Questões Militares Sobre interpretação de textos em português

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Q529086 Português

      Inocência não aparecia.

      Mal saía do quarto, pretextando recaída de sezões: entretanto, não era seu corpo o doente, não; a sua alma, sim, essa sofria morte e paixão; e amargas lágrimas, sobretudo à noite, lhe inundavam o rosto.

      – Meu Deus, exclamava ela, que será de mim? Nossa Senhora da Guia me socorra. Que pode fazer uma infeliz rapariga dos sertões contra tanta desgraça? Eu vivia tão sossegada neste retiro, amparada por meu pai... que agora tanto medo me mete... Deus do céu, piedade, piedade.

      E de joelhos, diante do tosco oratório alumiado por esguias velas de cera, orava com fervor, balbuciando as preces que costumava recitar antes de se deitar.

      Uma noite, disse ela:

      – Quisera uma reza que me enchesse mais o coração... que mais me aliviasse o peso da agonia de hoje...

      E, como levada de inspiração, prostrou-se murmurando:

      – Minha Nossa Senhora mãe da Virgem que nunca pecou, ide adiante de Deus. Pedi-lhe que tenha pena de mim... que não me deixe assim nesta dor cá dentro tão cruel. Estendei a vossa mão sobre mim. Se é crime amar a Cirino, mandai-me a morte. Que culpa tenho eu do que me sucede? Rezei tanto, para não gostar deste homem! Tudo... tudo... foi inútil! Por que então este suplício de todos os momentos? Nem sequer tem alívio no sono? Sempre ele... ele! (...)

      Quando a lembrança de Cirino se lhe apresentava mais viva, estorcia-se de desespero. A paixão punha-lhe o peito em fogo...


                                                                                         (Visconde de Taunay, Inocência.)

O pretexto que Inocência usa para não sair de seu quarto é um problema de ordem
Alternativas
Q529085 Português

      Inocência não aparecia.

      Mal saía do quarto, pretextando recaída de sezões: entretanto, não era seu corpo o doente, não; a sua alma, sim, essa sofria morte e paixão; e amargas lágrimas, sobretudo à noite, lhe inundavam o rosto.

      – Meu Deus, exclamava ela, que será de mim? Nossa Senhora da Guia me socorra. Que pode fazer uma infeliz rapariga dos sertões contra tanta desgraça? Eu vivia tão sossegada neste retiro, amparada por meu pai... que agora tanto medo me mete... Deus do céu, piedade, piedade.

      E de joelhos, diante do tosco oratório alumiado por esguias velas de cera, orava com fervor, balbuciando as preces que costumava recitar antes de se deitar.

      Uma noite, disse ela:

      – Quisera uma reza que me enchesse mais o coração... que mais me aliviasse o peso da agonia de hoje...

      E, como levada de inspiração, prostrou-se murmurando:

      – Minha Nossa Senhora mãe da Virgem que nunca pecou, ide adiante de Deus. Pedi-lhe que tenha pena de mim... que não me deixe assim nesta dor cá dentro tão cruel. Estendei a vossa mão sobre mim. Se é crime amar a Cirino, mandai-me a morte. Que culpa tenho eu do que me sucede? Rezei tanto, para não gostar deste homem! Tudo... tudo... foi inútil! Por que então este suplício de todos os momentos? Nem sequer tem alívio no sono? Sempre ele... ele! (...)

      Quando a lembrança de Cirino se lhe apresentava mais viva, estorcia-se de desespero. A paixão punha-lhe o peito em fogo...


                                                                                         (Visconde de Taunay, Inocência.)

Sobre o texto, afirma-se:


I. A protagonista apresenta características românticas, tais como a religiosidade e a disposição para o sacrifício em nome do amor.


II. A personagem principal não consegue realizar suas aspirações, tendo em vista que está submetida a um ambiente de estrutura conservadora e patriarcalista.


III. O narrador incorpora, em seu discurso, a linguagem coloquial com que as personagens se comunicam.


Está correto o que se afirma em 

Alternativas
Q529083 Português

Instrução: Leia o texto, extraído de uma entrevista concedida a Clarice Lispector por Lygia Fagundes Telles, para responder à questão.


Imagem associada para resolução da questão


Ao usar a expressão trapézio voador para representar o ofício de escritor, a entrevistada lança mão de uma figura de linguagem denominada

Alternativas
Q529082 Português

Instrução: Leia o texto, extraído de uma entrevista concedida a Clarice Lispector por Lygia Fagundes Telles, para responder à questão.


Imagem associada para resolução da questão


A pergunta feita pela entrevistadora liga-se a um aspecto da criação literária que pode ser expresso pela palavra

Alternativas
Q529080 Português

Instrução: Para responder à questão, leia a estrofe, que faz parte de um poema de Camões.


