Questões Militares Comentadas sobre interpretação de textos em português

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Q1140672 Português

      Todos os seres humanos necessitam de segurança. Todos os seres humanos têm o direito de serem protegidos do medo, de todas as espécies de medo.

      O medo tem raízes profundas na alma dos seres. Radica- -se no inconsciente e é objeto constante da pesquisa científica, com destaque para a Psicanálise.

      Temos medo do abandono, de passar necessidade e privações, medo das agressões, da doença, da morte.

      Uma sociedade que se funde no “espírito de solidariedade” procurará construir modelos de convivência que afastem o medo do horizonte permanente de expectativas. Numa sociedade fraterna, o homem não será “lobo” do outro homem.

      Nossa Constituição determina que a Segurança Pública é dever do Estado, direito e responsabilidade de todos. Será exercida para a preservação da ordem pública e da incolumidade das pessoas e do patrimônio, mas, antes de tudo, com absoluta prioridade, sem qualquer bem ou valor que se possa assemelhar a este, a Segurança Pública deve preservar a incolumidade das pessoas.

      O provimento da Segurança Pública inscreve-se dentro de um quadro de respeito à Cidadania. A Cidadania exige que se viva dentro de um ambiente de Segurança Pública. Não pode haver pleno usufruto da Cidadania, se trabalhamos e dormimos sob o signo do medo, do temor, da ameaça de dano ou lesão a nossa individualidade ou à incolumidade de nossa família.

      A busca da Segurança Pública e a busca da Cidadania Plena deverão constituir um projeto solidário do Poder Público e da Sociedade.

(Disponível em: http://www.dhnet.org.br. Acesso em 13.09.2019. Adaptado)

De acordo com o texto, o medo
Alternativas
Q1140668 Português

      Meu ideal seria escrever uma história tão engraçada que aquela moça que está naquela casa cinzenta quando lesse minha história no jornal risse, risse tanto que chegasse a chorar e dissesse – “ai meu Deus, que história mais engraçada!” E então a contasse para a cozinheira e telefonasse para duas ou três amigas para contar a história; e todos a quem ela contasse rissem muito e ficassem alegremente espantados de vê-la tão alegre. Ah, que minha história fosse como um raio de sol, irresistivelmente louro, quente, vivo, em sua vida de moça reclusa, enlutada, doente. Que ela mesma ficasse admirada ouvindo o próprio riso, e depois repetisse para si própria – “mas essa história é mesmo muito engraçada!”

      Que nas cadeias, nos hospitais, em todas as salas de espera, a minha história chegasse – e tão fascinante de graça, tão irresistível, tão colorida e tão pura que todos limpassem seu coração com lágrimas de alegria; que o comissário do distrito, depois de ler minha história, mandasse soltar aqueles bêbados e também aquelas pobres mulheres colhidas na calçada e lhes dissesse – “por favor, se comportem, que diabo! Eu não gosto de prender ninguém!” E que assim todos tratassem melhor seus empregados, seus dependentes e seus semelhantes em alegre e espontânea homenagem à minha história.

      E que ela aos poucos se espalhasse pelo mundo e fosse contada de mil maneiras, mas que em todas as línguas ela guardasse a sua frescura, a sua pureza, o seu encanto surpreendente.

      E quando todos me perguntassem – “mas de onde é que você tirou essa história?” – eu responderia que ela não é minha, que eu a ouvi por acaso na rua, de um desconhecido que a contava a outro desconhecido, e que por sinal começara a contar assim: “Ontem ouvi um sujeito contar uma história...”

      E eu esconderia completamente a humilde verdade: que eu inventei toda a minha história em um só segundo, quando pensei na tristeza daquela moça que está doente, que sempre está doente e sempre está de luto e sozinha naquela pequena casa cinzenta de meu bairro.

(Rubem Braga, Meu ideal seria escrever... Elenco de cronistas modernos. Adaptado)

Assinale a alternativa que reescreve a passagem – Que ela mesma ficasse admirada ouvindo o próprio riso, e depois repetisse para si própria... – de acordo com a norma-padrão de emprego de pronome e de concordância verbal e nominal.
Alternativas
Q1140666 Português

      Meu ideal seria escrever uma história tão engraçada que aquela moça que está naquela casa cinzenta quando lesse minha história no jornal risse, risse tanto que chegasse a chorar e dissesse – “ai meu Deus, que história mais engraçada!” E então a contasse para a cozinheira e telefonasse para duas ou três amigas para contar a história; e todos a quem ela contasse rissem muito e ficassem alegremente espantados de vê-la tão alegre. Ah, que minha história fosse como um raio de sol, irresistivelmente louro, quente, vivo, em sua vida de moça reclusa, enlutada, doente. Que ela mesma ficasse admirada ouvindo o próprio riso, e depois repetisse para si própria – “mas essa história é mesmo muito engraçada!”

