Questões Militares Sobre morfologia - pronomes em português

Foram encontradas 805 questões

Ano: 2018 Banca: VUNESP Órgão: PM-SP Prova: VUNESP - 2018 - PM-SP - Cabo |
Q1780759 Português
Considerando a correspondência entre as formas verbais e o emprego do pronome, conforme a norma-padrão, assinale a alternativa que completa, correta e respectivamente, as lacunas da frase: Lembrando-se do que o policial_____________ , o rapaz conferiu se o registro de gás________ fechado.
Alternativas
Ano: 2018 Banca: VUNESP Órgão: PM-SP Prova: VUNESP - 2018 - PM-SP - Cabo |
Q1780758 Português

Leia o texto para responder à questão.

Orientações de segurança



1. Desligue da tomada todos os aparelhos e equipamentos que não serão utilizados e confira se o registro de gás está fechado.

2. Deixe um vizinho ou amigo ciente de sua localização e oriente-o a acionar a Polícia Militar pelo telefone 190 se algo suspeito acontecer.

(www.policiamilitar.sp.gov.br. Adaptado)

Ao substituir-se a expressão sublinhada em “Deixe um vizinho ou amigo ciente de sua localização e oriente-o a acionar a Polícia Militar...” por “vizinhos e amigos”, o trecho deve ser reescrito, atendendo à concordância da norma-padrão, com as seguintes alterações:
Alternativas
Q1780355 Português
Leia atentamente o trecho destacado de “Presença”: “Ele pousou a mala no chão e pediu um apartamento. Por quanto tempo? Não estava bem certo, talvez uns vinte dias. Ou mais. O porteiro examinou-o da cabeça aos pés. Forçou o sorriso paternal, disfarçando o espanto com uma cordialidade exagerada, Mas o jovem queria um apartamento? Ali, naquele hotel?!”
Assinale a alternativa correta relativamente ao grifo do pronome demonstrativo e o uso da pontuação.
Alternativas
Q1779807 Português

Adolescer: o luto pelo fim da infância e o medo da vida adulta

Bebel Soares* 

   

    1§ Aprendi a reconhecer meus sentimentos. A entender cada um deles. A controlar a fúria, a raiva. Aprendi a acolher a tristeza, a frustração. Aprendi a deixar transbordar a alegria, a euforia. Depois de muito tempo, amadureci.

    2§ Hoje sou brisa, mas já fui vendaval. Hoje sou montanha, mas já fui vulcão. Adolescer é uma tempestade. O luto pelo fim da infância, o medo da vida adulta. Os conflitos internos. As emoções transbordando, às vezes incontroláveis.

    3§ Ser adolescente é um desafio para quem é e para os responsáveis por esse ser em transformação. Hoje sou adulta e me preparo para ser mãe de adolescente.

    4§ Adolescentes precisam é confiar no amor incondicional dos pais. Saber que estaremos por perto, mesmo ouvindo desaforos. Saber que estamos fazendo o certo, mesmo quando eles acham que está tudo errado. Que não vamos desistir deles. Que vamos insistir para que estudem. Que vamos repetir a mesma coisa mil vezes para ter certeza de que eles ouviram.

     5§ Adolescente não é adulto, e não é mais criança, e a gente se lembra tanto do que eles não são, que se esquece do que eles são. Esse é um desafio, olhar para o que eles são hoje, agora, e não o que eles deixaram de ser, ou o que eles não são ainda. Deixar de ver o que falta e olhar para as potências, as capacidades.

    6§ Difícil é aceitar que eles estão crescendo e que está chegando a hora de deixarmos que voem sozinhos.

* Fundadora da Rede Materna Padecendo no Paraíso.

Estado de Minas, Bem Viver, 21 fev. 2021, p. 6. Adaptado.

“Um texto, para ser um texto de verdade, não pode ser um punhado de frases soltas. Ele precisa apresentar conexões, tanto gramaticais quanto de ideias.”


CEREJA, William Roberto; MAGALHÃES, Thereza Cochar. Gramática reflexiva – texto, semântica e interação. São Paulo: Atual, 2013, p. 41.


