Questões Militares Sobre interpretação de textos em português

Foram encontradas 7.664 questões

Q857520 Português

Acerca das ideias e de aspectos linguísticos do texto CG2A1CCC, julgue o seguinte item.

De acordo com o texto, devido ao fato de praticamente não existirem discussões sobre a segurança pública no Brasil, a qualidade e a democratização do debate são desafios para o país.

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Q857519 Português

Acerca das ideias e de aspectos linguísticos do texto CG2A1CCC, julgue o seguinte item.

Dado o emprego da forma verbal “passou” (l.1), é possível inferir que, conforme o autor do texto, a segurança pública não era vista anteriormente nem como um problema fundamental nem como um desafio ao Estado de direito no Brasil.
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Q857518 Português

Acerca das ideias e de aspectos linguísticos do texto CG2A1CCC, julgue o seguinte item.

No texto, predominam o uso de linguagem denotativa e o tipo textual argumentativo.

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Q857517 Português

Acerca das ideias e de aspectos linguísticos do texto CG2A1CCC, julgue o seguinte item.

Conforme o último parágrafo do texto, inexistem ações colaborativas entre o poder público e a sociedade civil na busca de segurança e de qualidade de vida para os cidadãos brasileiros.

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Q857516 Português

A respeito de aspectos linguísticos do texto CG2A1BBB, julgue o próximo item.

O autor do texto optou pela utilização de um nível de linguagem predominantemente informal como estratégia para atrair o interesse dos leitores.

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Q857513 Português

A respeito de aspectos linguísticos do texto CG2A1BBB, julgue o próximo item.

A forma verbal empregada no trecho ENTRE NESTA LUTA! sinaliza a intenção do autor do texto de levar os leitores a executarem determinada ação ou a desenvolverem determinado comportamento.

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Q857512 Português

Com relação às ideias e a aspectos linguísticos do texto CG2A1AAA, julgue o item subsequente.

De acordo com o texto, entre 1951 — quando recebeu o nome de Polícia Militar do Maranhão — e 1966, a PM/MA não tinha oficiais em seu comando.

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Q857511 Português

Com relação às ideias e a aspectos linguísticos do texto CG2A1AAA, julgue o item subsequente.

O termo “a instituição” (l.4) recupera o sentido do termo “Corpo de Polícia da Província do Maranhão” (l.3), primeiro nome da PM/MA.

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Q857510 Português

Com relação às ideias e a aspectos linguísticos do texto CG2A1AAA, julgue o item subsequente.

Infere-se do texto que, até 1993, a formação de oficiais da PM/MA acontecia em outros estados porque não havia academia de polícia militar no estado do Maranhão.

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Q857509 Português

Com relação às ideias e a aspectos linguísticos do texto CG2A1AAA, julgue o item subsequente.

A correção gramatical e o sentido original do texto seriam mantidos caso a forma verbal “aconteceram” (l.9) fosse substituída por ocorreu ou por ocorreram.

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Q856462 Português

                                       Duração


                           O tempo era bom? Não era

                           O tempo é, para sempre.

                           A hera da antiga era

                           roreja* incansavelmente.


                           Aconteceu há mil anos?

                           Continua acontecendo.

                           Nos mais desbotados panos

                           estou me lendo e relendo.


                           Tudo morto, na distância

                           que vai de alguém a si mesmo?

                           Vive tudo, mas sem ânsia

                           de estar amando e estar preso.


                           Pois tudo enfim se liberta

                           de ferros forjados no ar.

                           A alma sorri, já bem perto

                           da raiz mesma do ser.

                                                   (Carlos Drummond de Andrade. As impurezas do branco)

*brota gota a gota: orvalho, suor, lágrima

Nos versos “A hera da antiga era” e “de ferros forjados no ar”, as figuras de linguagem presentes são, correta e respectivamente,
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Q856461 Português

                                       Duração


                           O tempo era bom? Não era

                           O tempo é, para sempre.

                           A hera da antiga era

                           roreja* incansavelmente.


                           Aconteceu há mil anos?

                           Continua acontecendo.

                           Nos mais desbotados panos

                           estou me lendo e relendo.


