Questões Militares Sobre interpretação de textos em português

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Q1364811 Português
Do período “Ao longo das últimas décadas, os hábitos de vida e de alimentação das crianças mudaram drasticamente.” (linhas 1 e 2), pode-se entender que:
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Q1364810 Português
Observe: […] hoje se sabe que eles são porta de entrada para uma das principais epidemias do século 21: a obesidade infantil.” (linhas 7 e 8). O período em destaque significa, dentro do contexto em que está inserido, que:
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Q1364809 Português
No período: “[...] uma em cada três crianças de cinco a nove anos de idade está acima do peso recomendado pela Organização Mundial de Saúde (OMS).” (linhas 16 e 17), a palavra em destaque somente não pode ser substituída, sem perda de sentido, por:
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Q1364807 Português

Com relação à estrutura do texto em estudo, pode-se afirmar que:

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Q1344411 Português
A finalidade da carta (texto 6) é:
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Q1344410 Português

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Q1344409 Português
Na frase: “... ocorreu-lhe aquela que tiraria Klaus da hipnose, aquela que simplesmente poderia salvar a vida de todos eles.” (L. 46/47), o termo destacado refere-se aos:
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Q1344408 Português
No trecho: “Era a mais desgraçadamente desproporcional. A mais desgraçadamente extravagante. A mais desgraçadamente excessiva.” (L. 44/46), a repetição do termo destacado é utilizada para:
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Q1344407 Português
Ao acelerar o cérebro, Violet descobriu a palavra para retirar Klaus da hipnose quando:
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Q1344406 Português
Ao afirmar “... até agora você deu sorte, evitando as minhas garras de chefe, mas a canja acabou.” (L. 08/09), com a frase “a canja acabou”, o capataz Flacutono quis dizer que:
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Q1344405 Português
Ao ouvir: “Suas palavras de nada adiantarão”, disse o capataz Flacutono. “Estão vendo?” (L. 19), a reação das irmãs Baudelaire é:
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Q1344404 Português
Ao dizer que: “Se desta vez alguma coisa não der certo, terei que mandá-los para um colégio interno...” (L. 03/04), o uso da forma verbal terei mostra que o Sr. Poe:
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Q1344402 Português
A partir da leitura do texto 3, a apresentação mais adequada para o Sr. Poe é a do item:
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Q1344401 Português
Ao afirmar, sobre a fala de Sunny, que “Dessa vez provavelmente ela quisesse dizer algo como: ‘Mas Klaus lê muitos livros complicados!’” (L. 16/17), o narrador deixa transparecer que:
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Q1344400 Português
A partir da leitura do texto 2, pode-se concluir que:
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Q1344399 Português
A leitura da carta (texto 1) sugere que o:
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Q1344398 Português
O texto 1 é a contracapa do quarto livro da coleção Desventuras em série. Observando o conteúdo e os componentes do gênero textual: carta, pode-se afirmar que esse texto apresenta a seguinte estrutura:
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Q1339485 Português

TEXTO IV

Imagem associada para resolução da questão

Sobre o texto acima, pode-se afirmar que a

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Q1339484 Português

TEXTO III

Bolinha de gude vence Playstation

Garotada tem computador, celular e videogame moderno, mas não dispensa brincadeira à moda antiga


O sucesso das figurinhas da Copa do mundo, com 2 milhões de pacotinhos vendidos por semana no Brasil, tem surpreendido muitos pais. Afinal, como um hobby que remete aos "velhos tempos", caiu no gosto das novas gerações? Mas os bairros periféricos indicam: manias infantis dos tempos do vovô ainda cativam a molecada.

João Augusto Diniz, de 12 anos, por exemplo, tem videogame e internet em casa desde os 3, mas não dispensa uma partida de futebol com os amigos na rua onde mora, no bairro do Limão, zona norte. "Adoro jogar bola", resumiu João, enquanto arriscava seus dribles. Além do futebol, a turma do bairro também gosta de bolinha de gude, peão, pipa e carrinho de rolimã.

"Estamos vendo a reorganização dos antigos jogos. Para a criança, se uma brincadeira é legal, basta!" disse a psicopedagoga especialista em comportamento infantil, Maria Irene Maluf. 

No caso de João, o incentivo vem dos pais. "A criança precisa aprender a soltar pipa, peão. Não quero meu filho trancado em casa o tempo todo", disse Jorge Diniz, de 43, pai de João.

No mesmo bairro, Thiago Fernandes da Costa, de 9, também, dá um "pause" no videogame e se diverte na rua. E, se a mãe, Robélia Fernandes, de 32, não o chama para dentro, o menino passa o dia na rua com os amigos. "Ando de bicicleta, brinco de esconde-esconde, jogo peão", disse o menino. 

Ué, então para que serve o videogame? "Decidi comprar um para ele, pois ele ficava muito tempo jogando na casa dos outros", explicou Robélia.

Pais também preferem ruas.

Não são só os garotos que gostam de jogar bola em pleno asfalto ou empinar pipa. Os pais, também, dizem preferir isso, por propiciar um melhor convívio social e aprendizagem. 