      Que nas cadeias, nos hospitais, em todas as salas de espera, a minha história chegasse – e tão fascinante de graça, tão irresistível, tão colorida e tão pura que todos limpassem seu coração com lágrimas de alegria; que o comissário do distrito, depois de ler minha história, mandasse soltar aqueles bêbados e também aquelas pobres mulheres colhidas na calçada e lhes dissesse – “por favor, se comportem, que diabo! Eu não gosto de prender ninguém!” E que assim todos tratassem melhor seus empregados, seus dependentes e seus semelhantes em alegre e espontânea homenagem à minha história.

      E que ela aos poucos se espalhasse pelo mundo e fosse contada de mil maneiras, mas que em todas as línguas ela guardasse a sua frescura, a sua pureza, o seu encanto surpreendente.

      E quando todos me perguntassem – “mas de onde é que você tirou essa história?” – eu responderia que ela não é minha, que eu a ouvi por acaso na rua, de um desconhecido que a contava a outro desconhecido, e que por sinal começara a contar assim: “Ontem ouvi um sujeito contar uma história...”

      E eu esconderia completamente a humilde verdade: que eu inventei toda a minha história em um só segundo, quando pensei na tristeza daquela moça que está doente, que sempre está doente e sempre está de luto e sozinha naquela pequena casa cinzenta de meu bairro.

(Rubem Braga, Meu ideal seria escrever... Elenco de cronistas modernos. Adaptado)

As expressões destacadas nas passagens – E que ela aos poucos se espalhasse pelo mundo / eu responderia que ela não é minha, que eu a ouvi por acaso na rua – podem ser substituídas, sem alteração de sentido, respectivamente, por:
Alternativas
Q1140665 Português

      Meu ideal seria escrever uma história tão engraçada que aquela moça que está naquela casa cinzenta quando lesse minha história no jornal risse, risse tanto que chegasse a chorar e dissesse – “ai meu Deus, que história mais engraçada!” E então a contasse para a cozinheira e telefonasse para duas ou três amigas para contar a história; e todos a quem ela contasse rissem muito e ficassem alegremente espantados de vê-la tão alegre. Ah, que minha história fosse como um raio de sol, irresistivelmente louro, quente, vivo, em sua vida de moça reclusa, enlutada, doente. Que ela mesma ficasse admirada ouvindo o próprio riso, e depois repetisse para si própria – “mas essa história é mesmo muito engraçada!”

      Que nas cadeias, nos hospitais, em todas as salas de espera, a minha história chegasse – e tão fascinante de graça, tão irresistível, tão colorida e tão pura que todos limpassem seu coração com lágrimas de alegria; que o comissário do distrito, depois de ler minha história, mandasse soltar aqueles bêbados e também aquelas pobres mulheres colhidas na calçada e lhes dissesse – “por favor, se comportem, que diabo! Eu não gosto de prender ninguém!” E que assim todos tratassem melhor seus empregados, seus dependentes e seus semelhantes em alegre e espontânea homenagem à minha história.

      E que ela aos poucos se espalhasse pelo mundo e fosse contada de mil maneiras, mas que em todas as línguas ela guardasse a sua frescura, a sua pureza, o seu encanto surpreendente.

      E quando todos me perguntassem – “mas de onde é que você tirou essa história?” – eu responderia que ela não é minha, que eu a ouvi por acaso na rua, de um desconhecido que a contava a outro desconhecido, e que por sinal começara a contar assim: “Ontem ouvi um sujeito contar uma história...”

      E eu esconderia completamente a humilde verdade: que eu inventei toda a minha história em um só segundo, quando pensei na tristeza daquela moça que está doente, que sempre está doente e sempre está de luto e sozinha naquela pequena casa cinzenta de meu bairro.

