Questões Militares Comentadas sobre história do brasil em história

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Ano: 2025 Banca: IBFC Órgão: CBM-PR Prova: IBFC - 2025 - CBM-PR - Soldado Bombeiro Militar |
Q3537303 História
Durante os séculos XV e XVI, Portugal inicia um audacioso projeto de expansão marítima, lançando-se ao mar com objetivos econômico a priori, porém, que irão se reconfigurar durante os processos colonizatórios. No Brasil, a colonização portuguesa concretizou seus respectivos objetivos instituindo um sistema de administração e povoamento denominado de ______ (adaptado de SANTOS; PEREIRA, 2018). Assinale a alternativa que preencha corretamente a lacuna.
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Ano: 2025 Banca: IBFC Órgão: CBM-PR Prova: IBFC - 2025 - CBM-PR - Soldado Bombeiro Militar |
Q3537300 História
Durante a década de 1830 até a grande depressão, em 1929, a produção e o comércio do mate constituíram as principais atividades econômicas no Paraná. Houve períodos em que a erva-mate chegou a ocupar 85% das exportações da Província. Sobre a economia ervateira, analise as afirmativas abaixo.
I. Sendo a erva-mate uma árvore nativa das florestas regionais do Paraná, desde tempos pré-coloniais ela já era usada como bebida pelos indígenas, principalmente pelos povos guarani. Os jesuítas tentaram proibir seu uso, alegando que tinha propriedades afrodisíacas, e nas reduções do Guaíra até a chamaram de “erva do diabo”.
II. Em princípios do século XVII, apesar das resistências iniciais, os jesuítas e alguns proprietários de terras paraguaios começaram a impulsionar o comércio da erva-mate, abastecendo os mercados locais e regionais, inclusive do Prata.
III. Quando o mate paranaense começou a ser comercializado para Uruguai e Argentina, houve empecilhos devido sua baixa qualidade. Francisco de Alzagaray foi o responsável, a partir de 1820, por ensinar o modo correto do fabrico, o beneficiamento e a maneira correta de acondicionamentos de surrões de couro. Ele foi o grande incentivador da produção de mate no Paraná e fundou o primeiro engenho de soque no Paraná, na região de Paranaguá.
IV. Atualmente o Brasil é líder mundial na produção de erva-mate, chegando a produzir 953 mil toneladas em áreas nativa e plantadas, no ano de 2020. No mesmo ano, porém, o Estado do Paraná ficou atrás de Santa Catarina na produção da erva, recuperando o primeiro lugar somente no ano seguinte.

Estão corretas as afirmativas:
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Ano: 2025 Banca: IBFC Órgão: CBM-PR Prova: IBFC - 2025 - CBM-PR - Soldado Bombeiro Militar |
Q3537296 História
Sobre a emancipação do Paraná, ocorrida em 1853, assinale a alternativa correta.
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Ano: 2025 Banca: UECE-CEV Órgão: PM-CE Prova: UECE-CEV - 2025 - PM-CE - Soldado |
Q3524268 História
Descontente com a dissolução da Assembleia Constituinte em 1823, pelo Imperador D. Pedro I, a Câmara da Villa Nova do Campo Maior de Quixeramobim declarou, em 9 de janeiro de 1824, o fim da dinastia de Bragança e o estabelecimento de uma República. Esse evento histórico ocorreu quase 6 meses antes de o presidente da província de Pernambuco, Manoel de Carvalho Paes de Andrade, em 2 de julho de 1824, assinar o manifesto que deu origem ao movimento denominado de 
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Ano: 2025 Banca: UECE-CEV Órgão: PM-CE Prova: UECE-CEV - 2025 - PM-CE - Soldado |
Q3524266 História
Durante o período dos governos militares no Brasil, o Ceará viveu o chamado novo coronelismo, época em que três coronéis filiados à ARENA, Virgílio Távora, César Cals e Adauto Bezerra, todos militares de carreira, e apoiados pelas forças que controlavam o país, dominaram politicamente o estado, e através do “Acordo dos Coronéis” mantiveram-se no controle do Estado e impediam o acesso do MDB, partido de oposição, aos espaços de poder. Considerando esse período, analise as seguintes afirmações:
I. Quando ocorreu o Golpe Militar de 1964, o Cel. César Cals era governador eleito do Ceará e manteve-se no poder, com o apoio do Gal. Médici, até ser substituído pelo Cel. Adauto Bezerra, em 1971.
II. Apoiado pelo Gal. Castelo Branco, primeiro presidente da Ditadura Militar, o Cel. Virgílio Távora, que havia sido ministro no governo João Goulart, governava o Ceará desde 1963 e foi mantido no governo estadual até 1966.
III. Em 1979, com apoio do Gal. Geisel, o Cel. Adauto Bezerra, voltou ao governo do Estado e consolidou a modernização conservadora, com obras de estrutura e industriais como o sistema Pacoti-Riachão e o Distrito Industrial em Maracanaú.
IV. Dos três coronéis que conduziram a política cearense no período da Ditadura Militar, apenas Virgílio Távora foi governador em dois mandatos, o primeiro entre 1963 e 1966 e o segundo entre 1979 e 1982.
É correto o que se afirma em
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Ano: 2025 Banca: UECE-CEV Órgão: PM-CE Prova: UECE-CEV - 2025 - PM-CE - Soldado |
Q3524263 História