                           Tudo morto, na distância

                           que vai de alguém a si mesmo?

                           Vive tudo, mas sem ânsia

                           de estar amando e estar preso.


                           Pois tudo enfim se liberta

                           de ferros forjados no ar.

                           A alma sorri, já bem perto

                           da raiz mesma do ser.

                                                   (Carlos Drummond de Andrade. As impurezas do branco)

*brota gota a gota: orvalho, suor, lágrima

Na passagem “A alma sorri, já bem perto / da raiz mesma do ser.”, entende-se que a expressão em destaque aponta no ser humano
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Q856460 Português

                                       Duração


                           O tempo era bom? Não era

                           O tempo é, para sempre.

                           A hera da antiga era

                           roreja* incansavelmente.


                           Aconteceu há mil anos?

                           Continua acontecendo.

                           Nos mais desbotados panos

                           estou me lendo e relendo.


                           Tudo morto, na distância

                           que vai de alguém a si mesmo?

                           Vive tudo, mas sem ânsia

                           de estar amando e estar preso.


                           Pois tudo enfim se liberta

                           de ferros forjados no ar.

                           A alma sorri, já bem perto

                           da raiz mesma do ser.

                                                   (Carlos Drummond de Andrade. As impurezas do branco)

*brota gota a gota: orvalho, suor, lágrima

O poema de Drummond é exemplo de poesia
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Q856459 Português

     – Bem dizia eu, que aquela janela…

      – É a janela dos rouxinóis.

      – Que lá estão a cantar.

      – Então, esses lá estão ainda como há dez anos – os mesmos ou outros – mas a menina dos rouxinóis foi-se e não voltou.

      – A menina dos rouxinóis? Que história é essa? Pois deveras tem uma história aquela janela?

      – É um romance todo inteiro, todo feito, como dizem os franceses, e conta-se em duas palavras.

      – Vamos a ele. A menina dos rouxinóis, menina com olhos verdes! Deve ser interessantíssimo. Vamos à história já.

      – Pois vamos. Apeiemos e descansemos um bocado.

      Já se vê que este diálogo passava entre mim e outro dos nossos companheiros de viagem. Apeamo-nos, com efeito; sentamo-nos; e eis aqui a história da menina dos rouxinóis como ela se contou.

      É o primeiro episódio da minha odisseia: estou com medo de entrar nele porque dizem as damas e os elegantes da nossa terra que o português não é bom para isto, que em francês que há outro não sei quê…

      Eu creio que as damas que estão mal informadas, e sei que os elegantes que são uns tolos; mas sempre tenho meu receio, porque, enfim, deles me rio eu; mas poesia ou romance, música ou drama de que as mulheres não gostem é porque não presta.

      Ainda assim, belas e amáveis leitoras, entendamo-nos: o que eu vou contar não é um romance, não tem aventuras enredadas, peripécias, situações e incidentes raros; é uma história simples e singela, sinceramente contada e sem pretensão.   

      Acabemos aqui o capítulo em forma de prólogo e a matéria do meu conto para o seguinte.

                                                                                   (Almeida Garrett. Viagens na Minha Terra)

Observe as frases:


• Chegamos ____________fim do capítulo em forma de _______ , com a matéria do meu conto para o seguinte.

• Discordo ________ certas damas e certos tolos, que preferem _________ para se contar uma história.


De acordo com a norma-padrão e os sentidos do texto, as lacunas devem ser preenchidas, respectivamente, com:

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Q856456 Português

     – Bem dizia eu, que aquela janela…

      – É a janela dos rouxinóis.

      – Que lá estão a cantar.

      – Então, esses lá estão ainda como há dez anos – os mesmos ou outros – mas a menina dos rouxinóis foi-se e não voltou.

      – A menina dos rouxinóis? Que história é essa? Pois deveras tem uma história aquela janela?

      – É um romance todo inteiro, todo feito, como dizem os franceses, e conta-se em duas palavras.

      – Vamos a ele. A menina dos rouxinóis, menina com olhos verdes! Deve ser interessantíssimo. Vamos à história já.

      – Pois vamos. Apeiemos e descansemos um bocado.

