Questões Militares Sobre morfologia - verbos em português

Foram encontradas 822 questões

Q345047 Português
Marque a alternativa em que a palavra negritada exprima um verbo do modo indicativo.
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Q334426 Português
Leia o trecho da entrevista do Professor da USP, Marcos César Alvarez, concedida ao Observatório de Segurança, para responder às questões de 01 a 04.

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Paradoxalmente, setores conservadores passaram a atribuir tais males à Democracia – e não ao nosso passado autoritário – sem dúvida, as instituições democráticas ainda não responderam de modo adequado aos desafios no âmbito penal e da segurança pública no país.

Caso alteremos alguns aspectos estruturais no excerto acima, como, por exemplo, acrescentando Se logo no início do trecho e substituindo a forma verbal passaram por passassem, a outra forma verbal, responderam, assumiria, na variedade padrão da língua, a seguinte forma:


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Q326833 Português
Em: “[...] se não há esperança de nada [...]”, assinale a alternativa que aponta a flexão correta do verbo no futuro do pretérito, se o substantivo ESPERANÇA fosse reescrito no plural.

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Q326828 Português
O verbo em destaque em “Impedir que uma pessoa embriagada COMETA um acidente no trânsito.”, flexionado corretamente no pretérito imperfeito do subjuntivo, assume a seguinte forma:

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Q326819 Português
Reescrevendo a forma verbal em destaque na frase “Afinal, a escola e os professores VÃO DAR um jeito nisso.”, substituindo-a, sem perda de sentido, pelo tempo simples do verbo principal no futuro do pretérito, tem-se:

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Q326816 Português
Assinale a única alternativa em que há afirmação INCORRETA.

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Q326812 Português
Em: “Não nos preocupamos em observar o que fazemos na frente dos nossos filhos [...]”, passando o primeiro verbo para o pretérito mais-que-perfeito do indicativo, tem-se a seguinte flexão:

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Q326808 Português
Reescrevendo a oração “[...] pequenos gestos e a ç õ e s d o s p a i s VÃO DETERMINAR o comportamento dos filhos [...]”, passando o verbo para a voz passiva analítica e fazendo as modificações necessárias, tem-se:

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Q320107 Português
Texto I para responder às questões de 01 a 05.

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As formas verbais utilizadas, predominantemente, no texto, indicam tempo e modo verbais que exprimem

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Ano: 2013 Banca: IOBV Órgão: PM-SC Prova: IOBV - 2013 - PM-SC - Soldado da Polícia Militar |
Q317897 Português
Observe as frases:

1 A aluna cumprimentou o professor.
2 O professor foi cumprimentado pela aluna.
3 O caçador feriu-se.

De acordo com as vozes verbais, assinale a alternativa verdadeira.

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Q317640 Português
Marque a alternativa CORRETA. No texto, tem-se a seguinte passagem: “(...) o período de transição para as novas regras ortográficas que se finaliza em 31 de dezembro de 2012”.

Se o mesmo texto fosse escrito hoje, o verbo passaria a ser flexionado de outra maneira, ou seja, finalizou. Com tal mudança, marque a alternativa que corresponde ao tempo, modo e conjugação da nova forma: finalizou.

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Q314439 Português
A respeito de aspectos linguísticos do texto, assinale a alternativa correta.
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Q828734 Português

Existe uma história, talvez apócrifa, do ilustre biólogo britânico J. B. S. Haldane, quando se encontrava na companhia de um grupo de teólogos. Ao ser perguntado o que se poderia concluir da natureza do Criador pelo estudo de sua criação, Haldane teria respondido: “Uma predileção desmesurada por besouros.”

(G. Evelyn Hutchinson, citado por Stephen Jay Gould, Dinossauro no palheiro, S.Paulo, Cia. das Letras, 1997, p.453) 

Ao ser perguntado o que se poderia concluir da natureza do Criador pelo estudo de sua criação, Haldane teria respondido...

Sobre o emprego da locução verbal grifada na frase acima transcrita, é correto afirmar:

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Q828731 Português

                                  O que é uma espécie?

      Se você visitar o Parque Provincial de Algonquin, em Ontário, Canadá, poderá ouvir os uivos solitários dos lobos e, com um pouco de sorte, observará ao menos de relance uma alcateia correndo, ao longe, através da floresta. Mas quando chegar em casa todo contente por ter avistado aqueles animais, qual a espécie de lobo você dirá ter encontrado? Se for tirar a dúvida com dois ou três cientistas, talvez ouça diferentes respostas. Pode até acontecer de um deles ficar em dúvida e lhe dizer que se trata dessa ou daquela espécie.

