Questões Militares
Sobre morfologia - verbos em português
Foram encontradas 814 questões
Leia os quadrinhos.

(Folha de S.Paulo, 23.07.2010. Adaptado.)
A personagem utiliza a locução verbal Tenho tido para se
referir à dor que sente, o que sinaliza que esta é
Sobre os recursos linguísticos usados no texto, marque com V as afirmativas verdadeiras e com F, falsas.
( ) "estão [...] cercadas” (/. 9) é uma forma verbal que se apresenta na voz passiva e sua transposição para a ativa implica a observância da correlação modo-temporal para preservar o sentido original do contexto. /
( ) “ano a ano" (/. 11) está entre vírgulas pela mesma razão que “da Escola Nacional de Ciências Estatísticas do IBGE" (/. 13-14).
( ) “visível" (/. 23) e "raízes” (/. 25) são paroxítonas acentuadas por razões diferentes.
( ) “existem” (/. 23) pode ser substituída pela forma verbal “há” (/. 36) sem nenhum prejuízo de ordem gramatical, o mesmo não ocorrendo em relação à troca de "há" por “existem”, tendo-se em vista o contexto frasal em que ambas se encontram. /
( ) “fincaram” (/. 32) e inflaram” (/. 33) estão no plural, concordando com o mesmo sujeito, que também está no plural.
A alternativa que contém a sequência correta, de cima para baixo, é a
Texto II
“Artigo XXVI
1. Todo ser humano tem direito à instrução. A instrução será gratuita, pelo menos nos graus elementares e fundamentais. A instrução elementar será obrigatória. A instrução técnico-profissional será acessível a todos, bem como a instrução superior, esta baseada no mérito.
2. A instrução será orientada no sentido do pleno desenvolvimento da personalidade humana e do fortalecimento do respeito pelos direitos humanos e pelas liberdades fundamentais. A instrução promoverá a compreensão, a tolerância e a amizade entre todas as nações e grupos raciais ou religiosos, e coadjuvará as atividades das Nações Unidas em prol da manutenção da paz.
3. Os pais têm prioridade de direito na escolha do gênero de instrução que será ministrada a seus filhos”.
(Declaração Universal dos Direitos Humanos. Disponível em:http://www.onubrasil.org.br/documentos_direitoshuma nos.php. Acesso em: 08 dez. 2009)
Leia o texto e responda à questão.


Considerando-se as ideias e as estruturas linguísticas a partir das quais o texto é elaborado, é CORRETO afirmar que:
Analise as expressões sublinhadas das frases abaixo e a justificativa para seu emprego, considerando a norma culta da língua.
I. Este concurso veio ao encontro de meu desejo de fazer parte da corporação.
A frase está correta, pois a expressão sublinhada significa favorável, de acordo com.
II. Estarei solicitando que lhe sejam enviados os documentos pedidos.
A frase está correta, pois o gerúndio expressa ação presente ou futura.
III. É para eu vim amanhã, render guarda?
A forma verbal está correta; encontra-se no futuro do subjuntivo.
IV. O número de soldados aumentou significativamente, haja vista os crimes terem aumentado.
A frase está correta, pois a expressão sublinhada é invariável.
V. Conheci Santa Catarina há dez anos atrás.
A frase está correta; embora as palavras indiquem passado, há ideia de reforço.
VI. Meus pais e eu moramos em belas casas germinadas.
Há erro; a expressão em destaque significa que germinaram. O correto é geminadas, duplicadas.
Complete o espaço de cada frase com uma das palavras apresentadas.
I. O advogado pediu a _____ da dívida de seu cliente e a extinção do feito. (remição / remissão)
II. Os desembargadores se ______________ de acordo, acerca de nosso problema. (manteram / mantiveram)
III. Nosso escritório de advocacia situa-se ____ Rua Cantagalo, nº 5. (à / na)
IV. Fazemos entregas _____ domicílio. (à / em)
V. Estamos prontos ____ calcular o montante de nossas despesas. (a / à)
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta.
“ A época em que vivemos tem uma característica que afeta profundamente as relações interpessoais e, portanto, a vida em sociedade: a desconfiança que criamos em relação ao outro.
Precisamos dos outros. Sem eles não há vida social possível. Convivemos com os outros, como colegas e estranhos, boa parte de nossa vida: no trabalho, nos espaços públicos das cidades, no trânsito, nos transportes coletivos etc. E que tipo de vida é essa, se estamos sempre prontos a pensar que o outro aí está para nos prejudicar?
Nós temos pouco a fazer para mudar este mundo. Os mais novos farão isso. Mas bem que eles poderiam contar com nossa pequena colaboração: a de mostrar a eles que o outro faz parte de nossa vida e que temos com ele uma relação de interdependência.
Por isso, melhor ter apreço e respeito do que desconfiança e hostilidade. Só assim o clima social pode melhorar.”
(Adapt de Eu desconfio, tu desconfias. Rosely Saião, Folha de São Paulo, 21 set. 2010: Equilíbrio, p. 12.)
Nas questões abaixo o número entre parênteses indica o parágrafo
em que se encontra a expressão ou a palavra analisada
“ A época em que vivemos tem uma característica que afeta profundamente as relações interpessoais e, portanto, a vida em sociedade: a desconfiança que criamos em relação ao outro.
