Questões Militares
Sobre história do brasil em história
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A realização da Copa do Mundo no Brasil reacendeu o debate sobre os usos políticos do futebol. Sobre as relações históricas entre política e futebol, considere as afirmativas abaixo:
1. Durante o governo de Jânio Quadros (1961), o futebol era um esporte mais praticado pelas elites, e por isso os negros foram proibidos de compor a seleção brasileira de futebol.
2. No primeiro governo Vargas (1930-1945), durante a Segunda Guerra Mundial, houve a proibição de times fundados por imigrantes adotarem nomes estrangeiros, como os dois Palestra Itália – o paulista, que virou Palmeiras, e o mineiro, que virou Cruzeiro.
3. O governo militar (1964-1985) aproveitou a Copa de 1970 para fazer propagandas ufanistas, além de constituir em 1971 o Campeonato Brasileiro, dentro da política de integração nacional, com o objetivo de envolver o maior número de estados.
4. Com a redemocratização, o futebol continua visado pelo poder político, porém há uma distância maior entre política e futebol, em comparação a períodos anteriores.
Assinale a alternativa correta.
“(...) a aldeia é um espaço escolhido e organizado pelo próprio índio, e ‘o aldeamento é resultado de uma política feita por vontade dos europeus para concentrar comunidades indígenas’."
(Aldeias que não estão no mapa. Entrevista com a Profa. Dra. Nanci Vieira de Oliveira por Maria Alice Cruz. Jornal da Unicamp. 197, novembro de 2002, p.5.).
A afirmação acima refere-se aos aldeamentos missionários e às transformações que eles trouxeram à vida dos indígenas no período colonial da América portuguesa. Os objetivos das missões jesuíticas eram
Leia o texto abaixo sobre práticas protecionistas recentes:
“(...) Tanto o Brasil quanto os EUA adotaram medidas protecionistas nos últimos cinco anos. As duas principais razões foram a crise econômica internacional e a concorrência da China. Do lado americano, o principal instrumento foi a concessão de subsídios. Já o Brasil fez uso de tarifas de importação, defesa comercial e requisitos de conteúdo local.”
BONOMO, Diego. Protecionismo brasileiro e americano. Folha de S. Paulo, 10 de outubro de 2012, p. 3.
Assinale a alternativa correta que identifica as diferenças de contexto histórico e econômico em que a prática do protecionismo foi adotada no período atual e no período da Idade Moderna europeia (século XV-XVIII).
Tendo em vista diferentes contextos históricos em que predominou a escravidão, identifique como verdadeiras (V) ou falsas (F) as seguintes afirmativas que comparam a escravidão na Roma antiga e a escravidão no período colonial da América portuguesa:
( ) Na Roma antiga os escravos eram mercadorias obtidas no comércio triangular, enquanto que no período colonial brasileiro os escravos eram prisioneiros de guerra ou apreendidos por motivo de dívida.
( ) Tanto no período antigo de Roma quanto no período colonial brasileiro, os escravos obedeciam a uma hierarquia de funções, sendo utilizados para vários tipos de atividades – afazeres domésticos, comércio e trabalho na agricultura.
( ) Tanto no período antigo de Roma quanto no período colonial brasileiro, a escravidão era considerada uma realidade natural, justificada por pensadores e por sacerdotes, mas também era questionada por opositores da escravidão dentro das próprias elites.
( ) Na Roma antiga, as rebeliões de escravos eram raras, pois eles viviam em boas condições e tinham a compra da alforria facilitada, enquanto que no período colonial brasileiro, as rebeliões eram constantes devido às condições desumanas de tratamento e impossibilidade de alforria.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta, de cima para baixo.
I. A Constituinte estabeleceu o sistema federativo de governo.
II. A Constituinte estabeleceu a ligação entre o Estado e a Igreja Católica.
III. A Constituinte estabeleceu o poder de intervenção do governo central nos estados em certas situações.
IV. A Constituinte estabeleceu a possibilidade de contratação de empréstimos no exterior diretamente pelos estados-membros.
V. A Constituinte estabeleceu o voto feminino.
VI. A Constituinte estabeleceu o voto para os analfabetos.
( ) Conferiu caráter oficial à Igreja Católica.
( ) Inovando, estabeleceu uma divisão de poderes em Executivo, Legislativo, Judicial e Moderador.
( ) Foi aprovada pela reunião dos deputados em assembléia constituinte e legislativa.
( ) Estabeleceu que o sistema de voto no Brasil seria indireto e censitário.
I. É possível afirmar que o crescimento da capitania de São Paulo só se tornou possível, no início do século XVII, em consequência da descoberta das minas de prata pelos bandeirantes.
II. Ao longo do século XVII, em consequência das entradas em busca de índios, ganhou expressão a produção de gado e de gêneros de subsistência na capitania de São Paulo.
III. A trajetória econômica da São Paulo colonial, distanciada dos mercados externos, deveu-se à proibição do plantio da cana de açúcar na região.
II. Por preferirem o trabalhador imigrante e livre, os produtores de café do oeste paulista não utilizaram a mão de obra de escravos.
III. De forma semelhante ao plantio da cana nordestina, o café era produzido no século XIX com a utilização de técnicas e ferramentas tradicionais, a exemplo da foice e da enxada.
( ) A única forma de utilização do índio nessa fase da economia colonial foi a da escravidão.
( ) Religiosos e colonos tiveram atitudes semelhantes quanto à forma de utilização do trabalho indígena nesse período.
( ) Os religiosos preocuparam-se com a conversão dos índios, mas não foram indiferentes ao que tange à sua organização para o trabalho.
( ) Uma das razões para o declínio da prática de utilização dos índios para o trabalho foram as epidemias.
