Questões Militares Sobre português

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Q658769 Português

Assinale a alternativa em que o uso da vírgula se dá pela mesma razão da que se percebe no trecho abaixo.

“A Microsoft e a Apple vieram ao mundo praticamente ao mesmo tempo, em meados dos anos 1970, criadas na garagem de jovens estudantes.” (l. 01 a 03)

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Q658768 Português

Analise o período abaixo:

“A Apple estava à beira da falência e só ganhou sobrevida porque recebeu um aporte de 150 milhões de dólares da Microsoft.” (l. 12 a 15)

Nele, pode-se afirmar que

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Q658767 Português
As palavras genuinamente (l. 16), presciência (l. 33) e aporte (l. 14) só NÃO podem ser substituídas, correta e respectivamente, no contexto, por
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Q658766 Português
Assinale a alternativa em que o termo retomado pelo mecanismo coesivo em destaque foi corretamente indicado entre parênteses:
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Q658765 Português
Mesmo em um texto em que haja o predomínio da função referencial da linguagem, é possível identificar passagens em que o autor, mais que transmitir informações sobre a realidade, apresenta seu posicionamento, ou seja, deixa transparecer um juízo de valor em relação ao referente. Em todas as alternativas isso acontece, EXCETO em:
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Q658764 Português
Assinale a alternativa que traz uma leitura correta do texto.
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Ano: 2012 Banca: FCC Órgão: PM-MG Prova: FCC - 2012 - PM-MG - Assistente Administrativo |
Q657283 Português

Observe o gráfico abaixo: 

             

                 Imagem associada para resolução da questão


Analisando as informações contidas no gráfico, é correto afirmar: 

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Ano: 2012 Banca: FCC Órgão: PM-MG Prova: FCC - 2012 - PM-MG - Assistente Administrativo |
Q657282 Português

− Ã-hã, quer entrar, pode entrar... Mecê sabia que eu moro aqui? Como é que sabia? Hum, hum...Cavalo seu é esse só? Ixe! Cavalo tá manco, aguado. Presta mais não.

(João Guimarães Rosa. Trecho de "Meu tio o Iauaretê", adaptado. Estas estórias, Rio de Janeiro, José Olympio, 1969, p.126)

Observando-se a variedade linguística de que se vale o falante do trecho acima, percebe-se uso de 

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Ano: 2012 Banca: FCC Órgão: PM-MG Prova: FCC - 2012 - PM-MG - Assistente Administrativo |
Q657281 Português

                                                  Eu, etiqueta

                         Em minha calça está grudado um nome

                        Que não é meu de batismo ou de cartório

                        Um nome... estranho.

                        Meu blusão traz lembrete de bebida

                        Que jamais pus na boca, nessa vida,

                        Em minha camiseta, a marca de cigarro

                        Que não fumo, até hoje não fumei.

                        Minhas meias falam de produtos

                        Que nunca experimentei

                       Mas são comunicados a meus pés.

                                  [...]

                        Desde a cabeça ao bico dos sapatos,

                        São mensagens,

                        Letras falantes,

                        Gritos visuais,

                        Ordens de uso, abuso, reincidências.

                        Costume, hábito, premência,

                        Indispensabilidade,

                       E fazem de mim homem-anúncio itinerante,

                       Escravo da matéria anunciada.

                                       [...]

                       Não sou − vê lá − anúncio contratado.

                       Eu é que mimosamente pago

                       Para anunciar, para vender

                                      [...]

                       Por me ostentar assim, tão orgulhoso

                       De ser não eu, mas artigo industrial,

                       Peço que meu nome retifiquem.

                       Já não me convém o título de homem.

                       Meu nome novo é Coisa.

                       Eu sou a Coisa, coisamente.

                             (Carlos Drummond de Andrade. Corpo. Rio de Janeiro, Record, 1984

Eu sou a Coisa, coisamente. 

Considerando-se que coisamente não existe no dicionário, é correto afirmar que

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Ano: 2012 Banca: FCC Órgão: PM-MG Prova: FCC - 2012 - PM-MG - Assistente Administrativo |
Q657279 Português

                                                  Eu, etiqueta

                         Em minha calça está grudado um nome

                        Que não é meu de batismo ou de cartório

                        Um nome... estranho.

                        Meu blusão traz lembrete de bebida

                        Que jamais pus na boca, nessa vida,

                        Em minha camiseta, a marca de cigarro

                        Que não fumo, até hoje não fumei.

                        Minhas meias falam de produtos

                        Que nunca experimentei

                       Mas são comunicados a meus pés.

                                  [...]

                        Desde a cabeça ao bico dos sapatos,

                        São mensagens,

                        Letras falantes,

                        Gritos visuais,

                        Ordens de uso, abuso, reincidências.