Precisamos dos outros. Sem eles não há vida social possível. Convivemos com os outros, como colegas e estranhos, boa parte de nossa vida: no trabalho, nos espaços públicos das cidades, no trânsito, nos transportes coletivos etc. E que tipo de vida é essa, se estamos sempre prontos a pensar que o outro aí está para nos prejudicar?
Nós temos pouco a fazer para mudar este mundo. Os mais novos farão isso. Mas bem que eles poderiam contar com nossa pequena colaboração: a de mostrar a eles que o outro faz parte de nossa vida e que temos com ele uma relação de interdependência.
Por isso, melhor ter apreço e respeito do que desconfiança e hostilidade. Só assim o clima social pode melhorar.”
(Adapt de Eu desconfio, tu desconfias. Rosely Saião, Folha de São Paulo, 21 set. 2010: Equilíbrio, p. 12.)
Nas questões abaixo o número entre parênteses indica o parágrafo
em que se encontra a expressão ou a palavra analisada
“ A época em que vivemos tem uma característica que afeta profundamente as relações interpessoais e, portanto, a vida em sociedade: a desconfiança que criamos em relação ao outro.
Precisamos dos outros. Sem eles não há vida social possível. Convivemos com os outros, como colegas e estranhos, boa parte de nossa vida: no trabalho, nos espaços públicos das cidades, no trânsito, nos transportes coletivos etc. E que tipo de vida é essa, se estamos sempre prontos a pensar que o outro aí está para nos prejudicar?
Nós temos pouco a fazer para mudar este mundo. Os mais novos farão isso. Mas bem que eles poderiam contar com nossa pequena colaboração: a de mostrar a eles que o outro faz parte de nossa vida e que temos com ele uma relação de interdependência.
Por isso, melhor ter apreço e respeito do que desconfiança e hostilidade. Só assim o clima social pode melhorar.”
(Adapt de Eu desconfio, tu desconfias. Rosely Saião, Folha de São Paulo, 21 set. 2010: Equilíbrio, p. 12.)
Nas questões abaixo o número entre parênteses indica o parágrafo
em que se encontra a expressão ou a palavra analisada
1 Ética, cidadania e segurança pública são valores entrelaçados. Não pode haver efetiva vigência da cidadania em uma sociedade que não se guie pela ética. Não vigora
4 a ética onde se suprima ou se menospreze a cidadania. A segurança pública é direito do cidadão, é requisito de exercício da cidadania. A segurança pública é também um
7 imperativo ético. A luta pela ética, pela construção da cidadania e pela preservação da segurança pública não constitui dever
10 exclusivo do Estado. Cabe ao povo, às instituições sociais, às comunidades, participar desse processo político de sedimentação de valores tão essenciais à vida coletiva.
Internet:<www.dhnet.org.br>
A palavra “imperativo” (l.7) está sendo empregada, nesse
texto, com o sentido de exigência, necessidade, dever.
A partir do texto acima, julgue o item subsequente.
A primeira pessoa do plural, expressa em “Temos” (l.7) e
“Nossa” (l.14), confere ao texto um nível de subjetividade
impróprio para o emprego em correspondências oficiais.
Texto II
“ONDE ESTOU?” (Cláudio Manuel da Costa)
Onde estou? Este sítio desconheço:
Quem fez tão diferente aquele prado?
Tudo outra natureza tem tomado;
E em contemplá-lo tímido esmoreço.
Uma fonte aqui houve; eu não me esqueço
De estar a ela um dia reclinado:
Ali em vale um monte está mudado:
Quanto pode dos anos o progresso!
Árvores aqui vi tão florescentes,
Que faziam perpétua a primavera:
Nem troncos vejo agora decadentes.
Eu me engano: a região esta não era:
Mas que venho a estranhar, se estão presentes
Meus males, com que tudo degenera! (Obras, 1768)
SECCHIN , Antônio Carlos. ANTOLOGIA TEMÁTICA DA POESIA BRASILEIRA – Faculdade de Letras, UFRJ, 1° semestre de
2004.
Observe:
Os policiais investigaram uma tentativa de sequestro e, antes que ocorresse o fato, não se demoraram em questões burocráticas: anteciparam a prisão dos suspeitos.
Substituindo-se os verbos destacados, respectivamente, por supor, advir e deter, e mantendo o mesmo tempo e modo verbais, obtêm-se, corretamente,
Qual sequência de verbos no presente do subjuntivo completa corretamente as lacunas das frases abaixo?
1- Quem sabe ela ______ reverter a situação desagradável pela qual passou.
2- Possivelmente _____ o trem lotado, fato que não nos deve irritar jamais.
3- Os técnicos esperam que _____ chegar logo para a competição de futebol de salão.
4- Talvez os juízes _____ qualquer tentativa de suborno durante as apurações dos fatos.
Observe:
I- Precisava-se de maior número de brasileiros participando das Olimpíadas de 2010.
II- Eram realizados verdadeiros espetáculos pelos dançarinos naquelas pistas de gelo.
III- Aplaudia-se fortemente a equipe de patinação quando ela entrou no estádio.
IV- Os atletas cumprimentavam-se amistosamente após cada competição.
Estão na voz passiva os verbos das orações:

