Questões Militares Comentadas sobre português

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Ano: 2025 Banca: Exército Órgão: EsSA Prova: Exército - 2025 - EsSA - Sargento - Geral |
Q3686269 Português
TEXTO I


SOLDADO NASCIMENTO: RELEMBRE A PASSAGEM DE PELÉ PELO EXÉRCITO BRASILEIRO


    O Soldado Nascimento (Nr 201) incorporou às fileiras do Exército Brasileiro em 20 de janeiro de 1959, no 6º Grupo de Artilharia de Costa Motorizado (6º GACosM), localizado em Santos, hoje 2º Grupo de Artilharia Antiaérea (2º GAAAe) e atualmente situado em Praia Grande (SP). 

    Durante sua passagem pelo Exército, já campeão Mundial de Futebol na Copa do Mundo de 1958, conquistou o Campeonato Sul-americano de Futebol das Forças Armadas, marcando o gol decisivo no jogo final contra a Seleção Militar da Argentina (Brasil 2 x 1 Argentina).

    Em entrevista à Revista Verde-Oliva em 2006, Pelé disse que a disciplina e o respeito ao próximo foram os principais ensinamentos que obteve na caserna. "Eu me orgulho muito, porque serviu de base para minha formação e meu caráter. Acho que todos os jovens deveriam passar pelo Exército", afirmou à época.


Comando Militar do Sudeste. Soldado Nascimento: relembre a passagem de Pelé pelo Exército Brasileiro. DEZ2022. Disponível em: https://cmse.eb.mil.br/index.php/ultimas-noticias-categoria/743-soldado-nascimento-relembre-a-passagem-de-pele-pelo-exercito-brasileiro Acesso em: 07OUT2024 (Fragmento)
Observe o excerto extraído do Texto I:

“Em entrevista à Revista Verde-Oliva em 2006, Pelé disse que a disciplina e o respeito ao próximo foram os principais ensinamentos que obteve na caserna. "Eu me orgulho muito, porque serviu de base para minha formação e meu caráter. Acho que todos os jovens deveriam passar pelo Exército", afirmou à época.”

Como as orações destacadas podem ser classificadas?
Alternativas
Ano: 2025 Banca: Exército Órgão: EsSA Prova: Exército - 2025 - EsSA - Sargento - Músico |
Q3685953 Português
Marque “V” para verdadeiro, “F” para falso e assinale a alternativa que apresenta a sequência correta:
As quiálteras podem ser:

( ) simples e compostas.
( ) aumentativas e diminutivas.
( ) regulares e irregulares.
( ) ascendentes e descendentes. 
Alternativas
Q3685010 Português

TEXTO IV


CANÇÃO SARGENTO MAX WOLFF FILHO


I


Em mil novecentos e onze,


no interior do Paraná,


nasceu um herói de guerra para o Brasil se orgulhar.


Fiel e audaz voluntário,


intrépido nas decisões,


o guerreiro ardoroso não teme,


cumpre sempre as suas missões.



II


No campo ardil da batalha,


o infante empunha o fuzil,


carrega no peito estandarte, glória do nosso Brasil.


Deixou para nós o legado


repleto de fé e ações


do soldado até o comandante,


somos todos fiéis guardiões.



Estribilho


A Pátria enaltece


seu bravo tão querido,


sargento Max Wolff Filho,


valoroso e aguerrido!



IGUEIREDO, Denir; TONIOLO, Marcos Cesar. Canção Sargento Max Wolff Filho. 2021. Disponível em: https://www.sgex.eb.mil.br/sg8/006_outras_publicacoes/07_publicacoes_diversas/08_departamento_de_educacao_e_cultura_ do_exercito/port_n_135_decex_18maio2022.html. Acesso em: 07OUT2024.

