Questões Militares Sobre problemas da língua culta em português

Foram encontradas 207 questões

Q527161 Português

                     Avião da Malaysia Airlines com 298 pessoas a bordo cai na Ucrânia

                      Assessor de ministério ucraniano disse que aeronave teria sido abatida.

                     Região da queda está sob controle de milicianos separatistas pró-Rússia. 


      Um Boeing 777 da Malaysia Airlines com 298 pessoas a bordo caiu na Ucrânia, perto da fronteira com a Rússia, nesta quinta-feira (17). A informação inicial era de que seriam 295, mas a companhia atualizou o número.

      A agência russa Interfax afirmou que o avião teria sido derrubado quando estava a 10 mil metros de altitude. [...]

      A Malaysia Airlines informou que perdeu contato com o voo MH17 às 14h15 GMT (11h15 de Brasília) a cerca de 50 km da fronteira entre Ucrânia e Rússia. O avião havia decolado de Amsterdã, na Holanda, às 12h15 locais, e deveria chegar a Kuala Lumpur, na Malásia, às 6h10 desta sexta-feira (18), também no horário local.

      A aeronave voava normalmente, sem registro de problemas, até desaparecer do radar, segundo Dmytro Babeychuk, chefe do órgão regulador do espaço aéreo ucraniano. A Associação Internacional de Transporte Aéreo informou que o avião voava em uma área livre de restrições.

      Após a queda do avião, todo o espaço aéreo no leste da Ucrânia foi fechado, disse a Eurocontrol em comunicado.


                             (Disponível em: http://g1.globo.com/mundo/noticia/2014/07/aviao-

                                      da-malasia-com-295-bordo-cai-na-ucrania-diz-agencia.html.

Apesar de certos vocábulos possuírem pronúncia igual, através da grafia correta é possível verificar o significado pretendido por ocasião do seu uso. Em “[...] a cerca de 50 km da fronteira [...]” (3º§), a expressão “a cerca de”, de acordo com o significado estabelecido, preenche corretamente a lacuna em
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Q527116 Português
No aeroporto 

        Viajou meu amigo Pedro. Fui levá-lo ao Galeão, onde esperamos três horas o seu quadrimotor. Durante esse tempo, não faltou assunto para nos entretermos, embora não falássemos da vã e numerosa matéria atual. Sempre tivemos muito assunto, e não deixamos de explorá-lo a fundo. Embora Pedro seja extremamente parco de palavras, e, a bem dizer, não se digne de pronunciar nenhuma. Quando muito, emite sílabas; o mais é conversa de gestos e expressões, pelos quais se faz entender admiravelmente. É o seu sistema.  
       Passou dois meses e meio em nossa casa, e foi hóspede ameno. Sorria para os moradores, com ou sem motivo plausível. Era a sua arma, não direi secreta, porque ostensiva. A vista da pessoa humana lhe dá prazer. Seu sorriso foi logo considerado sorriso especial, revelador de suas boas intenções para com o mundo ocidental e oriental, e em particular o nosso trecho de rua. [...]  
        Devo dizer que Pedro, como visitante, nos deu trabalho; tinha horários especiais, comidas especiais, roupas especiais, sabonetes especiais, criados especiais. Mas sua simples presença e seu sorriso compensariam providências e privilégios maiores. [...]
      Viajou meu amigo Pedro. Fico refletindo na falta que faz um amigo de um ano de idade a seu companheiro já vivido e puído. De repente o aeroporto ficou vazio.

(ANDRADE, Carlos Drummond de. Cadeira de balanço. Reprod. em: Poesia completa e prosa. Rio de Janeiro: José Aguilar, 1973, p. 1107-1108.) 
Fui levá-lo ao Galeão, onde esperamos três horas o seu quadrimotor.” (1º§). O papel pronominal exercido pelo termo em destaque pode ser visto, de acordo com a norma padrão, também em:
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Q508814 Português
TEXTO I

Um leitor da revista Superinteressante, de novembro de 2014, redigiu a seguinte carta: “Na reportagem Por que está faltando água? me decepcionei um pouco. Vocês explicaram lindamente as reservas e o mau uso, mas falta um pedaço importante da história: a relação evidente entre desmatamento e a falta de água. Por que faltou chuva? Por causa do desmatamento da Amazônia. As pessoas precisam entender que não basta rezar para chover e colocar a culpa no governo."

