Questões Militares
Comentadas sobre interpretação de textos em português
Foram encontradas 5.188 questões
Leia a charge.

O efeito de humor decorre
Instrução: Leia o texto para responder à questão.
Cada um é suas ações, e não é outra coisa. Oh que grande doutrina esta para o lugar em que estamos! Quando vos perguntarem quem sois, não vades revolver o nobiliário* de vossos avós, ide ver a matrícula** de vossas ações. O que fazeis, isso sois, nada mais. Quando ao Batista lhe perguntaram quem era não disse que se chamava João, nem que era filho de Zacarias; não se definiu pelos pais, nem pelo apelido. Só de suas ações formou a sua definição: Ego vox clamantis (Eu sou a voz que clama).
** Matrícula: rol.
Instrução: Leia o texto para responder à questão.
Cada um é suas ações, e não é outra coisa. Oh que grande doutrina esta para o lugar em que estamos! Quando vos perguntarem quem sois, não vades revolver o nobiliário* de vossos avós, ide ver a matrícula** de vossas ações. O que fazeis, isso sois, nada mais. Quando ao Batista lhe perguntaram quem era não disse que se chamava João, nem que era filho de Zacarias; não se definiu pelos pais, nem pelo apelido. Só de suas ações formou a sua definição: Ego vox clamantis (Eu sou a voz que clama).
** Matrícula: rol.
Considere a informação.
A prática de atividades físicas ajuda a raciocinar, a planejar, a exercitar a memória, a compreender situações, linguagens e estratégias e a resolver problemas.
(Superinteressante, julho de 2010. Adaptado.) Em um texto que fala dos benefícios dos exercícios e da Educação Física, as atividades físicas descritas relacionam-se à seguinte competência:Considere as informações.
A COPA DA ÁFRICA VAI EMITIR MUITO CO2: 896 MIL TONELADAS
Tudo porque, como a África do Sul tem pouca infraestrutura, a maioria dos torcedores vai se locomover de avião.

(Superinteressante, julho de 2010. Adaptado.)
Os dados apresentados mostram que
Instrução: Leia os textos para responder à questão.
Texto I
A seleção montada pelo técnico Dunga deixa um aprendizado: jamais coloque no comando de uma equipe alguém que não seja experiente o suficiente para os desafios que o esperam, que não tenha capacidade de buscar os melhores profissionais para cada área e que não consiga transmitir motivação e humildade ao grupo. Cobram-nos como “torcedores”, alegando que sempre queremos vencer. Não queremos vencer sempre, mas sim jogar com dignidade, arrojo e vibração.
Texto II
Sou mais um torcedor brasileiro que ainda sofre com a eliminação
precoce do Brasil na Copa do Mundo diante da seleção
da Holanda. Apesar disso, afirmo que o técnico Dunga está de
parabéns: pela coerência, disciplina, franqueza, união da equipe
e por sua coragem. São procedentes as críticas ao seu humor e
aos atritos desnecessários com a imprensa; mas nada disso foi
determinante para a derrota. Seus títulos e números expressivos
nestes quatro anos falam por si.
Instrução: Leia os textos para responder à questão.
Texto I
A seleção montada pelo técnico Dunga deixa um aprendizado: jamais coloque no comando de uma equipe alguém que não seja experiente o suficiente para os desafios que o esperam, que não tenha capacidade de buscar os melhores profissionais para cada área e que não consiga transmitir motivação e humildade ao grupo. Cobram-nos como “torcedores”, alegando que sempre queremos vencer. Não queremos vencer sempre, mas sim jogar com dignidade, arrojo e vibração.
Texto II
Sou mais um torcedor brasileiro que ainda sofre com a eliminação
precoce do Brasil na Copa do Mundo diante da seleção
da Holanda. Apesar disso, afirmo que o técnico Dunga está de
parabéns: pela coerência, disciplina, franqueza, união da equipe
e por sua coragem. São procedentes as críticas ao seu humor e
aos atritos desnecessários com a imprensa; mas nada disso foi
determinante para a derrota. Seus títulos e números expressivos
nestes quatro anos falam por si.
Instrução: A questão baseia-se no texto.