      Já se vê que este diálogo passava entre mim e outro dos nossos companheiros de viagem. Apeamo-nos, com efeito; sentamo-nos; e eis aqui a história da menina dos rouxinóis como ela se contou.

      É o primeiro episódio da minha odisseia: estou com medo de entrar nele porque dizem as damas e os elegantes da nossa terra que o português não é bom para isto, que em francês que há outro não sei quê…

      Eu creio que as damas que estão mal informadas, e sei que os elegantes que são uns tolos; mas sempre tenho meu receio, porque, enfim, deles me rio eu; mas poesia ou romance, música ou drama de que as mulheres não gostem é porque não presta.

      Ainda assim, belas e amáveis leitoras, entendamo-nos: o que eu vou contar não é um romance, não tem aventuras enredadas, peripécias, situações e incidentes raros; é uma história simples e singela, sinceramente contada e sem pretensão.   

      Acabemos aqui o capítulo em forma de prólogo e a matéria do meu conto para o seguinte.

                                                                                   (Almeida Garrett. Viagens na Minha Terra)

Com a passagem “Ainda assim, belas e amáveis leitoras, entendamo-nos…”, o narrador faz
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Q856455 Português

     – Bem dizia eu, que aquela janela…

      – É a janela dos rouxinóis.

      – Que lá estão a cantar.

      – Então, esses lá estão ainda como há dez anos – os mesmos ou outros – mas a menina dos rouxinóis foi-se e não voltou.

      – A menina dos rouxinóis? Que história é essa? Pois deveras tem uma história aquela janela?

      – É um romance todo inteiro, todo feito, como dizem os franceses, e conta-se em duas palavras.

      – Vamos a ele. A menina dos rouxinóis, menina com olhos verdes! Deve ser interessantíssimo. Vamos à história já.

      – Pois vamos. Apeiemos e descansemos um bocado.

      Já se vê que este diálogo passava entre mim e outro dos nossos companheiros de viagem. Apeamo-nos, com efeito; sentamo-nos; e eis aqui a história da menina dos rouxinóis como ela se contou.

      É o primeiro episódio da minha odisseia: estou com medo de entrar nele porque dizem as damas e os elegantes da nossa terra que o português não é bom para isto, que em francês que há outro não sei quê…

      Eu creio que as damas que estão mal informadas, e sei que os elegantes que são uns tolos; mas sempre tenho meu receio, porque, enfim, deles me rio eu; mas poesia ou romance, música ou drama de que as mulheres não gostem é porque não presta.

      Ainda assim, belas e amáveis leitoras, entendamo-nos: o que eu vou contar não é um romance, não tem aventuras enredadas, peripécias, situações e incidentes raros; é uma história simples e singela, sinceramente contada e sem pretensão.   

      Acabemos aqui o capítulo em forma de prólogo e a matéria do meu conto para o seguinte.

                                                                                   (Almeida Garrett. Viagens na Minha Terra)

Na passagem lida, o narrador faz referência ao primeiro episódio de sua odisseia, o qual corresponde

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Q856454 Português

Faz três semanas que o secretário-geral da OEA espera que o Conselho Permanente da entidade se reúna para adotar uma posição mais dura em relação à crise na Venezuela. Cabe ao diplomata brasileiro a tarefa de convocar os representantes dos 34 países-membros. Não se sabe se por alguma orientação do Itamaraty, mas o fato é que até agora o embaixador segue na dele.

(IstoÉ, 16.08.2017. Adaptado)


Com a frase final do texto – … até agora o embaixador segue na dele. –, o autor

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Q856452 Português

      AUTOR – Eu sou o autor de uma mulher que inventei e a quem dei o nome de Ângela Pralini. Eu vivia bem com ela. Mas ela começou a me inquietar e vi que eu tinha de novo que assumir o papel de escritor para colocar Ângela em palavras porque só então posso me comunicar com ela.

      Eu escrevo um livro e Ângela outro: tirei de ambos o supérfluo.

      Eu escrevo à meia-noite porque sou escuro. Ângela escreve de dia porque é quase sempre luz alegre.