Denominada pejorativamente como Guerra dos Bárbaros, esse longo episódio marcou a história do Brasil durante a colonização. Considerando esse evento histórico, analise as seguintes afirmações:


I. Foi um conflito armado entre os colonizadores portugueses e os invasores franceses que se apropriaram de uma extensa faixa de terra litorânea localizada no norte do Ceará até São Luís do Maranhão.


II. Tratou-se de uma guerra entre colonos portugueses e nativos de várias etnias que levou ao extermínio alguns grupos de indígenas e que teve no massacre dos Paiacu um dos seus episódios marcantes.


III. Marcada pela colonização portuguesa no litoral, a região que hoje é o Ceará foi poupada de conflitos violentos na Guerra dos Bárbaros, já que os indígenas locais eram pacíficos e aliados aos lusitanos.


IV. Entre os motivos que provocaram a Guerra dos Bárbaros podem ser elencadas a expansão da pecuária para o interior do nordeste e a disputa pelas terras entre colonizadores e indígenas.


É correto o que se afirma somente em

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Q3514831 História
O poder político é medido através da quantidade de votos de que dispõe um chefe local ou regional, no momento das eleições. Procurando manter ou expandir a força dos coronéis, os cabos-eleitorais são elementos de ligação indispensáveis entre o coronel e a massa dos votantes. A estrutura, grosso modo, apresenta-se hierarquizada em três níveis: os coronéis; abaixo deles os cabos-eleitorais; e, na base da estratificação política, os eleitores.
(Maria Isaura Pereira de Queiroz. “O coronelismo numa interpretação sociológica”. In: Boris Fausto (org.) História Geral da Civilização Brasileira: O Brasil Republicano: estrutura de poder e economia (1889 – 1930), 1975)

O excerto refere-se à política da Primeira República Brasileira (1889 – 1930) e
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Q3514828 História
Alcançado em 7 de setembro de 1822, às margens do riacho Ipiranga, dom Pedro proferiu o chamado Grito do Ipiranga, formalizando a Independência do Brasil. Em 1º de dezembro, com apenas 24 anos, o príncipe regente era coroado Imperador, recebendo o título de dom Pedro I. O Brasil se tornava independente, com a manutenção da forma monárquica de governo. Mais ainda, o novo país teria no trono um rei português. Este último fato criava uma situação estranha, porque uma figura originária da Metrópole assumia o comando do novo país.
(Boris Fausto. História do Brasil, 2000)
A natureza da Independência do Brasil, referida pelo excerto, 
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Q3513502 História
Já nos anos de 1850, fazendeiros das áreas cafeeiras – alguns dos mais necessitados de mão de obra – tornaram-se interessados em promover a imigração e em substituir os escravos por imigrantes. As primeiras experiências falharam, e os fazendeiros de café recorreram ao tráfico de escravos interno. Mais tarde, quando as pressões abolicionistas aumentaram e leis contra o tráfico entre províncias foram promulgadas, os fazendeiros das áreas pioneiras buscaram na Itália os trabalhadores de que necessitavam.