“Nos aproximamos de um futuro desértico"; a opção que mostra uma afirmação inadequada sobre esse segmento do texto da reportagem é:
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Q508812 Português
TEXTO I

Um leitor da revista Superinteressante, de novembro de 2014, redigiu a seguinte carta: “Na reportagem Por que está faltando água? me decepcionei um pouco. Vocês explicaram lindamente as reservas e o mau uso, mas falta um pedaço importante da história: a relação evidente entre desmatamento e a falta de água. Por que faltou chuva? Por causa do desmatamento da Amazônia. As pessoas precisam entender que não basta rezar para chover e colocar a culpa no governo.”

Na frase “Por que está faltando água?” o termo sublinhado aparece grafado em duas palavras e sem acento gráfico: “Por que”. O pensamento abaixo em que essa mesma grafia preenche a lacuna é:
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Q505531 Português
                                 A zaqa aérea do Brasil na Copa

          Delineamos as estratégias da FAB para garantir marcação cerrada nos céus do país
                           durante o maior evento esportivo do mundo.


          Entre os preparativos mais complexos para a Copa do Mundo, que começará em junho próximo, e os Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, em agosto de 2016, está a criação de zonas de exclusão aéreas, nas quais os sobrevoos de aeronaves estarão proibidos. É uma medida de segurança que visa evitar atentados terroristas e incidentes aéreos nos locais de grande concentração de turistas e atletas. Esse tipo de iniciativa já foi posta em prática nos Jogos de Londres, em 2012, com grande sucesso. Na ocasião, oficiais da Força Aérea Brasileira (FAB) acompanharam o trabalho dos britânicos. No Brasil, será uma experiência de proporções ainda maiores, envolvendo 12 cidades-sede espalhadas por todo o território nacional - bem menos complexa será a proteção dos céus do Rio nos Jogos Olímpicos. Não que o país seja alvo de atentados, mas, diante dos atuais riscos globais e de suas consequências, todo o cuidado será pouco. A primeira experiência real desse gênero para a FAB foi a Rio+20, a Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, que reuniu 43.000 participantes de 193 nações, em 2012. Depois vieram a Copa das Confederações, em junho de 2013, seguida da visita do Papa Francisco, em agosto do mesmo ano. Em todos esses eventos, caças e helicópteros estiveram de prontidão.

                                                           (André Vargas, Aero Magazine, n° 237 - 2014. Fragmento.)


A situação comunicacional do texto exige que a linguagem utilizada seja a formal, considerada adequada ao contexto. Tendo em vista tal aspecto, indique A para o(s) trecho(s) em que tal adequação pode ser observada e I para o(s) trecho(s) em que a construção pode ser considerada inadequada de acordo com a norma padrão.

(A) Construção adequada de acordo com a norma padrão.
(I) Construção inadequada de acordo com a norma padrão.

( ) “[...] que visa evitar atentados terroristas [...]”
( ) “[...] está a criação de zonas de exclusão aéreas,[...]”
( ) “Depois vieram a Copa das Confederações, em junho de 2013,[...]”
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Q503005 Português
Assinale a opção que completa corretamente as lacunas das frases a seguir.

I – ____ uma semana que telefono e não consigo contato.
II – ____ muito tempo que a amiga o procurava sem sucesso.
III– Passara no concurso_____ pouco tempo.
IV– Iniciou os estudos______poucos dias.
V – Estávamos ali_______ quatro horas.
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Q502994 Português
Assinale a alternativa cujo período está de acordo com a norma culta da Língua.
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Q502991 Português
Assinale a alternativa em que há o correto emprego da palavra sublinhada.
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Ano: 2014 Banca: Marinha Órgão: EAM Prova: Marinha - 2014 - EAM - Marinheiro |
Q502589 Português
Em que opção o termo destacado foi corretamente empregado, no contexto?
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Q474718 Português
Leia a tira de Hagar, por Chris Browne, e assinale a alternativa que completa, correta e respectivamente, as lacunas, em conformidade com as regras de ortografia.

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Q457546 Português
Apenas um tiroteio na madrugada

São 2:30 da madrugada e eu deveria estar dormindo, mas acordei com uma rajada de metralhadora na escuridão. É mais um tiroteio na favela ao lado.

Além dos tiros de metralhadora, outros tiros se seguem, mais finos, igualmente penetrantes, continuando a fuzilaria. Diria que armas de diversos calibres estão medindo seu poder de fogo a uns quinhentos metros da minha casa.

No entanto, estou na cama, tecnicamente dormindo. Talvez esteja sonhando, talvez esteja ouvindo o tiroteio de algum filme policial. Tento em princípio descartar a ideia de que há uma cena de guerrilha ao lado. Aliás, é fim de ano, e quem sabe não estão soltando foguetes por aí em alguma festa de rico?

Não. É tiroteio mesmo. Não posso nem pensar que são bombas de São João, como fiz de outras vezes, procurando ajeitar o corpo insone no travesseiro.

