Questões Militares
Sobre concordância verbal, concordância nominal em português
Foram encontradas 628 questões
TEXTO 1

O cumprimento das regras de concordância (nominal e verbal) atende às exigências estruturais de alguns gêneros mais formais, tanto da fala quanto da escrita.
Assinale a alternativa em que essas regras foram cumpridas.
TEXTO 1
Mulheres comemoram uma década no Corpo de Bombeiros do Paraná
Uma década após a primeira turma, mulheres têm o respeito dos colegas, mas ainda têm longo caminho pela igualdade na corporação criada há cem anos
(1) O Corpo de Bombeiros do Paraná, criado em 1912, se aproximava dos 100 anos quando a primeira mulher vestiu o fardamento. Foi há uma década, quando uma lei estadual permitiu à corporação a inclusão das bombeiras. Na primeira turma, entraram 23 “bombeiros militares do sexo feminino”. Em dez anos, elas chegam a 119, entre oficiais e soldados. Foi o tempo de conquistar o respeito dentro da corporação. Mas o caminho até um Corpo de Bombeiros igualitário não terminou de ser trilhado, e passa por uma maior inclusão, tanto na base quanto no topo da hierarquia.
(2) A ampliação esbarra na lei, que hoje restringe a 50% a entrada de mulheres nos concursos. Tanto o concurso para soldado, realizado pela última vez em 2013, pela Fafipa, quanto o de oficiais, organizado pela UFPR, são claros: “Atingido o limite previsto não serão nomeados candidatos do sexo feminino, independente da classificação final obtida no certame”.
(3) A recíproca não é verdadeira. Se as primeiras posições forem conquistadas por homens, só eles entram. Uma mudança na regra poderia afrouxar a pirâmide que aponta que a proporção de mulheres diminui conforme a hierarquia sobe.
(4) Em dez anos, a patente mais alta atingida por uma mulher foi a de capitã. Para chegar a coronel, topo da carreira, a média na corporação é de 30 anos de serviço. Atualmente, as bombeiras representam menos de 4% de um efetivo de 3.126 bombeiros. A presença está concentrada nos grandes centros; no interior, há muitos batalhões sem presença feminina.
(5) Mesmo sendo poucas, elas já causam uma mudança de mentalidade dentro da instituição. Os próprios colegas homens que, no começo, diziam duvidar da capacidade das mulheres de fazer um bom trabalho, hoje admitem que era preconceito. [...]
Disponível em: https://www.gazetadopovo.com.br/vida-e-cidadania/mulheres-comemoram-uma-decada-no-corpo-de-bombeirosdo-parana-33v4kzdyhiyg7ks9gdlcsrr3e.
Acesso em: 02/07/18. Adaptado.
Texto 2
Projetos sociais da PMDF estão com inscrições abertas
Disponível em: <https://www.agenciabrasilia.df.gov.br/2018/03/22/projetos-sociais-da-pmdf-estao-com-inscricoes-abertas/>. Acesso em: 30 abr. 2018, com adaptações.
Em relação à concordância nominal, assinale a alternativa que completa, correta e respectivamente, as lacunas.
I - —______, diziam as moças, em uníssono, para o professor de português, após a aprovação no certame.
II - São ______ a fome e o desprezo.
III - É _____ paciência com candidatos recursivos.
Texto III
Em três anos, violência urbana mata mais de 120 jovens em Rio Preto, SP
Assassinatos e acidentes de trânsito são as principais causas de morte. No Brasil, morte de jovem por homicídio cresceu mais de 200% em 30 anos.
Um estudo do centro latino-americano mostra que a violência envolvendo jovens cresceu mais de 200% nas últimas três décadas no país. Foram computados casos de mortes por homicídio e no trânsito. No noroeste paulista, as autoridades afirmam que os crimes estão controlados, mas para as famílias das vítimas, muita coisa ainda precisa ser feita para que a população se sinta segura.
No Brasil, a morte de jovens por homicídio e acidente cresceu quase 210% nos últimos 30 anos. As estatísticas fazem parte do Mapa da Violência, divulgado pelo Centro de Estudos Latino-americanos.
Apesar de em São José do Rio Preto (SP), o número de mortes ter diminuído, as estatísticas não deixam de ser preocupantes. O levantamento feito entre 2009 e 2011 mostra que durante esse período: 45 jovens foram assassinados e 83 morreram no trânsito.
O tenente da Polícia Militar Ederson Pinha explica porque pessoas de 18 a 30 anos estão entre as principais vítimas. “Hoje o jovem com 18 anos já tem a carteira de habilitação e tem um veículo, além da motocicleta, que cresce com os jovens. Tem também a questão da imaturidade e inexperiência ao volante. Quando o jovem percebe que não tem essa maturidade, ele já se envolveu no acidente”, afirma o tenente.
