Questões Militares Sobre português
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Acerca das ideias e de aspectos linguísticos do texto CG2A1CCC, julgue o seguinte item.
A locução “mas também” (l.15) estabelece uma relação de oposição no período em que ocorre.Acerca das ideias e de aspectos linguísticos do texto CG2A1CCC, julgue o seguinte item.
No texto, a palavra “adstrito” (l.11) tem o mesmo sentido de limitado.Acerca das ideias e de aspectos linguísticos do texto CG2A1CCC, julgue o seguinte item.
De acordo com o texto, devido ao fato de praticamente não
existirem discussões sobre a segurança pública no Brasil,
a qualidade e a democratização do debate são desafios para
o país.
Acerca das ideias e de aspectos linguísticos do texto CG2A1CCC, julgue o seguinte item.
Dado o emprego da forma verbal “passou” (l.1), é possível inferir que, conforme o autor do texto, a segurança pública não era vista anteriormente nem como um problema fundamental nem como um desafio ao Estado de direito no Brasil.Acerca das ideias e de aspectos linguísticos do texto CG2A1CCC, julgue o seguinte item.
No texto, predominam o uso de linguagem denotativa e o tipo
textual argumentativo.
Acerca das ideias e de aspectos linguísticos do texto CG2A1CCC, julgue o seguinte item.
Conforme o último parágrafo do texto, inexistem ações colaborativas entre o poder público e a sociedade civil na busca de segurança e de qualidade de vida para os cidadãos brasileiros.
A respeito de aspectos linguísticos do texto CG2A1BBB, julgue o próximo item.
O autor do texto optou pela utilização de um nível de
linguagem predominantemente informal como estratégia para
atrair o interesse dos leitores.
A respeito de aspectos linguísticos do texto CG2A1BBB, julgue o próximo item.
A correção gramatical do texto seria mantida com a
substituição da preposição para pela preposição a, em para participar da solenidade de lançamento do Projeto Parceiros da Paz e
da Campanha Maranhão na Prevenção às Drogas.
A respeito de aspectos linguísticos do texto CG2A1BBB, julgue o próximo item.
A vírgula logo após Prezado(a) Senhor(a) foi empregada para
isolar um vocativo.
A respeito de aspectos linguísticos do texto CG2A1BBB, julgue o próximo item.
A forma verbal empregada no trecho ENTRE NESTA LUTA!
sinaliza a intenção do autor do texto de levar os leitores a
executarem determinada ação ou a desenvolverem determinado
comportamento.
Com relação às ideias e a aspectos linguísticos do texto CG2A1AAA, julgue o item subsequente.
De acordo com o texto, entre 1951 — quando recebeu o nome
de Polícia Militar do Maranhão — e 1966, a PM/MA não tinha
oficiais em seu comando.
Com relação às ideias e a aspectos linguísticos do texto CG2A1AAA, julgue o item subsequente.
O termo “a instituição” (l.4) recupera o sentido do termo
“Corpo de Polícia da Província do Maranhão” (l.3), primeiro
nome da PM/MA.
Com relação às ideias e a aspectos linguísticos do texto CG2A1AAA, julgue o item subsequente.
Infere-se do texto que, até 1993, a formação de oficiais da
PM/MA acontecia em outros estados porque não havia
academia de polícia militar no estado do Maranhão.
Com relação às ideias e a aspectos linguísticos do texto CG2A1AAA, julgue o item subsequente.
A correção gramatical e o sentido original do texto seriam
mantidos caso a forma verbal “aconteceram” (l.9) fosse
substituída por ocorreu ou por ocorreram.
Duração
O tempo era bom? Não era
O tempo é, para sempre.
A hera da antiga era
roreja* incansavelmente.
Aconteceu há mil anos?
Continua acontecendo.
Nos mais desbotados panos
estou me lendo e relendo.
Tudo morto, na distância
que vai de alguém a si mesmo?
Vive tudo, mas sem ânsia
de estar amando e estar preso.
Pois tudo enfim se liberta
de ferros forjados no ar.
A alma sorri, já bem perto
da raiz mesma do ser.
(Carlos Drummond de Andrade. As impurezas do branco)
*brota gota a gota: orvalho, suor, lágrima
Duração
O tempo era bom? Não era
O tempo é, para sempre.
A hera da antiga era
roreja* incansavelmente.
Aconteceu há mil anos?
Continua acontecendo.
Nos mais desbotados panos
estou me lendo e relendo.
Tudo morto, na distância
que vai de alguém a si mesmo?
Vive tudo, mas sem ânsia
de estar amando e estar preso.
Pois tudo enfim se liberta
de ferros forjados no ar.
A alma sorri, já bem perto
da raiz mesma do ser.
(Carlos Drummond de Andrade. As impurezas do branco)
*brota gota a gota: orvalho, suor, lágrima
Duração
O tempo era bom? Não era
O tempo é, para sempre.
A hera da antiga era
roreja* incansavelmente.
Aconteceu há mil anos?
Continua acontecendo.
Nos mais desbotados panos
estou me lendo e relendo.
Tudo morto, na distância
que vai de alguém a si mesmo?
Vive tudo, mas sem ânsia
de estar amando e estar preso.
Pois tudo enfim se liberta
de ferros forjados no ar.
A alma sorri, já bem perto
da raiz mesma do ser.