                        Costume, hábito, premência,

                        Indispensabilidade,

                       E fazem de mim homem-anúncio itinerante,

                       Escravo da matéria anunciada.

                                       [...]

                       Não sou − vê lá − anúncio contratado.

                       Eu é que mimosamente pago

                       Para anunciar, para vender

                                      [...]

                       Por me ostentar assim, tão orgulhoso

                       De ser não eu, mas artigo industrial,

                       Peço que meu nome retifiquem.

                       Já não me convém o título de homem.

                       Meu nome novo é Coisa.

                       Eu sou a Coisa, coisamente.

                             (Carlos Drummond de Andrade. Corpo. Rio de Janeiro, Record, 1984

Há no poema de Drummond
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Ano: 2012 Banca: FCC Órgão: PM-MG Prova: FCC - 2012 - PM-MG - Assistente Administrativo |
Q657278 Português

      Depois de subir uma serra que parecia elevar-se do caos, o taubateano Antônio Dias de Oliveira se deparou com uma vista inebriante: uma sequência de morros enrugados, separados por precipícios e vales. No fundo desses grotões, corriam córregos de água transparente. O mais volumoso deles era o Tripuí. Foi nele que Antônio Dias encontrou um ouro tão escuro que foi chamado de ouro preto. A região, que ficaria conhecida como Ouro Preto, tinha uma formação geológica rara. Portugal tinha enfim seu Eldorado. O ouro era encontrado nas margens e nos leitos dos rios, e até à flor da terra.

      Já em 1697, el-rei pôde sentir em suas mãos o metal precioso do Brasil. Naquele ano, doze navios vindos do Rio de Janeiro aportaram em Lisboa. Além do tradicional açúcar, traziam ouro em barra. A presença do metal na frota vinda do Brasil era tão inusitada que espiões franceses pensaram que o ouro era proveniente do Peru. Mas logo todos saberiam da novidade e o mundo voltaria seus olhos para o Brasil.

      Como só havia dois caminhos que levavam às lavras, o trânsito de ambos se intensificou. Os estrangeiros que chegavam por Salvador ou Recife se embolavam às massas vindas do Nordeste. Juntos, desciam às minas acompanhando o rio São Francisco até o ponto em que este se encontra com o rio das Velhas, já em território mineiro. Os portugueses que desembarcavam no Rio de Janeiro seguiam o fluxo dos moradores da cidade. Em Guaratinguetá, portugueses e fluminenses agregavam-se às multidões vindas do Sul e de São Paulo e, unidos, subiam o chamado Caminho Geral do Sertão, que terminava nas minas.

      Foi dessa forma desordenada e no meio do sertão bruto que pela primeira vez o Brasil se encontrou.

(Adaptado de: Lucas Figueiredo. Boa Ventura!. Rio de Janeiro, Record, 2011, pp. 120; 131; 135) 

O segmento em que o autor emite uma opinião pessoal é: 
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Ano: 2012 Banca: FCC Órgão: PM-MG Prova: FCC - 2012 - PM-MG - Assistente Administrativo |
Q657277 Português

      Depois de subir uma serra que parecia elevar-se do caos, o taubateano Antônio Dias de Oliveira se deparou com uma vista inebriante: uma sequência de morros enrugados, separados por precipícios e vales. No fundo desses grotões, corriam córregos de água transparente. O mais volumoso deles era o Tripuí. Foi nele que Antônio Dias encontrou um ouro tão escuro que foi chamado de ouro preto. A região, que ficaria conhecida como Ouro Preto, tinha uma formação geológica rara. Portugal tinha enfim seu Eldorado. O ouro era encontrado nas margens e nos leitos dos rios, e até à flor da terra.

      Já em 1697, el-rei pôde sentir em suas mãos o metal precioso do Brasil. Naquele ano, doze navios vindos do Rio de Janeiro aportaram em Lisboa. Além do tradicional açúcar, traziam ouro em barra. A presença do metal na frota vinda do Brasil era tão inusitada que espiões franceses pensaram que o ouro era proveniente do Peru. Mas logo todos saberiam da novidade e o mundo voltaria seus olhos para o Brasil.

      Como só havia dois caminhos que levavam às lavras, o trânsito de ambos se intensificou. Os estrangeiros que chegavam por Salvador ou Recife se embolavam às massas vindas do Nordeste. Juntos, desciam às minas acompanhando o rio São Francisco até o ponto em que este se encontra com o rio das Velhas, já em território mineiro. Os portugueses que desembarcavam no Rio de Janeiro seguiam o fluxo dos moradores da cidade. Em Guaratinguetá, portugueses e fluminenses agregavam-se às multidões vindas do Sul e de São Paulo e, unidos, subiam o chamado Caminho Geral do Sertão, que terminava nas minas.

