Questões Militares
Comentadas sobre noções gerais de compreensão e interpretação de texto em português
Foram encontradas 2.116 questões
Texto III para responder à questão.
Papel aceita tudo
Texto III para responder à questão.
Papel aceita tudo
Texto III para responder à questão.
Papel aceita tudo
Texto III para responder à questão.
Papel aceita tudo
A partir das ideias desenvolvidas ao longo do texto e o
enfoque dado a elas, é correto afirmar que o assunto
principal tratado diz respeito à
Texto II para responder à questão.
A questão síria
Às 3 da madrugada de 21 de agosto, um ataque químico dizimou centenas no subúrbio de Damasco. Estimam‐se 1,4 mil mortos na capital síria, cerca de 400 deles crianças. As imagens e testemunhos das vítimas rapidamente espalharam‐se pela rede e chocaram o mundo. Não se comprovou a autoria do que aconteceu naquela noite nos povoados sob controle de rebeldes sírios, mas atestou‐se o uso de gás sarin (substância usada pelos nazistas) que afeta o sistema nervoso e pode matar milhares em pouco tempo. O episódio foi aparentemente encerrado com uma saída diplomática, em que o ditador Bashar al‐Assad, acusado pelos Estados Unidos de ter atacado seu próprio povo, comprometeu‐se a entregar as armas químicas em seu poder.
(Lívia Perozim. Carta na escola. Edição 80. Outubro/2013. Adaptado.)
Considerando o assunto principal do texto e o aspecto
abordado, assinale a alternativa que apresenta um título
adequado.
Texto II para responder à questão.
A questão síria
Às 3 da madrugada de 21 de agosto, um ataque químico dizimou centenas no subúrbio de Damasco. Estimam‐se 1,4 mil mortos na capital síria, cerca de 400 deles crianças. As imagens e testemunhos das vítimas rapidamente espalharam‐se pela rede e chocaram o mundo. Não se comprovou a autoria do que aconteceu naquela noite nos povoados sob controle de rebeldes sírios, mas atestou‐se o uso de gás sarin (substância usada pelos nazistas) que afeta o sistema nervoso e pode matar milhares em pouco tempo. O episódio foi aparentemente encerrado com uma saída diplomática, em que o ditador Bashar al‐Assad, acusado pelos Estados Unidos de ter atacado seu próprio povo, comprometeu‐se a entregar as armas químicas em seu poder.
(Lívia Perozim. Carta na escola. Edição 80. Outubro/2013. Adaptado.)
O uso do termo “aparentemente” em “O episódio foi
aparentemente encerrado com uma saída diplomática,...”
indica
Texto II para responder à questão.
A questão síria
Às 3 da madrugada de 21 de agosto, um ataque químico dizimou centenas no subúrbio de Damasco. Estimam‐se 1,4 mil mortos na capital síria, cerca de 400 deles crianças. As imagens e testemunhos das vítimas rapidamente espalharam‐se pela rede e chocaram o mundo. Não se comprovou a autoria do que aconteceu naquela noite nos povoados sob controle de rebeldes sírios, mas atestou‐se o uso de gás sarin (substância usada pelos nazistas) que afeta o sistema nervoso e pode matar milhares em pouco tempo. O episódio foi aparentemente encerrado com uma saída diplomática, em que o ditador Bashar al‐Assad, acusado pelos Estados Unidos de ter atacado seu próprio povo, comprometeu‐se a entregar as armas químicas em seu poder.
(Lívia Perozim. Carta na escola. Edição 80. Outubro/2013. Adaptado.)
Dentre os trechos a seguir, apenas um apresenta o ponto de vista da autora e não somente uma informação como os demais, indique‐o.
Texto I para responder à questão.
Uma chance de proteger o futuro
Imagine um mundo com secas, tempestades e fome, com ilhas e regiões costeiras inundadas, onde milhões de pessoas morrem por causa da poluição do ar e das águas, enquanto outras buscam refúgio em lugares mais seguros e alguns ainda lutam entre si pelos escassos recursos naturais. Em contraponto, imagine um mundo com ar e água limpos, com tecnologia, onde casas, transportes e indústrias estejam a serviço de toda a população, onde todos compartilhem os benefícios do desenvolvimento, da industrialização e de recursos naturais; imagine ainda que esta situação possa se sustentar de uma geração para a outra. A escolha entre esses dois futuros cabe a nós.