      É surpreendente ver o quanto os cientistas vêm debatendo para chegar a um consenso sobre algo tão simples e decidir se esse ou aquele grupo de organismos constitui ou não uma espécie. Talvez isso se deva ao latim, que deu nomes às espécies, carregados de uma certeza absoluta, levando o público a pensar que as regras são muito simples.

      Charles Darwin se divertia com essa questão. "É engraçado ver como diferentes ideias se manifestam nas diferentes mentes dos naturalistas, quando eles falam em 'espécies'”, escreveu em 1856. "Tudo isso resulta da tentativa de definir o indefinível." As espécies, de acordo com Darwin, nunca foram entidades fixas que surgiram quando da criação. Elas evoluíram. Cada grupo de organismos que chamamos de espécie surgiu como uma variedade a partir de espécies mais antigas. Com o passar do tempo, a seleção natural os transformou, enquanto se adaptavam ao ambiente. Entretanto outras variedades se tornaram extintas. Uma variedade antiga, no final, torna-se completamente diferente de todos os outros organismos − e isso é o que entendemos como uma espécie em si. "Eu vejo o termo 'espécie' como um conceito arbitrário, cunhado apenas por mera conveniência, para designar um grupo de indivíduos muito semelhantes entre si", disse Darwin.

(Fragmento adaptado de Carl Zimmer, Scientific American Brasil, edição 111, agosto de 2011, http://www2.uol.com.br/sciam/aula_aberta/o_ que_e_uma_especie_html) 

Se for tirar a dúvida com dois ou três cientistas, talvez ouça diferentes respostas.

Sobre os efeitos de sentido obtidos com a construção da frase acima, é correto afirmar:

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Q828713 Português

                                             Texto I

                      Os animais e a linguagem dos homens

      Essa mania que tem o homem de distribuir pela escala zoológica medidas de valor e índices de comportamento que, na escala humana, sim, é que podem ser aferidos com justeza!

      Por que chamamos de zebra a uma pessoa estúpida, que não tem as qualidades da zebra? Esta sabe muito bem defender-se dos perigos pela vista, pelo olfato e pela velocidade, sem esquecer a graça mimética de suas listas, úteis para a dissimulação entre folhas. Se ela não é dócil às ordens do treinador, se não aprende o que este quer ensinar-lhe, tem suas razões. É um ensino que não lhe convém e que a humilha em sua espontaneidade. Repele a escravidão, que torna lamentáveis os mais belos e inteligentes animais de circo, tão superiores a seus donos.

      Gosto muito de La Fontaine*, não nego; a graça de seus versos vende as fábulas, que são entretanto uma injúria revoltante à natureza dos animais, acusados de todos os defeitos humanos. O moralista procura corrigir falhas características de nossa espécie, atribuindo-as a bichos que, não sabendo ler, escrever ou falar as línguas literárias, não têm como defender-se, repelindo falsas imputações. O peru, o burro, a toupeira, a cobra, o ouriço e toda a multidão de seres supostamente irracionais, mas acusados de todos os vícios da razão humana, teriam muito que retrucar, se lhes fosse concedida a palavra num sistema verdadeiramente representativo, ainda por ser inventado.

      Sem aprofundar a matéria, inclino-me a crer que o nosso conhecimento dos animais é bem menos preciso do que o conhecimento que eles têm de nós. Não é à toa que nos temem e procuram sempre manter distância ou mesmo botar sebo nas canelas (ou asas ou barbatanas ou ...) quando o bicho-homem se aproxima. Muitas vezes nosso desejo de comunicação e até de repartir carinho lhes cheira muito mal. A memória milenar adverte-lhes que com gente não se brinca. Homens e mulheres que sentem piedade pelos animais, e até amor, constituem uma santa minoria, e eles salvarão a Terra. Mas será que os outros, a volumosa maioria, os caçadores, os torturadores, os mercadores de vidas, vão deixar?

* La Fontaine − fabulista francês do século XVII.

(Carlos Drummond de Andrade. Moça deitada na grama. Rio de Janeiro: Record, 1987, pp. 139-141, crônica transcrita com adaptações)  


                                                  Texto II

FÁBULA − Foi entre os antigos uma espécie de forma quase sempre em verso. A partir do romantismo a prosa começou a ser sua forma mais comum. A fábula, de um modo geral, apresenta duas características:

a) Ter por assunto a vida dos animais.

b) Ter por finalidade uma lição de moral.