Após a leitura da canção (Texto IV), observa-se que a letra tem como estratégia:
Alternativas
Q3685007 Português
TEXTO II

FAB HOMENAGEIA AYRTON SENNA


   Era uma quarta-feira, 29 de março de 1989. Amanhecia dentro das instalações do Esquadrão Jaguar (1º GDA), localizado na Base Aérea de Anápolis (BAAN). Mas, não era apenas um dia normal. Dois Mirage III do Esquadrão decolavam, com o intuito de interceptar e conduzir a aeronave PT-ASN, matrícula que referenciava as iniciais de Ayrton Senna, até o pouso seguro na BAAN. A bordo, o então campeão mundial da Fórmula 1. Naquele dia, o piloto conheceu as instalações da unidade e embarcou a bordo do Mirage III, onde realizou um voo no supersônico, inspirando brasileiros em uma data lembrada com carinho até hoje.

   Ayrton Senna havia sido campeão mundial pela primeira vez em 1988. Ele estava no início da temporada de 1989 da Fórmula 1, protagonizada pelo seu duelo com Alain Prost dentro e fora das pistas. Até o precoce fim de sua carreira na categoria, ainda conquistaria mais dois títulos mundiais (1990 e 1991) e obteria números impressionantes, que fazem com que muitos especialistas o considerem, até hoje, o melhor piloto que já passou pela categoria.

   Em 1987, Ayrton Senna já havia voado nas asas da FAB. Daquela vez, em um caça F-5 do Primeiro Grupo de Aviação de Caça (1º GAVCA), sobrevoou o hoje extinto Circuito de Jacarepaguá.

Homenagens

   Ayrton Senna também foi condecorado pela Força Aérea Brasileira com a Medalha Mérito Santos Dumont, em 1987, e com a Medalha da Ordem do Mérito Aeronáutico, Grau Cavaleiro, em 1993.


Agência Força Aérea. FAB homenageia Ayrton Senna. 30ABR2024. Disponível em: https://www.fab.mil .br/noticias/mostra/42460/HOMENAGEM%20-%20FAB%20homenageia%20Ayrton%20Senna Acesso em: 07OUT2024 (Fragmento / Adaptado)
No trecho “onde realizou um voo no supersônico”, há um pronome relativo, cuja função sintática é a de:
Alternativas
Q3685006 Português
TEXTO II

FAB HOMENAGEIA AYRTON SENNA


   Era uma quarta-feira, 29 de março de 1989. Amanhecia dentro das instalações do Esquadrão Jaguar (1º GDA), localizado na Base Aérea de Anápolis (BAAN). Mas, não era apenas um dia normal. Dois Mirage III do Esquadrão decolavam, com o intuito de interceptar e conduzir a aeronave PT-ASN, matrícula que referenciava as iniciais de Ayrton Senna, até o pouso seguro na BAAN. A bordo, o então campeão mundial da Fórmula 1. Naquele dia, o piloto conheceu as instalações da unidade e embarcou a bordo do Mirage III, onde realizou um voo no supersônico, inspirando brasileiros em uma data lembrada com carinho até hoje.

   Ayrton Senna havia sido campeão mundial pela primeira vez em 1988. Ele estava no início da temporada de 1989 da Fórmula 1, protagonizada pelo seu duelo com Alain Prost dentro e fora das pistas. Até o precoce fim de sua carreira na categoria, ainda conquistaria mais dois títulos mundiais (1990 e 1991) e obteria números impressionantes, que fazem com que muitos especialistas o considerem, até hoje, o melhor piloto que já passou pela categoria.

   Em 1987, Ayrton Senna já havia voado nas asas da FAB. Daquela vez, em um caça F-5 do Primeiro Grupo de Aviação de Caça (1º GAVCA), sobrevoou o hoje extinto Circuito de Jacarepaguá.

Homenagens

   Ayrton Senna também foi condecorado pela Força Aérea Brasileira com a Medalha Mérito Santos Dumont, em 1987, e com a Medalha da Ordem do Mérito Aeronáutico, Grau Cavaleiro, em 1993.