O prado, as flores brancas e vermelhas

Está suavemente apresentando;

As doces e solícitas abelhas,

Com um brando sussurro vão voando;

As mansas e pacíficas ovelhas,

Do comer esquecidas, inclinando

As cabeças estão ao som divino

Que faz, passando, o Tejo cristalino.

(Luís Vaz de Camões. Obra completa, 1988.)



Considere as seguintes explicações para o recurso da inversão que ocorre no texto:
I. É uma característica do Classicismo renascentista que resulta da tentativa de imitar a sintaxe do Latim clássico.
II. Prende-se à necessidade de preservar as rimas, revelando uma preocupação com a perfeição formal.
III. Contribui de maneira decisiva para se alcançar a pretendida regularidade rítmica.
Está correto o que se afirma em
Alternativas
Q529079 Português

Instrução: Para responder à questão, leia a estrofe, que faz parte de um poema de Camões.


O prado, as flores brancas e vermelhas

Está suavemente apresentando;

As doces e solícitas abelhas,

Com um brando sussurro vão voando;

As mansas e pacíficas ovelhas,

Do comer esquecidas, inclinando

As cabeças estão ao som divino

Que faz, passando, o Tejo cristalino.

(Luís Vaz de Camões. Obra completa, 1988.)


A estrofe exemplifica a lírica clássica portuguesa, na qual

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Q529077 Português

Meu benzinho adorado (...) eu te peço por tudo o que há de mais sagrado que você me escreva uma cartinha sim dizendo como é que você vai que eu não sei eu ando tão zaranza por causa do teu abandono eu choro e um dia pego tomo um porre danado que você vai ver e aí nunca mais mesmo que você me quer e sabe o que eu faço eu vou-me embora para sempre e nunca mais vejo esse rosto lindo que eu adoro porque você é toda a minha vida e eu só escrevo por tua causa ingrata (...) do teu definitivo e sempre amigo...


(Vinícius de Moraes. Antologia poética, 1981.)



O substantivo porre pertence à variante popular da língua, assim como, tendo em vista o contexto, a forma verbal



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Q529075 Português

O Brasil na fossa


O Imperador dom Pedro II iniciou a construção de esgotos no Brasil em 1857. Só a inglesa Londres e a alemã Hamburgo dispunham, então, de sistemas de coleta de dejetos. O Rio de Janeiro, a capital imperial, tornou-se a terceira cidade do mundo a investir nessa infraestrutura. O pioneirismo nacional no quesito saneamento terminou aí. Mais de 150 anos depois, 45% dos domicílios brasileiros ainda permanecem desconectados do sistema de escoamento. Nesses lares, 90 milhões de pessoas usam fossas sépticas ou, pior, despejam seus excrementos em valas a céu aberto ou diretamente nos rios e no mar.


(Veja, 25.05.2011.)


Reproduz-se uma informação do texto de modo correto e coerente em:


Alternativas
Q505222 Português
Considere os quadrinhos para responder à  questão. 

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Na frase - Temos uma situação seriíssima a discutir. - um antônimo para o termo em destaque é
Alternativas
Q505221 Português

Considere os quadrinhos para responder à  questão. 

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Considere as afirmações.

I. Em - Os alistamentos estão caindo. - a forma verbal em destaque indica uma ação já concluída.

II. Em - O futuro parece nebuloso. - o termo em destaque pode ser substituído, sem prejuízo para o sentido do texto, por sombrio ou incerto.

III. Pela última cena, conclui-se que o general conseguiu seu objetivo que era impressionar, positivamente, os integrantes de sua equipe.

É correto o que se afirma em
Alternativas
Q505220 Português
Considere os quadrinhos para responder à  questão. 

Imagem associada para resolução da questão

- As estimativas originais estavam cheias de furos. - a expressão em destaque foi empregada em sentido
Alternativas
Q505219 Português
Considere os quadrinhos para responder à  questão. 

Imagem associada para resolução da questão

Pela leitura dos quadrinhos, é correto afirmar que o general usou efeitos especiais, durante a reunião, porque
Alternativas
Q505216 Português
                                       Erro de ortografia em adesivo desmascara assalto

    Um erro de português levou a polícia a prender sete integrantes de uma quadrilha suspeita de roubar R$ 15 milhões da sede da transportadora de valores Protege, na Água Branca, zona oeste de São Paulo.
    O grupo se preparava para invadir um condomínio de luxo na Lapa anteontem e foi descoberto porque, do lado de fora do Fiat Dobló que seria usado para entrar no local, os bandidos usaram adesivos com a inscrição “Impório Santa Maria", em referência a um conhecido empório da cidade. No veículo, foram presos três homens e com eles havia ferramentas para arrombar cofres.
    Outros quatro homens foram presos em outro veículo na mesma rua. No carro havia fuzis, uma metralhadora e duas pistolas, além de radiocomunicadores, coletes à prova de bala e camisetas similares às da Polícia Federal
    Segundo o delegado Ruy Ferraz Fontes, do Deic, a polícia identificou o grupo pela investigação do caso Protege.