A esse respeito, avalie o que se afirma acerca dos elementos de coesão e das estruturas linguísticas do texto.


I. Em “Que vamos insistir para que estudem.” (4§), o conector “para que” introduz uma ideia de consecução.

II. No primeiro parágrafo há frases que se organizam com elipses que não comprometem a coerência textual, pois constituem unidades de sentido.

III. Na frase “...e para os responsáveis por esse ser em transformação.” (3§), o pronome demonstrativo faz referência a um termo mencionado anteriormente.

IV. Se houver a substituição da frase “Depois de muito tempo, amadureci.” (1§) por “A muito tempo, amadureci.”, mantém-se a correção gramatical do período.


Está correto apenas o que se afirma em

Alternativas
Q1779336 Português
Em relação ao emprego do pronome relativo, marque C para certo e E para errado. Em seguida, assinale a alternativa com a sequência correta.
( ) Quero apresentar-lhe a filha cuja a mãe dela foi eleita a Mãe do Ano. ( ) Posso saber o motivo que você desistiu de concorrer àquele prêmio tão sonhado? ( ) O futebol é o esporte pelo qual os homens brasileiros mais se interessam. ( ) As dificuldades por que passamos servem para nos tornar mais fortes na caminhada.
Alternativas
Q1779331 Português
Em qual altenativa o pronome oblíquo átono está corretamente colocado?
Alternativas
Q1772677 Português

Leia as sentenças abaixo:


I- Comprou tudo. Queria tudo.

II- É a hora. O sino faz estremecer a cidade na hora.

III- Vivemos tempos difíceis. Nada possibilita certezas nos tempos difíceis.

IV- O empresário quer ir embora do país. O filho do empresário foi sequestrado.


Assinale a alternativa que traz a correta sequência de pronomes relativos (acompanhados ou não de preposição) a serem empregados na transformação das sentenças em períodos compostos por orações subordinadas adjetivas.

Alternativas
Q1772659 Português
Assinale a alternativa que preenche correta e respectivamente as lacunas das frases abaixo.
I- O olhar e o sorriso faceiro deixaram(-) ___ atordoado. II- “... nunca os que a amaram e sugaram(-) ___ o leite, tiveram sossego no seu colo.” (Lima Barreto). III- “Tanto tenho falado, tanto tenho escrito. (...) Imprudente ofício é ___, de viver em voz alta” (Rubem Braga). IV- “E nesta maneira, Senhor, dou aqui a ___ Alteza conta do que nesta terra vi.” (Carta de Pero Vaz de Caminha a El-Rei D. Manuel).
Alternativas
Q1761227 Português

O texto a seguir é referência para a questão.




(FISCHER, Ernst. A necessidade da arte. 8. ed. Rio de Janeiro: Zahar, 1981. p. 51-2.)

Com relação ao emprego de pronomes, considere as seguintes afirmativas:


1. Em “risco de levá-lo” (linha 3), “lo” refere-se a “coletivo”.

2. Em “fazendo-o” (linha 18), “o” refere-se a “artista”.

3. Em “desvendando-lhe” (linha 21), “lhe” refere-se a “público”.

4. Em “cabia-lhe” (linha 22), “lhe” refere-se a “homem”.


Assinale a alternativa correta.

Alternativas
Q1761222 Português

O texto a seguir é referência para a questão.


    A insegurança alimenta o medo. Não surpreende que a guerra contra a insegurança ocupe lugar de destaque na lista de prioridades dos planejadores urbanos; ou pelo menos estes acreditam que deveria e, se indagados, insistem nisso. O problema, porém, é que, quando a insegurança se vai, a espontaneidade, a flexibilidade, a capacidade de surpreender e a oferta de aventuras, principais atrações da vida urbana, também tendem a desaparecer das ruas da cidade. A alternativa à insegurança não é a bênção da tranquilidade, mas a maldição do tédio. É possível superar o medo e ao mesmo tempo fugir do tédio? Pode-se suspeitar __________ esse quebra-cabeça seja o maior dilema a confrontar os planejadores e arquitetos urbanos – um dilema ainda sem uma solução convincente, satisfatória e incontestada, uma questão __________ talvez não se possa achar uma resposta plenamente adequada, mas que (talvez pela mesma razão) continuará estimulando arquitetos e planejadores a produzir experimentos cada vez mais radicais e invenções cada vez mais ousadas.