Tão preocupante quanto as mortes de jovens no trânsito é o número de acidentes provocados por eles. A imprudência, o consumo de álcool e o excesso de velocidade têm transformado veículos em verdadeiras armas nas mãos de alguns motoristas. [...]
(Disponível em: http://g1.globo.com/sao-paulo/sao-jose-do-rio-pretoaracatuba/noticia/2013/07/em-tres-anos-violencia-urbana-matamais-de-120-jovens-em-rio-preto-sp.html.Acesso
em 23/05/18)
Em “A imprudência, o consumo de álcool e o excesso de velocidade têm transformado veículos em verdadeiras armas nas mãos de alguns motoristas.”(5º§), nota-se que a concordância da forma verbal é feita com:
Uma frase sintaticamente estruturada se organiza a partir de dois constituintes básicos: um sujeito (representado por um substantivo ou palavra equivalente) e um predicado (no qual identifica-se a presença de um verbo). À relação de concordância estabelecida entre o verbo e o sujeito dá-se o nome de concordância verbal.
A frase que não apresenta desvios com relação à concordância verbal e está adequada ao padrão culto da linguagem é
Texto 3

Texto para responder a questão.
Pelo mar fomos descobertos e a partir do mar e dos rios consolidamos nossa independência e fixamos as fronteiras ao norte, sul e a oeste; o que garantiu a integridade do nosso território, com dimensões continentais. Também pelo mar e rios, ao longo de nossa história, nos defendemos das mais graves agressões à soberania nacional.
Assim, entender a importância dos mares e rios exige a absorção de conhecimentos e percepções que, normalmente, deixam de estar à disposição de significativa parte do Povo Brasileiro; porém, cada vez mais, constatamos que é pela via marítima e hidrovias que trafegamos os produtos e serviços essenciais à pátria.
O nosso Brasil, continental, guarda relação inseparável com os espaços oceânicos e ribeirinhos, tanto devido à sua origem como por dispor de imensas riquezas que, seguramente, serão cada vez mais importantes para o desenvolvimento de nosso País.
Em datas importantes, como o Dia Nacional da Amazônia Azul, sempre devemos atentar para os conselhos de Rui Barbosa: “...mas não basta admirar: é preciso aprender e prosperar. O mar é o grande avisador. Pô-lo Deus a bramir junto ao nosso sono, para nos pregar que não durmamos. Por ora a sua proteção nos sorri, antes de se trocar em severidade...”
Em decorrência da relevância dos fatos históricos que nos associam ao mar e aos rios e da magnitude das riquezas da Amazônia Azul, o Congresso Nacional, por meio da Lei n°13.187, de 2015, instituiu o dia 16 de novembro como “O Dia Nacional da Amazônia Azul”.
[...]
Tendo em vista as diretrizes da Convenção das Nações Unidas sobre o Direito do Mar (CNUDM) e os estudos geopolíticos voltados para os oceanos, a “Oceanopolítica”, a Marinha do Brasil vem consolidando o conceito político-estratégico “Amazônia Azul”, que insere em posição decisiva os espaços oceânicos e ribeirinhos, sobre os destinos do Povo Brasileiro e na dinâmica das Relações Internacionais.[...]
O nosso território no mar é crucial na regulação do clima, absorvendo e paulatinamente liberando imensas quantidades de calor e processamento de nutrientes, por meio de ciclos naturais, e contempla ampla gama de serviços, reservas minerais e alimentos que beneficiam grande parcela da nossa população.
Cabe ressaltar as vulnerabilidades estratégicas, como as plataformas de exploração de petróleo e gás, usinas de energia e a localização, próximas à costa, de instalações sensíveis e de significativos centros populacionais e industriais do Brasil. Destacam-se, entre muitos, o complexo nuclear de Angra dos Reis e as mais importantes cidades e as maiores empresas de nosso País. Nos portos e terminais portuários circulam parcela preponderante das riquezas nacionais, tais como granéis sólidos e líquidos, contêineres e commodities de toda ordem, como aquelas oriundas do agronegócio.
A relevância em proteger esse legado tem direcionado a Marinha do Brasil na consecução dos seus programas estratégicos, entre outros: Programa Nuclear da Marinha, Programa de Desenvolvimento de Submarinos, Programa de Construção das Corvetas Classe Tamandaré e Obtenção da Capacidade Operacional Plena. Na atualidade, quando os desafios alcançam crescente dinâmica e as ameaças ocorrem a partir de cenários sempre complexos e multifacetados, estarmos preparados para defender a Amazônia Azul caracteriza condição imprescindível para que o País preserve e amplie a sua prosperidade e exerça a sua soberania, quando for necessário. Vale destacar que os programas estratégicos da Marinha do Brasil possuem forte sinergia com os setores acadêmicos, industriais e empresariais.
