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Questões Militares Sobre português

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Q848681 Português

Leia as sentenças abaixo, observando nelas a correção ortográfica das palavras destacadas.


1 - O belo corte de seda pedia mãos delicadas e olhos perscrutadores a cuidar das minúscias do maravilhoso bordado que brilharia no corpo da noiva.

2 - Todos os dias, ao longe, ouvia o apito do requintado trem. O som lhe parecia mais um gorjeio que a levava para dentro de uma cabina de luxo, onde tomava chá como uma dama invejada.

3 - A criança, doida pelo presente, expiava o colorido papel que cobria a grande caixa, imaginando que dali saltaria seu amado, macio e branco urso.


Está(ão) correta(s) a(s) sentença(s)

Alternativas
Q848680 Português

Leia as frases:


I. Gostava de doces caramelizados da doçaria de Dona Dalva.

II. No shopping, vigiava-a com a discrição de um investigador profissional.

III. Entre livros e cadernos velhos, na estante, encontrou um bilhete da antiga namorada.

IV. Lembrava-se ainda do período de sua infância vivida naquela cidadezinha do interior do Brasil.


Há objeto direto nas sentenças

Alternativas
Q848679 Português
O vocábulo alistar segue o mesmo processo de formação de palavras presente em
Alternativas
Q848678 Português

Identifique a função sintática dos termos destacados nas sentenças abaixo e, em seguida, assinale a alternativa que contém a sequência correta da classificação desses termos.


1 - A aldeia era povoada de caiçaras.

2 - O artista estava cercado de fãs adolescentes.

3 - As plantas ficaram ávidas de água revigorante.

4 - Todos foram tomados de sentimentos apaziguadores.

Alternativas
Q848677 Português

Leia o texto a seguir e responda ao que se pede.


Chamas de louco ou tolo ao apaixonado que sente ciúmes quando ouve sua amada dizer que na véspera de tarde o céu estava uma coisa lindíssima, com mil pequenas nuvens de leve púrpura sobre um azul de sonho. (Rubem Braga)


Assinale a alternativa correta referente ao adjetivo destacado no texto.

Alternativas
Q848676 Português
Na sentença “As luzes se apagaram, e, paulatinamente, aquele mar de gente silenciou e aguardou... De repente, ouve-se um forte brado vindo do fundo do palco, que explode em luzes e vida junto com a multidão.”, há mudança de tempo verbal: do pretérito perfeito do indicativo os verbos ouvir e explodir passam para o presente do indicativo, possibilidade que se justifica pelo seguinte motivo:
Alternativas
Q848675 Português
As palavras abaixo estão corretamente acentuadas em
Alternativas
Q848674 Português

Considere os três períodos abaixo:


I. O estado de saúde do menino piorou.

II. A família levou-o para atendimento médico.

III. O hospital estava lotado e não havia vaga para internação do enfermo.


Formando um só período com as orações expressas nas sentenças, assinale a alternativa que traz a correta sequência das conjunções coordenativas que explicitam corretamente a relação de sentido entre elas.

Alternativas
Q848673 Português

Leia:


Abandonado à escrivaninha em São Paulo/ Na minha casa (...)/ De sopetão senti um friúme por dentro/ Fiquei trêmulo, muito comovido/ Com o livro palerma olhando para mim.

(Mário de Andrade)


Assinale a alternativa que corresponde ao exato número de advérbios e locuções adverbiais presentes ao texto acima.

Alternativas
Q848672 Português

Assinale a alternativa que traz a correta sequência dos termos que preenchem as lacunas do poema abaixo, observando a regência dos verbos que os exigem.


Hão de chorar___ ela os cinamomos;

Murchando as flores ao tombar do dia.

Dos laranjais hão de cair os pomos,

Lembrando-se________que____ colhia.

[...]

Hão de chorar a irmã que____sorria.

[...]

A lua que lhe foi mãe carinhosa,

Que a viu nascer e amar, há de envolvê(ver)____

Entre lírios e pétalas de rosa.

(Alphonsus de Guimaraens)

Alternativas
Q848671 Português

Leia:


Imagem associada para resolução da questão


Assinale a alternativa referente ao verso em que a conjunção e estabelece relação de sentido diferente das demais.