    Desde o início, as cidades têm sido lugares __________ estranhos convivem em estreita proximidade, embora permanecendo estranhos. A companhia de estranhos é sempre assustadora (ainda que nem sempre temida), já que faz parte da natureza dos estranhos, diferentemente tanto dos amigos quanto dos inimigos, que suas intenções, maneiras de pensar e reações a condições comuns sejam desconhecidas ou não conhecidas o suficiente __________ se possa calcular as probabilidades de sua conduta. Uma reunião de estranhos é um lócus de imprevisibilidade endêmica e incurável. Pode-se dizer isso de outra forma: os estranhos incorporam o risco. Não há risco sem pelo menos algum resquício de medo de um dano ou perda, mas sem risco também não há chance de ganho ou triunfo. Por essa razão, os ambientes carregados de risco não podem deixar de ser vistos como locais de intensa ambiguidade, o que, por sua vez, não deixa de evocar atitudes e reações ambivalentes. Os ambientes repletos de risco simultaneamente atraem e repelem, e o ponto __________ uma reação se transforma no seu oposto é eminentemente variável e mutante, virtualmente impossível de apontar com segurança, que dirá de fixar.


(BAUMAN, Zygmunt. Vida líquida. Rio de Janeiro: Zahar, 2007. Adaptado.)

Assinale a alternativa que preenche corretamente as lacunas acima, na ordem em que aparecem no texto.
Alternativas
Ano: 2021 Banca: IADES Órgão: PM-PA Prova: IADES - 2021 - PM-PA - Soldado - Masculino |
Q1761105 Português

Texto 3

A justiça restaurativa 




Disponível em: <https://www.mpm.mp.br/portal/wp-content/uploads

/2018/06/edicao21.pdf>. Acesso em: 28 dez. 2020, com adaptações.


Assinale a alternativa em que o termo sublinhado exerce a mesma função sintática que o pronome relativo “que” no trecho “Ademais, pondera que se deve dar aos autores de delitos a oportunidade de responderem, perante suas vítimas, de forma significativa e de responsabilizarem-se pela reparação do dano que tenham causado.” (linhas de 11 a 14).
Alternativas
Ano: 2021 Banca: IADES Órgão: PM-PA Prova: IADES - 2021 - PM-PA - Soldado - Masculino |
Q1761103 Português

Texto 2

PM prende suspeita de receptação de objetos roubados em Belém 




Disponível em: <https://www.pm.pa.gov.br/component/content/article/80-

blog/news>. Acesso em: 7 jan. 2021, com adaptações.


Caso a forma verbal “aconteceu” fosse substituída por um sinônimo, em “Isso aconteceu após os militares receberem informações, por meio de denúncias anônimas, a respeito de uma dupla que estava em um veículo sem placa e que havia escondido diversos objetos roubados em uma residência próxima ao canal da Pirajá.” (linhas de 4 a 8), a norma-padrão seria mantida em
Alternativas
Ano: 2021 Banca: IADES Órgão: PM-PA Prova: IADES - 2021 - PM-PA - Soldado - Masculino |
Q1761101 Português

Texto 2

PM prende suspeita de receptação de objetos roubados em Belém 




Disponível em: <https://www.pm.pa.gov.br/component/content/article/80-

blog/news>. Acesso em: 7 jan. 2021, com adaptações.