(CHIAVENATTO, Julio José. Genocídio americano: A Guerra do Paraguai.
São Paulo: Editora Brasiliense, 1984. p.09.)
Com base no texto e nos conhecimentos sobre as motivações que levou a Guerra do Paraguai e as consequências após o conflito, considere as afirmativas a seguir:
I - O Paraguai rompeu violentamente toda uma estrutura de dominação econômica. Carlos Antonio López enfrentou os métodos britânicos e promoveu o progresso Paraguaio sem precisar de um tostão dos financiamentos ingleses. Seu método foi simples, trouxe do exterior todos os técnicos que o país precisava para implantar a base de seu desenvolvimento industrial.
II - A Argentina e o Brasil tiveram que fazer a guerra. Latifundiários e burgueses beneficiários do imperialismo econômico no Plata fizeram a guerra por um só motivo: defender os interesses econômicos dos ingleses, que os sustentava devolvendo-lhes migalhas do que roubava dos povos que iriam sacrificar-se.
III - A Guerra do Paraguai aconteceu porque Solano López queria coroar-se Imperador da América do Sul e abrir ao comércio do mundo os mais variados produtos dos trópicos e rios navegáveis para serem explorados.
IV - Em 1868 Asunción já tinha sido tomada e saqueada pelos soldados brasileiros, já havia um governo títere imposto e o Paraguai estava sendo retalhado e entregue ao imperialismo internacional. Mesmo assim, Francisco Solano López continuou a desesperada resistência, porém foi preso e exilado para a Inglaterra.
Assinale a alternativa correta:
“Logo depois, a PF prende também Gilberto Gil. Os dois são levados para quartel da Polícia do Exército, na rua Barão de Mesquita. Passam o reveillon de 1969 na cadeia. Lá Caetano encontra outros presos, como Ênio Silveira, dono da editora Civilização Brasileira (a mesma dos livros de Bertrand Russell), que lhe empresta O estrangeiro, de Camus. Depois, é transferido para um outro quartel, em vila militar no subúrbio de Deodoro, zona norte do Rio. Na cela ao lado, Gil divide espaço com Paulo Francis, Ferreira Gullar e outros intelectuais. Caetano vai parar na barbearia do quartel e perde a cabeleira “selvagemente grande" cultivada por quase dois anos. Após dois meses na cadeia, são transferidos para Salvador e lá permanecem confinados por mais quatro meses. Proibidos de se apresentar em público e de dar entrevistas, tomam o caminho do exílio. Ao embarcar para Londres, um dos policiais afirma para Caetano:
- Não volte nunca mais. E, se pensar em voltar se entregar logo que chegue para nos poupar trabalho".
(MARCELO, Carlos. 1970 – Renato Russo: o filho da revolução. Rio de Janeiro: Agir, 2009. p.40.)
Com base no texto e nos conhecimentos sobre a Ditadura Militar Brasileira (1964 - 1985), assinale a alternativa correta:
Observe a figura e leia o texto a seguir:

Figura 1: Pedro Américo, o pintor do quadro "Independência ou Morte". (Disponível em: < http://g1.globo.com/Sites/Especiais/Noticias/0,,MUL1294850-16107,00-QUADRO+DO+GRITO+DA+INDEPENDENCIA+E+OBRA+DA+IMAGINACA O+DO+PINTOR.html > Acesso em: 15 abril 2014.)
“O destino cruzou o caminho de D. Pedro em situação de desconforto e nenhuma elegância. Ao se aproximar do riacho do Ipiranga, às 16h30 de 7 de setembro de 1822, o príncipe regente, futuro imperador do Brasil e rei de Portugal, estava com dor de barriga. A causa dos distúrbios intestinais é desconhecida. Acredita-se que tenha sido algum alimento malconservado ingerido no dia anterior em Santos, no litoral paulista, ou água contaminada das bicas e chafarizes [...]".
(GOMES, Laurentino. 1822: como um homem sábio, uma princesa triste e um escocês louco por dinheiro ajudaram D. Pedro a criar o Brasil, um país que tinha tudo para dar errado. Rio de Janeiro: Editora Nova Fronteira, 2010. p.29.)
Com base na figura, no texto e nos conhecimentos sobre o processo de independência brasileira, considere as afirmativas a seguir:
I - A montaria usada por D. Pedro nem de longe lembrava o fogoso alazão que, meio século mais tarde, o pintor Pedro Américo colocaria no quadro “Independência ou Morte", também chamado de “O Grito do Ipiranga", a mais conhecida cena do acontecimento.
II - O príncipe regente não estava vestido com trajes reais. Suas vestimentas no dia da proclamação da independência brasileira eram de um simples tropeiro e ainda por cima com cólicas intestinais.
III - D. Pedro era um homem corajoso e decidido, no dia 7 de setembro de 1822, leu uma correspondência oficial portuguesa informando sobre um embarque de soldados lusitanos para atacar a cidade do Rio de Janeiro, e após uma breve reflexão, proferiu as palavras de “Independência ou morte".
IV - Segundo o relato do Padre Belchior, presente na hora do ato de independência, demonstra um príncipe menos heroico, que se manifestou perante poucas pessoas, de forma mais branda: “- De hoje em diante estão quebradas as nossas relações. Nada mais quero com o governo português e proclamo o Brasil, para sempre, separado de Portugal.". Pela descrição do padre Belchior não houve sobre a colina do Ipiranga o brado “Independência ou Morte".
Assinale a alternativa correta:
Assinale a alternativa que indica corretamente o nome da instituição de ensino superior em que ocorreu a citada operação.
Nesse contexto, assinale a alternativa correta sobre o significado da sigla ”MTST”.