Agência Força Aérea. FAB homenageia Ayrton Senna. 30ABR2024. Disponível em: https://www.fab.mil .br/noticias/mostra/42460/HOMENAGEM%20-%20FAB%20homenageia%20Ayrton%20Senna Acesso em: 07OUT2024 (Fragmento / Adaptado)
Na passagem do Texto II – “Em 1987, Ayrton Senna já havia voado nas asas da FAB.”, a locução verbal destacada está conjugada na:
Alternativas
Q3685005 Português
TEXTO II

FAB HOMENAGEIA AYRTON SENNA


   Era uma quarta-feira, 29 de março de 1989. Amanhecia dentro das instalações do Esquadrão Jaguar (1º GDA), localizado na Base Aérea de Anápolis (BAAN). Mas, não era apenas um dia normal. Dois Mirage III do Esquadrão decolavam, com o intuito de interceptar e conduzir a aeronave PT-ASN, matrícula que referenciava as iniciais de Ayrton Senna, até o pouso seguro na BAAN. A bordo, o então campeão mundial da Fórmula 1. Naquele dia, o piloto conheceu as instalações da unidade e embarcou a bordo do Mirage III, onde realizou um voo no supersônico, inspirando brasileiros em uma data lembrada com carinho até hoje.

   Ayrton Senna havia sido campeão mundial pela primeira vez em 1988. Ele estava no início da temporada de 1989 da Fórmula 1, protagonizada pelo seu duelo com Alain Prost dentro e fora das pistas. Até o precoce fim de sua carreira na categoria, ainda conquistaria mais dois títulos mundiais (1990 e 1991) e obteria números impressionantes, que fazem com que muitos especialistas o considerem, até hoje, o melhor piloto que já passou pela categoria.

   Em 1987, Ayrton Senna já havia voado nas asas da FAB. Daquela vez, em um caça F-5 do Primeiro Grupo de Aviação de Caça (1º GAVCA), sobrevoou o hoje extinto Circuito de Jacarepaguá.

Homenagens

   Ayrton Senna também foi condecorado pela Força Aérea Brasileira com a Medalha Mérito Santos Dumont, em 1987, e com a Medalha da Ordem do Mérito Aeronáutico, Grau Cavaleiro, em 1993.


Agência Força Aérea. FAB homenageia Ayrton Senna. 30ABR2024. Disponível em: https://www.fab.mil .br/noticias/mostra/42460/HOMENAGEM%20-%20FAB%20homenageia%20Ayrton%20Senna Acesso em: 07OUT2024 (Fragmento / Adaptado)
Marque a alternativa que apresenta forma verbal impessoal, a partir de trechos retirados do texto II:
Alternativas
Q3685004 Português
TEXTO II

FAB HOMENAGEIA AYRTON SENNA


   Era uma quarta-feira, 29 de março de 1989. Amanhecia dentro das instalações do Esquadrão Jaguar (1º GDA), localizado na Base Aérea de Anápolis (BAAN). Mas, não era apenas um dia normal. Dois Mirage III do Esquadrão decolavam, com o intuito de interceptar e conduzir a aeronave PT-ASN, matrícula que referenciava as iniciais de Ayrton Senna, até o pouso seguro na BAAN. A bordo, o então campeão mundial da Fórmula 1. Naquele dia, o piloto conheceu as instalações da unidade e embarcou a bordo do Mirage III, onde realizou um voo no supersônico, inspirando brasileiros em uma data lembrada com carinho até hoje.

   Ayrton Senna havia sido campeão mundial pela primeira vez em 1988. Ele estava no início da temporada de 1989 da Fórmula 1, protagonizada pelo seu duelo com Alain Prost dentro e fora das pistas. Até o precoce fim de sua carreira na categoria, ainda conquistaria mais dois títulos mundiais (1990 e 1991) e obteria números impressionantes, que fazem com que muitos especialistas o considerem, até hoje, o melhor piloto que já passou pela categoria.

   Em 1987, Ayrton Senna já havia voado nas asas da FAB. Daquela vez, em um caça F-5 do Primeiro Grupo de Aviação de Caça (1º GAVCA), sobrevoou o hoje extinto Circuito de Jacarepaguá.

Homenagens

   Ayrton Senna também foi condecorado pela Força Aérea Brasileira com a Medalha Mérito Santos Dumont, em 1987, e com a Medalha da Ordem do Mérito Aeronáutico, Grau Cavaleiro, em 1993.