Cinema – Quincas Berro D´Água, de Sérgio Machado (Brasil, 2010). Lançada em 1959, a novela A Morte e a Morte de Quincas Berro d´Água está entre os grandes textos do escritor baiano Jorge Amado (1912-2001). Dela, o diretor de Cidade Baixa preservou o humor mórbido e o deboche. Escolheu a dedo quatro atores não muito famosos para os papéis principais. Na trama, Quincas (o experiente Paulo José) morre no dia de seu 72º aniversário. Beberrão e mulherengo, esse ex-funcionário público era símbolo da boemia na capital baiana dos anos 50. Quatro inconformados amigos dele (interpretados por Irandhir Santos, Luís Miranda, Flávio Bauraqui e Frank Menezes) roubam o cadáver no velório para uma noitada de despedida pelas ladeiras do Pelourinho. Com Mariana Ximenes e Vladimir Brichta (104 min). 14 anos. Estreou em 21/5/2010.
(Veja São Paulo, 14.07.2010.)
Instrução: A questão baseia-se no texto.
Cinema – Quincas Berro D´Água, de Sérgio Machado (Brasil, 2010). Lançada em 1959, a novela A Morte e a Morte de Quincas Berro d´Água está entre os grandes textos do escritor baiano Jorge Amado (1912-2001). Dela, o diretor de Cidade Baixa preservou o humor mórbido e o deboche. Escolheu a dedo quatro atores não muito famosos para os papéis principais. Na trama, Quincas (o experiente Paulo José) morre no dia de seu 72º aniversário. Beberrão e mulherengo, esse ex-funcionário público era símbolo da boemia na capital baiana dos anos 50. Quatro inconformados amigos dele (interpretados por Irandhir Santos, Luís Miranda, Flávio Bauraqui e Frank Menezes) roubam o cadáver no velório para uma noitada de despedida pelas ladeiras do Pelourinho. Com Mariana Ximenes e Vladimir Brichta (104 min). 14 anos. Estreou em 21/5/2010.
(Veja São Paulo, 14.07.2010.)
Instrução: Leia o texto de Carlos Drummond de Andrade para responder à questão.
Que frio! Que vento! Que calor! Que caro! Que absurdo! Que bacana! Que tristeza! Que tarde! Que amor! Que besteira! Que esperança! Que modos! Que noite! Que graça! Que horror! Que doçura! Que novidade! Que susto! Que pão! Que vexame! Que mentira! Que confusão! Que vida! Que talento! Que alívio! Que nada...
Assim, em plena floresta de exclamações, vai-se tocando
pra frente.
Instrução: Leia o texto de Carlos Drummond de Andrade para responder à questão.
Que frio! Que vento! Que calor! Que caro! Que absurdo! Que bacana! Que tristeza! Que tarde! Que amor! Que besteira! Que esperança! Que modos! Que noite! Que graça! Que horror! Que doçura! Que novidade! Que susto! Que pão! Que vexame! Que mentira! Que confusão! Que vida! Que talento! Que alívio! Que nada...
Assim, em plena floresta de exclamações, vai-se tocando
pra frente.
Sem perder a ternura
Contra o cinza das cidades, jovens optam pela jardinagem de guerrilha
para salvar a vizinhança e o planeta
Guilherme Rosa
Parece coisa dos anos 60. Na verdade, a história nasceu um pouco depois, em 1973. A ativista americana LizChristy invadiu um jardim descuidado em Nova York, proclamou-se guerrilheira da pá e do adubo e recuperou o local. Em poucos anos, focos se espalharam pela Europa com grupos que atiravam “granadas” de semente em terrenos. No Brasil, a jardinagem libertária chegou há cinco anos. Agora, começa a se tornar popular com um motivador: no lugar da disputa ideológica (para protestar contra o descaso político com o verde urbano), entrou as alvação do planeta. Aquecimento global, CO², você sabe. “Não dá para esperar o poder público. As pessoas devem ocupar os espaços, cuidar das ruas”, afirma Goura Nataraj, guerrilheiro de Curitiba que mantém o blog Jardinagem Libertária. “A escolha é: morar em um lugar colorido, com árvores, flores, pássaros, ou em blocos de concreto, respirando gás carbônico”, diz o guerrilheiro carioca Walfrido Neto. Portanto, se aparecerem flores na vizinhança, você já sabe. E se não aparecerem, a gente ensina aqui como fazer.
