Questões Militares
Comentadas sobre história geral em história
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I. Foram marcados pela distribuição global das forças entre as duas superpotências emergentes, mesmo que de forma desigual.
II. Foram marcados pelo controle ou ação influente da URSS na zona ocupada pelo Exército Vermelho e/ou outras forças armadas pelo comunismo no término da guerra.
III. Foram marcados pela estabilidade internacional entre os blocos e pelo não- alinhamento dos novos Estados durante o período da descolonização.
I. O rígido controle da economia exercido pela burocracia e o estabelecimento de metas elevadas para os setores produtivos foram motivos do processo de desintegração.
II. Movimentos de contestação no leste europeu, a exemplo do sindicato polonês "Solidariedade", expressavam as reivindicações dos trabalhadores e, rapidamente, assumiram uma dimensão política.
III. O retorno do pluripartidarismo se iniciou a partir da Perestroika, reforma política iniciada por Gorbachev, em 1985.
IV. A criação da CEI - Comunidade dos Estados Independentes, pelos presidentes da Rússia, Ucrânia e Bielo-Rússia, antecedeu à renúncia de Gorbachev e a extinção da União Soviética.
( ) Os Estados socialistas apresentavam dificuldades em garantir taxas crescentes de desenvolvimento e não acompanharam, sobretudo a partir dos anos 70, os avanços científicos e tecnológicos dos países capitalistas.
( ) Os padrões políticos de centralização eram um dos poucos elementos que garantiram uma permanência mais duradoura do modelo socialista, pois agregava ideologicamente e socialmente tanto as elites políticas quanto a população.
( ) A eleição de Gorbachev, em 1985, abriu uma plataforma de reformas na área política e econômica, respectivamente denominadas de Glasnost e Perestroika.
( ) Um dos elementos desagregadores da União Soviética foi o reforço das identidades nacionais que se expressava, principalmente, pelas frentes populares que advogavam a separação da URSS.
( ) Greves, crise de abastecimento, queda do preço do petróleo, aumento do déficit e inflação formavam a conjuntura da União Soviética nos primeiros anos da década de 80 e contribuíram, significativamente, para o desmantelamento da estrutura socialista, mesmo após as reformas de Gorbachev.
“Que a Rússia czarista estava madura para a revolução, merecia muitíssimo uma revolução, e na verdade essa revolução certamente derrubaria o czarismo, já fora aceito por todo observador sensato do panorama mundial desde a década de 1870.”
(HOBSBAWM, Erick. A Era dos Extremos).
Em relação ao texto acima identifique os argumentos que corroboram a afirmação do historiador e, a seguir, assinale a alternativa correta.
I. Um capitalismo industrial avançado, estabelecido por uma expansão político-militar e por uma crescente e diversificada produtividade e desenvolvimento urbano, indicavam as condições revolucionárias alcançadas pela classe operária.
II. Uma onda de reformas, nas últimas décadas do século XIX, aceleraram o ritmo de desenvolvimento capitalista assegurado por elevadas barreiras alfandegárias, estímulos fiscais e arregimentação agressiva de capital estrangeiro; e permitiram a ascensão das classes trabalhadoras de forma gradual ao poder político e, consequentemente, à revolução socialista.
III. Um desenvolvimento desigual e a combinação contraditória de progresso e atraso fomentaram insatisfações que se manifestaram, periodicamente, em revoltas no campo e movimentos grevistas nas cidades, vertentes que formaram a tradição revolucionária russa.
“A Segunda Guerra Mundial mal terminara quando a humanidade mergulhou no que se pode encarar, razoavelmente, como uma Terceira Guerra Mundial, embora uma guerra muito peculiar”.
(In: HOBSBAWM, Eric. A Era dos Extremos. São Paulo: Companhia das
Letras, 1995, p. 224).
Assinale a alternativa que apresenta informações corretas referentes ao texto acima.
I. A entrada da União Soviética na guerra foi resultado do fracasso das negociações entre Stalin e Hitler evidenciadas no Pacto Germano-Soviético e ocorreu após a invasão da cidade de Stalingrado pelos nazistas na chamada Operação Barbarossa.
II. A Batalha de Stalingrado foi um dos combates mais importantes do conflito mundial e representou o início da trajetória que elevou a União Soviética à condição de superpotência.
III. A vitória do exército soviético em Stalingrado ampliou o seu significado pela derrota psicológica imposta ao nazismo, mas não influenciou nas condições de inserção política e econômica da potência socialista no cenário mundial.
IV. O principal objetivo dos nazistas na Batalha de Stalingrado era ultrapassar o último obstáculo aos campos petrolíferos do Cáucaso.
I. A Convenção Nacional representava os interesses da alta burguesia francesa e caracterizou-se, principalmente, pela centralização política.
II. Os girondinos representavam a grande burguesia industrial e caracterizavam-se pela radicalização política.
III. Os jacobinos, assim como os cordilliers, representavam a esquerda revolucionária e defendiam o sufrágio universal.
IV. Os sans-cullotes formavam um grupo de camponeses radicais que lideraram as jornadas do ano I da República.
I. criação de novo padrão monetário e fundação do Banco da França.
II. forte ênfase em educação, entendida como responsabilidade do Estado e elemento fundamental ao desenvolvimento nacional.