Agência Força Aérea. FAB homenageia Ayrton Senna. 30ABR2024. Disponível em: https://www.fab.mil .br/noticias/mostra/42460/HOMENAGEM%20-%20FAB%20homenageia%20Ayrton%20Senna Acesso em: 07OUT2024 (Fragmento / Adaptado)
Em “Era uma quarta-feira”, a estrutura em destaque classifica-se como:
Alternativas
Q3685003 Português
TEXTO II

FAB HOMENAGEIA AYRTON SENNA


   Era uma quarta-feira, 29 de março de 1989. Amanhecia dentro das instalações do Esquadrão Jaguar (1º GDA), localizado na Base Aérea de Anápolis (BAAN). Mas, não era apenas um dia normal. Dois Mirage III do Esquadrão decolavam, com o intuito de interceptar e conduzir a aeronave PT-ASN, matrícula que referenciava as iniciais de Ayrton Senna, até o pouso seguro na BAAN. A bordo, o então campeão mundial da Fórmula 1. Naquele dia, o piloto conheceu as instalações da unidade e embarcou a bordo do Mirage III, onde realizou um voo no supersônico, inspirando brasileiros em uma data lembrada com carinho até hoje.

   Ayrton Senna havia sido campeão mundial pela primeira vez em 1988. Ele estava no início da temporada de 1989 da Fórmula 1, protagonizada pelo seu duelo com Alain Prost dentro e fora das pistas. Até o precoce fim de sua carreira na categoria, ainda conquistaria mais dois títulos mundiais (1990 e 1991) e obteria números impressionantes, que fazem com que muitos especialistas o considerem, até hoje, o melhor piloto que já passou pela categoria.

   Em 1987, Ayrton Senna já havia voado nas asas da FAB. Daquela vez, em um caça F-5 do Primeiro Grupo de Aviação de Caça (1º GAVCA), sobrevoou o hoje extinto Circuito de Jacarepaguá.

Homenagens

   Ayrton Senna também foi condecorado pela Força Aérea Brasileira com a Medalha Mérito Santos Dumont, em 1987, e com a Medalha da Ordem do Mérito Aeronáutico, Grau Cavaleiro, em 1993.


Agência Força Aérea. FAB homenageia Ayrton Senna. 30ABR2024. Disponível em: https://www.fab.mil .br/noticias/mostra/42460/HOMENAGEM%20-%20FAB%20homenageia%20Ayrton%20Senna Acesso em: 07OUT2024 (Fragmento / Adaptado)
“(…) que fazem com que muitos especialistas o considerem, até hoje, o melhor piloto que já passou pela categoria.”

Tendo em vista o trecho acima, ao analisar alguns elementos textuais de pressuposição, depreende-se que:
Alternativas
Q3664092 Português
Texto para responder à questão.


OMS aumenta para 300 minutos a recomendação de atividade física semanal


         Um ano atípico gera mudanças nas rotinas. Em 2020, com o fechamento e redução de capacidade das academias e centros de treinamento, muitas pessoas deixaram de realizar atividades físicas. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), um em cada quatro adultos e quatro em cada cinco adolescentes no mundo não realizam exercícios físicos suficientes para manter uma vida ativa e saudável.

       Em novas diretrizes, a OMS aumentou a recomendação do tempo desejável de atividades físicas: 300 minutos semanais de exercícios moderados para adultos, e, em média, 60 minutos por dia para crianças e adolescentes. A mudança expõe a preocupação da Organização com o sedentarismo que mata até 5 milhões de pessoas todos os anos.

      Em entrevista, o diretor de Promoção da Saúde da OMS, Ruediger Krech, alertou para o risco da falta de atividades físicas da população em geral. “Se não nos mantivermos ativos, temos o risco de criar uma nova pandemia de problemas de saúde como resultado do comportamento sedentário.” 


Disponível em: <https://fiochpe.org.br/oms-aumenta-para-300-minutos-a-recomendacao-de-atividade-fisica-semanal/ >.
Acesso em: 26 ago. 2025.
De acordo com as novas diretrizes da OMS citadas no texto, o tempo desejável de atividades físicas
Alternativas
Q3664083 Português
Texto para responder à questão.