Disponível em: Galileu, março de 2010, p.13.
Sem perder a ternura
Contra o cinza das cidades, jovens optam pela jardinagem de guerrilha
para salvar a vizinhança e o planeta
Guilherme Rosa
Parece coisa dos anos 60. Na verdade, a história nasceu um pouco depois, em 1973. A ativista americana LizChristy invadiu um jardim descuidado em Nova York, proclamou-se guerrilheira da pá e do adubo e recuperou o local. Em poucos anos, focos se espalharam pela Europa com grupos que atiravam “granadas” de semente em terrenos. No Brasil, a jardinagem libertária chegou há cinco anos. Agora, começa a se tornar popular com um motivador: no lugar da disputa ideológica (para protestar contra o descaso político com o verde urbano), entrou as alvação do planeta. Aquecimento global, CO², você sabe. “Não dá para esperar o poder público. As pessoas devem ocupar os espaços, cuidar das ruas”, afirma Goura Nataraj, guerrilheiro de Curitiba que mantém o blog Jardinagem Libertária. “A escolha é: morar em um lugar colorido, com árvores, flores, pássaros, ou em blocos de concreto, respirando gás carbônico”, diz o guerrilheiro carioca Walfrido Neto. Portanto, se aparecerem flores na vizinhança, você já sabe. E se não aparecerem, a gente ensina aqui como fazer.
Disponível em: Galileu, março de 2010, p.13.
Analise os itens apresentados, a seguir, de acordo com os tipos e gêneros textuais.
I. “Secretária faz balanço positivo das ações sociais em MT”.
II. “Venha para a Vivo e aproveite a maior e melhor cobertura 3G do Brasil”.
III. “Apresentamos, nesta edição da revista, um breve mosaico das iniciativas premiadas, que utilizam as tecnologias de informação e comunicação como ferramentas para acelerar a inclusão social país afora”.
IV. “Excelentíssimo Juiz, Encaminhamos à V.Exª os documentos relativos ao processo nº 297/12 para inclusão nos autos”.
Assinale a alternativa que apresenta a
classificação correta dos gêneros textuais.
Texto IV
[...] Jamais, em tempo algum, o brasileiro escreveu tanto. E se comunicou tanto. E leu tanto. E amou tanto.
No caso do amor ali nascido, a feitura, o peso, a cor, a idade ou a nacionalidade não importam. O que é mais importante é o texto. O texto é a causa do amor.
Quando comecei a escrever um livro pela Internet, muitos colegas jornalistas me entrevistavam (sempre a mim e ao João Ubaldo) perguntando qual era o futuro da literatura pela Internet.
Há quatro meses atrás eu não sabia responder a essa pergunta. Hoje eu sei e tenho certeza do que penso:
– Essa geração vai dar muitos e muitos escritores para o Brasil. E muita gente vai se apaixonar pelo texto e no texto. Existe coisa melhor para um escritor do que concluir uma crônica com isso?
(PRATA, Mário. Amor só de letras. O Estado de São
Paulo. 20 set. 2000)
Texto II
“Artigo XXVI
1. Todo ser humano tem direito à instrução. A instrução será gratuita, pelo menos nos graus elementares e fundamentais. A instrução elementar será obrigatória. A instrução técnico-profissional será acessível a todos, bem como a instrução superior, esta baseada no mérito.
2. A instrução será orientada no sentido do pleno desenvolvimento da personalidade humana e do fortalecimento do respeito pelos direitos humanos e pelas liberdades fundamentais. A instrução promoverá a compreensão, a tolerância e a amizade entre todas as nações e grupos raciais ou religiosos, e coadjuvará as atividades das Nações Unidas em prol da manutenção da paz.
3. Os pais têm prioridade de direito na escolha do gênero de instrução que será ministrada a seus filhos”.
(Declaração Universal dos Direitos Humanos. Disponível em:http://www.onubrasil.org.br/documentos_direitoshuma nos.php. Acesso em: 08 dez. 2009)
Leia o texto e responda à questão.