(Hênio Tavares. Teoria Literária. Belo Horizonte: Bernardo Álvares, 1969, p. 132) 


                                                 Texto III

              Presos 6 em operação contra venda de animais na web

      − Seis pessoas foram presas hoje, durante uma operação da Polícia Federal para desarticular uma quadrilha que vende animais silvestres e exóticos, sem autorização, pela internet. A ação, batizada de Arapongas, feita em conjunto com o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Renováveis (Ibama), foi deflagrada nos Estados do Paraná, São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Bahia, Ceará e Paraíba.

      Os animais eram vendidos por meio de um site para diversos estados do país e do exterior. Os investigados recebiam encomendas de todo tipo de animais, como répteis, anfíbios, mamíferos e pássaros − algumas espécies até mesmo em extinção. Esses animais seriam obtidos por meio ilícito, como criadouros irregulares e captura na natureza. Além das prisões, foram cumpridos 25 mandados de busca e apreensão.

      Os investigados responderão pelos crimes de tráfico internacional de fauna, tráfico de animais silvestres nativos, estelionato, sonegação fiscal, falsidade ideológica e biopirataria.

             (http: www.estadao.com.br/notícias/geral. Acesso 14/08/2011) 

Esses animais seriam obtidos por meio ilícito, como criadouros irregulares e captura na natureza. (Texto III)

É correto depreender da afirmativa acima, especialmente em relação ao emprego da forma verbal,

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Q707348 Português
Assinale a alternativa que apresenta entre colchetes a identificação correta do termo a que se refere a palavra destacada em negrito.
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Ano: 2012 Banca: FUNIVERSA Órgão: CBM-AP Prova: FUNIVERSA - 2012 - CBM-AP - Soldado Músico |
Q707253 Português
Assinale a alternativa correta quanto ao texto.
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Q706214 Português

Texto 2:

                                     Desejo de um bombeiro

      Desejava que pudesses ver a tristeza de um homem de negócios quando o trabalho da sua vida desaparece em chamas ou uma família que regressa a casa e apenas encontra a sua casa e os seus pertences danificados ou destruídos.

      [...]

      Desejava que pudesses compreender o horror de uma esposa quando às 3 da manhã verifica que o marido não tem pulso... Inicio o S.B.V. (suporte básico de vida) no mesmo, esperando uma hipótese muito remota de trazê-lo de volta... [...]

      Desejava que pudesses saber o cheiro único de uma queimadura, o gosto da saliva com sabor de fuligem... Sentir o intenso calor que passa através do equipamento, o som dos estalos das chamas, a sensação de não conseguir ver absolutamente nada através do fumo denso... [...]

      Desejava que pudesses perceber a instabilidade mental, emocional e física de refeições perdidas, sonos perdidos e a falta de atividades sociais, associadas a todas as tragédias que os meus olhos já viram.

      [...]

      Desejava que pudesses saber a irmandade que existe e a satisfação de ajudar a salvar uma vida, a preservar as coisas de alguém, a estar “lá” nos tempos de crise ou a criar ordem quando existe um caos total.

      Sensações que me ficaram muito familiares...

      A menos que tenha vivido este tipo de vida, nunca conseguirás entender verdadeiramente ou apreciar QUEM EU SOU, O QUE NÓS SOMOS OU O Q UE O NOSSO TRABALHO SIGNIFICA REALMENTE PARA NÓS.

      Desejava que pudesses ver...

(in:<http://www.portaldafenix.com/index.php?topic=763.0.> acesso em 20/06/2012) 

No primeiro parágrafo, se flexionarmos o verbo DESEJAR no presente do indicativo - DESEJO - no trecho “Desejava que pudesses ver a tristeza de um homem de negócios quando o trabalho da sua vida desaparece em chamas [...]”, o verbo PODER deverá apresentar a seguinte flexão, de acordo com as regras da norma culta:
Alternativas
Q706210 Português

Texto 2:

                                     Desejo de um bombeiro

      Desejava que pudesses ver a tristeza de um homem de negócios quando o trabalho da sua vida desaparece em chamas ou uma família que regressa a casa e apenas encontra a sua casa e os seus pertences danificados ou destruídos.

      [...]

      Desejava que pudesses compreender o horror de uma esposa quando às 3 da manhã verifica que o marido não tem pulso... Inicio o S.B.V. (suporte básico de vida) no mesmo, esperando uma hipótese muito remota de trazê-lo de volta... [...]

