Questões Militares Comentadas sobre português
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Para pessoas de opinião
Você me dirá que uma das coisas que mais preza é sua opinião. Prezá-la é considerado virtude. Fulano? É uma pessoa de opinião”. É preciso força e decisão para “ter opinião". Não é fácil.
Você me dirá, ainda, do que é capaz de fazer para defender a própria opinião. Ter opinião é tão importante que há até um direito dos mais sagrados, o direito à opinião, ultimamente, aliás, bastante afetado, pois vivemos tempos de ampliação do delito de opinião. Ter opinião, em vez de ser considerado um estágio preliminar da convicção, passa a ser ameaçador.
Mas sem contrariar a força com que você defende as próprias opiniões e, sobretudo, defendendo o seu inalienável direito de tê-las, eu lhe proporei pensar sobre se a opinião é uma instância realmente profunda ou se é, tão-somente, uma das primeiras reações que se tem diante dos acontecimentos.
Será a opinião uma reação profunda ou superficial? Ouso afirmar que, quase sempre, é das mais superficiais.
Opinião é reação, e expressa um sentimento ou julgamento. Ao reagir, o sentimento realiza uma síntese do que e como somos. Esta síntese aparece na forma pela qual reagimos. A primeira reação é reveiadora do sentimento com que julgamos a vida, o mundo, as pessoas. Quase sempre a opinião surge nessa etapa inicial, patamar superficial do nosso ser. Somos um repositório de primeiras impressões!
Pode-se, efetivamente, garantir que nossas opiniões são fruto de meditação? Ou de conhecimento sedimentado? Positivamente, não. Quem responder sinceramente, vai concluir que tem muito mais opiniões do que coisas que sabe ou conhece. Qualquer conhecimento profundo não leva à opinião; leva à análise, à convicção, à dúvida ou à evidência, e nenhuma dessas quatro instâncias tem a ver com a opinião.
Quem (se) reparar com cuidado, verificará o quanto é levado a opinar, vale dizer, reagir, sentir, julgar, diante dos variados temas. Somos um aluvião de opiniões. Defendemo-nos de analisar, tendo opinião; preservamonos do perigoso e trabalhoso mister de pensar, tendo logo uma opinião.
É mais fácil ter opinião do que dúvida. Opinião traz adeptos e dividendos pessoais de prestígio, respeitabilidade, aura de coragem ou heroísmo.
As opiniões são uma espécie de fabricação em série de idéias sempre iguais, saídas do modelo pelo qual vemos o mundo, e nos faz enfocar a realidade segundo um eterno subjetivismo. Por isso a opinião quase nunca é o reflexo das variadas componentes do real. É eco a repetir a experiência anterior, diante de cada caso novo. A opinião nos defende da complexidade do real, logo, é maneira de impedir a criatividade do homem.
Na origem latina, opinar tem um sentido ambíguo. É muito mais conjecturar do que afirmar. A palavra chega a ter, nos seus vários sentidos, o de disfarçar. A origem do termo é mais fiel ao seu significado do que a tradução que hoje se ihe dá.
Opinar não significa saber nem conhecer. Opinar significa ter uma opinião a respeito de algo, isto é, uma impressão sujeita a retificações, a correções, a mudanças permanentes. O sentido essencial de opinar é conjecturar, ou seja, supor uma realidade para poder discuti-la e, assim, melhor conhecê-la.
No entanto, nos ofendemos se contrariam a nossa opinião; vivemos em busca do respeito à “nossa opinião". E, mais grave e frequente, vivemos a sofrer por causa da opinião ou de opiniões dos outros sem saber que a opinião de alguém é o resultado das manifestações (reações) mais superficiais e fáceis do seu espírito.
A opinião é instância superficial, exercício de dúvida e de conhecimento disfarçado em certeza ou afirmação, uma conjetura em forma de assertiva. É mais a expressão de um sentimento do que a conciliação deste com o conhecimento e a verdade. A partir do momento em que sabemos de tudo isso, temos obrigatoriamente que deixar de dar tanta importância à opinião alheia e à própria. É preciso, sempre, submetê-las ao crivo da permanência, do tempo, da análise, do conhecimento, da vivência, da experimentação em situações diferentes, em estados de espírito diversos, para, só então, considerá-la significativa, válida, profunda.
