Questões Militares
Sobre interpretação de textos em português
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Texto V

– E bem na cara da polícia (linha 55)
A expressão sublinhada acima faz referência
Texto V

Ainda deu dois passos, nenhuma voz de dono fez-se ouvir, ele voltou. (linhas 70 e 71)
Assinale a alternativa em que a relação entre os três segmentos esteja corretamente representada.
Texto V

Considerando o texto, avalie as seguintes asserções e a relação proposta entre elas.
I. O ladrãozinho roubou um objeto que não pode usar.
PORQUE
II. Homens não usam canga.
A respeito dessas asserções, assinale a alternativa correta.
Texto V

-Também, o cara deu mole! (linha 41)
O registro de linguagem empregado na fala acima se encaixa na modalidade
Texto V

Meio-dia, eu de pé na esquina da praça esperando a mudança de sinal. A mesma praça de Ipanema de que falei na semana passada. Hoje também dia de feira (não é um dado pessoal, faz parte). (linhas 3 a 6)
O termo sublinhado permite inferir que
Texto V

Hoje também dia de feira (não é um dado pessoal, faz parte). (linhas 5 e 6)
O trecho entre parênteses se justifica por estar apresentado dessa forma.
A esse respeito, analise as afirmativas a seguir:
I. A opção do conteúdo entre parênteses se dá por ser uma interferência da autora na narrativa, atribuindo-lhe caráter extratextual.
II. Se o trecho viesse entre travessões, garantiria sua natureza extratextual, mas não entre parênteses.
III. O trecho mantém o nível textual; o motivo de vir entre parênteses é porque se trata de comentário da autora.
Assinale
Texto IV
Psicologia de um vencido
Eu, filho do carbono e do amoníaco,
Monstro de escuridão e rutilância,
Sofro, desde a epigênese da infância,
A influência má dos signos do zodíaco.
5 Profundissimamente hipocondríaco,
Este ambiente me causa repugnância...
Sobe-me à boca uma ânsia análoga à ânsia
Que se escapa da boca de um cardíaco.
Já o verme – este operário das ruínas –
10 Que o sangue podre das carnificinas
Come, e à vida em geral declara guerra,
Anda a espreitar meus olhos para roê-los,
E há-de deixar-me apenas os cabelos,
Na frialdade inorgânica da terra!
(Augusto dos Anjos)
Profundissimamente hipocondríaco,
Este ambiente me causa repugnância... (versos 5 e 6)
A relação semântica estabelecida entre os dois versos é de
Texto IV
Psicologia de um vencido
Eu, filho do carbono e do amoníaco,
Monstro de escuridão e rutilância,
Sofro, desde a epigênese da infância,
A influência má dos signos do zodíaco.
5 Profundissimamente hipocondríaco,
Este ambiente me causa repugnância...
Sobe-me à boca uma ânsia análoga à ânsia
Que se escapa da boca de um cardíaco.
Já o verme – este operário das ruínas –
10 Que o sangue podre das carnificinas
Come, e à vida em geral declara guerra,
Anda a espreitar meus olhos para roê-los,
E há-de deixar-me apenas os cabelos,
Na frialdade inorgânica da terra!
(Augusto dos Anjos)
Texto III

Texto III

A respeito da análise do quadrinho, analise as afirmativas a seguir:
I. Nos dois primeiros quadrinhos, o referencial do professor é o mesmo que o do leitor.
II. O efeito de humor se dá pela quebra do referencial no terceiro quadrinho.
III. Os verbos armar e efetuar assumem, para os alunos, dentro do leque de sentidos possíveis, carga bélica.
Assinale
Texto II

Texto II

Ninguém dera aparte nenhum. (linha 33)
A respeito do período acima, analise as afirmativas a seguir:
I. Ocorre falha na composição do período, por conta da dupla negação.
II. A forma verbal dera pode ser substituída equivalentemente por tinha dado.
III. A palavra nenhum se classifica como pronome indefinido.
Assinale
Texto II

Houve um suspiro de alívio em todo o plenário (linha 57)
Assinale a alternativa em que, alterando-se a estrutura acima, tenha sido observada a norma culta.
Texto II

Texto II

Qualquer coisa, contanto que atravessasse de uma vez essa traiçoeira pinguela gramatical em que sua oratória lamentavelmente se havia metido de saída. (linhas 14 e 15).
A respeito da palavra sublinhada, assinale a afirmativa correta.
Texto II

Texto II

Texto I
A Tempestade
Menino, vem para dentro,
olha a chuva lá na serra,
olha como vem o vento!
Ah! como a chuva é bonita
5 e como o vento é valente!
Não sejas doido, menino,
esse vento te carrega,
essa chuva te derrete!
– Eu não sou feito de açúcar
10 para derreter na chuva.
Eu tenho força nas pernas
para lutar contra o vento!
E enquanto o vento soprava
e enquanto a chuva caía,
15 que nem um pinto molhado,
teimoso como ele só.
– Gosto de chuva com vento,
gosto de vento com chuva!
(Henriqueta Lisboa)