No último parágrafo, em “A suspeita foi presa e encaminhada na manhã seguinte, junto com todo o material apreendido, para a Delegacia de Polícia Civil da Sacramenta, em que foram realizados os procedimentos cabíveis.” (linhas de 14 a 17), a expressão “em que” poderia, sem alterar o sentido e nem promover incorreção ao texto, ser substituída por
Alternativas
Q1752166 Português
Texto 1A2-II

   Ainda na véspera eram seis viventes, contando com o papagaio. Coitado, morrera na areia do rio, onde haviam descansado, a beira de uma poça: a fome apertara demais os retirantes e por ali não existia sinal de comida. A cachorra Baleia jantara os pés, a cabeça, os ossos do amigo, e não guardava lembrança disto. Agora, enquanto parava, dirigia as pupilas brilhantes aos objetos familiares, estranhava não ver sobre o baú de folha a gaiola pequena onde a ave se equilibrava mal. Fabiano também às vezes sentia falta dele, mas logo a recordação chegava. Tinha andado a procurar raízes, à toa: o resto da farinha acabara, não se ouvia um berro de rês perdida na caatinga. Sinha Vitória, queimando o assento no chão, as mãos cruzadas segurando os joelhos ossudos, pensava em acontecimentos antigos que não se relacionavam: festas de casamento, vaquejadas, novenas, tudo numa confusão. Despertara-a um grito áspero, vira de perto a realidade e o papagaio, que andava furioso, com os pés apalhetados, numa atitude ridícula. Resolvera de supetão aproveitá-lo como alimento e justificara-se declarando a si mesma que ele era mudo e inútil. Não podia deixar de ser mudo. Ordinariamente a família falava pouco. E depois daquele desastre viviam todos calados, raramente soltavam palavras curtas. O louro aboiava, tangendo um gado inexistente, e latia arremedando a cachorra.
  As manchas dos juazeiros tornaram a aparecer, Fabiano aligeirou o passo, esqueceu a fome, a canseira e os ferimentos. As alpercatas dele estavam gastas nos saltos, e a embira tinha-lhe aberto entre os dedos rachaduras muito dolorosas. Os calcanhares, duros como cascos, gretavam-se e sangravam.
  Num cotovelo do caminho, avistou um canto de cerca, encheu-o a esperança de achar comida, sentiu desejo de cantar. A voz saiu-lhe rouca, medonha. Calou-se para não estragar a força.
   Deixaram a margem do rio, acompanharam a cerca, subiram uma ladeira, chegaram aos juazeiros. Fazia tempo que não viam sombra. 

Graciliano Ramos. Vidas secas. 107.ª edição (com adaptações).
No texto 1A2-II, a forma pronominal “isto” presente na contração “disto”, em “não guardava lembrança disto” (primeiro parágrafo), refere-se
Alternativas
Q1752164 Português
Texto 1A2-II

   Ainda na véspera eram seis viventes, contando com o papagaio. Coitado, morrera na areia do rio, onde haviam descansado, a beira de uma poça: a fome apertara demais os retirantes e por ali não existia sinal de comida. A cachorra Baleia jantara os pés, a cabeça, os ossos do amigo, e não guardava lembrança disto. Agora, enquanto parava, dirigia as pupilas brilhantes aos objetos familiares, estranhava não ver sobre o baú de folha a gaiola pequena onde a ave se equilibrava mal. Fabiano também às vezes sentia falta dele, mas logo a recordação chegava. Tinha andado a procurar raízes, à toa: o resto da farinha acabara, não se ouvia um berro de rês perdida na caatinga. Sinha Vitória, queimando o assento no chão, as mãos cruzadas segurando os joelhos ossudos, pensava em acontecimentos antigos que não se relacionavam: festas de casamento, vaquejadas, novenas, tudo numa confusão. Despertara-a um grito áspero, vira de perto a realidade e o papagaio, que andava furioso, com os pés apalhetados, numa atitude ridícula. Resolvera de supetão aproveitá-lo como alimento e justificara-se declarando a si mesma que ele era mudo e inútil. Não podia deixar de ser mudo. Ordinariamente a família falava pouco. E depois daquele desastre viviam todos calados, raramente soltavam palavras curtas. O louro aboiava, tangendo um gado inexistente, e latia arremedando a cachorra.
  As manchas dos juazeiros tornaram a aparecer, Fabiano aligeirou o passo, esqueceu a fome, a canseira e os ferimentos. As alpercatas dele estavam gastas nos saltos, e a embira tinha-lhe aberto entre os dedos rachaduras muito dolorosas. Os calcanhares, duros como cascos, gretavam-se e sangravam.
  Num cotovelo do caminho, avistou um canto de cerca, encheu-o a esperança de achar comida, sentiu desejo de cantar. A voz saiu-lhe rouca, medonha. Calou-se para não estragar a força.
   Deixaram a margem do rio, acompanharam a cerca, subiram uma ladeira, chegaram aos juazeiros. Fazia tempo que não viam sombra. 