(Carlos Drummond de Andrade. As impurezas do branco)
*brota gota a gota: orvalho, suor, lágrima
– Bem dizia eu, que aquela janela…
– É a janela dos rouxinóis.
– Que lá estão a cantar.
– Então, esses lá estão ainda como há dez anos – os mesmos ou outros – mas a menina dos rouxinóis foi-se e não voltou.
– A menina dos rouxinóis? Que história é essa? Pois deveras tem uma história aquela janela?
– É um romance todo inteiro, todo feito, como dizem os franceses, e conta-se em duas palavras.
– Vamos a ele. A menina dos rouxinóis, menina com olhos verdes! Deve ser interessantíssimo. Vamos à história já.
– Pois vamos. Apeiemos e descansemos um bocado.
Já se vê que este diálogo passava entre mim e outro dos nossos companheiros de viagem. Apeamo-nos, com efeito; sentamo-nos; e eis aqui a história da menina dos rouxinóis como ela se contou.
É o primeiro episódio da minha odisseia: estou com medo de entrar nele porque dizem as damas e os elegantes da nossa terra que o português não é bom para isto, que em francês que há outro não sei quê…
Eu creio que as damas que estão mal informadas, e sei que os elegantes que são uns tolos; mas sempre tenho meu receio, porque, enfim, deles me rio eu; mas poesia ou romance, música ou drama de que as mulheres não gostem é porque não presta.
Ainda assim, belas e amáveis leitoras, entendamo-nos: o que eu vou contar não é um romance, não tem aventuras enredadas, peripécias, situações e incidentes raros; é uma história simples e singela, sinceramente contada e sem pretensão.
Acabemos aqui o capítulo em forma de prólogo e a matéria do meu conto para o seguinte.
(Almeida Garrett. Viagens na Minha Terra)
Observe as frases:
• Chegamos ____________fim do capítulo em forma de _______ , com a matéria do meu conto para o seguinte.
• Discordo ________ certas damas e certos tolos, que preferem _________ para se contar uma história.
De acordo com a norma-padrão e os sentidos do texto, as lacunas devem ser preenchidas, respectivamente, com:
– Bem dizia eu, que aquela janela…
– É a janela dos rouxinóis.
– Que lá estão a cantar.
– Então, esses lá estão ainda como há dez anos – os mesmos ou outros – mas a menina dos rouxinóis foi-se e não voltou.
– A menina dos rouxinóis? Que história é essa? Pois deveras tem uma história aquela janela?
– É um romance todo inteiro, todo feito, como dizem os franceses, e conta-se em duas palavras.
– Vamos a ele. A menina dos rouxinóis, menina com olhos verdes! Deve ser interessantíssimo. Vamos à história já.
– Pois vamos. Apeiemos e descansemos um bocado.
Já se vê que este diálogo passava entre mim e outro dos nossos companheiros de viagem. Apeamo-nos, com efeito; sentamo-nos; e eis aqui a história da menina dos rouxinóis como ela se contou.
É o primeiro episódio da minha odisseia: estou com medo de entrar nele porque dizem as damas e os elegantes da nossa terra que o português não é bom para isto, que em francês que há outro não sei quê…
Eu creio que as damas que estão mal informadas, e sei que os elegantes que são uns tolos; mas sempre tenho meu receio, porque, enfim, deles me rio eu; mas poesia ou romance, música ou drama de que as mulheres não gostem é porque não presta.
Ainda assim, belas e amáveis leitoras, entendamo-nos: o que eu vou contar não é um romance, não tem aventuras enredadas, peripécias, situações e incidentes raros; é uma história simples e singela, sinceramente contada e sem pretensão.
Acabemos aqui o capítulo em forma de prólogo e a matéria do meu conto para o seguinte.
(Almeida Garrett. Viagens na Minha Terra)
– Bem dizia eu, que aquela janela…
– É a janela dos rouxinóis.
– Que lá estão a cantar.
– Então, esses lá estão ainda como há dez anos – os mesmos ou outros – mas a menina dos rouxinóis foi-se e não voltou.
– A menina dos rouxinóis? Que história é essa? Pois deveras tem uma história aquela janela?
– É um romance todo inteiro, todo feito, como dizem os franceses, e conta-se em duas palavras.
– Vamos a ele. A menina dos rouxinóis, menina com olhos verdes! Deve ser interessantíssimo. Vamos à história já.
– Pois vamos. Apeiemos e descansemos um bocado.
Já se vê que este diálogo passava entre mim e outro dos nossos companheiros de viagem. Apeamo-nos, com efeito; sentamo-nos; e eis aqui a história da menina dos rouxinóis como ela se contou.
É o primeiro episódio da minha odisseia: estou com medo de entrar nele porque dizem as damas e os elegantes da nossa terra que o português não é bom para isto, que em francês que há outro não sei quê…
Eu creio que as damas que estão mal informadas, e sei que os elegantes que são uns tolos; mas sempre tenho meu receio, porque, enfim, deles me rio eu; mas poesia ou romance, música ou drama de que as mulheres não gostem é porque não presta.
Ainda assim, belas e amáveis leitoras, entendamo-nos: o que eu vou contar não é um romance, não tem aventuras enredadas, peripécias, situações e incidentes raros; é uma história simples e singela, sinceramente contada e sem pretensão.
Acabemos aqui o capítulo em forma de prólogo e a matéria do meu conto para o seguinte.
(Almeida Garrett. Viagens na Minha Terra)