Estou tentando ignorar, mas não há como: é mais um tiroteio na favela ao lado. [...]

O tiroteio continua e estamos fingindo que nada acontece.

Sinto-me mal com isso. Me envergonho com o fato de que nos acostumamos covardemente a tudo. Me escandalizo que esse tiroteio não mais me escandalize. Me escandaliza que minha mulher durma e nem ouça que há uma guerra ao lado, exatamente como ela já se escandalizou quando em outras noites ouvia a mesma fuzilaria e eu dormia escandalosamente e ela ficava desamparada com seus ouvidos em meio à guerra.

Sei que vai amanhecer daqui a pouco. E vai se repetir uma cena ilustrativa de nossa espantosa capacidade de negar a realidade, ou de diminuir seu efeito sobre nós por não termos como administrá-la. Vou passar pela portaria do meu edifício e indagar ao porteiro e aos homens da garagem se também ouviram o tiroteio. Um ou outro dirá que sim. Mas falará disso como de algo que acontecesse inexplicavelmente no meio da noite.

No elevador, um outro morador talvez comente a fuzilaria com o mesmo ar de rotina com que se comenta um Fia - Flu. E vamos todos trabalhar. As crianças para as escolas. As donas de casa aos mercados. Os executivos nos seus carros.

Enquanto isso, as metralhadoras e as armas de todos os calibres se lubrificam. Há um ou outro disparo durante o dia. Mas é à noite que se manifestam mais escancaradamente. Ouvirei de novo a fuzilaria. Rotineiramente. É de madrugada e na favela ao lado recomeça o tiroteio. Não é nada.

Ouvirei os ecos dos tiros sem saber se é sonho ou realidade e acabarei por dormir. Não é nada. É apenas mais um tiroteio de madrugada numa favela ao lado.

Affonso Romano de Sant'Anna. Porta de colégio. São Paulo. Ática, 1995, p. 69-71.
Apenas uma das frases deve ser completada com a primeira palavra entre parênteses. Assinale-a.
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Q385110 Português
Os itens apresentam fragmentos adaptados de textos diversos. Julgue-os no que se refere à correção gramatical e ortográfica.

“Parece que sim, porque as descobertas científicas, os eventos que isso suscita e as opiniões sobre eles, em um mundo também potencialmente globalizado em seus aspectos econômicos, políticos e midiáticos, interessam às pessoas, que dele receberão efeitos.” No período acima a substituição do ponto final por ponto de interrogação manteria a coerência do texto, mas, nesse caso, de acordo com a gramática normativa, o vocábulo “porque” deveria ser grafado por que.
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Q385109 Português
Os itens apresentam fragmentos adaptados de textos diversos. Julgue-os no que se refere à correção gramatical e ortográfica.

“Seria ingênuo pensar que esse mito desapareceu com a recente crise, mas, que ele está mal das pernas, está.” (ANEEL, 2010) O sentido da expressão “mal das pernas”, característica da oralidade, seria prejudicado caso se substituísse “mal” por mau.
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Q384958 Português
Assinale a opção em que a palavra destacada foi corretamente empregada.
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Q753381 Português

Complete as lacunas com o uso adequado do porquê.

a) Avisei__________desejo o seu bem.

b) Todos sabem o ______________ de sua alegria.

c ) _____________ você não veio à aula ontem?

d) Desconheço o motivo_____________você não veio.

e) Você se atrasou_______________?

A alternativa que indica a sequência correta para o preenchimento das lacunas é:


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Q718404 Português

Leia as orações abaixo e, em seguida, assinale a alternativa que preenche correta e respectivamente as lacunas.

1. Recebeu uma advertência por ___________ comportamento.

2. ___________ você fica nas férias?

3. Não vejo Sandra ___________ seis anos.

4. Ele saiu cedo ___________ chegar a tempo.

Alternativas
Q718403 Português
Leia as orações abaixo e, em seguida, assinale a alternativa que preenche correta e respectivamente as lacunas.
1. Não conseguia entender o __________ de tanto mau humor. 2. Gostaria de entender __________ você fez isso. 3. Voltou mais cedo __________ terminou o trabalho antes. 4. Você não vai mais, __________?
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Q660193 Português

Leia o texto abaixo e, em seguida, assinale a alternativa que preenche correta e respectivamente as lacunas.

Jovem liga para a polícia chateada após bronca da mãe e é presa

Uma jovem de 19 anos, moradora de Vero Beach, na Flórida (EUA), acabou presa depois de ligar duas vezes para ______ polícia ao ficar chateada por tomar uma bronca da própria mãe.