      Foi dessa forma desordenada e no meio do sertão bruto que pela primeira vez o Brasil se encontrou.

(Adaptado de: Lucas Figueiredo. Boa Ventura!. Rio de Janeiro, Record, 2011, pp. 120; 131; 135) 

Existe relação de causa e consequência entre as orações:
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Ano: 2012 Banca: FCC Órgão: PM-MG Prova: FCC - 2012 - PM-MG - Assistente Administrativo |
Q657276 Português

      Depois de subir uma serra que parecia elevar-se do caos, o taubateano Antônio Dias de Oliveira se deparou com uma vista inebriante: uma sequência de morros enrugados, separados por precipícios e vales. No fundo desses grotões, corriam córregos de água transparente. O mais volumoso deles era o Tripuí. Foi nele que Antônio Dias encontrou um ouro tão escuro que foi chamado de ouro preto. A região, que ficaria conhecida como Ouro Preto, tinha uma formação geológica rara. Portugal tinha enfim seu Eldorado. O ouro era encontrado nas margens e nos leitos dos rios, e até à flor da terra.

      Já em 1697, el-rei pôde sentir em suas mãos o metal precioso do Brasil. Naquele ano, doze navios vindos do Rio de Janeiro aportaram em Lisboa. Além do tradicional açúcar, traziam ouro em barra. A presença do metal na frota vinda do Brasil era tão inusitada que espiões franceses pensaram que o ouro era proveniente do Peru. Mas logo todos saberiam da novidade e o mundo voltaria seus olhos para o Brasil.

      Como só havia dois caminhos que levavam às lavras, o trânsito de ambos se intensificou. Os estrangeiros que chegavam por Salvador ou Recife se embolavam às massas vindas do Nordeste. Juntos, desciam às minas acompanhando o rio São Francisco até o ponto em que este se encontra com o rio das Velhas, já em território mineiro. Os portugueses que desembarcavam no Rio de Janeiro seguiam o fluxo dos moradores da cidade. Em Guaratinguetá, portugueses e fluminenses agregavam-se às multidões vindas do Sul e de São Paulo e, unidos, subiam o chamado Caminho Geral do Sertão, que terminava nas minas.

      Foi dessa forma desordenada e no meio do sertão bruto que pela primeira vez o Brasil se encontrou.

(Adaptado de: Lucas Figueiredo. Boa Ventura!. Rio de Janeiro, Record, 2011, pp. 120; 131; 135) 

A presença do metal na frota vinda do Brasil era tão inusitada que espiões franceses pensaram que o ouro era proveniente do Peru. (2° parágrafo) 


De acordo com o contexto, o termo grifado na frase acima significa: 

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Ano: 2012 Banca: FCC Órgão: PM-MG Prova: FCC - 2012 - PM-MG - Assistente Administrativo |
Q657275 Português

      Depois de subir uma serra que parecia elevar-se do caos, o taubateano Antônio Dias de Oliveira se deparou com uma vista inebriante: uma sequência de morros enrugados, separados por precipícios e vales. No fundo desses grotões, corriam córregos de água transparente. O mais volumoso deles era o Tripuí. Foi nele que Antônio Dias encontrou um ouro tão escuro que foi chamado de ouro preto. A região, que ficaria conhecida como Ouro Preto, tinha uma formação geológica rara. Portugal tinha enfim seu Eldorado. O ouro era encontrado nas margens e nos leitos dos rios, e até à flor da terra.

      Já em 1697, el-rei pôde sentir em suas mãos o metal precioso do Brasil. Naquele ano, doze navios vindos do Rio de Janeiro aportaram em Lisboa. Além do tradicional açúcar, traziam ouro em barra. A presença do metal na frota vinda do Brasil era tão inusitada que espiões franceses pensaram que o ouro era proveniente do Peru. Mas logo todos saberiam da novidade e o mundo voltaria seus olhos para o Brasil.

      Como só havia dois caminhos que levavam às lavras, o trânsito de ambos se intensificou. Os estrangeiros que chegavam por Salvador ou Recife se embolavam às massas vindas do Nordeste. Juntos, desciam às minas acompanhando o rio São Francisco até o ponto em que este se encontra com o rio das Velhas, já em território mineiro. Os portugueses que desembarcavam no Rio de Janeiro seguiam o fluxo dos moradores da cidade. Em Guaratinguetá, portugueses e fluminenses agregavam-se às multidões vindas do Sul e de São Paulo e, unidos, subiam o chamado Caminho Geral do Sertão, que terminava nas minas.