(Kofi Annan, secretário geral da ONU. Folha de S. Paulo. São Paulo, 30/06/2002. Fragmento.)
De acordo com o ponto de vista apresentado pelo autor do texto, é correto afirmar que o(a)
Texto I para responder à questão.
Uma chance de proteger o futuro
Imagine um mundo com secas, tempestades e fome, com ilhas e regiões costeiras inundadas, onde milhões de pessoas morrem por causa da poluição do ar e das águas, enquanto outras buscam refúgio em lugares mais seguros e alguns ainda lutam entre si pelos escassos recursos naturais. Em contraponto, imagine um mundo com ar e água limpos, com tecnologia, onde casas, transportes e indústrias estejam a serviço de toda a população, onde todos compartilhem os benefícios do desenvolvimento, da industrialização e de recursos naturais; imagine ainda que esta situação possa se sustentar de uma geração para a outra. A escolha entre esses dois futuros cabe a nós.
(Kofi Annan, secretário geral da ONU. Folha de S. Paulo. São Paulo, 30/06/2002. Fragmento.)
Ao introduzir o 2º parágrafo com a expressão “Em contra‐ponto”, o articulista estabelece que
Texto I para responder à questão.
Uma chance de proteger o futuro
Imagine um mundo com secas, tempestades e fome, com ilhas e regiões costeiras inundadas, onde milhões de pessoas morrem por causa da poluição do ar e das águas, enquanto outras buscam refúgio em lugares mais seguros e alguns ainda lutam entre si pelos escassos recursos naturais. Em contraponto, imagine um mundo com ar e água limpos, com tecnologia, onde casas, transportes e indústrias estejam a serviço de toda a população, onde todos compartilhem os benefícios do desenvolvimento, da industrialização e de recursos naturais; imagine ainda que esta situação possa se sustentar de uma geração para a outra. A escolha entre esses dois futuros cabe a nós.
(Kofi Annan, secretário geral da ONU. Folha de S. Paulo. São Paulo, 30/06/2002. Fragmento.) A forma verbal “Imagine” foi usada no texto com a finalidade de
A forma verbal “Imagine” foi usada no texto com a finalidade de
1. O negociante de escravos, o especulador inglês, o combatente da revolta no sul do país, a viúva preocupada em casar bem a filha são exemplos de personagens que retratam tipos característicos da sociedade da época, construídos por Martins Pena com grande densidade e aprofundamento psicológico.
2. Os diálogos vivos e cômicos são resultado de um cuidadoso trabalho no uso de linguagem coloquial, de falas simultâneas e entrecortadas, do xingamento em língua estrangeira (goddam), da exploração do som do francês (cou) em português e da fala caricata do inglês, que não conjuga os verbos e não faz distinção de gênero.
3. Contemporâneo das primeiras publicações do romantismo brasileiro (O moço loiro, Joaquim Manuel de Macedo, 1845; Primeiros Cantos, Gonçalves Dias, 1846), Martins Pena imprime a marca do estilo da época na sua peça, visível na idealização do amor e da pureza nos namoros da personagem Cecília.
4. Embora a proibição do comércio negreiro seja um contexto fundamental, os escravos não têm fala na peça. A realidade dos negros, no entanto, transparece de forma clara quando um meia-cara é entregue em um cesto como presente e no momento em que as chicotadas na escrava são tratadas como um fato tão natural que não chega a interromper a conversa com as visitas. 5. A comédia de costumes de Martins Pena retoma alguns temas recorrentes na poesia satírica de Gregório de Mattos – funcionários corruptos, leis burladas como normalidade, dinheiro como móvel da sociedade – aproximando a sociedade pós-independência do século XIX da sociedade colonial do século XVII.
Assinale a alternativa correta.

Tendo por base a charge, considere as seguintes afirmativas:
1. O autor aponta a falta de propósito das manifestações, representada na charge pelos cartazes em branco.
2. O autor problematiza a alienação dos brasileiros em época de Copa do Mundo.
3. A linguagem não-verbal enaltece a principal característica brasileira: a paixão pelo futebol.
4. A polissemia do título aproxima as manifestações ocorridas de um de seus principais alvos: o gasto com a Copa do Mundo.
Assinale a alternativa correta.
O estopim foram o aumento do ônibus e a reação truculenta da polícia. Na esteira do protesto inicial, vieram as demandas concretas: a péssima qualidade do transporte, a corrupção, os conchavos políticos, as incongruências entre o investimento em saúde e educação e as fortunas gastas com estádios e futebol, enfim, o abismo entre o Brasil que se vende para o mundo e a nação real, com sua violência, trânsito e serviços precários.
