Questões Militares
Comentadas sobre história geral em história
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I – Nacionalismo e totalitarismo.
II – Corporativismo (o Estado deve buscar a harmonização dos interesses do capital e do trabalho dentro dos quadros das corporações) e militarismo (presença de milícias armadas ou polícia paramilitar).
III – Expansionismo (necessidade do domínio de territórios indispensáveis ao desenvolvimento do novo império) e noção de superioridade racial.
IV – Anticomunismo.
Assinale a alternativa que apresenta somente fundamentos presentes tanto no nazismo quanto no fascismo.
O texto faz referência
No dia 1o de setembro de 1939, as Forças Armadas da Alemanha nazista cruzaram a fronteira polonesa sob as ordens de Hitler. Essa agressão sem declaração de guerra marcou o início da Segunda Guerra Mundial. Hitler justificou a invasão como Guerra Defensiva, acusando os poloneses de terem iniciado o conflito contra os alemães. Na verdade, o exército alemão usou de estratagemas para acusar os poloneses de terem iniciado o ataque à Alemanha.
(Joelza Ester Domingues, “Início da Segunda Guerra Mundial”, Ensinar História. Disponível em: https://ensinarhistoria.com.br/ linha-do-tempo/inicio-da-segunda-guerra-mundial-2/. Adaptado)
O expansionismo alemão apresentado no trecho está relacionado
Quando falamos da Primeira Guerra Mundial, falamos muito sobre as batalhas, os novos armamentos, as estratégias militares, as origens e os desdobramentos do conflito. Isso tudo é muito importante. Mas precisamos falar mais da vida cotidiana, da história social, explorar a vida e os sentimentos dos soldados que participaram dos combates. Eles têm muito a dizer, e a partir dessas falas podemos compreender melhor as nuances da Grande Guerra. Mais do que um sistema de posição e fortificação, as trincheiras eram um ecossistema cultural, extremamente dinâmico e complexo.
(Bruno Leal, em “A vida cotidiana nas trincheiras da Primeira Guerra Mundial”, Boletim Café História. Disponível em: https://cafehistoria.substack.com/p/ a-vida-cotidiana-nas-trincheiras. Adaptado)
Em relação às trincheiras na Primeira Guerra Mundial, é correto afirmar que
(Boris Fausto. História do Brasil)
Segundo Boris Fausto, acerca da participação do Brasil na Segunda Guerra Mundial, é correto afirmar que
(Eric Hobsbawm. Era dos Extremos: o breve século XX. 1914-1991. Adaptado)
O fragmento se refere a
O movimento cresceu também como reação à repressão militar do governo francês, tornando-se um movimento nacional que contava com a simpatia da opinião pública de todo o mundo.
(Leila L. Hernandez. A África na sala de aula: visita à História Contemporânea. Adaptado)
O excerto aborda contexto histórico relativo à
(Williams da S. Gonçalves. “A Segunda Guerra Mundial”. Em: D.A. Reis Filho; J. Ferreira; C. Zenha. O século XX: O tempo das crises: revoluções, fascismos e guerras, vol. 2. Adaptado)
Considerando o contexto histórico abordado, de acordo com o autor, é correto afirmar que, em síntese, Stalin, Churchill e Roosevelt tiveram, respectivamente, como interesses
(Eric Hobsbawm. A Era das Revoluções: 1789-1848)
Para a obra em referência, são consideradas como parte das heranças da Revolução Francesa para um grande número de países
(Nicolau Sevcenko. O Renascimento. Adaptado)
Para responder à pergunta pontuada no excerto, uma das razões apontadas pelo autor consiste no fato de que
(Perry Anderson. Linhagens do Estado absolutista. Grifos do autor)
Considerando o contexto abordado pelo fragmento, de acordo com o historiador Perry Anderson, o Estado absolutista
De outro lado, estava a cultura que já foi chamada de popular, laica ou folclórica, e que preferimos denominar “vulgar”, pois para os medievais esta palavra rotulava sem ambiguidade tudo que não fosse clerical.
Esses dois polos culturais opostos em tantos aspectos não eram impermeáveis um ao outro.
(Hilário Franco Júnior. Idade Média - Nascimento do Ocidente. Adaptado)
Uma das razões pelas quais o autor considera que não havia a mencionada impermeabilidade encontra-se no fato de que
(Norberto L. Guarinello. História Antiga. Adaptado)
De acordo com o autor, um desses efeitos reside no fato de que
(Marcos Napolitano. “Fontes audiovisuais – A História depois do papel”. Em: Carla B. Pinsky (Org.). Fontes Históricas)
No fragmento, o historiador Marcos Napolitano exemplifica