Qual de nós está disposto a aceitar que a própria opinião, embora válida e respeitável, é uma forma superficial de manifestação? Quem está disposto a se dar ao trabalho de atribuir à opinião sua verdadeira função, que é nobiiíssima: a de ser trânsito, passagem, via, para a Convicção, para a Análise, para Dúvida e para a Evidência - os quatro elementos que compõem a verdade?
Esta é a minha opinião...
TÁVOLA, Artur da. Alguém que já não fui. Rio de Janeiro: Nova Fronteira,
1985.
Para pessoas de opinião
Você me dirá que uma das coisas que mais preza é sua opinião. Prezá-la é considerado virtude. Fulano? É uma pessoa de opinião”. É preciso força e decisão para “ter opinião". Não é fácil.
Você me dirá, ainda, do que é capaz de fazer para defender a própria opinião. Ter opinião é tão importante que há até um direito dos mais sagrados, o direito à opinião, ultimamente, aliás, bastante afetado, pois vivemos tempos de ampliação do delito de opinião. Ter opinião, em vez de ser considerado um estágio preliminar da convicção, passa a ser ameaçador.
Mas sem contrariar a força com que você defende as próprias opiniões e, sobretudo, defendendo o seu inalienável direito de tê-las, eu lhe proporei pensar sobre se a opinião é uma instância realmente profunda ou se é, tão-somente, uma das primeiras reações que se tem diante dos acontecimentos.
Será a opinião uma reação profunda ou superficial? Ouso afirmar que, quase sempre, é das mais superficiais.
Opinião é reação, e expressa um sentimento ou julgamento. Ao reagir, o sentimento realiza uma síntese do que e como somos. Esta síntese aparece na forma pela qual reagimos. A primeira reação é reveiadora do sentimento com que julgamos a vida, o mundo, as pessoas. Quase sempre a opinião surge nessa etapa inicial, patamar superficial do nosso ser. Somos um repositório de primeiras impressões!
Pode-se, efetivamente, garantir que nossas opiniões são fruto de meditação? Ou de conhecimento sedimentado? Positivamente, não. Quem responder sinceramente, vai concluir que tem muito mais opiniões do que coisas que sabe ou conhece. Qualquer conhecimento profundo não leva à opinião; leva à análise, à convicção, à dúvida ou à evidência, e nenhuma dessas quatro instâncias tem a ver com a opinião.
Quem (se) reparar com cuidado, verificará o quanto é levado a opinar, vale dizer, reagir, sentir, julgar, diante dos variados temas. Somos um aluvião de opiniões. Defendemo-nos de analisar, tendo opinião; preservamonos do perigoso e trabalhoso mister de pensar, tendo logo uma opinião.
É mais fácil ter opinião do que dúvida. Opinião traz adeptos e dividendos pessoais de prestígio, respeitabilidade, aura de coragem ou heroísmo.
As opiniões são uma espécie de fabricação em série de idéias sempre iguais, saídas do modelo pelo qual vemos o mundo, e nos faz enfocar a realidade segundo um eterno subjetivismo. Por isso a opinião quase nunca é o reflexo das variadas componentes do real. É eco a repetir a experiência anterior, diante de cada caso novo. A opinião nos defende da complexidade do real, logo, é maneira de impedir a criatividade do homem.
Na origem latina, opinar tem um sentido ambíguo. É muito mais conjecturar do que afirmar. A palavra chega a ter, nos seus vários sentidos, o de disfarçar. A origem do termo é mais fiel ao seu significado do que a tradução que hoje se ihe dá.
Opinar não significa saber nem conhecer. Opinar significa ter uma opinião a respeito de algo, isto é, uma impressão sujeita a retificações, a correções, a mudanças permanentes. O sentido essencial de opinar é conjecturar, ou seja, supor uma realidade para poder discuti-la e, assim, melhor conhecê-la.
No entanto, nos ofendemos se contrariam a nossa opinião; vivemos em busca do respeito à “nossa opinião". E, mais grave e frequente, vivemos a sofrer por causa da opinião ou de opiniões dos outros sem saber que a opinião de alguém é o resultado das manifestações (reações) mais superficiais e fáceis do seu espírito.