Capoeira


     A Capoeira é uma arte marcial que foi amplamente difundida no Brasil a partir do século XX. Além de ser uma atividade esportiva divertida para todas as idades, ela traz consigo uma parte incrível da história brasileira. Os escravos africanos inventaram a capoeira no início do século XVI, em combinação com influências brasileiras. Eles fingiam que essa arte marcial era uma dança para enganar os senhores de escravos que não queriam vê-los lutando. Esse elemento cultural acompanha o esporte até hoje, ajudando-o a se popularizar e a se espalhar por lugares como Europa, Ásia, Austrália, EUA e Canadá.


Disponível em: <https://ofolhetimcultural.com.br/conheca-alguns-esportes-que-foram-criados-no-brasil/>.
Acesso em: 2 set. 2025, com adaptações.
Na descrição das ações realizadas no trecho "Os escravos africanos inventaram a capoeira... Eles fingiam que essa arte marcial era uma dança", as formas verbais destacadas estão conjugadas no
Alternativas
Q3664082 Português
Texto para responder à questão.


Capoeira


     A Capoeira é uma arte marcial que foi amplamente difundida no Brasil a partir do século XX. Além de ser uma atividade esportiva divertida para todas as idades, ela traz consigo uma parte incrível da história brasileira. Os escravos africanos inventaram a capoeira no início do século XVI, em combinação com influências brasileiras. Eles fingiam que essa arte marcial era uma dança para enganar os senhores de escravos que não queriam vê-los lutando. Esse elemento cultural acompanha o esporte até hoje, ajudando-o a se popularizar e a se espalhar por lugares como Europa, Ásia, Austrália, EUA e Canadá.


Disponível em: <https://ofolhetimcultural.com.br/conheca-alguns-esportes-que-foram-criados-no-brasil/>.
Acesso em: 2 set. 2025, com adaptações.
Na frase “...era uma dança para enganar os senhores de escravos...”, a conjunção “para” estabelece uma relação de
Alternativas
Q3664081 Português
Texto para responder à questão.


Capoeira


     A Capoeira é uma arte marcial que foi amplamente difundida no Brasil a partir do século XX. Além de ser uma atividade esportiva divertida para todas as idades, ela traz consigo uma parte incrível da história brasileira. Os escravos africanos inventaram a capoeira no início do século XVI, em combinação com influências brasileiras. Eles fingiam que essa arte marcial era uma dança para enganar os senhores de escravos que não queriam vê-los lutando. Esse elemento cultural acompanha o esporte até hoje, ajudando-o a se popularizar e a se espalhar por lugares como Europa, Ásia, Austrália, EUA e Canadá.


Disponível em: <https://ofolhetimcultural.com.br/conheca-alguns-esportes-que-foram-criados-no-brasil/>.
Acesso em: 2 set. 2025, com adaptações.
Na frase “...ajudando-o a se popularizar...”, o pronome oblíquo “-o” foi empregado para garantir a coesão do texto e evitar a repetição de
Alternativas
Q3664080 Português
Texto para responder à questão.


Capoeira


     A Capoeira é uma arte marcial que foi amplamente difundida no Brasil a partir do século XX. Além de ser uma atividade esportiva divertida para todas as idades, ela traz consigo uma parte incrível da história brasileira. Os escravos africanos inventaram a capoeira no início do século XVI, em combinação com influências brasileiras. Eles fingiam que essa arte marcial era uma dança para enganar os senhores de escravos que não queriam vê-los lutando. Esse elemento cultural acompanha o esporte até hoje, ajudando-o a se popularizar e a se espalhar por lugares como Europa, Ásia, Austrália, EUA e Canadá.


Disponível em: <https://ofolhetimcultural.com.br/conheca-alguns-esportes-que-foram-criados-no-brasil/>.
Acesso em: 2 set. 2025, com adaptações.
De acordo com o texto, os escravos africanos disfarçavam a capoeira como uma dança para
Alternativas
Q3664079 Português
Texto para responder à questão.


   “Menino, menino”, a voz do pai chamou pela casa antes do sol nascer.

    Era um convite para o despertar.