III. criação da Confederação do Reno.
IV. o rompimento com a Igreja Católica em função da oposição do papa Pio VII aos avanços dos ideals revolucionários.
I. A revolução é um marco na história francesa por assinalar a elevação da sociedade burguesa e capitalista na história do país.
II. O aspecto essencial da Revolução Francesa é a realização da unidade nacional do país através da destruição do modelo de regime senhorial e das "ordens feudais privilegiadas".
III. A estrutura social da França em fins do século XVIll já apresentava mudanças na estratificação social do país, caracterizada pela decadência do caráter aristocrático e pela desvalorização da terra como única forma de riqueza social e aquisição de poder.
( ) A República de Cromwell resultou de uma longa guerra civil que opunha o rei Carlos I e o Parlamento.
( ) Durante aquele período ocorreu a reforma do Exército que passou a promover os militares em função do merecimento e não do nascimento.
( ) Foram aprovados os Atos de Navegação que abriam os portos ingleses às nações amigas, fortalecendo o comércio e a marinha.
( ) representou os interesses puritanos e, consequentemente, fortaleceu a Câmara dos Lordes e seu projeto conservador.
I. Caracterizou-se pelo metalismo, regulamentação econômica, busca da balança comercial favorável, entre outros fatores.
II. O Colbertismo, na França, foi um exemplo de prática mercantilista.
III. Os estados germânicos adotaram o Comercialismo com o objetivo de aumentar a riqueza tributável, ou seja, os impostos.
IV. A Inglaterra adotou o Industrialismo e medidas para fortalecê-lo, como os Atos de Navegação.
I. reforçar os dogmas do Catolicismo abalados pelo Concílio de Trento (1545- 1563).
II. criar mecanismos de combate às heresias que se multiplicaram na Baixa Idade Média como um sintoma da crise da ordem feudal.
III. investigar e punir crimes contra a fé católica - a exemplo da afirmação da transubstanciação, através do tribunal do Santo Ofício.
I. A centralização monárquica tensionou o relacionamento entre os reis e a Igreja, uma vez que esta, além de ter o domínio espiritual sobre a população, também exercia poder temporal, sobre tudo, através da cobrança de tributos feudais, oriundos das suas vastas extensões de terras.
II. As correntes teológicas do "tomismo" e a "agostiniana" consideravam que a salvação estava no livre arbítrio e nas boas obras, o que incentivou o discurso protestante dentro da própria Igreja.
III. A Paz de Algsburgo estabelecia o princípio de que cada governante do Sacro Império Romano-Germânico poderia escolher sua religião e a de seus súditos.
IV. Os "anabatistas", camponeses liderados por Thomas Münzer, viram na subordinação da Igreja ao Estado a possibilidade de romper com a estrutura feudal e passaram a confiscar terras, inclusive da nobreza.
V. O Calvinismo, modelo religioso defendido por João Calvino, expandiu-se mais rapidamente que o Luteranismo, e seus seguidores foram chamados de presbiterianos - na Escócia; huguenotes - na França; e puritanos na Inglaterra.
I. O combate ao cristianismo aliado a uma política expansionista proporcionou grandes conquistas territoriais.
II. Reformas de caráter social que privilegiavam a educação e a cultura deram impulso ao chamado Renascimento Carolíngio.
III. A fragmentação do Império Carolíngio deslocou o eixo de poder político- administrativo dos reinos, com o fortalecimento dos senhores das terras, originando a sociedade feudal.
I. Tibério Graco, tribuno da plebe, conseguiu a aprovação de uma lei que limitava a extensão das propriedades fundiárias da nobreza, o que levou à sua morte e de muitos de seus companheiros.
II. A restrição da cidadania às populações latinas visava conter as exigências desse grupo social sobre os seus direitos como patrícios e grandes proprietários rurais.
III. O projeto de reforma agrária dos irmãos Graco tinha por objetivo, entre outros, multiplicar as pequenas propriedades e fortalecer o campesinato que fornecia soldados para as legiões.
I. A religião representava um sistema criado para explicar o mundo físico de forma que afastasse os mistérios que inquietavam os gregos e lhes dessem um sentimento de íntima ligação com o mundo real.
II. A religião atuava como instrumento para justificar as paixões mundanas que se apoderavam dos homens e provocavam a perda do autocontrole, qualidade tida pelos gregos como essencial ao êxito nas guerras.
III. Os sistemas religiosos tinham papel fundamental na ordem social, uma vez que determinavam os dogmas ou sacramentos da vida na pólis.
I. A soberania popular era o fundamento da democracia ateniense, expressa em sua essência por intermédio das assembleias e dos conselhos.
II. A Ecclesia, instituição política ateniense tinha como característica principal a reunião do povo em algumas sessões públicas, incluindo os estrangeiros.
III. A Bulé ou Conselho dos Quatrocentos representava o órgão legislativo que tinha como função dividir as ações até então controladas pelo Areópago ateniense dirigido pelos aristocratas.