A opinião é instância superficial, exercício de dúvida e de conhecimento disfarçado em certeza ou afirmação, uma conjetura em forma de assertiva. É mais a expressão de um sentimento do que a conciliação deste com o conhecimento e a verdade. A partir do momento em que sabemos de tudo isso, temos obrigatoriamente que deixar de dar tanta importância à opinião alheia e à própria. É preciso, sempre, submetê-las ao crivo da permanência, do tempo, da análise, do conhecimento, da vivência, da experimentação em situações diferentes, em estados de espírito diversos, para, só então, considerá-la significativa, válida, profunda.
Qual de nós está disposto a aceitar que a própria opinião, embora válida e respeitável, é uma forma superficial de manifestação? Quem está disposto a se dar ao trabalho de atribuir à opinião sua verdadeira função, que é nobiiíssima: a de ser trânsito, passagem, via, para a Convicção, para a Análise, para Dúvida e para a Evidência - os quatro elementos que compõem a verdade?
Esta é a minha opinião...
TÁVOLA, Artur da. Alguém que já não fui. Rio de Janeiro: Nova Fronteira,
1985.
Leia o trecho a seguir:
"Defendemo-nos de analisar, tendo opinião; preservamo-nos do perigoso e trabalhoso mister de pensar, exibindo logo uma opinião." (7°§)
Marque a opção que apresenta um sinônimo da palavra destacada acima.
No texto que segue, algumas palavras em destaque foram transcritas sem o necessário acento gráfico.
Medo que seduz
No Brasil, algumas editoras, como a carioca DarkSide, têm se dedicado a relançar classicos[1] do terror. (...) São histórias de fantasmas, busca pela eternidade, sonhos e pesadelos — tudo aquilo que desafia o conforto da razão. A variedade ilustra o que o organizador Alcebíades Diniz, em seu posfacio[2], chama de “expansão do fantástico”, representada no livro não só pelos temas e abordagens, mas tambem[3] pela origem dos textos, escritos originalmente em ingles[4], espanhol, alemão e russo.
DAMASCENO, Renan. Medo que seduz. Estado de Minas. Caderno Pensar, p. 1, 1 jun. 2018. Adaptado.
A justificativa correta para a acentuação de cada palavra numerada encontra-se em
Leia o poema de Beatriz Barreto, cujo título é “Romance pelo ar” e preencha as lacunas do texto.
A moça se penteia
Coloca a melhor roupa
Para o ver passar
Fica um clima de romance pelo ar
Disponível em:<https://www.pensador.com/frase/MTI0NTcwNA/> : Acesso em: 31 mai. 2018. Adaptado.
Na primeira frase do texto, o sujeito é ______________, ou seja, ele _______________ a ação. Trata-se de uma voz verbal denominada _________________.
A sequência que preenche corretamente as do texto é
Atente para o trecho da música “Racismo é burrice”, de autoria do rapper brasileiro, Gabriel, o Pensador.
Salve, meus irmãos africanos e lusitanos, do outro lado do oceano!
“O Atlântico é pequeno pra nos separar, porque o sangue
é mais forte que a água do mar.”
Racismo, preconceito e discriminação, em geral,
são uma burrice coletiva sem explicação.
Afinal, que justificativa você me dá para um povo que
precisa de união,
mas demonstra claramente,
infelizmente,
preconceitos mil?
Disponível em:<https://www.letras.mus.br/gabriel-pensador/72839/> . Acesso em: 30 mai. 2018. Adaptado.
A sequência que informa corretamente as classes gramaticais às quais pertencem as palavras sublinhadas é
Leia, atentamente, os textos a seguir.
Texto I
Nos estudos linguísticos, a coesão textual consiste no uso correto das articulações gramaticais e dos conectivos, que permitem a ligação harmoniosa entre as frases, orações, termos, períodos e parágrafos de um texto.
Texto II
“Apesar de o aluno ter saído de casa com muito antecedência, chegou atrasado ao campus universitário para assistir à chamada que definiria os finalistas do exame de proficiência, porque o trânsito estava congestionado devido à paralisação dos caminhoneiros. Depois de tudo isso, não lhe restou alternativa a não ser se conformar e esperar, sem perder a paciência.”
Fonte: Arquivo da Banca Elaboradora.
Avalie o que se informa sobre coesão textual no Texto I e o que se diz sobre as palavras ou expressões em destaque no Texto 2.