Alternativas
Q848670 Português

                                             Quem casa quer casa


      Num tempo em que se casava depois de namorar e noivar, viajei com meu marido para a minha primeira casa, no mesmo dia do meu casamento. Partia na verdade para um reino onde, tendo modos à mesa e usando meia fina, seria uma mulher distinta como Dona Alice e seu marido saindo para a missa das dez. Pois sim, meu enxoval (...) foi despachado com zelo pela via férrea para uma cidade longe, tão longe que não pude eu mesma escolher casa e coisas. Como você quer nossos móveis?, havia perguntado meu noivo. Ah, eu disse, você pode escolher, mas gosto mesmo é daqueles escuros, pretos. Pensava na maravilhosa cristaleira de Dona Cecília, móveis de pernas torneadas e brilhantes, cama de cabeceira alta. Para a cozinha achei melhor nem sugerir, apostando na surpresa. Você pode cuidar de tudo, respondi a meu noivo atrapalhado com as providências, os poucos dias de folga na empresa, sozinho (...). Foi abrir a porta de nossa casa com alpendre e levei o primeiro susto de muitos de minha vida de casada. A mobília - palavra que sempre detestei - era daquele amarelo bonito de peroba. Tem pouco uso, disse meu marido, comprei de um colega que se mudou daqui. Gostei da cristaleira, seus espelhos multiplicando o ‘jogo de porcelana’ - que invenção! A cama era feia, egressa de um outro desenho, sem nada a ver com a sala. E a cozinha? O mesmo fogão a lenha que desde menina me encarvoara. O fogão a gás vem em duas semanas, explicou meu marido com mortificada delicadeza, adivinhando o borbotão de lágrimas. Mas o banheiro, este sim amei à primeira vista, azulejos, louça branca e um boxe com cortina amarela desenhada em peixes e algas. Recompensou-me. Faz quarenta anos desde minha apresentação a este meu primeiro banheiro com cortina, a um piso que se limpava com sapóleo, palavra que incorporei incontinente ao meu novo status. Vinha de uma casa com panelas de ferro que só brilhavam a poder de areia. (...) Quando me viu a pique de chorar, meu marido me disse naquele dia: quando puder, vou comprar móveis pretos e torneados pra você. Compreendi, com grande sorte para mim, que era melhor escutar aquela promessa ardente ao ouvido, que ter móveis bonitos e marido desatento. Do viçoso jardim arranquei quase tudo para ‘plantar do meu jeito’, tentativa de construir um lar, esperança que até hoje guardo e pela qual me empenho como se tivesse acabado de me casar.

                                                                    Adélia Prado https://cronicasurbanas/wordpress/tag/adelia-prado


VOCABULÁRIO

alpendre: varanda coberta

borbotão: caudal; jorro; jato forte, em grande quantidade

egressa: afastada; retirada, que não pertence a um grupo encarvoara: sujara de carvão

incontinente: que ou quem não se contém, sem moderação

viçoso: que cresce e se desenvolve com vigor

“Do viçoso jardim arranquei quase tudo para ‘plantar do meu jeito’, tentativa de construir um lar, esperança que até hoje guardo e pela qual me empenho como se tivesse acabado de me casar.” Do sentido da frase final do texto, depreende-se, de forma incorreta, que
Alternativas
Q848669 Português

                                             Quem casa quer casa


      Num tempo em que se casava depois de namorar e noivar, viajei com meu marido para a minha primeira casa, no mesmo dia do meu casamento. Partia na verdade para um reino onde, tendo modos à mesa e usando meia fina, seria uma mulher distinta como Dona Alice e seu marido saindo para a missa das dez. Pois sim, meu enxoval (...) foi despachado com zelo pela via férrea para uma cidade longe, tão longe que não pude eu mesma escolher casa e coisas. Como você quer nossos móveis?, havia perguntado meu noivo. Ah, eu disse, você pode escolher, mas gosto mesmo é daqueles escuros, pretos. Pensava na maravilhosa cristaleira de Dona Cecília, móveis de pernas torneadas e brilhantes, cama de cabeceira alta. Para a cozinha achei melhor nem sugerir, apostando na surpresa. Você pode cuidar de tudo, respondi a meu noivo atrapalhado com as providências, os poucos dias de folga na empresa, sozinho (...). Foi abrir a porta de nossa casa com alpendre e levei o primeiro susto de muitos de minha vida de casada. A mobília - palavra que sempre detestei - era daquele amarelo bonito de peroba. Tem pouco uso, disse meu marido, comprei de um colega que se mudou daqui. Gostei da cristaleira, seus espelhos multiplicando o ‘jogo de porcelana’ - que invenção! A cama era feia, egressa de um outro desenho, sem nada a ver com a sala. E a cozinha? O mesmo fogão a lenha que desde menina me encarvoara. O fogão a gás vem em duas semanas, explicou meu marido com mortificada delicadeza, adivinhando o borbotão de lágrimas. Mas o banheiro, este sim amei à primeira vista, azulejos, louça branca e um boxe com cortina amarela desenhada em peixes e algas. Recompensou-me. Faz quarenta anos desde minha apresentação a este meu primeiro banheiro com cortina, a um piso que se limpava com sapóleo, palavra que incorporei incontinente ao meu novo status. Vinha de uma casa com panelas de ferro que só brilhavam a poder de areia. (...) Quando me viu a pique de chorar, meu marido me disse naquele dia: quando puder, vou comprar móveis pretos e torneados pra você. Compreendi, com grande sorte para mim, que era melhor escutar aquela promessa ardente ao ouvido, que ter móveis bonitos e marido desatento. Do viçoso jardim arranquei quase tudo para ‘plantar do meu jeito’, tentativa de construir um lar, esperança que até hoje guardo e pela qual me empenho como se tivesse acabado de me casar.