      Foi dessa forma desordenada e no meio do sertão bruto que pela primeira vez o Brasil se encontrou.

(Adaptado de: Lucas Figueiredo. Boa Ventura!. Rio de Janeiro, Record, 2011, pp. 120; 131; 135) 

O texto apresenta, predominantemente, características 
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Ano: 2012 Banca: FCC Órgão: PM-MG Prova: FCC - 2012 - PM-MG - Assistente Administrativo |
Q657274 Português

      Depois de subir uma serra que parecia elevar-se do caos, o taubateano Antônio Dias de Oliveira se deparou com uma vista inebriante: uma sequência de morros enrugados, separados por precipícios e vales. No fundo desses grotões, corriam córregos de água transparente. O mais volumoso deles era o Tripuí. Foi nele que Antônio Dias encontrou um ouro tão escuro que foi chamado de ouro preto. A região, que ficaria conhecida como Ouro Preto, tinha uma formação geológica rara. Portugal tinha enfim seu Eldorado. O ouro era encontrado nas margens e nos leitos dos rios, e até à flor da terra.

      Já em 1697, el-rei pôde sentir em suas mãos o metal precioso do Brasil. Naquele ano, doze navios vindos do Rio de Janeiro aportaram em Lisboa. Além do tradicional açúcar, traziam ouro em barra. A presença do metal na frota vinda do Brasil era tão inusitada que espiões franceses pensaram que o ouro era proveniente do Peru. Mas logo todos saberiam da novidade e o mundo voltaria seus olhos para o Brasil.

      Como só havia dois caminhos que levavam às lavras, o trânsito de ambos se intensificou. Os estrangeiros que chegavam por Salvador ou Recife se embolavam às massas vindas do Nordeste. Juntos, desciam às minas acompanhando o rio São Francisco até o ponto em que este se encontra com o rio das Velhas, já em território mineiro. Os portugueses que desembarcavam no Rio de Janeiro seguiam o fluxo dos moradores da cidade. Em Guaratinguetá, portugueses e fluminenses agregavam-se às multidões vindas do Sul e de São Paulo e, unidos, subiam o chamado Caminho Geral do Sertão, que terminava nas minas.

      Foi dessa forma desordenada e no meio do sertão bruto que pela primeira vez o Brasil se encontrou.

(Adaptado de: Lucas Figueiredo. Boa Ventura!. Rio de Janeiro, Record, 2011, pp. 120; 131; 135) 

Segundo o texto, 
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Ano: 2012 Banca: FGV Órgão: PM-MA Prova: FGV - 2012 - PM-MA - Soldado da Polícia Militar |
Q647225 Português

“O dever dos juízes é fazer justiça; | sua profissão, a de deferi-la” (La Bruyère)

Nessa frase, o segundo segmento traz três termos que repetem termos anteriores; tais termos são, respectivamente: 

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Ano: 2012 Banca: FGV Órgão: PM-MA Prova: FGV - 2012 - PM-MA - Soldado da Polícia Militar |
Q647224 Português

“A luta contra a criminalidade organizada é muito difícil, porque a criminalidade é organizada, mas nós não”.(A. Amurri)

Com relação aos componentes desse pensamento de Amurri, assinale a afirmativa incorreta.

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Ano: 2012 Banca: FGV Órgão: PM-MA Prova: FGV - 2012 - PM-MA - Soldado da Polícia Militar |
Q647223 Português

“É melhor prevenir os crimes do que puni-los” (C. Beccaria)

Assinale a alternativa que apresenta o pensamento adequado ao que é expresso nessa frase. 

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Ano: 2012 Banca: FGV Órgão: PM-MA Prova: FGV - 2012 - PM-MA - Soldado da Polícia Militar |
Q647222 Português

“Quanto mais a pena for rápida e próxima do delito, tanto mais justa e útil ela será” (C. Beccaria).

Essas palavras apontam para uma crítica muito comum entre os brasileiros, que diz respeito à:

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Ano: 2012 Banca: FGV Órgão: PM-MA Prova: FGV - 2012 - PM-MA - Soldado da Polícia Militar |
Q647221 Português

Um político inglês declarou certa vez que “Não se enforca um homem por ele ter roubado cavalos, mas para que os cavalos não sejam mais roubados”.

Nesse caso, para esse político, a pena aplicada ao criminoso deve ser considerada como

Alternativas
Respostas
11501: B
11502: A
11503: B
11504: C
11505: D
11506: B
11507: B
11508: D
11509: C
11510: D
11511: B
11512: A
11513: D
11514: A
11515: C
11516: B
11517: D
11518: E
11519: A
11520: C