   Os irmãos mais velhos já estavam de pé. Mas Julim, que dormia em sua rede, queria era ficar um pouco mais no seu sonho.

   O pai tentava de novo, “Menino, menino, levanta!”. E aquela voz se misturava à bagunça do seu sono.

   Os sons viravam ruído de bichos e de natureza, rumor de vento e cheiro de chuva.

   “Menino, menino”, escutava outra vez. Então Julim se levantou da rede.

   Uma chama de luz do candeeiro iluminava o breu antes dos pássaros se levantarem em alvoroço, antes do galo anunciar que o dia ia raiar.

   Enquanto o sol coloria o horizonte, homens, mulheres e crianças se movimentavam para os campos de arroz.

   “É bom que tragam as crianças”, dizia o chefe aos trabalhadores. “As crianças correm pelos campos e as pragas, assustadas, vão embora.”

   Julim pensava que as pragas deviam ser terríveis.

   As crianças corriam pelo arrozal com caniços e galhos secos. Quem os visse rindo e gritando, diria que era mais uma brincadeira.

   Mas a aparência de diversão se desfazia quando o pai falava: “Meninos, meninos, não deixem o chupim levar o arroz, meninos”.

   “Então a praga é o chupim? Mas que mal pode fazer um passarinho?”, pensou Julim.

   Ele balançava o seu galho bem devagarinho para não os assustar.

   O menino tinha aprendido a amar os passarinhos. Com tanto arroz nos campos, alguns grãos não fariam falta. Afinal, eles eram tão pequeninos...


VIEIRA JUNIOR, Itamar. Chupim. São Paulo: Baião, 2024.
A partir da leitura do texto, assinale a alternativa que apresenta a principal razão para o pai de Julim e o chefe do campo quererem as crianças na plantação.
Alternativas
Q3664078 Português
Texto para responder à questão.


   “Menino, menino”, a voz do pai chamou pela casa antes do sol nascer.

    Era um convite para o despertar.

   Os irmãos mais velhos já estavam de pé. Mas Julim, que dormia em sua rede, queria era ficar um pouco mais no seu sonho.

   O pai tentava de novo, “Menino, menino, levanta!”. E aquela voz se misturava à bagunça do seu sono.

   Os sons viravam ruído de bichos e de natureza, rumor de vento e cheiro de chuva.

   “Menino, menino”, escutava outra vez. Então Julim se levantou da rede.

   Uma chama de luz do candeeiro iluminava o breu antes dos pássaros se levantarem em alvoroço, antes do galo anunciar que o dia ia raiar.

   Enquanto o sol coloria o horizonte, homens, mulheres e crianças se movimentavam para os campos de arroz.

   “É bom que tragam as crianças”, dizia o chefe aos trabalhadores. “As crianças correm pelos campos e as pragas, assustadas, vão embora.”

   Julim pensava que as pragas deviam ser terríveis.

   As crianças corriam pelo arrozal com caniços e galhos secos. Quem os visse rindo e gritando, diria que era mais uma brincadeira.

   Mas a aparência de diversão se desfazia quando o pai falava: “Meninos, meninos, não deixem o chupim levar o arroz, meninos”.

   “Então a praga é o chupim? Mas que mal pode fazer um passarinho?”, pensou Julim.

   Ele balançava o seu galho bem devagarinho para não os assustar.

   O menino tinha aprendido a amar os passarinhos. Com tanto arroz nos campos, alguns grãos não fariam falta. Afinal, eles eram tão pequeninos...


VIEIRA JUNIOR, Itamar. Chupim. São Paulo: Baião, 2024.
Quanto à tonicidade das palavras “convite”, “dormia” e “aflitos”, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q3664077 Português
Texto para responder à questão.


   “Menino, menino”, a voz do pai chamou pela casa antes do sol nascer.

    Era um convite para o despertar.

   Os irmãos mais velhos já estavam de pé. Mas Julim, que dormia em sua rede, queria era ficar um pouco mais no seu sonho.

   O pai tentava de novo, “Menino, menino, levanta!”. E aquela voz se misturava à bagunça do seu sono.