(Rubem Braga, Meu ideal seria escrever... Elenco de cronistas modernos. Adaptado)

Em relação ao tempo de ocorrência das ações na passagem – que o comissário do distrito, depois de ler minha história, mandasse soltar aqueles bêbados – é correto afirmar:
Alternativas
Q1140664 Português

      Meu ideal seria escrever uma história tão engraçada que aquela moça que está naquela casa cinzenta quando lesse minha história no jornal risse, risse tanto que chegasse a chorar e dissesse – “ai meu Deus, que história mais engraçada!” E então a contasse para a cozinheira e telefonasse para duas ou três amigas para contar a história; e todos a quem ela contasse rissem muito e ficassem alegremente espantados de vê-la tão alegre. Ah, que minha história fosse como um raio de sol, irresistivelmente louro, quente, vivo, em sua vida de moça reclusa, enlutada, doente. Que ela mesma ficasse admirada ouvindo o próprio riso, e depois repetisse para si própria – “mas essa história é mesmo muito engraçada!”

      Que nas cadeias, nos hospitais, em todas as salas de espera, a minha história chegasse – e tão fascinante de graça, tão irresistível, tão colorida e tão pura que todos limpassem seu coração com lágrimas de alegria; que o comissário do distrito, depois de ler minha história, mandasse soltar aqueles bêbados e também aquelas pobres mulheres colhidas na calçada e lhes dissesse – “por favor, se comportem, que diabo! Eu não gosto de prender ninguém!” E que assim todos tratassem melhor seus empregados, seus dependentes e seus semelhantes em alegre e espontânea homenagem à minha história.

      E que ela aos poucos se espalhasse pelo mundo e fosse contada de mil maneiras, mas que em todas as línguas ela guardasse a sua frescura, a sua pureza, o seu encanto surpreendente.

      E quando todos me perguntassem – “mas de onde é que você tirou essa história?” – eu responderia que ela não é minha, que eu a ouvi por acaso na rua, de um desconhecido que a contava a outro desconhecido, e que por sinal começara a contar assim: “Ontem ouvi um sujeito contar uma história...”

      E eu esconderia completamente a humilde verdade: que eu inventei toda a minha história em um só segundo, quando pensei na tristeza daquela moça que está doente, que sempre está doente e sempre está de luto e sozinha naquela pequena casa cinzenta de meu bairro.

(Rubem Braga, Meu ideal seria escrever... Elenco de cronistas modernos. Adaptado)

Assinale a alternativa que completa a frase – ... espero que minha história seja tão engraçada que... –, empregando os verbos e os pronomes de acordo com a norma-padrão.
Alternativas
Q1140662 Português

      Meu ideal seria escrever uma história tão engraçada que aquela moça que está naquela casa cinzenta quando lesse minha história no jornal risse, risse tanto que chegasse a chorar e dissesse – “ai meu Deus, que história mais engraçada!” E então a contasse para a cozinheira e telefonasse para duas ou três amigas para contar a história; e todos a quem ela contasse rissem muito e ficassem alegremente espantados de vê-la tão alegre. Ah, que minha história fosse como um raio de sol, irresistivelmente louro, quente, vivo, em sua vida de moça reclusa, enlutada, doente. Que ela mesma ficasse admirada ouvindo o próprio riso, e depois repetisse para si própria – “mas essa história é mesmo muito engraçada!”

      Que nas cadeias, nos hospitais, em todas as salas de espera, a minha história chegasse – e tão fascinante de graça, tão irresistível, tão colorida e tão pura que todos limpassem seu coração com lágrimas de alegria; que o comissário do distrito, depois de ler minha história, mandasse soltar aqueles bêbados e também aquelas pobres mulheres colhidas na calçada e lhes dissesse – “por favor, se comportem, que diabo! Eu não gosto de prender ninguém!” E que assim todos tratassem melhor seus empregados, seus dependentes e seus semelhantes em alegre e espontânea homenagem à minha história.

      E que ela aos poucos se espalhasse pelo mundo e fosse contada de mil maneiras, mas que em todas as línguas ela guardasse a sua frescura, a sua pureza, o seu encanto surpreendente.

      E quando todos me perguntassem – “mas de onde é que você tirou essa história?” – eu responderia que ela não é minha, que eu a ouvi por acaso na rua, de um desconhecido que a contava a outro desconhecido, e que por sinal começara a contar assim: “Ontem ouvi um sujeito contar uma história...”

      E eu esconderia completamente a humilde verdade: que eu inventei toda a minha história em um só segundo, quando pensei na tristeza daquela moça que está doente, que sempre está doente e sempre está de luto e sozinha naquela pequena casa cinzenta de meu bairro.