                                                                                              (Folha de S.Paulo, 10.11.2007. Adaptado)
De acordo com o texto, é correto afirmar que
Alternativas
Q505215 Português
 Considere a imagem.

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Sobre a cena, é correto afirmar que
Alternativas
Q505213 Português
                      Padre quer cobrar multa de noiva atrasada no interior do Paraná

    Noivas que se atrasarem demais para a cerimônia na catedral Nossa Senhora de Lourdes, em Apucarana (a 355 Km de Curitiba), podem ter que pagar R$ 500 de multa.
    O padre Roberto Carrara pretende pedir um cheque-caução aos noivos, que será descontado em caso de atraso. O valor será usado para cobrir despesas da igreja. Segundo o padre, o objetivo é coibir abusos. Ele diz que os fiéis o apoiam, que está aberto à discussão e que atrasos de até dez minutos são toleráveis
    A CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil) não soube dizer se outras igrejas cobram multas por atrasos.

                                                                                                 (Folha de S.Paulo, 10.02.2011. Adaptado)

De acordo com a notícia,
Alternativas
Q505209 Português
                                  É proibido achar

    Chego em casa à noite, exausto. A mesa vazia. Nada sobre o fogão. Nem no forno. Nem na geladeira. Não há jantar! No dia seguinte, revolto-me diante da empregada.
    - Passei fome!
    -Ih! Achei que o senhor não vinha jantar!
    Solto faíscas que nem um fio desencapado ao ouvir o verbo “achar" em qualquer conjugação. É um perigo achar. Não no sentido de expressar alguma coisa, mas de supor alguma coisa.
    Tenho trauma, é verdade!
    Tudo começou aos 9 anos de idade, quando pedi à professora para ir ao banheiro. Ela não permitiu e voltei agoniado à carteira. Cruzei as pernas, cruzei de novo, torci os pés, mas foi impossível escrever ou ouvir a lição... De repente, senti algo morno escorrendo pelas pernas. Fiz xixi nas calças!
    Alguém gritou:
    - Olha, ele fez xixi!
    Dali a pouco toda a classe ria. E a professora, surpresa:
    - Ih . eu achei que você pediu para sair só por malandragem.
    Tomei horror ao “achismo" e aprendi: sempre que alguém “acha" alguma coisa, “acha" errado.
    Meu assistente, Felippe, é mestre no assunto.
    - Não botei gasolina no carro porque achei que ia dar! - explica ele, enquanto, desesperado, faço sinais na estrada tentando carona até algum posto.
    Quem trabalha comigo, agora, não pode mais achar. Tem de saber!
    Outro dia ouvi uma história melancólica. Dois colegas de classe se encontraram trinta anos depois.    Ambos com vida amorosa péssima e casamento desfeito. Com a sinceridade que só a passagem do tempo permite, ele desabafou:
    - Eu era apaixonado por você, mas achei que você não ia querer nada comigo.
    Ela suspirou, decepcionada.
    - Eu achava você o máximo! Como nunca se aproximou, achei que não tinha atração por mim!
    Os dois se encararam arrasados. E se tivessem namorado? Talvez a vida deles fosse diferente! Mas o que fazer com os trinta anos passados?
    Por isso, quando alguém me diz:
    -Eu acho que .
    Respondo:
    - Não ache, ninguém perdeu nada.
    E sempre que posso, insisto:
    - Se não sabe, pergunte!
    É o lema que adotei: melhor que achar, sempre é verificar!

                                                                        (Walcyr Carrasco, Veja SãoPaulo, 19.05.2010. Adaptado)

Assinale a alternativa cujo trecho do texto expressa a ideia de incerteza.
Alternativas
Q505208 Português
                                  É proibido achar