(Emília Viotti da Costa. “Da escravidão ao trabalho livre”. In: Da Monarquia à República: momentos decisivos, 1999)

O excerto alude à
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Q3512515 História
Em fevereiro de 1986, o governo Sarney implantou o Plano Cruzado, cujo nome deriva da reforma monetária que promoveu: a velha moeda, o cruzeiro, foi extinta e, em seu lugar, surgia o cruzado, com três zeros a menos [...].

(Carlos Fico. História do Brasil Contemporâneo [da morte de Vargas aos dias atuais])

Fizeram parte das medidas adotadas pelo Plano Cruzado:
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Q3512514 História
A criação dos partidos na redemocratização de 1945 estabeleceu linhas gerais consolidadas entre 1946 e 1960, importantes por balizar o terreno da disputa política. Os grandes partidos nacionais então criados foram: PSD – Partido Social Democrático; PTB – Partido Trabalhista Brasileiro; UDN – União Democrática Nacional; e PCB – Partido Comunista do Brasil.

(Sonia R. Mendonça; Virgínia M. Fontes. História do Brasil recente – 1964-1980. Adaptado)

Considerando o contexto apresentado pelo fragmento, é correto afirmar que
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Q3512512 História
A segunda grande diretriz da política econômica do Estado, ao longo das décadas de 1930 e 1940, foi a definição de um novo papel para a agricultura. O Estado procurou transformar a agricultura de alimentos em coadjuvante do processo de industrialização, incentivando a expansão de fronteiras agrícolas que produzissem gêneros básicos a baixos preços. Combinando o acesso a terras novas com sua ocupação por trabalhadores integrados a regimes de trabalho não capitalistas, tais frentes geravam um excedente temporário de arroz, feijão ou milho que, por sua barateza, contribuíam para o rebaixamento do custo de reprodução da força de trabalho urbana.

(Sonia R. de Mendonça. “As bases do desenvolvimento capitalista dependente: da industrialização restringida à internacionalização”. Em: Maria Yedda Linhares (Org.). História geral do Brasil. Adaptado)

De acordo com a autora, considerando o contexto apresentado pelo fragmento, a diretriz descrita 
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Q3512511 História
Campos Salles, já eleito, mas não empossado como Presidente da República, empreendeu viagem à Inglaterra, cujo resultado foi consubstanciado no acordo com o Banco Rothschild denominado Funding-Loan: consolidava os empréstimos anteriores de 1883, 1888, 1889 e 1895, no valor total de 31.735.820 libras.

(Maria de Lourdes M. Janotti. O Coronelismo – uma política de compromissos)

O acordo mencionado definia, entre outros, os seguintes compromissos:
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Q3512510 História
[...] a adesão das autoridades policiais ao gradualismo detonou as bases do controle social dos escravos nas localidades, abrindo espaço para a ascensão dos movimentos rebeldes. O legalismo, mesmo que tímido, das autoridades foi um subproduto não planejado do abolicionismo e deu lugar a uma reordenação de forças, com consequências inesperadas. Os escravos, como sempre, aproveitaram o espaço aberto pela briga entre os poderosos e avançaram decididamente. [...]. A fissura no discurso hegemônico sobre a defesa da propriedade escrava como prioridade acabou, em última análise, abrindo o flanco para a ascensão de um tipo de rebeldia escrava que pôs fim à própria escravidão.