Muitos críticos cobraram falta de foco dos jovens e dificuldade de controle das massas que saíram às ruas. Isso deu, dizem os críticos, espaço para grupos mais radicais e bandidos, que causaram violência. Mas será que houve falta de foco?
Embora as queixas sejam muitas e variadas, alguns padrões em comum podem ser identificados. Trata-se, em primeiro lugar, de um movimento mais horizontal, sem liderança clara. Alguns grupos, como o Movimento Passe Livre (MPL), logo apareceram. Mesmo dentro deles, não parece haver voz única. Boa parte das manifestações se dá “por contágio”. Mesmo o jovem inicialmente acomodado se sente “tocado” pela onda de protestos e decide sair à rua, para participar do momento histórico. A insatisfação crônica com o status do país se transformou de forma rápida, talvez pela capilaridade das redes sociais, numa indignação ativa, potente geradora de força de mobilização. [...]
Os políticos correram para achar uma explicação e tentar dar respostas (algo que não andam acostumados a fazer). Algumas demandas foram rapidamente atendidas. É simplista, porém, justificar o que aconteceu com o fato de o jovem não se sentir representado. Além da crise de representatividade política, que não é queixa só do jovem, faltam a perspectiva de um país melhor – mais justiça, melhores condições de transporte, saúde e educação – e uma percepção menos ufanista e mais real do Brasil.
O desafio dos jovens é manter a força do movimento, num momento em que os governos atendem parcialmente a algumas demandas. Os políticos deveriam perceber que o desafio é usar essa força para mudar o país naquilo que ele tem de pior. Têm de limpar as feridas para facilitar a cicatrização. Não adianta dourar indefinidamente a pílula, na espera de um Brasil que nunca chega.
1. As redes sociais propiciaram que os jovens se distanciassem das instituições públicas para poder melhor se mobilizar e criticá-las.
2. A falta de liderança clara confirma a tese de falta de foco do movimento.
3. O movimento das ruas fez com que um estado de insatisfação se transformasse em algo prático.
4. Não se sentir representado foi apenas uma das motivações para as manifestações dos jovens.
Assinale a alternativa correta.
O estopim foram o aumento do ônibus e a reação truculenta da polícia. Na esteira do protesto inicial, vieram as demandas concretas: a péssima qualidade do transporte, a corrupção, os conchavos políticos, as incongruências entre o investimento em saúde e educação e as fortunas gastas com estádios e futebol, enfim, o abismo entre o Brasil que se vende para o mundo e a nação real, com sua violência, trânsito e serviços precários.
Muitos críticos cobraram falta de foco dos jovens e dificuldade de controle das massas que saíram às ruas. Isso deu, dizem os críticos, espaço para grupos mais radicais e bandidos, que causaram violência. Mas será que houve falta de foco?
Embora as queixas sejam muitas e variadas, alguns padrões em comum podem ser identificados. Trata-se, em primeiro lugar, de um movimento mais horizontal, sem liderança clara. Alguns grupos, como o Movimento Passe Livre (MPL), logo apareceram. Mesmo dentro deles, não parece haver voz única. Boa parte das manifestações se dá “por contágio”. Mesmo o jovem inicialmente acomodado se sente “tocado” pela onda de protestos e decide sair à rua, para participar do momento histórico. A insatisfação crônica com o status do país se transformou de forma rápida, talvez pela capilaridade das redes sociais, numa indignação ativa, potente geradora de força de mobilização. [...]
Os políticos correram para achar uma explicação e tentar dar respostas (algo que não andam acostumados a fazer). Algumas demandas foram rapidamente atendidas. É simplista, porém, justificar o que aconteceu com o fato de o jovem não se sentir representado. Além da crise de representatividade política, que não é queixa só do jovem, faltam a perspectiva de um país melhor – mais justiça, melhores condições de transporte, saúde e educação – e uma percepção menos ufanista e mais real do Brasil.
O desafio dos jovens é manter a força do movimento, num momento em que os governos atendem parcialmente a algumas demandas. Os políticos deveriam perceber que o desafio é usar essa força para mudar o país naquilo que ele tem de pior. Têm de limpar as feridas para facilitar a cicatrização. Não adianta dourar indefinidamente a pílula, na espera de um Brasil que nunca chega.