[...]
Na ocasião em que comemoramos esta importante data, plena de envolvimentos com o nosso passado e basilar para um presente e futuro, devemos exaltar tão valioso patrimônio; entretanto, cônscios das dimensões que envolvem a Amazônia Azul: soberania nacional, diplomática, econômica, ambiental, científica, tecnológica e de inovação, relembramos, mais uma vez, as palavras de Rui Barbosa: “...O mar é um curso de força e uma escola de previdência. Todos os seus espetáculos são lições: não os contemplemos frivolamente...”
“...Esquadras não se improvisam...”
BARBOSA JUNIOR, llques. ALTE ESQ. Dia Nacional da
Amazônia Azul. Disponível em:
<https://www.marinha.mil.br/content/dia-nacional-da-amazonia-azul>
Assinale a alternativa que completa corretamente a frase, de acordo com a norma padrão.
_____________ os documentos que encaminharemos à Escola de Especialistas da Aeronáutica.
Texto II
2. Audiência com o Rei Wei
[…] Comentários
Este capítulo é o primeiro substancial sobre táticas e inicia, assim como A arte da guerra, com uma afirmação que enfatiza a natureza crucial da guerra.[…] O parágrafo de abertura sintetiza de maneira similar a postura de Sun Pin quanto aos assuntos militares: enquanto as ameaças à segurança permanecerem no mundo, a arte militar e a guerra serão tanto necessárias quanto inevitáveis. A própria sobrevivência do estado depende da compreensão dos princípios da guerra, do empreendimento das preparações militares e da ação, quando necessária, com compromisso e resolução. […]
Ao mesmo tempo, Sun Pin, bem como muitos outros escritores militares, adverte igualmente contra o perigo de se enfeitiçar pela guerra ou de se deixar seduzir por lucros aparentes, e com isso fadar o estado à extinção. Embora ele a afirme explicitamente apenas mais uma vez, a crença de que batalhas frequentes debilitam um estado e que mesmo inúmeras vitórias o podem levar à ruína subjaz a todos os Métodos militares. Além de serem fisicamente preparados, os soldados devem abraçar uma causa moral, devem lutar com e pela retidão. Somente aqueles propriamente motivados pela virtude (além do estímulo imediato das recompensas e do medo de punições) se mostram compromissados e eficazes no combate. [...]
Embora não mencione novamente a importância da retidão para as tropas, Sun Pin salienta sua necessidade para o comandante e assevera ainda que guerreiros, individualmente, não se qualificarão para sua designação aos carros se lhes faltar uma constelação de virtudes. Mesmo nos dias de hoje, a retidão permanece um forte motivador, capaz de despertar veemência quando intensamente proclamada por um orador habilidoso, incitando os homens à ação. Os sábios podem ainda se valer de seu poder, tanto na busca por parceiros e associados no caminho trilhado como para se prepararem para as lutas cotidianas.
Adaptado de Sun-Tzu . A arte da guerra [livro eletrônico]; tradução
para o inglês, introdução e comentário de Ralph D. Sawyer; tradução
a partir do inglês de Ana Aguiar Cotrim. São Paulo: Editora WMF Martins
Fontes, 2012.
I. O verbo destacado “subjaz” está no singular para concordar com o sujeito “à ruína”. II. A locução verbal “podem levar”, em destaque, tem como sujeito “batalhas frequentes. III. O pronome oblíquo “o”, em destaque, é utilizado para estabelecer coesão anafórica, retomando “um estado”.
I. “[...] a escolha do aparelho é vista por esses rapazes e garotas como expressão da própria personalidade.” (l.22/23) - as escolhas dos aparelhos são vistos por esses rapazes e garotas como expressão da própria personalidade.
II. “[...] o celular pode (e deve) ser utilizado a toda hora e em qualquer lugar.” (l.32/33) - os celulares podem (e devem) ser utilizados a toda hora e em qualquer lugar.
III. “O advento do celular também mudou relacionamentos familiares e despertou controvérsias.” (.44) - O advento dos celulares também mudaram relacionamentos familiares e despertaram controvérsias.
IV. “Assim, o limite entre estar em casa e estar fora torna-se confuso.” (.50) - Assim, os limites entre estar em casa e estar fora tornam-se confusos.
A concordância verbal ou nominal sugerida NÃO pode ser admitida em:





