Questões Militares Sobre português

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Q494080 Português
Considere o texto abaixo.

Todos os alunos estavam cientes de que a aula começaria no horário de sempre. Os próprios representantes de classe insistiram em que todos preferiam assim. Dessa forma, o reitor decidiu que puniria os alunos retardatários.

Assinale a alternativa com a afirmação correta quanto à classificação das orações subordinadas substantivas em destaque.
Alternativas
Q494079 Português
Leia:

Procurei desesperadamente por meu irmãozinho, que havia se perdido na multidão. Finalmente, perto do palanque dos jurados, encontrei- __________ chorando muito.

Assinale a alternativa que contém o termo cuja função sintática é a de objeto direto.
Alternativas
Q494078 Português
Assinale a alternativa cuja frase obedece à norma culta quanto à regência dos verbos em destaque.
Alternativas
Q494077 Português
Assinale a alternativa em que não há adjetivo.
Alternativas
Q494076 Português
Leia o poema seguinte.

Não nasci no começo deste século:
Nasci no plano do eterno,
Nasci de mil vidas superpostas,
Nasci de mil ternuras desdobradas.
Vim para conhecer o mal e o bem
E para separar o mal do bem.


Classifica-se como objeto indireto o termo
Alternativas
Q494075 Português
Qual é o total de adjuntos adnominais da frase abaixo?

Um motivo que atraiu a indústria cinematográfica para Hollywood foi o clima californiano.
Alternativas
Q494074 Português
Relacione as colunas quanto à justificativa da pontuação. Em seguida, assinale a alternativa com a sequência correta.

I. Para digerir o saber, é necessário que ele seja devorado com apetite.

II. O papel, explicam os cientistas, amarela com o tempo por causa de uma substância chamada lignina.

III. O rio São Francisco permite a agricultura em suas margens, irriga terras distantes.

A(s) vírgula(s) separa(m)

( ) a oração assindética.
( ) a oração intercalada.
( ) a oração adverbial reduzida.
Alternativas
Q494073 Português
                                              Vai morrer de quê?

       Foi Arthur Schopenhauer quem afirmou que o homem está condenado a ser um eterno insatisfeito. Nós nos esforçamos e sofremos para tentar obter aquilo que desejamos, mas, quando finalmente conseguimos, o sentimento de satisfação é no máximo efêmero. Surge um novo desejo, num ciclo torturante que se repete ao longo de toda a vida.

        Para não desmentir o filósofo, faço uma análise pessimista dos avanços da medicina. É verdade que esse ramo do saber deu, ao longo do tempo, passos notáveis, que tiveram significativo impacto na saúde e na vida das pessoas. Em 1950, 40% dos óbitos no Brasil se deviam a moléstias infectocontagiosas; hoje, elas são menos de 10%. Em termos de expectativa de vida ao nascer, passamos dos 43,3 anos em 1950 para 73,5 em 2010.

         Ótimo, não? Sim, mas, como todos precisamos morrer de alguma coisa, quando tiramos as doenças infecciosas da frente, pulamos para o próximo item da lista, que são as moléstias cardiovasculares. Elas representavam 12% do óbitos em 1950 e hoje são 40%. E a coisa não para por aí. As causas cardíacas já vão perdendo espaço para outras moléstias, notadamente os cânceres, mas também demências, doenças que afetam a mobilidade, e as várias enfermidades crônicas capazes de tornar nossa existência especialmente miserável.

         Estamos ficando mais saudáveis, mas isso apenas nos empurra para mortes mais sofridas. Schopenhauer morreu do coração em 1860 sentado no sofá de sua casa com seu gato.

                                                      (Hélio Schwartsman - texto adaptado, Folha de S. Paulo, 30/11/2014)
De que modo o último parágrafo se relaciona aos anteriores?
Alternativas
Q494072 Português
                                              Vai morrer de quê?

       Foi Arthur Schopenhauer quem afirmou que o homem está condenado a ser um eterno insatisfeito. Nós nos esforçamos e sofremos para tentar obter aquilo que desejamos, mas, quando finalmente conseguimos, o sentimento de satisfação é no máximo efêmero. Surge um novo desejo, num ciclo torturante que se repete ao longo de toda a vida.

        Para não desmentir o filósofo, faço uma análise pessimista dos avanços da medicina. É verdade que esse ramo do saber deu, ao longo do tempo, passos notáveis, que tiveram significativo impacto na saúde e na vida das pessoas. Em 1950, 40% dos óbitos no Brasil se deviam a moléstias infectocontagiosas; hoje, elas são menos de 10%. Em termos de expectativa de vida ao nascer, passamos dos 43,3 anos em 1950 para 73,5 em 2010.

         Ótimo, não? Sim, mas, como todos precisamos morrer de alguma coisa, quando tiramos as doenças infecciosas da frente, pulamos para o próximo item da lista, que são as moléstias cardiovasculares. Elas representavam 12% do óbitos em 1950 e hoje são 40%. E a coisa não para por aí. As causas cardíacas já vão perdendo espaço para outras moléstias, notadamente os cânceres, mas também demências, doenças que afetam a mobilidade, e as várias enfermidades crônicas capazes de tornar nossa existência especialmente miserável.

         Estamos ficando mais saudáveis, mas isso apenas nos empurra para mortes mais sofridas. Schopenhauer morreu do coração em 1860 sentado no sofá de sua casa com seu gato.