    Chego em casa à noite, exausto. A mesa vazia. Nada sobre o fogão. Nem no forno. Nem na geladeira. Não há jantar! No dia seguinte, revolto-me diante da empregada.
    - Passei fome!
    -Ih! Achei que o senhor não vinha jantar!
    Solto faíscas que nem um fio desencapado ao ouvir o verbo “achar" em qualquer conjugação. É um perigo achar. Não no sentido de expressar alguma coisa, mas de supor alguma coisa.
    Tenho trauma, é verdade!
    Tudo começou aos 9 anos de idade, quando pedi à professora para ir ao banheiro. Ela não permitiu e voltei agoniado à carteira. Cruzei as pernas, cruzei de novo, torci os pés, mas foi impossível escrever ou ouvir a lição... De repente, senti algo morno escorrendo pelas pernas. Fiz xixi nas calças!
    Alguém gritou:
    - Olha, ele fez xixi!
    Dali a pouco toda a classe ria. E a professora, surpresa:
    - Ih . eu achei que você pediu para sair só por malandragem.
    Tomei horror ao “achismo" e aprendi: sempre que alguém “acha" alguma coisa, “acha" errado.
    Meu assistente, Felippe, é mestre no assunto.
    - Não botei gasolina no carro porque achei que ia dar! - explica ele, enquanto, desesperado, faço sinais na estrada tentando carona até algum posto.
    Quem trabalha comigo, agora, não pode mais achar. Tem de saber!
    Outro dia ouvi uma história melancólica. Dois colegas de classe se encontraram trinta anos depois.    Ambos com vida amorosa péssima e casamento desfeito. Com a sinceridade que só a passagem do tempo permite, ele desabafou:
    - Eu era apaixonado por você, mas achei que você não ia querer nada comigo.
    Ela suspirou, decepcionada.
    - Eu achava você o máximo! Como nunca se aproximou, achei que não tinha atração por mim!
    Os dois se encararam arrasados. E se tivessem namorado? Talvez a vida deles fosse diferente! Mas o que fazer com os trinta anos passados?
    Por isso, quando alguém me diz:
    -Eu acho que .
    Respondo:
    - Não ache, ninguém perdeu nada.
    E sempre que posso, insisto:
    - Se não sabe, pergunte!
    É o lema que adotei: melhor que achar, sempre é verificar!

                                                                        (Walcyr Carrasco, Veja SãoPaulo, 19.05.2010. Adaptado)

De acordo com o texto, o achismo pode ser definido como:
Alternativas
Q505207 Português
                                  É proibido achar

    Chego em casa à noite, exausto. A mesa vazia. Nada sobre o fogão. Nem no forno. Nem na geladeira. Não há jantar! No dia seguinte, revolto-me diante da empregada.
    - Passei fome!
    -Ih! Achei que o senhor não vinha jantar!
    Solto faíscas que nem um fio desencapado ao ouvir o verbo “achar" em qualquer conjugação. É um perigo achar. Não no sentido de expressar alguma coisa, mas de supor alguma coisa.
    Tenho trauma, é verdade!
    Tudo começou aos 9 anos de idade, quando pedi à professora para ir ao banheiro. Ela não permitiu e voltei agoniado à carteira. Cruzei as pernas, cruzei de novo, torci os pés, mas foi impossível escrever ou ouvir a lição... De repente, senti algo morno escorrendo pelas pernas. Fiz xixi nas calças!
    Alguém gritou:
    - Olha, ele fez xixi!
    Dali a pouco toda a classe ria. E a professora, surpresa:
    - Ih . eu achei que você pediu para sair só por malandragem.
    Tomei horror ao “achismo" e aprendi: sempre que alguém “acha" alguma coisa, “acha" errado.
    Meu assistente, Felippe, é mestre no assunto.
    - Não botei gasolina no carro porque achei que ia dar! - explica ele, enquanto, desesperado, faço sinais na estrada tentando carona até algum posto.
    Quem trabalha comigo, agora, não pode mais achar. Tem de saber!
    Outro dia ouvi uma história melancólica. Dois colegas de classe se encontraram trinta anos depois.    Ambos com vida amorosa péssima e casamento desfeito. Com a sinceridade que só a passagem do tempo permite, ele desabafou:
    - Eu era apaixonado por você, mas achei que você não ia querer nada comigo.
    Ela suspirou, decepcionada.
    - Eu achava você o máximo! Como nunca se aproximou, achei que não tinha atração por mim!
    Os dois se encararam arrasados. E se tivessem namorado? Talvez a vida deles fosse diferente! Mas o que fazer com os trinta anos passados?
    Por isso, quando alguém me diz:
    -Eu acho que .
    Respondo:
    - Não ache, ninguém perdeu nada.
    E sempre que posso, insisto:
    - Se não sabe, pergunte!
    É o lema que adotei: melhor que achar, sempre é verificar!

                                                                        (Walcyr Carrasco, Veja SãoPaulo, 19.05.2010. Adaptado)

Pela leitura do texto, é correto afirmar que
Alternativas
Q481752 Português
Imagem associada para resolução da questão

A respeito do texto I, está correta a afirmação referente ao termo transcrito na alternativa
Alternativas
Q481751 Português
Imagem associada para resolução da questão

Os textos I e II divergem entre si quanto
Alternativas
Respostas
6741: D
6742: B
6743: C
6744: D
6745: E
6746: B
6747: C
6748: C
6749: A
6750: B
6751: E
6752: C
6753: D
6754: E
6755: C
6756: E
6757: C
6758: E
6759: A
6760: C