Graciliano Ramos. Vidas secas. 107.ª edição (com adaptações).
No texto 1A2-II, a forma pronominal “o”, em “encheu-o” (terceiro parágrafo), retoma o termo
Alternativas
Ano: 2021 Banca: VUNESP Órgão: PM-SP Prova: VUNESP - 2021 - PM-SP - Soldado de 2ª Classe |
Q1750516 Português

Leia o texto, para responder à questão.


    É conceito da moda. Usam em encontros motivadores. Na Física, é a volta à forma original após uma deformação. O termo se origina da capacidade de ricochetear, de saltar novamente. Por extensão, usamos para falar de quem sofre pressão e consegue manter seus objetivos.
    Uma pessoa resiliente ideal teria três camadas. Na primeira, suporta: recebe o golpe sem desabar. Ouve a crítica e não “desaba”, vive a frustração sem descontrole, experiencia a dor e continua de pé. A primeira etapa da resiliência é administrar o golpe, o revés, o erro, a decepção. O tipo ideal que estamos tratando sabe a extensão da dor, mas se considera (ou é de fato) mais forte do que as ondas das adversidades.
     O segundo estágio é a recuperação/aprendizagem. Combinam-se os dois conceitos. Sinto o golpe, não desmonto (fase um) e ainda recupero a posição anterior ao golpe com o acréscimo de algo novo. Toda dor contém sua lição. Ninguém duvida disso. O resiliente consegue aprender com o golpe sentido.
   O terceiro momento do modelo perfeito é a ressignificação da estratégia e da consciência a partir do aprendizado. O tipo aqui descrito nunca se vitimiza, mesmo se for a vítima. Não existe lamúria ou sofrimento para o mundo. A dor existe, foi sentida, houve reação com aprendizado e dele surgiu um novo ser, mais forte e mais sábio.
    É bom descrever tipos perfeitos. Quase sempre são inexistentes. São como a biografia de santos medievais: sem falha, diamantes sem jaça; modelos e, como tal, inatingíveis. Existe um propósito didático de mostrar a perfeição para nós que chafurdamos no lodo da existência banal. Todos temos graus variados de resiliência diante da vida. Ninguém é o tipo ideal. Uma coisa não invalida a outra.
    Como narrativa de santos, o modelo perfeito serve como para indicar o ponto no qual não me encontro, porém devo reagir para almejá-lo. Sempre é bom ser resiliente e todos os palestrantes e livros têm razão: sem resiliência em algum grau, épico ou homeopático, é impossível enfrentar o mundo.
    O conto extraordinário de Kafka, Um Artista da Fome, fala de um homem com extrema resiliência para aguentar jejuns prolongados. Era um herói! Ao final, emitiu a verdade surpreendente. Ele não era um homem de vontade férrea, apenas nunca havia encontrado um prato que… o seduzisse realmente. Seu paladar nunca fora tentado. Creio ser a receita geral da resiliência: a serenidade diante das coisas que, na verdade, não nos atingiram. Esperança ajuda sempre.

(Leandro Karnal. Os heróis da resiliência. Disponível em:

https://cultura.estadao.com.br. Acesso em 20.01.2021. Adaptado)

Assinale a alternativa em que o pronome destacado pode ser colocado antes ou depois do verbo, segundo a norma-padrão.
Alternativas
Ano: 2021 Banca: FGV Órgão: PM-SP Prova: FGV - 2021 - PM-SP - Aluno - Oficial PM |
Q1727950 Português
ATENÇÃO: A QUESTÃO DEVE SER RESPONDIDAS A PARTIR DO TEXTO.