   Os sons viravam ruído de bichos e de natureza, rumor de vento e cheiro de chuva.

   “Menino, menino”, escutava outra vez. Então Julim se levantou da rede.

   Uma chama de luz do candeeiro iluminava o breu antes dos pássaros se levantarem em alvoroço, antes do galo anunciar que o dia ia raiar.

   Enquanto o sol coloria o horizonte, homens, mulheres e crianças se movimentavam para os campos de arroz.

   “É bom que tragam as crianças”, dizia o chefe aos trabalhadores. “As crianças correm pelos campos e as pragas, assustadas, vão embora.”

   Julim pensava que as pragas deviam ser terríveis.

   As crianças corriam pelo arrozal com caniços e galhos secos. Quem os visse rindo e gritando, diria que era mais uma brincadeira.

   Mas a aparência de diversão se desfazia quando o pai falava: “Meninos, meninos, não deixem o chupim levar o arroz, meninos”.

   “Então a praga é o chupim? Mas que mal pode fazer um passarinho?”, pensou Julim.

   Ele balançava o seu galho bem devagarinho para não os assustar.

   O menino tinha aprendido a amar os passarinhos. Com tanto arroz nos campos, alguns grãos não fariam falta. Afinal, eles eram tão pequeninos...


VIEIRA JUNIOR, Itamar. Chupim. São Paulo: Baião, 2024.
A frase “É bom que tragam as crianças” é um exemplo de discurso
Alternativas
Q3664076 Português
Texto para responder à questão.


   “Menino, menino”, a voz do pai chamou pela casa antes do sol nascer.

    Era um convite para o despertar.

   Os irmãos mais velhos já estavam de pé. Mas Julim, que dormia em sua rede, queria era ficar um pouco mais no seu sonho.

   O pai tentava de novo, “Menino, menino, levanta!”. E aquela voz se misturava à bagunça do seu sono.

   Os sons viravam ruído de bichos e de natureza, rumor de vento e cheiro de chuva.

   “Menino, menino”, escutava outra vez. Então Julim se levantou da rede.

   Uma chama de luz do candeeiro iluminava o breu antes dos pássaros se levantarem em alvoroço, antes do galo anunciar que o dia ia raiar.

   Enquanto o sol coloria o horizonte, homens, mulheres e crianças se movimentavam para os campos de arroz.

   “É bom que tragam as crianças”, dizia o chefe aos trabalhadores. “As crianças correm pelos campos e as pragas, assustadas, vão embora.”

   Julim pensava que as pragas deviam ser terríveis.

   As crianças corriam pelo arrozal com caniços e galhos secos. Quem os visse rindo e gritando, diria que era mais uma brincadeira.

   Mas a aparência de diversão se desfazia quando o pai falava: “Meninos, meninos, não deixem o chupim levar o arroz, meninos”.

   “Então a praga é o chupim? Mas que mal pode fazer um passarinho?”, pensou Julim.

   Ele balançava o seu galho bem devagarinho para não os assustar.

   O menino tinha aprendido a amar os passarinhos. Com tanto arroz nos campos, alguns grãos não fariam falta. Afinal, eles eram tão pequeninos...


VIEIRA JUNIOR, Itamar. Chupim. São Paulo: Baião, 2024.
Assinale a alternativa que contém a principal característica psicológica de Julim.
Alternativas
Q3664075 Português
Texto para responder à questão.


   “Menino, menino”, a voz do pai chamou pela casa antes do sol nascer.

    Era um convite para o despertar.

   Os irmãos mais velhos já estavam de pé. Mas Julim, que dormia em sua rede, queria era ficar um pouco mais no seu sonho.

   O pai tentava de novo, “Menino, menino, levanta!”. E aquela voz se misturava à bagunça do seu sono.

   Os sons viravam ruído de bichos e de natureza, rumor de vento e cheiro de chuva.

   “Menino, menino”, escutava outra vez. Então Julim se levantou da rede.

   Uma chama de luz do candeeiro iluminava o breu antes dos pássaros se levantarem em alvoroço, antes do galo anunciar que o dia ia raiar.

