. Todos estavam com capuzes de lã preta na cabeça. Observava aquilo e então sentiu um baque no coração: junto com os assaltantes havia uma mulher que não usava capuz. Ao contrário, olhava de frente para a câmera sorrindo ironicamente. Ele reconheceu: era Sandra, sua mulher. Então deletou as imagens. À polícia disse que algum problema acontecera com a câmera e que nada fora gravado. A tecnologia é assim: quando menos se espera, ela nos trai.

(Moacyr Scliar, Folha de S.Paulo, 02.05.05. Adaptado)

De acordo com o texto, Jordão
Alternativas
Q658782 Português


Leia a tira abaixo para responder à questão que se segue.  

             

Na ocasião da morte de Steve Jobs, a Época homenageou-o, através da capa de sua revista. Analisando-a , só NÃO se pode inferir que

Imagem associada para resolução da questão

Alternativas
Q658781 Português


Leia a tira abaixo para responder à questão que se segue.  

             

A diferença entre as construções sintáticas determina, também, diferentes sentidos para o que está enunciado sobre o sujeito.

Assinale a alternativa em que a articulação sintática entre as três ideias abaixo expressas melhor se aproxima do sentido da tirinha.

I. Jobs é acusado de ter sido egocêntrico, arrogante e um chefe tirano.

II. Jobs criou o Ipad.

III. Jobs merece o reino do céu.

Alternativas
Q658780 Português


Leia a tira abaixo para responder à questão que se segue.  

             

Sobre a tira acima, NÃO se pode afirmar que
Alternativas
Q658779 Português

Analise o excerto abaixo e assinale V para as proposições (verdadeiras) e F para as (falsas).

Em astronomia, quando as órbitas de duas estrelas se entrecruzam por causa da interação gravitacional, tem-se um sistema binário. (l. 01-03)

( ) A oração principal é constituída por sujeito simples.

( ) Há três elementos que exercem função sintática adverbial.

( ) O verbo entrecruzar é formado pelo processo de formação vocabular parassíntese.

( ) As duas ocorrências do se classificam-se morfologicamente como pronome pessoal oblíquo.

( ) Há, no excerto, uma preposição e uma locução prepositiva que estabelecem relações de estado e consequência, respectivamente.

A sequência correta é:

Alternativas
Q658778 Português
Assinale a opção correta quanto à análise das palavras abaixo, em destaque, retiradas do texto II
Alternativas
Q658777 Português

Leia o período abaixo.

Cada qual se achava mais inteligente do que o outro, mas Steve em geral tratava Bill como alguém levemente inferior, sobretudo em questões de gosto e estilo”, diz Andy Hertzfeld.” (l. 32 a 35).

Analisando morfologicamente as palavras destacadas acima, pode-se afirmar que a expressão

Alternativas
Q658776 Português
Há palavras na língua, chamadas de homônimas, que apresentam a mesma pronúncia, ou a mesma grafia, ou ainda, a mesma pronúncia e grafia, porém possuem significados diferentes. Assinale o período abaixo em que NÃO há este tipo de vocábulo.
Alternativas
Q658775 Português

O texto II desenvolve-se basicamente pela oposição entre Jobs e Gates. Leia as inferências abaixo.  

I. Reconhecia as qualidades do adversário em meio aos inúmeros defeitos que nele apontava.

II. A racionalidade era o elemento estruturante de sua personalidade.

III. Era genial, contudo arrogante e intransigente.

IV. Era direto, incisivo e apaixonante.

V. Primava pela praticidade dos produtos que criava.

A(s) inferência(s) que se relaciona(m) a Bill Gates é(são), apenas:  

Alternativas
Q658774 Português

Marque a alternativa INCORRETA a respeito do trecho abaixo destacado.

“Gates era mais metódico; as reuniões para exame dos produtos tinham horário rígido, e ele chegava ao cerne das questões com uma habilidade ímpar.” (l. 26 a 28)

Alternativas
Respostas
11701: B
11702: A
11703: D
11704: D
11705: A
11706: B
11707: E
11708: B
11709: C
11710: B
11711: D
11712: C
11713: A
11714: C
11715: B
11716: D
11717: D
11718: A
11719: B
11720: B