                                                                    Adélia Prado https://cronicasurbanas/wordpress/tag/adelia-prado


VOCABULÁRIO

alpendre: varanda coberta

borbotão: caudal; jorro; jato forte, em grande quantidade

egressa: afastada; retirada, que não pertence a um grupo encarvoara: sujara de carvão

incontinente: que ou quem não se contém, sem moderação

viçoso: que cresce e se desenvolve com vigor

No que se refere ao texto, é correto afirmar que
Alternativas
Q848668 Português

                                             Quem casa quer casa


      Num tempo em que se casava depois de namorar e noivar, viajei com meu marido para a minha primeira casa, no mesmo dia do meu casamento. Partia na verdade para um reino onde, tendo modos à mesa e usando meia fina, seria uma mulher distinta como Dona Alice e seu marido saindo para a missa das dez. Pois sim, meu enxoval (...) foi despachado com zelo pela via férrea para uma cidade longe, tão longe que não pude eu mesma escolher casa e coisas. Como você quer nossos móveis?, havia perguntado meu noivo. Ah, eu disse, você pode escolher, mas gosto mesmo é daqueles escuros, pretos. Pensava na maravilhosa cristaleira de Dona Cecília, móveis de pernas torneadas e brilhantes, cama de cabeceira alta. Para a cozinha achei melhor nem sugerir, apostando na surpresa. Você pode cuidar de tudo, respondi a meu noivo atrapalhado com as providências, os poucos dias de folga na empresa, sozinho (...). Foi abrir a porta de nossa casa com alpendre e levei o primeiro susto de muitos de minha vida de casada. A mobília - palavra que sempre detestei - era daquele amarelo bonito de peroba. Tem pouco uso, disse meu marido, comprei de um colega que se mudou daqui. Gostei da cristaleira, seus espelhos multiplicando o ‘jogo de porcelana’ - que invenção! A cama era feia, egressa de um outro desenho, sem nada a ver com a sala. E a cozinha? O mesmo fogão a lenha que desde menina me encarvoara. O fogão a gás vem em duas semanas, explicou meu marido com mortificada delicadeza, adivinhando o borbotão de lágrimas. Mas o banheiro, este sim amei à primeira vista, azulejos, louça branca e um boxe com cortina amarela desenhada em peixes e algas. Recompensou-me. Faz quarenta anos desde minha apresentação a este meu primeiro banheiro com cortina, a um piso que se limpava com sapóleo, palavra que incorporei incontinente ao meu novo status. Vinha de uma casa com panelas de ferro que só brilhavam a poder de areia. (...) Quando me viu a pique de chorar, meu marido me disse naquele dia: quando puder, vou comprar móveis pretos e torneados pra você. Compreendi, com grande sorte para mim, que era melhor escutar aquela promessa ardente ao ouvido, que ter móveis bonitos e marido desatento. Do viçoso jardim arranquei quase tudo para ‘plantar do meu jeito’, tentativa de construir um lar, esperança que até hoje guardo e pela qual me empenho como se tivesse acabado de me casar.

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VOCABULÁRIO

alpendre: varanda coberta

borbotão: caudal; jorro; jato forte, em grande quantidade

egressa: afastada; retirada, que não pertence a um grupo encarvoara: sujara de carvão

incontinente: que ou quem não se contém, sem moderação

viçoso: que cresce e se desenvolve com vigor

Considerando-se o tema de que trata o texto, pode-se indicar que diz respeito a
Alternativas
Q848667 Português