   Enquanto o sol coloria o horizonte, homens, mulheres e crianças se movimentavam para os campos de arroz.

   “É bom que tragam as crianças”, dizia o chefe aos trabalhadores. “As crianças correm pelos campos e as pragas, assustadas, vão embora.”

   Julim pensava que as pragas deviam ser terríveis.

   As crianças corriam pelo arrozal com caniços e galhos secos. Quem os visse rindo e gritando, diria que era mais uma brincadeira.

   Mas a aparência de diversão se desfazia quando o pai falava: “Meninos, meninos, não deixem o chupim levar o arroz, meninos”.

   “Então a praga é o chupim? Mas que mal pode fazer um passarinho?”, pensou Julim.

   Ele balançava o seu galho bem devagarinho para não os assustar.

   O menino tinha aprendido a amar os passarinhos. Com tanto arroz nos campos, alguns grãos não fariam falta. Afinal, eles eram tão pequeninos...


VIEIRA JUNIOR, Itamar. Chupim. São Paulo: Baião, 2024.
O foco narrativo do texto é em terceira pessoa. Assinale a alternativa que apresenta uma explicação para essa afirmação.
Alternativas
Q3663875 Português

Texto para responder à questão.



Povos indígenas são medalha de ouro em resistência cultural: conheça as Olimpíadas originárias do Brasil





    Todos os anos, vários povos indígenas do Brasil realizam os Jogos Indígenas. Nos territórios, diversas comunidades se encontram para celebrar a cultura dos esportes tradicionalmente praticados pelos povos originários.


    As modalidades praticadas não são aleatórias, estão enraizadas de acordo com o modo de produção e reprodução da vida dos povos: Arco e Flecha, Arremesso de Lança, Bodoque, Cabo de Guerra, Corrida do maracá, Patxu miúca (Derruba o maracá), Futebol e Zarabatana.


   Cada categoria é premiada com um troféu confeccionado pelos indígenas das comunidades. O prêmio não guarda nenhuma relação com o ouro, porque acumular ouro não é a verdadeira riqueza para os povos originários.



Disponível em: <https://apiboficial.org/2024/08/09/povos-indigenas-sao-medalha-de-ouro-em-resistencia-cultural-conheca-asolimpiadas-originarias-do-brasil/>. Acesso em: 28 ago. 2025, com adaptações.

Com relação aos aspectos morfossintáticos do texto, é correto afirmar que a palavra “diversas”, em “diversas comunidades se encontram para celebrar a cultura dos esportes”, é um
Alternativas
Q3663873 Português
Texto para responder à questão.


       Eu sabia fazer pipa e hoje não sei mais. Duvido que se hoje pegasse uma bola de gude conseguisse equilibrá-la na dobra do dedo indicador sobre a unha do polegar, quanto mais jogá-la com a precisão que tinha quando era garoto. Outra coisa: acabo de procurar no dicionário, pela primeira vez, o significado da palavra "gude".

      Quando era garoto nunca pensei nisso, eu sabia o que era gude. Gude era gude.

    Juntando-se as duas mãos de um determinado jeito, com os polegares para dentro, e assoprando pelo buraquinho, tirava-se um silvo bonito que inclusive variava de tom conforme o posicionamento das mãos. Hoje não sei mais que jeito é esse. Eu sabia a fórmula de fazer cola caseira. Algo envolvendo farinha e água e muita confusão na cozinha, de onde éramos expulsos sob ameaças. Hoje não sei mais. A gente começava a contar depois de ver um relâmpago e o número a que chegasse quando ouvia a trovoada, multiplicado por outro número, dava a distância exata do relâmpago. Não me lembro mais dos números.


VERÍSSIMO, Luis Fernando. História Estranha. In: Comédias para se ler na escola. Rio de Janeiro: Objetiva, 2010.
A repetição da frase “Hoje não sei mais” é um recurso utilizado pelo autor para indicar o caráter 
Alternativas
Respostas
161: B
162: B
163: B
164: C
165: B
166: C
167: A
168: D
169: B
170: D
171: A
172: B
173: D
174: B
175: C
176: A
177: A
178: D
179: B
180: D