(Rubem Braga, Meu ideal seria escrever... Elenco de cronistas modernos. Adaptado)

As passagens do texto que expressam sentidos contrastantes, sugerindo, respectivamente, o estado primitivo e a transformação que a história engraçada pode fazer são:
Alternativas
Q1140660 Português

      Meu ideal seria escrever uma história tão engraçada que aquela moça que está naquela casa cinzenta quando lesse minha história no jornal risse, risse tanto que chegasse a chorar e dissesse – “ai meu Deus, que história mais engraçada!” E então a contasse para a cozinheira e telefonasse para duas ou três amigas para contar a história; e todos a quem ela contasse rissem muito e ficassem alegremente espantados de vê-la tão alegre. Ah, que minha história fosse como um raio de sol, irresistivelmente louro, quente, vivo, em sua vida de moça reclusa, enlutada, doente. Que ela mesma ficasse admirada ouvindo o próprio riso, e depois repetisse para si própria – “mas essa história é mesmo muito engraçada!”

      Que nas cadeias, nos hospitais, em todas as salas de espera, a minha história chegasse – e tão fascinante de graça, tão irresistível, tão colorida e tão pura que todos limpassem seu coração com lágrimas de alegria; que o comissário do distrito, depois de ler minha história, mandasse soltar aqueles bêbados e também aquelas pobres mulheres colhidas na calçada e lhes dissesse – “por favor, se comportem, que diabo! Eu não gosto de prender ninguém!” E que assim todos tratassem melhor seus empregados, seus dependentes e seus semelhantes em alegre e espontânea homenagem à minha história.

      E que ela aos poucos se espalhasse pelo mundo e fosse contada de mil maneiras, mas que em todas as línguas ela guardasse a sua frescura, a sua pureza, o seu encanto surpreendente.

      E quando todos me perguntassem – “mas de onde é que você tirou essa história?” – eu responderia que ela não é minha, que eu a ouvi por acaso na rua, de um desconhecido que a contava a outro desconhecido, e que por sinal começara a contar assim: “Ontem ouvi um sujeito contar uma história...”

      E eu esconderia completamente a humilde verdade: que eu inventei toda a minha história em um só segundo, quando pensei na tristeza daquela moça que está doente, que sempre está doente e sempre está de luto e sozinha naquela pequena casa cinzenta de meu bairro.

(Rubem Braga, Meu ideal seria escrever... Elenco de cronistas modernos. Adaptado)

É correto afirmar que o desejo do narrador, com a criação de uma história engraçada, é
Alternativas
Q1073020 Português

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Assinale a alternativa INCORRETA referente ao texto IV, “Poesia”. 

Alternativas
Q1073019 Português

Imagem associada para resolução da questão

Sobre o texto III, é correto afirmar que

Alternativas
Q1073016 Português
Abaixo, são feitas algumas afirmações que tomaram como referência o texto II:
I. “Gosto mais da palavra roteirista que da palavra redator” pode ser substituída corretamente por ‘Gosto mais da palavra roteirista do que da palavra redator.’ II. A palavra “vermiformes”, na sua etimologia, quer dizer aquilo que mata as formas dos vermes. III. Em “perambulando” (do verbo perambular), o sentido é andar sem rumo, vagar. Nos substantivos “ambulância” e “ambulante” existe também a ideia de movimento. IV. Em “Gosto de palavras”, o mesmo verbo “gostar” tem sentido e regência diferentes do apresentado na frase: “E o homem angustiado gostou o pão e gostou o vinho...”
Estão corretas
Alternativas
Q1073015 Português
Observando as palavras destacadas nos itens abaixo e levando em consideração os exemplos citados pelo locutor para explicar aquelas das quais ele gosta, assinale a alternativa em que a substituição sugerida entre parênteses alteraria o sentido da frase.
Alternativas
Q1073013 Português
Assinale a alternativa que apresenta uma afirmação verdadeira sobre o contexto da carta.
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Q1068307 Português

Texto IV

                          Psicologia de um vencido


                     Eu, filho do carbono e do amoníaco,

                     Monstro de escuridão e rutilância,

                     Sofro, desde a epigênese da infância,

                     A influência má dos signos do zodíaco.

 

              5     Profundissimamente hipocondríaco,

                     Este ambiente me causa repugnância...

                     Sobe-me à boca uma ânsia análoga à ânsia

                     Que se escapa da boca de um cardíaco.


                     Já o verme – este operário das ruínas –

             10    Que o sangue podre das carnificinas

                     Come, e à vida em geral declara guerra,

     

                     Anda a espreitar meus olhos para roê-los,

                     E há-de deixar-me apenas os cabelos,

                     Na frialdade inorgânica da terra!