      Este é um livro de não memórias. Passa-se agora mesmo, não importa quando foi ou é ou será esse agora mesmo.

      (…)

      ÂNGELA – Viver me deixa trêmula.

      AUTOR – A mim também a vida me faz estremecer.

      ÂNGELA – Estou ansiosa e aflita.

      AUTOR – Vejo que Ângela não sabe como começar. Nascer é difícil. Aconselho-a a falar mais facilmente sobre fatos? Vou ensiná-la a começar pelo meio. Ela tem que deixar de ser tão hesitante porque senão vai ser um livro todo trêmulo, uma gota d’água pendurada quase a cair e quando cai divide-se em estilhaços de pequenas gotas espalhadas. Coragem, Ângela, comece sem ligar para nada.

(Clarice Lispector. Um sopro de vida)

Com a frase “Ela tem que deixar de ser tão hesitante porque senão vai ser um livro todo trêmulo…”, entende-se que o Autor decide ensinar Ângela a começar o livro pelo meio para evitar que
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Q856451 Português

      AUTOR – Eu sou o autor de uma mulher que inventei e a quem dei o nome de Ângela Pralini. Eu vivia bem com ela. Mas ela começou a me inquietar e vi que eu tinha de novo que assumir o papel de escritor para colocar Ângela em palavras porque só então posso me comunicar com ela.

      Eu escrevo um livro e Ângela outro: tirei de ambos o supérfluo.

      Eu escrevo à meia-noite porque sou escuro. Ângela escreve de dia porque é quase sempre luz alegre.

      Este é um livro de não memórias. Passa-se agora mesmo, não importa quando foi ou é ou será esse agora mesmo.

      (…)

      ÂNGELA – Viver me deixa trêmula.

      AUTOR – A mim também a vida me faz estremecer.

      ÂNGELA – Estou ansiosa e aflita.

      AUTOR – Vejo que Ângela não sabe como começar. Nascer é difícil. Aconselho-a a falar mais facilmente sobre fatos? Vou ensiná-la a começar pelo meio. Ela tem que deixar de ser tão hesitante porque senão vai ser um livro todo trêmulo, uma gota d’água pendurada quase a cair e quando cai divide-se em estilhaços de pequenas gotas espalhadas. Coragem, Ângela, comece sem ligar para nada.

(Clarice Lispector. Um sopro de vida)

Na frase “AUTOR – A mim também a vida me faz estremecer.”, a expressão em destaque está empregada
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Q856450 Português

      AUTOR – Eu sou o autor de uma mulher que inventei e a quem dei o nome de Ângela Pralini. Eu vivia bem com ela. Mas ela começou a me inquietar e vi que eu tinha de novo que assumir o papel de escritor para colocar Ângela em palavras porque só então posso me comunicar com ela.

      Eu escrevo um livro e Ângela outro: tirei de ambos o supérfluo.

      Eu escrevo à meia-noite porque sou escuro. Ângela escreve de dia porque é quase sempre luz alegre.

      Este é um livro de não memórias. Passa-se agora mesmo, não importa quando foi ou é ou será esse agora mesmo.

      (…)

      ÂNGELA – Viver me deixa trêmula.

      AUTOR – A mim também a vida me faz estremecer.

      ÂNGELA – Estou ansiosa e aflita.

      AUTOR – Vejo que Ângela não sabe como começar. Nascer é difícil. Aconselho-a a falar mais facilmente sobre fatos? Vou ensiná-la a começar pelo meio. Ela tem que deixar de ser tão hesitante porque senão vai ser um livro todo trêmulo, uma gota d’água pendurada quase a cair e quando cai divide-se em estilhaços de pequenas gotas espalhadas. Coragem, Ângela, comece sem ligar para nada.

(Clarice Lispector. Um sopro de vida)

Na construção da narrativa, revela-se que Autor e Ângela têm algumas preferências
Alternativas
Respostas
3381: E
3382: C
3383: C
3384: E
3385: E
3386: C
3387: E
3388: E
3389: C
3390: E
3391: E
3392: A
3393: D
3394: C
3395: A
3396: E
3397: C
3398: D
3399: C
3400: A