Amanda Valvo ligou para o serviço de emergência alegando que não tinha gostado da forma como a mãe havia se dirigido ______ uma amiga e a ela, de acordo com um relatório da polícia do condado de Indian River. Por volta das 4h 30min, um policial foi até a casa de Amanda para responder ______ chamada e prender a jovem.

A garota acabou presa por abuso do serviço de emergência, e solta após pagar fiança de R$ 1 mil. Não ______ informações sobre o tipo de coisas que a mulher teria falado ______ filha.

(Disponível em: http://g1.globo.com/planeta-bizarro/noticia/2013/04/jovem-chateado-liga-para-policia-apos-bronca-da-mae-e-e-preso.html – Adaptado.)

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Q656190 Português
Marque a alternativa CORRETA em relação ao uso dos advérbios onde e aonde:
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Q614970 Português
Campeonato do desperdício
     No campeonato do desperdício, somos campeões em várias modalidades. Algumas de que nos orgulhamos e outras de que nem tanto. Meu amigo Adamastor, antropólogo das horas vagas, não me deu as causas primeiras de nossa primazia, mas forneceu-me uma lista em que somos imbatíveis. Claro, das modalidades que "nem tanto".
     Vocês já ouviram falar em lixo rico? Somos os campeões. Nosso lixo faria a fartura de um Haiti. Com o que jogamos fora e que poderia ser aproveitado, poder-se-ia alimentar muito mais do que a população do Haiti. Há pesquisas do assunto e cálculos exatos que "nem tanto". Somos um país pobre com mania de rico. E nosso lixo é mais rico do que o lixo dos países ricos. Meu falecido pai costumava dizer: rico raspa o queijo com as costas da faca; remediado corta uma casca bem fininha; pobre, contudo, arranca uma lasca imensa do queijo. Meu pai dizia, e tenho a impressão que meu pai era um homem preconceituoso, mas em termos de manuseio dos alimentos nacionais, arrancamos uma lasca imensa do queijo, ah, sim, arrancamos.
     Outra modalidade em que somos campeões absolutos, o desperdício do transporte. Ninguém no mundo consegue, tanto quanto nós, jogar grãos nas estradas. Não viajo pouco e me considero testemunha ocular. A Anhanguera, por exemplo, tem verdadeiras plantações de soja em suas margens. Quando pego uma traseira de caminhão e aquela chuva de grãos me assusta, penso rápido e fico calmo: faz parte da competição e temos de ser campeões.
    Na construção civil o desperdício chega a ser escandaloso. Um dia o Adamastor, antropólogo das horas vagas, me veio com uma folha de jornal onde se liam estatísticas indecentes. Com o que se joga fora de material (do mais bruto ao mais sofisticado) , o Brasil poderia construir todos os estádios que a FIFA exige e ainda poderia exportar cidades para o mundo.
     Antigamente, este que vos atormenta, levava um litro lavado para trocar por outro cheio de leite. Você, caro leitor, talvez nem tenha notícia disso. Mas era assim. Agora, compra-se o leite e sua embalagem internamente aluminizada para jogá-la no lixo. Quanto de nosso petróleo vai para o lixo em forma de sacos plásticos? Vocês já ouviram falar que o petróleo é um recurso inesgotável? Claro que não! Mas sente algum remorso ao jogar os sacos trazidos do supermercado no lixo? Claro que não. Nossa cultura de mosaico nos tirou a capacidade de ligar os fenômenos entre si.
    E o que desperdiçamos de talentos, de esforço educacional? São advogados atendendo em balcão de banco, engenheiros vendendo cachorro-quente nas avenidas de São Paulo, são gênios que se desperdiçam diariamente como se fossem recursos, eles também, inesgotáveis. No dia em que a gente precisar, vai lá e pega. No dia em que a gente precisar, pode não existir mais. Não importa, vivemos no melhor dos mundos, segundo a opinião do Adamastor, o gigante, plagiando um tal de Dr. Pangloss, que ironizava um tal de Leibniz.BRAFF, Menalton.

Em www.cartacapital.com.br - Acesso em 14 jan., 2013 - adaptado.

Dr.Pangloss - personagem de Cândido, de Voltaire. Caracteriza-se pelo extremo otimismo.
Leibniz - Autor da teoria de que nada acontece ao acaso. Estamos no melhor dos mundos possíveis, o ser só é, só existe, porque é o melhor possível. Adamastor, o- gigante - personificação do Cabo das Tormentas, em Os Lusíadas, do escritor português Luiz Vaz de Camões,
Assinale a opção em que o termo destacado está grafado corretamente.
Alternativas
Respostas
141: A
142: C
143: C
144: C
145: D
146: E
147: C
148: E
149: C
150: E
151: E
152: E
153: C
154: A
155: A
156: C
157: D
158: C
159: B
160: D