Texto I
A Declaração Universal dos Direitos Humanos, proclamada pela Assembleia Geral das Nações Unidas, em 10 de dezembro de 1948, constitui o reconhecimento da igualdade humana, destacando que a ideia de superioridade de uma raça, de uma classe social, de uma cultura ou de uma religião, sobre todas as demais, põe em risco a própria sobrevivência da humanidade.
(COMPARATO, F.K. Sentido Histórico da Declaração Universal. DHnet. Disponível em: http://www.dhnet.org.br/> Acesso em: 08 dez. 2009)
Leia o texto e responda à questão.
“ A época em que vivemos tem uma característica que afeta profundamente as relações interpessoais e, portanto, a vida em sociedade: a desconfiança que criamos em relação ao outro.
Precisamos dos outros. Sem eles não há vida social possível. Convivemos com os outros, como colegas e estranhos, boa parte de nossa vida: no trabalho, nos espaços públicos das cidades, no trânsito, nos transportes coletivos etc. E que tipo de vida é essa, se estamos sempre prontos a pensar que o outro aí está para nos prejudicar?
Nós temos pouco a fazer para mudar este mundo. Os mais novos farão isso. Mas bem que eles poderiam contar com nossa pequena colaboração: a de mostrar a eles que o outro faz parte de nossa vida e que temos com ele uma relação de interdependência.
Por isso, melhor ter apreço e respeito do que desconfiança e hostilidade. Só assim o clima social pode melhorar.”
(Adapt de Eu desconfio, tu desconfias. Rosely Saião, Folha de São Paulo, 21 set. 2010: Equilíbrio, p. 12.)
Nas questões abaixo o número entre parênteses indica o parágrafo
em que se encontra a expressão ou a palavra analisada
“ A época em que vivemos tem uma característica que afeta profundamente as relações interpessoais e, portanto, a vida em sociedade: a desconfiança que criamos em relação ao outro.
Precisamos dos outros. Sem eles não há vida social possível. Convivemos com os outros, como colegas e estranhos, boa parte de nossa vida: no trabalho, nos espaços públicos das cidades, no trânsito, nos transportes coletivos etc. E que tipo de vida é essa, se estamos sempre prontos a pensar que o outro aí está para nos prejudicar?
Nós temos pouco a fazer para mudar este mundo. Os mais novos farão isso. Mas bem que eles poderiam contar com nossa pequena colaboração: a de mostrar a eles que o outro faz parte de nossa vida e que temos com ele uma relação de interdependência.
Por isso, melhor ter apreço e respeito do que desconfiança e hostilidade. Só assim o clima social pode melhorar.”
(Adapt de Eu desconfio, tu desconfias. Rosely Saião, Folha de São Paulo, 21 set. 2010: Equilíbrio, p. 12.)
Nas questões abaixo o número entre parênteses indica o parágrafo
em que se encontra a expressão ou a palavra analisada
“ A época em que vivemos tem uma característica que afeta profundamente as relações interpessoais e, portanto, a vida em sociedade: a desconfiança que criamos em relação ao outro.
Precisamos dos outros. Sem eles não há vida social possível. Convivemos com os outros, como colegas e estranhos, boa parte de nossa vida: no trabalho, nos espaços públicos das cidades, no trânsito, nos transportes coletivos etc. E que tipo de vida é essa, se estamos sempre prontos a pensar que o outro aí está para nos prejudicar?
Nós temos pouco a fazer para mudar este mundo. Os mais novos farão isso. Mas bem que eles poderiam contar com nossa pequena colaboração: a de mostrar a eles que o outro faz parte de nossa vida e que temos com ele uma relação de interdependência.
Por isso, melhor ter apreço e respeito do que desconfiança e hostilidade. Só assim o clima social pode melhorar.”
(Adapt de Eu desconfio, tu desconfias. Rosely Saião, Folha de São Paulo, 21 set. 2010: Equilíbrio, p. 12.)
Nas questões abaixo o número entre parênteses indica o parágrafo
em que se encontra a expressão ou a palavra analisada