I. O elemento coesivo "apesar de" introduz uma oração que encerra uma ideia de concessão, pois, embora tenha saído de casa com muita antecedência, o aluno acabou se atrasando para assistir à chamada dos finalistas.
II. O pronome relativo "que" tem como principal propósito retomar a expressão "campus universitário", presente em uma oração anterior.
III. A conjunção subordinativa adverbial "porque" inicia uma oração que exprime ideia de conformidade em relação ao acontecimento da oração principal.
IV. A expressão "Depois de tudo isso" faz uma espécie de resumo, de síntese dos acontecimentos, como uma retomada do que foi dito anteriormente.
Está correto apenas o que se afirma em
Existem determinadas palavras na língua portuguesa que, por diversos motivos, são pronunciadas de forma equivocada e também grafadas inadequadamente por muitos nativos.
A palavra que não se enquadra nessas características é
A imagem a seguir representa um texto pictórico de autoria de Cândido Portinari.

A respeito da tela, avalie as afirmações apresentadas.
I. Há uma narrativa, uma exposição de fatos, uma história sendo contada, em que se inserem trabalhadores atuando na colheita do café.
II. A descrição dos corpos volumosos dos personagens masculinos revela o trabalho diário nas plantações de café, que exige resistência e força física.
III. As cenas apresentadas, para indicar o ambiente ou cenário, enfocam sobremaneira o modus operandi do trabalho de indivíduos de regiões metropolitanas.
IV. A mulher sentada no canto da tela, por não estar fazendo tarefas similares e inerentes à colheita de café, pode ser vista como a narradora da história proposta no quadro.
Está correto apenas o que se afirma em
O texto a seguir apresenta alguns problemas quanto à grafia correta das palavras.
Nunca pude entender o por quê de tanta ausência de valores. A pessoas que mau se preocupam com a ética, pois estão afim de sempre levarem vantagem em tudo. Mais para elas, o destino é a sargeta.
Fonte: Arquivo da Banca Elaboradora.
Reescrevendo o texto, as palavras estão corretamente grafadas em
Considere esses dois períodos.
1 . A indicação de pilates para pessoas mais velhas por médicos, fisioterapeutas e nutricionistas aumentaram nos últimos tempos, devido ao seu caráter preventivo.
2 . O pós-tratamento médico e fisioterápico de dores articulares dos idosos apresentam resultados benéficos com as atividades de baixo impacto e individualizadas.
Com relação às orações, é correto afirmar que
Leia, atentamente, o texto a seguir.
REPÓRTER POLICIAL
Requisitos:
– Experiência mínima de 3 anos em jornalismo investigativo
– Sexo feminino
– Idade entre 28 e 38 anos
– Usuária de computador
– Nível universitário, de preferência com pós-graduação
Salário de acordo com a categoria.
Os interessados deverão enviar currículo com foto para o e-mail indicado até meio-dia e meio de hoje.
Fonte: Arquivo da Banca Elaboradora.
Imagine a seguinte situação: você prestou serviços de consultoria como revisor de língua portuguesa num jornal de grande circulação, em Belo Horizonte, e recebeu esse texto para revisão. Ao finalizar o seu trabalho, apontou que
I . gramaticalmente o texto apresentou problemas somente quanto ao uso correto dos sinais de pontuação,
PORQUE
II . os itens que compunham os “requisitos” deveriam ser pontuados com o ponto-e-vírgula, preferencialmente.
Sobre essas asserções, é correto afirmar que
Leia, atentamente, o texto a seguir e preencha as lacunas.
ACHO UM ABSURDO
VOCÊ TRABALHAR, E
NÃO RECEBER!
PRECISAMOS
RECLAMAR, SIM,
NOSSOS DIREITOS!
AFINAL, TEMOS QUE
PAGAR AS CONTAS.
Monique Evans
Disponível em:<https://quemdisse.com.br/frase/acho-um-absurdo-voce-trabalhar-e-nao-receber-precisamos-reclamar-sim-nossosdireitos/102001/> . Acesso em: 30 mai. 2018. Adaptado.