                                                             (Augusto dos Anjos)  

Profundissimamente hipocondríaco,

Este ambiente me causa repugnância... (versos 5 e 6)


A relação semântica estabelecida entre os dois versos é de

Alternativas
Q1068303 Português

Texto IV

                          Psicologia de um vencido


                     Eu, filho do carbono e do amoníaco,

                     Monstro de escuridão e rutilância,

                     Sofro, desde a epigênese da infância,

                     A influência má dos signos do zodíaco.

 

              5     Profundissimamente hipocondríaco,

                     Este ambiente me causa repugnância...

                     Sobe-me à boca uma ânsia análoga à ânsia

                     Que se escapa da boca de um cardíaco.


                     Já o verme – este operário das ruínas –

             10    Que o sangue podre das carnificinas

                     Come, e à vida em geral declara guerra,

     

                     Anda a espreitar meus olhos para roê-los,

                     E há-de deixar-me apenas os cabelos,

                     Na frialdade inorgânica da terra!

                                                             (Augusto dos Anjos)  

Ao empregar escuridão e rutilância para se definir, o autor do texto IV revela o aspecto de que é um ser
Alternativas
Q1068284 Português

Texto I

                                       A Tempestade 


                               Menino, vem para dentro,

                               olha a chuva lá na serra,

                               olha como vem o vento!


                               Ah! como a chuva é bonita

                        5     e como o vento é valente!


                               Não sejas doido, menino,

                               esse vento te carrega,

                               essa chuva te derrete!


                               – Eu não sou feito de açúcar

                    10       para derreter na chuva.

                               Eu tenho força nas pernas

                               para lutar contra o vento!


                               E enquanto o vento soprava

                                e enquanto a chuva caía,

                        15    que nem um pinto molhado,

                                teimoso como ele só.


                                – Gosto de chuva com vento,

                                gosto de vento com chuva!

                                                  (Henriqueta Lisboa) 



A ideia traduzida no poema por “que nem um pinto molhado” (verso 15) é de que o menino
Alternativas
Q1068283 Português

Texto I

                                       A Tempestade 


                               Menino, vem para dentro,

                               olha a chuva lá na serra,

                               olha como vem o vento!


                               Ah! como a chuva é bonita

                        5     e como o vento é valente!


                               Não sejas doido, menino,

                               esse vento te carrega,

                               essa chuva te derrete!


                               – Eu não sou feito de açúcar

                    10       para derreter na chuva.

                               Eu tenho força nas pernas

                               para lutar contra o vento!


                               E enquanto o vento soprava

                                e enquanto a chuva caía,

                        15    que nem um pinto molhado,

                                teimoso como ele só.


                                – Gosto de chuva com vento,

                                gosto de vento com chuva!

                                                  (Henriqueta Lisboa) 



Eu não sou feito de açúcar

para derreter na chuva. (versos 9 e 10)


Assinale a alternativa em que NÃO se tenha mantido relação semântica correta entre as duas orações dos versos acima.

Alternativas
Q1068281 Português

Texto I

                                       A Tempestade 


                               Menino, vem para dentro,

                               olha a chuva lá na serra,

                               olha como vem o vento!


                               Ah! como a chuva é bonita

                        5     e como o vento é valente!


                               Não sejas doido, menino,

                               esse vento te carrega,

                               essa chuva te derrete!


                               – Eu não sou feito de açúcar

                    10       para derreter na chuva.

                               Eu tenho força nas pernas

                               para lutar contra o vento!


                               E enquanto o vento soprava

                                e enquanto a chuva caía,

                        15    que nem um pinto molhado,

                                teimoso como ele só.


                                – Gosto de chuva com vento,

                                gosto de vento com chuva!

                                                  (Henriqueta Lisboa) 



Assinale a alternativa em que a primeira estrofe tenha sido corretamente alterada para a forma de tratamento vós.
Alternativas
Q1061227 Português

                


                  


                             

Assinale a alternativa em que a mudança sugerida altera o sentido da expressão no contexto de que foi extraída.
Alternativas
Q1061223 Português
Tomando por base seus conhecimentos gramaticais, assinale a alternativa INCORRETA, referente ao texto II.
Alternativas
Q1061222 Português
Considerando o texto II, em que o autor agrupa as palavras para poder classificá-las, assinale a alternativa verdadeira:
Alternativas
Respostas
1661: E
1662: B
1663: E
1664: E
1665: B
1666: C
1667: E
1668: B
1669: C
1670: C
1671: D
1672: A
1673: C
1674: B
1675: C
1676: B
1677: D
1678: B
1679: A
1680: B