Questões Militares Sobre história
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Até a época do renascimento das artes na Europa, isto é, até cerca do século XVI, os governos dos diversos países pouco se inquietavam com a natureza dos retornos que os comerciantes recebiam do estrangeiro. Os direitos de saída e entrada tinham um objetivo puramente fiscal; eram para os governos meios de levantar tributos, e nada mais; mas em seguida, quando se apercebeu que o comércio era uma fonte de prosperidade para as nações e de poder para os governos, acreditou-se poder explorá-lo mais a proveito. Os publicistas, os homens de Estado, antes de ter suficientemente estudado a natureza das riquezas e o que as produz, acreditaram, com o vulgo, que se é rico porque se tem muita prata, em lugar de compreender que se tem muita prata porque se é rico […]
(Apud Pierre Deyon, O mercantilismo)
No excerto, Say
(Hilário Franco Júnior, A Idade Média, nascimento do ocidente)
Sobre essas estruturas cotidianas medievais, segundo Franco Júnior, é correto afirmar que
Esses escravos tinham mobilidade para circular na cidade, já que precisavam encontrar trabalho para juntar quantia em dinheiro que deveria ser entregue ao proprietário, além, é claro, de obter o seu próprio sustento. Se, por um lado, esse tipo de trabalho livrava os proprietários da obrigação de sustentar seus escravos, assim diminuindo os seus gastos, por outro, permitia certa autonomia aos cativos, que arranjavam o seu próprio trabalho e cuidavam de suas despesas. (Mattos, Regiane Augusto de. História e cultura afro-brasileira. 2ª ed., 3ª reimpressão. São Paulo: Contexto, 2014, p. 112. Adaptado)
O texto faz referência a uma modalidade de trabalho escravo denominada:
Seria muito difícil prever, no início de 1929, que após a presidência relativamente tranquila de Washington Luís surgiria uma forte cisão entre as elites dos grandes Estados. Mais ainda, que essa cisão acabaria por levar ao fim da Primeira República. (Fausto, Boris. História do Brasil.12.ed. São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo, 2004. p. 319)
Assinale a opção que identifica corretamente acontecimentos da Era Vargas, que sucedeu à Primeira República.
A colonização portuguesa não respeitou o Tratado de Tordesilhas, expandindo as fronteiras do Brasil por meio da ação dos bandeirantes. jesuítas e pecuaristas. Os espanhóis também desrespeitaram o Tratado de Tordesilhas, invadindo colônias portuguesas situadas no Oriente.
Para fixar as novas fronteiras coloniais na América, vários tratados internacionais foram assinados.
(Cotrim, Gilberto. História Global: Brasil e Geral. Volume único. 8ª ed. São Paulo: Saraiva, 2005. P. 242. Adaptado)
Sobre os Tratados que definiram o território brasileiro durante o período colonial é correto afirmar que:
O “New Deal”, de 1933, foi um plano posto em prática pelo Presidente dos Estados Unidos da América – Franklin Delano Roosevelt –, que articulava as ações do governo com os da iniciativa privada. Para tanto, foram adotadas as seguintes medidas:
I – Supervalorização do dólar para tornar as importações mais competitivas.
II – Empréstimo do governo aos bancos para evitar mais falências.
III – Implantação de um sistema de seguridade social, com a criação do seguro-desemprego.
IV – Não intervenção na economia, pois o próprio mercado resolveria a crise.
V – Criação de um vasto programa de obras públicas, com o intuito de gerar novos empregos.
Assinale a alternativa que apresenta todas as medidas corretas, dentre as listadas acima.
No Brasil do final do século XVIII, houve a decadência da mineração e a reanimação da produção agrícola. Para isso, contribuíram:
I – O aumento da população europeia, com a ampliação dos mercados consumidores de gêneros tropicais.
II – A extinção dos Estados do Brasil, do Grão-Pará e Rio Negro e do Maranhão e Piauí.
III – A Revolução Industrial.
IV – A abertura dos portos às nações amigas.
V – Fundação do Banco do Brasil.
Assinale a alternativa que apresenta todas as contribuições corretas, dentre as listadas acima
No período do Renascimento, durante os séculos XV e XVI, ocorreram mudanças na qualidade e na quantidade da produção cultural. Dentre os fatores que influenciaram essas mudanças, destacam-se o/a:
I – Absolutismo monárquico.
II – Desenvolvimento da imprensa.
III – Advento do “Século das Luzes”.
IV – Ação dos Mecenas.
V – Empirismo e liberalismo político de John Locke.
Assinale a alternativa que apresenta todos os fatores corretos, dentre os listados acima.
“As possíveis verdades de várias hipóteses nesses campos pareciam ser na época menos importante que seu uso para os horríveis propósitos políticos do regime de Adolf Hitler. Ainda hoje existem muitos que se recusam a aceitar pesquisas sobre possíveis diferenças raciais no gênero humano ou que rejeitam qualquer descoberta que tende a demonstrar, sobre bases análogas, desigualdades entre vários grupos humanos.”
(Eric Hobsbawm. Sobre História)
O texto faz menção
“As duas potências fascistas fizeram, num alinhamento formal, o Eixo Berlim-Roma, enquanto Alemanha e Japão faziam um pacto “Anti-Comintern”. Em 1937, sem surpreender ninguém, o Japão invadiu a China. (...) Em 1938, a Alemanha também achou que chegara a hora da conquista. A Áustria foi invadida e anexada em março (...) o acordo de Munique despedaçou a Tchecoslováquia e transferiu grandes partes dela para Hitler, mais uma vez pacificamente. O resto foi ocupado em março de 1939, encorajando a Itália (...) a ocupar a Albânia. Quase imediatamente, uma crise polonesa mais uma vez resultante de novas exigências territoriais alemãs paralisou a Europa. Disso veio a guerra europeia de 1939-1941, que se tornou a Segunda Guerra Mundial.”
(Eric Hobsbawm. Era dos Extremos: o breve século XX. 1914-1991)
A chamada II Guerra Mundial teve seu início em setembro de 1939, primeiramente na Europa. Um dos motivos para sua deflagração foi
“(...) à medida que os países industrializados vão reorientando sua produção, abre-se a possibilidade de expandir uma indústria nacional que se dedique à fabricação de artigos cujo valor fosse pequeno e, portanto, de pouco interesse para o produtor estrangeiro. Foi o caso da fabricação de tecidos de algodão, da sacaria para embalagens de café (...) o país vai, pouco a pouco, dispondo de matérias-primas abundantes. E de capitais oriundos da produção agrícola que precisavam ser reinvestidos.”
(Maria Yedda Linhares. História Geral do Brasil)
Conforme se lê no excerto, a industrialização no Brasil, durante a chamada República Velha, correspondeu