"Se ralar na rua, se sujar, tudo isso faz parte do crescimento. Essas brincadeiras são boas e fazem bem até para o preparo físico das crianças", disse Jorge Diniz, pai de João Augusto.

Mas a questão da segurança preocupa, por isso os pais se viram como podem para tomar conta de seus pupilos. "A gente procura orientar a respeitar os vizinhos, não brigar, tomar cuidado com os carros, principalmente. Qualquer coisa é melhor que ficar enfiado dentro de casa o dia inteiro", afirma Robélia Nascimento Fernandes.

Para a psicopedagoga especialista em comportamento infantil, Maria Irene Maluf, o ideal é que haja meio termo entre o tempo dedicado a entretenimentos eletrônicos, com videogames, por exemplo, e as brincadeiras de rua.

"É preciso bom senso. Não é comum uma criança não gostar de ficar na frente do computador, assim como é incomum um menino não querer brincar com os coleguinhas", explicou.

No caso dos passatempos eletrônicos, os pais devem ficar atentos à internet e seus perigos. Por isso, é preferível que um adulto acompanhe a navegação. "Para eles é como um cheque em branco. Qualquer informação, como endereço ou telefone, é repassada sem qualquer censura", afirmou Maria. 

(Diário de S. Paulo. Dia a dia. p.8. 7 de maio de 2010)


O fragmento " ' (...) assim como é incomum um menino não querer brincar com os coleguinhas' " pode ser interpretado por :
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Q1339483 Português

TEXTO III

Bolinha de gude vence Playstation

Garotada tem computador, celular e videogame moderno, mas não dispensa brincadeira à moda antiga


O sucesso das figurinhas da Copa do mundo, com 2 milhões de pacotinhos vendidos por semana no Brasil, tem surpreendido muitos pais. Afinal, como um hobby que remete aos "velhos tempos", caiu no gosto das novas gerações? Mas os bairros periféricos indicam: manias infantis dos tempos do vovô ainda cativam a molecada.

João Augusto Diniz, de 12 anos, por exemplo, tem videogame e internet em casa desde os 3, mas não dispensa uma partida de futebol com os amigos na rua onde mora, no bairro do Limão, zona norte. "Adoro jogar bola", resumiu João, enquanto arriscava seus dribles. Além do futebol, a turma do bairro também gosta de bolinha de gude, peão, pipa e carrinho de rolimã.

"Estamos vendo a reorganização dos antigos jogos. Para a criança, se uma brincadeira é legal, basta!" disse a psicopedagoga especialista em comportamento infantil, Maria Irene Maluf. 

No caso de João, o incentivo vem dos pais. "A criança precisa aprender a soltar pipa, peão. Não quero meu filho trancado em casa o tempo todo", disse Jorge Diniz, de 43, pai de João.

No mesmo bairro, Thiago Fernandes da Costa, de 9, também, dá um "pause" no videogame e se diverte na rua. E, se a mãe, Robélia Fernandes, de 32, não o chama para dentro, o menino passa o dia na rua com os amigos. "Ando de bicicleta, brinco de esconde-esconde, jogo peão", disse o menino. 

Ué, então para que serve o videogame? "Decidi comprar um para ele, pois ele ficava muito tempo jogando na casa dos outros", explicou Robélia.

Pais também preferem ruas.

Não são só os garotos que gostam de jogar bola em pleno asfalto ou empinar pipa. Os pais, também, dizem preferir isso, por propiciar um melhor convívio social e aprendizagem. 

"Se ralar na rua, se sujar, tudo isso faz parte do crescimento. Essas brincadeiras são boas e fazem bem até para o preparo físico das crianças", disse Jorge Diniz, pai de João Augusto.

Mas a questão da segurança preocupa, por isso os pais se viram como podem para tomar conta de seus pupilos. "A gente procura orientar a respeitar os vizinhos, não brigar, tomar cuidado com os carros, principalmente. Qualquer coisa é melhor que ficar enfiado dentro de casa o dia inteiro", afirma Robélia Nascimento Fernandes.

Para a psicopedagoga especialista em comportamento infantil, Maria Irene Maluf, o ideal é que haja meio termo entre o tempo dedicado a entretenimentos eletrônicos, com videogames, por exemplo, e as brincadeiras de rua.

"É preciso bom senso. Não é comum uma criança não gostar de ficar na frente do computador, assim como é incomum um menino não querer brincar com os coleguinhas", explicou.

No caso dos passatempos eletrônicos, os pais devem ficar atentos à internet e seus perigos. Por isso, é preferível que um adulto acompanhe a navegação. "Para eles é como um cheque em branco. Qualquer informação, como endereço ou telefone, é repassada sem qualquer censura", afirmou Maria. 

(Diário de S. Paulo. Dia a dia. p.8. 7 de maio de 2010)


A palavra em destaque no trecho "(...) tempo dedicado a entretenimentos eletrônicos (...)" significa literalmente
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Respostas
4401: D
4402: C
4403: A
4404: D
4405: C
4406: C
4407: B
4408: C
4409: A
4410: B
4411: D
4412: B
4413: C
4414: E
4415: E
4416: D
4417: A
4418: C
4419: B
4420: B