                                             Quem casa quer casa


      Num tempo em que se casava depois de namorar e noivar, viajei com meu marido para a minha primeira casa, no mesmo dia do meu casamento. Partia na verdade para um reino onde, tendo modos à mesa e usando meia fina, seria uma mulher distinta como Dona Alice e seu marido saindo para a missa das dez. Pois sim, meu enxoval (...) foi despachado com zelo pela via férrea para uma cidade longe, tão longe que não pude eu mesma escolher casa e coisas. Como você quer nossos móveis?, havia perguntado meu noivo. Ah, eu disse, você pode escolher, mas gosto mesmo é daqueles escuros, pretos. Pensava na maravilhosa cristaleira de Dona Cecília, móveis de pernas torneadas e brilhantes, cama de cabeceira alta. Para a cozinha achei melhor nem sugerir, apostando na surpresa. Você pode cuidar de tudo, respondi a meu noivo atrapalhado com as providências, os poucos dias de folga na empresa, sozinho (...). Foi abrir a porta de nossa casa com alpendre e levei o primeiro susto de muitos de minha vida de casada. A mobília - palavra que sempre detestei - era daquele amarelo bonito de peroba. Tem pouco uso, disse meu marido, comprei de um colega que se mudou daqui. Gostei da cristaleira, seus espelhos multiplicando o ‘jogo de porcelana’ - que invenção! A cama era feia, egressa de um outro desenho, sem nada a ver com a sala. E a cozinha? O mesmo fogão a lenha que desde menina me encarvoara. O fogão a gás vem em duas semanas, explicou meu marido com mortificada delicadeza, adivinhando o borbotão de lágrimas. Mas o banheiro, este sim amei à primeira vista, azulejos, louça branca e um boxe com cortina amarela desenhada em peixes e algas. Recompensou-me. Faz quarenta anos desde minha apresentação a este meu primeiro banheiro com cortina, a um piso que se limpava com sapóleo, palavra que incorporei incontinente ao meu novo status. Vinha de uma casa com panelas de ferro que só brilhavam a poder de areia. (...) Quando me viu a pique de chorar, meu marido me disse naquele dia: quando puder, vou comprar móveis pretos e torneados pra você. Compreendi, com grande sorte para mim, que era melhor escutar aquela promessa ardente ao ouvido, que ter móveis bonitos e marido desatento. Do viçoso jardim arranquei quase tudo para ‘plantar do meu jeito’, tentativa de construir um lar, esperança que até hoje guardo e pela qual me empenho como se tivesse acabado de me casar.

                                                                    Adélia Prado https://cronicasurbanas/wordpress/tag/adelia-prado


VOCABULÁRIO

alpendre: varanda coberta

borbotão: caudal; jorro; jato forte, em grande quantidade

egressa: afastada; retirada, que não pertence a um grupo encarvoara: sujara de carvão

incontinente: que ou quem não se contém, sem moderação

viçoso: que cresce e se desenvolve com vigor

“Partia na verdade para um reino onde, tendo modos à mesa e usando meia fina, seria uma mulher distinta como Dona Alice e seu marido saindo para a missa das dez.” Essa frase do texto, enunciada logo em seu início, mostra que a esposa
Alternativas
Q846084 Português

Marque a alternativa correta acerca da circunstância introduzida pelas preposições em destaque no texto abaixo:


“Alguns disparos podem calar representantes emblemáticos da vida selvagem, como Cecil, o leão mais querido do Zimbábue, morto em julho a flechadas, ou as dezenas de rinocerontes e elefantes ameaçados de extinção que são derrubados a bala, todo mês, em diversos países da África.”

Alternativas
Q846083 Português

Assinale a alternativa correta que indica, respectivamente, o tempo e o modo dos verbos em destaque no texto abaixo.


Poderíamos iniciar essa conversa dando alguns exemplos de empresas que começaram a entender a importância da diversidade. Talvez o exemplo do momento seja a Skol, com seu novo comercial, "Viva a Diferença", ou até mesmo suas latinhas que representam diferentes tons de pele.

Alternativas
Q846082 Português

Assinale a alternativa que completa corretamente, respectivamente, as lacunas abaixo.


A____istir a ____estos bondo____os ou compa___ ivos a_ iona mecanismos nervosos e cerebrais que proporcionam um sentimento de bem-estar capa____ de nos estimular a multiplicar esses atos.

Alternativas
Q846081 Português
Marque a alternativa correta que expressa o fenômeno semântico em: “Eles passaram todo o dia no banco sem ter nenhuma informação e sem perceber o tempo passar.”
Alternativas
Q846080 Português

Analise as afirmativas abaixo, colocando entre parênteses a letra “V”, quando se tratar de afirmativa verdadeira, e a letra “F” quando se tratar de afirmativa falsa. A seguir, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta.


( ) Em “Todos os candidatos foram ótimos nas tarefas teóricas e péssimos nas tarefas práticas.” há dois adjetivos superlativos absolutos.

( ) Em “Indivíduos anoréxicos geralmente apresentam aparência macérrima e parcíssimo índice de nutrientes no organismo.” há dois adjetivos superlativos sintéticos.

( ) Em “José Teixeira fez o melhor projeto para a empresa, sendo considerado mais habilitado que os outros candidatos para assumir a vaga de diretor geral.” há dois adjetivos superlativos relativos.

Alternativas
Respostas
6561: D
6562: B
6563: B
6564: C
6565: C
6566: D
6567: C
6568: D
6569: A
6570: B
6571: C
6572: D
6573: A
6574: D
6575: D
6576: B
6577: A
6578: B
6579: A
6580: D