                                                      (Hélio Schwartsman - texto adaptado, Folha de S. Paulo, 30/11/2014)
Marque V para verdadeiro e F para falso. Em seguida, assinale a alternativa com a sequência correta.

A medicina deu passos notáveis ao longo do tempo, porque

( ) em cerca de 60 anos, o número de óbitos por moléstia infectocontagiosas diminuiu pelo menos 30%.
( ) hoje a expectativa de vida ao nascer é 30,2 anos maior que em 1950.
( ) conseguiu melhorar a saúde e a vida das pessoas, que estão completamente livres das doenças graves.
( ) atualmente morrem menos pessoas por infecção, em comparação com os anos 50.
Alternativas
Q494071 Português
                                              Vai morrer de quê?

       Foi Arthur Schopenhauer quem afirmou que o homem está condenado a ser um eterno insatisfeito. Nós nos esforçamos e sofremos para tentar obter aquilo que desejamos, mas, quando finalmente conseguimos, o sentimento de satisfação é no máximo efêmero. Surge um novo desejo, num ciclo torturante que se repete ao longo de toda a vida.

        Para não desmentir o filósofo, faço uma análise pessimista dos avanços da medicina. É verdade que esse ramo do saber deu, ao longo do tempo, passos notáveis, que tiveram significativo impacto na saúde e na vida das pessoas. Em 1950, 40% dos óbitos no Brasil se deviam a moléstias infectocontagiosas; hoje, elas são menos de 10%. Em termos de expectativa de vida ao nascer, passamos dos 43,3 anos em 1950 para 73,5 em 2010.

         Ótimo, não? Sim, mas, como todos precisamos morrer de alguma coisa, quando tiramos as doenças infecciosas da frente, pulamos para o próximo item da lista, que são as moléstias cardiovasculares. Elas representavam 12% do óbitos em 1950 e hoje são 40%. E a coisa não para por aí. As causas cardíacas já vão perdendo espaço para outras moléstias, notadamente os cânceres, mas também demências, doenças que afetam a mobilidade, e as várias enfermidades crônicas capazes de tornar nossa existência especialmente miserável.

         Estamos ficando mais saudáveis, mas isso apenas nos empurra para mortes mais sofridas. Schopenhauer morreu do coração em 1860 sentado no sofá de sua casa com seu gato.

                                                      (Hélio Schwartsman - texto adaptado, Folha de S. Paulo, 30/11/2014)
Relacionando a citação do filósofo, apresentada no primeiro parágrafo, com as ideias desenvolvidas ao longo do texto, pode-se afirmar que
Alternativas
Q493998 Português
Assinale a alternativa em que o acento grave indicador de crase foi empregado incorretamente.
Alternativas
Q493996 Português
Marque a alternativa correta quanto à regência nominal em destaque.
Alternativas
Q493995 Português
Assinale a alternativa em que a indicação do processo de formação de palavras colocado entre parênteses está correta em relação à palavra em destaque na frase.
Alternativas
Q493994 Português
Assinale a alternativa em que há erro na flexão de gênero do substantivo em destaque.
Alternativas
Q493993 Português
Leia:

O autismo não tem cura, (1)no entanto o diagnóstico precoce faz toda a diferença, (2)pois ele colabora com o tratamento do autista.

As orações coordenadas sindéticas em destaque classificam-se, respectivamente, como
Alternativas
Q493992 Português
Leia:

A carona solidária é uma alternativa simples e eficaz para o trânsito caótico da capital paulistana. É uma medida que independe de decisão político-administrativa. A ideia surgiu em vários lugares com objetivo semelhante: economia de tempo e dinheiro.

Analise as afirmações:

I. Há no texto apenas dois adjetivos uniformes. São eles: simples e eficaz.

II. O plural do adjetivo composto político-administrativa é político-administrativas.

III. Paulistana é um adjetivo simples.

IV. Não há adjetivo derivado no texto.

Estão corretas apenas
Alternativas
Q493990 Português
Observe:

I. E, minha senhora, desde aquele dia,
as coisas ficaram mal para mim,
e vós, filha de Dom Paio Muniz,
tendes a impressão de que eu possuo
roupa luxuosa para vós.

II. Filha de Dom Paio Muniz, desde aquele dia,
as coisas ficaram mal para mim.
Minha senhora, tendes a impressão
de que eu possuo roupa luxuosa para vós.

A respeito dos termos em destaque, assinale a alternativa com a afirmação correta.
Alternativas
Q493989 Português
Em relação aos verbos em destaque abaixo, assinale a alternativa em que há erro de concordância.
Alternativas
Q493986 Português
Leia:

Ao chegar à idade de dar acordo da vida, achou-se em casa de um barbeiro (1) que dele cuidava, porém (2) que nunca lhe disse (3) se era ou não seu pai ou seu parente, nem tampouco o motivo (4) por que tratava da sua pessoa.
Alternativas
Q493984 Português
Assinale a alternativa em que o termo em destaque é complemento nominal.
Alternativas
Respostas
10101: D
10102: A
10103: B
10104: D
10105: A
10106: B
10107: D
10108: D
10109: A
10110: B
10111: B
10112: D
10113: A
10114: A
10115: D
10116: C
10117: D
10118: E
10119: D
10120: C