TEXTO 

     Uma reunião por computador é paradoxalmente mais distante e mais próxima do que um encontro presencial. Mais distante por razões óbvias: as pessoas estão reduzidas a duas dimensões, presas em quadradinhos numa tela. Por outro lado, somos brindados com uma pequena moldura de intimidade alheia que não seria revelada em torno da mesa de um escritório.
     Vemos a sala ou o quarto dos outros. A estante de livros. Vejo pendurada uma boina no cabide de um colega de trabalho, a quem sempre atribuí um caráter discreto e austero. Em que ocasião ele usa essa boina? Será que meu colega não é careta e austero coisa nenhuma e, aos domingos, veste a boina, acende um cachimbo e pinta telas com nus gigantes?
     Em contrapartida, li no jornal The New York Times uma matéria, a qual tratava da importância que damos, em nossas interações sociais, às imediatas respostas faciais e corporais das outras pessoas. A cada instante, vamos moldando nosso discurso pelos sorrisos, sobrancelhas arqueadas ou braços cruzados dos nossos interlocutores.
     Numa reunião on-line, cada um tem uma qualidade de conexão diferente e as reações chegam embaralhadas, às vezes com vários segundos de atraso. Ao vivo é quando podemos interpretar perfeitamente o fluxo da conversa. Lemos no outro a antecipação de uma pausa, num outro a intenção de uma fala, num outro, ainda, a disposição para a briga. Uma conversa de várias pessoas é uma sinfonia emocional, cuja partitura a seleção natural nos moldou, por milhares de anos, para ler.

PRATA, Antônio. Zoom. www1.folha.uol.com.br, 14/06/2020. Adaptado.
Assinale a opção que apresenta o trecho em que se encontra destacado vocábulo ou expressão com ideia de posse
Alternativas
Q1725997 Português

Associe as colunas considerando a colocação dos pronomes nas orações apresentadas.


ORAÇÃO

(1) Dê-me um cigarro.

(2) Falar-lhe-ei a teu respeito.

(3) Não me importo se vai ou se fica.


COLOCAÇÃO PRONOMINAL

( ) Próclise

( ) Ênclise

( ) Mesóclise


A sequência correta é:

Alternativas
Q1725994 Português

POEMA


                        A poesia está guardada nas palavras – é tudo que 

    eu sei.                                                   

     Meu fado é o de não saber quase tudo.

    Sobre o nada eu tenho profundidades.

    Não tenho conexões com a realidade.

                             Poderoso para mim não é aquele que descobre ouro.

                  Para mim poderoso é aquele que descobre as

          Insignificâncias (do mundo e as nossas).

                              Por essa pequena sentença me elogiaram de imbecil.

    Fiquei emocionado e chorei.               

    Sou fraco para elogios.                        

(Manoel de Barros – Poesia completa)

Tendo como base o fragmento “por essa pequena sentença me elogiaram de imbecil”, é correto afirmar que o pronome “essa” é um elemento de ___________ que __________ uma ideia já exposta nos versos anteriores.
Alternativas
Ano: 2021 Banca: IADES Órgão: PM-PA Prova: IADES - 2021 - PM-PA - Soldado - Feminino |
Q1706334 Português


Disponível em: <https://www.pm.pa.gov.br/component/content/article/80-

blog/news/>. Acesso em: 7 dez. 2020, com adaptações.

Nas duas ocorrências de “em que”, na linha 4 e na linha 7, a expressão poderia, sem alterar o sentido e nem promover incorreção ao texto, ser substituída, respectivamente, por
Alternativas
Respostas
221: C
222: B
223: C
224: C
225: C
226: C
227: B
228: B
229: A
230: E
231: B
232: E
233: A
234: C
235: A
236: A
237: D
238: D
239: A
240: D