No período “Acho um absurdo você trabalhar, e não receber”, a segunda oração pode ser classificada como ______________________. Entre “trabalhar” e “não receber” estabelece-se uma relação de _________________, em que a conjunção “e” tem valor __________________
A sequência correta para o preenchimento das lacunas é
Um texto, para ser um texto de verdade, não se constrói com um aglomerado de frases soltas. Ele precisa apresentar conexões, tanto gramaticais quanto de ideias. A esse respeito, leia, atentamente, a notícia a seguir.
Sem controle
O Conselho Nacional de Saúde, a Anvisa e o IBAMA juntaram forças para tentar barrar o projeto apresentado ao Congresso pela bancada ruralista para reduzir o controle sobre o comércio e o uso de agrotóxicos nas lavouras brasileiras. A lei em discussão prevê “rebatizar” esses venenos, nas embalagens expostas à venda, como “produto fitossanitário”.
Isto É n. 2524, 09/05/2018, p. 28.
Além do domínio vocabular e sintático da língua, o texto apresenta outras marcas de coesão. Informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) o que se afirma a respeito.
( ) Emprego de uma conjunção concessiva.
( ) Uso de uma conjunção coordenativa aditiva.
( ) Utilização adequada dos sinais de pontuação.
( ) Problema de escrita relativamente à norma-padrão.
( ) Retomada de um termo, expresso no interior de outra frase.
De acordo com as afirmações, a sequência correta é
O texto seguinte envolve uma discussão acerta da colocação pronominal.
O médico especialista em coluna
O médico especialista está sempre atualizado com as mais recentes tecnologias no diagnóstico e no tratamento de diversas patologias da coluna. [...] O tratamento inicial é feito através do uso de medicamentos que visam diminuir a dor e ajudar a combater o processo inflamatório. [...] No entanto, em se tratando do uso de métodos conservadores, caso essas medidas não proporcionarem uma melhora no estado de saúde da coluna do paciente, ele é encaminhado para a cirurgia.
Disponível em:<https://www.spinecenter.com.br/blog/medico-especialista-em-coluna/> . Acesso em: 27 mai. 2018. Adaptado.
Na frase em destaque,
Leia os dois textos a seguir.
Texto I
“No caso de mistura de gêneros, adoto a sugestão da linguista alemã Ulla Fix, que usa a expressão intertextualidade tipológica para designar esse aspecto da hibridização ou mescla de gêneros em que um gênero assume a função de outro. Pessoalmente, estou usando intergenericidade como a expressão que melhor traduz o fenômeno.”
MARCUCHI, L. A. Produção textual, análise de gêneros e compreensão. São Paulo: Parábola Editoria, 2009, p. 165.
Texto II
Receituário ‘prescrito’ pelo médico Renato Figueiredo
Médico do Hospital Regional de Campo Grande prescreve a receita ideal: “sorrisos e amor”. Iniciativa de profissional de hospital público da Capital faz sucesso nas redes sociais.

Disponível em: <http://www.diariodigital.com.br/geral/medico-do-hr-prescreve-receita-ideal-sorrisos/145063/> . Acesso em: 24 mai. 2018. Adaptado.
Considere as informações do Texto I e determine se é verdadeiro (V) ou falso (F) o que se afirma sobre o Texto II.
( ) A fusão de dois diferentes gêneros – o gênero receituário e o gênero poema pode ser observada claramente.
( ) A hibridização dos gêneros alterou a finalidade da comunicação; portanto, causou prejuízo de sentidos para o texto.
( ) A intergenericidade foi empregada com um propósito bem definido: estabelecer uma comunicação eficiente com os médicos, público-alvo do receituário.
( ) O propósito comunicacional foi mantido, embora um dos gênero tenha tomado emprestado características que não são, por convenção, suas.
De acordo com as afirmações, a sequência correta é
Leia a anedota, avalie as informações acerca da última frase do texto e complete as lacunas.

Disponível em:<http://www.topimagens.com.br/piadas/5307-piada-de-loira-no-medico.html> . Acesso em 30 mai. 2018. Adaptado.
A estrutura frasal está organizada com o verbo no ___________________, um modo verbal cujo verbo expressa uma ___________________. Identifica-se, ainda, na frase a presença da função _________________ da linguagem, comumente empregada com a finalidade de influenciar, persuadir o destinatário.
A sequência correta para o preenchimento das lacunas é
Observe o cartaz.

Disponível em:<http://oncologianiteroi.com.br/dia-do-medico/> . Acesso em 26 mai. 2018