      Desejava que pudesses saber o cheiro único de uma queimadura, o gosto da saliva com sabor de fuligem... Sentir o intenso calor que passa através do equipamento, o som dos estalos das chamas, a sensação de não conseguir ver absolutamente nada através do fumo denso... [...]

      Desejava que pudesses perceber a instabilidade mental, emocional e física de refeições perdidas, sonos perdidos e a falta de atividades sociais, associadas a todas as tragédias que os meus olhos já viram.

      [...]

      Desejava que pudesses saber a irmandade que existe e a satisfação de ajudar a salvar uma vida, a preservar as coisas de alguém, a estar “lá” nos tempos de crise ou a criar ordem quando existe um caos total.

      Sensações que me ficaram muito familiares...

      A menos que tenha vivido este tipo de vida, nunca conseguirás entender verdadeiramente ou apreciar QUEM EU SOU, O QUE NÓS SOMOS OU O Q UE O NOSSO TRABALHO SIGNIFICA REALMENTE PARA NÓS.

      Desejava que pudesses ver...

(in:<http://www.portaldafenix.com/index.php?topic=763.0.> acesso em 20/06/2012) 

O emprego do verbo PODER na segunda pessoa do singular no decorrer do texto - “pudesses” - denota que:
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Q706209 Português

Texto 1:

                                    Queimadas

      Nuvens de fumaça das queimadas bloqueiam 20% da luz solar, diminuem as chuvas e esfriam a Amazônia.

      Quase todo mundo já viu esta cena, ao vivo ou na televisão: nuvens de fumaça tingem de cinza o céu da Amazônia no auge da estação das queimadas, entre agosto e outubro, a época mais seca do ano na região.

      Nesse período, por falta de visibilidade, microscópicas partículas decorrentes da combustão da vegetação, chamadas de aerossóis, turvam de forma tão marcante o firmamento que aeroportos de capitais como Rio Branco e Porto Velho fecham constantemente para pousos e decolagens.

      Num dia especialmente opaco, um falso, lento - e lindo - pôr do sol pode começar ao meio-dia e se arrastar por horas.

      Tudo por causa da sombra de aerossóis que paira sobre partes significativas da Amazônia quando o homem usa uma das formas mais primitivas e poluidoras de limpar e preparar a terra para o cultivo, o fogo. A escuridão fora de hora, como se sobre a floresta houvesse um guarda-sol gigante fabricado pelo homem, pode ser o efeito mais visível de uma atmosfera saturada de finíssimas partículas suspensas, mas nem de longe é o único.

      Só agora a ciência começa a ter elementos para ver que as queimadas, principal fonte de aerossóis durante a estiagem na região Norte, perturbam o clima e a vegetação de formas ainda mais sutis e perversas. Ao desencadear uma cascata de eventos físico-químicos poucos quilômetros acima da floresta, a espantosa concentração de aerossóis na Amazônia no auge da estação do fogo - com picos de 30 mil partículas por centímetro cúbico de ar, uma taxa cerca de 100 vezes maior do que a verificada na poluída cidade de São Paulo em pleno inverno - altera o ambiente imediatamente abaixo da nuvem de fumaça: reduz em média um quinto da luz solar que incide sobre o solo, tem potencial para esfriar a superfície em até 2° Celsius e diminuir de 15% a 30% as chuvas na região.[...]

      O ser humano é o maior responsável pelos incêndios florestais, devendo ser implantado um programa permanente de educação ambiental, visando a sua conscientização sobre os prejuízos decorrentes das queimadas e a vantagem de se utilizar outras técnicas agrícolas mais modernas.

      A conscientização das pessoas é um importante passo à prevenção e pode ser feita nas escolas, através da imprensa, e por instituições sociais.[...]

      O Corpo de Bombeiros e as Brigadas Voluntárias de Combate a Incêndios Florestais devem sempre ser avisados o mais depressa possível em casos de incêndio.

(in:<http://www.portalsaofrancisco.com.br/alfa/meio-ambientequeimadas/queimadas.php> fragmentado e adaptado. Acesso em 18/06/2012) 

O último parágrafo do texto apresenta a forma verbal - “devem [...] ser avisados” - na terceira pessoa do plural, porque:
Alternativas
Respostas
601: C
602: B
603: A
604: C
605: E
606: D
607: C
608: C
609: C
610: B
611: D
612: B
613: A
614: C
615: C
616: A
617: A
618: B
619: A
620: C