(Maria Helena P. T. Machado. “Teremos grandes desastres, se não houver providências enérgicas e imediatas: a rebeldia dos escravos e a abolição da escravidão”. Em: K. Grinberg; R. Salles (Org.). O Brasil Imperial, vol. 3)

O contexto exposto pelo fragmento destaca 
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Q3512509 História
A derrota na guerra de 1865-70, contra a Tríplice Aliança, resultou, para o Paraguai, na destruição do Estado autoritário e em pesadas perdas demográficas e econômicas, bem como na escassez de homens com liderança e experiência suficientes para reconstruir e governar o país. Esse contexto, acreditavam os governantes brasileiros, ameaçava a independência do Paraguai.
Desde a ocupação de Assunção, em janeiro de 1869, por tropas brasileiras, até 1876, quando da assinatura dos tratados de paz, a ação do Brasil no país guarani foi no sentido de estabilizá-lo politicamente.

(Francisco F. M. Doratioto. “A ocupação político-militar brasileira do Paraguai (1869-76)”. Em: C. Castro; V. Izecksohn; H. Kraay (Org.). Nova História Militar Brasileira. Adaptado)

De acordo com o autor, a ação militar do Império teve como parte de suas finalidades
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Q3512508 História
No Brasil, os principais adeptos do liberalismo foram homens cujos interesses se relacionavam com a economia de exportação e importação. Muitos eram proprietários de grandes extensões de terra e elevado número de escravos e ansiavam por manter as estruturas tradicionais de produção ao mesmo tempo que se libertavam do jugo de Portugal e das restrições que este impunha ao livre-comércio. [...].
No decorrer do século XIX, o discurso e a prática liberais revelaram constantemente essa tensão.

(Emília Viotti da Costa. Da monarquia à república: momentos decisivos)

A “tensão” indicada por Emília Viotti é uma referência ao fato de que 
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Q3512502 História
A curva dos preços dos escravos do engenho Sergipe do Conde, situado no Recôncavo e estudado por Vera Ferlini, desenha o impacto das fases da guerra holandesa. Há uma primeira alta em 1623-24, em consequência da ofensiva naval resultando na tomada de Salvador; um segundo movimento ascendente entre 1629 e 1631, na conquista de Pernambuco; um pico em 1633-34, quando se intensifica o bloqueio naval holandês [...].
Em resumo, as grandes correrias paulistas atrás de indígenas acontecem na fase em que a ruptura das atividades negreiras dobra o preço dos africanos no Brasil.

(Luiz Felipe de Alencastro. O trato dos viventes: formação do Brasil no Atlântico Sul. Adaptado)

O fragmento aborda contexto relativo
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Q3512483 História
Fizeram-se poucas concessões à classe operária durante à República Velha. Cumpre notar que a famosa declaração de Washington Luís, emitida durante a sua campanha para governador, segundo a qual “a questão operária era um caso de polícia”, pretendia ser uma expressão liberal – a saber, que não se tratava de um problema de segurança nacional, mas apenas de uma tarefa administrativa. Depois das greves desastrosas de 1917 e 1919, causadas pela exportação de gêneros alimentícios básicos para os Aliados, com a consequente elevação dos preços nacionais, poucas leis se promulgaram com a intenção de apaziguar a mão de obra.

(Warren Dean. “A industrialização durante a República Velha”. In: Boris Fausto (org.) História Geral da Civilização Brasileira: O Brasil Republicano Estrutura de Poder e economia (1889-1930), 1975)

Os movimentos operários, durante a Primeira República brasileira, foram marcados pela
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Q3512480 História
Ainda ocorre na segunda metade do século (XVIII) mais um fator particular que estimula a agricultura brasileira. Até então, o grande gênero tropical fora o açúcar. Outro virá emparelhar-se a ele, e o sobrepujará em breve: o algodão. [...] Os progressos técnicos do século XVIII permitirão o seu aproveitamento em medidas quase ilimitadas.

(Caio Prado Júnior. Formação do Brasil contemporâneo, 1994)

O excerto refere-se
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Q3512301 História
Alcançado em 7 de setembro de 1822, às margens do riacho Ipiranga, dom Pedro proferiu o chamado Grito do Ipiranga, formalizando a Independência do Brasil. Em 1° de dezembro, com apenas 24 anos, o príncipe regente era coroado Imperador, recebendo o título de dom Pedro I. O Brasil se tornava independente, com a manutenção da forma monárquica de governo. Mais ainda, o novo país teria no trono um rei português. Este último fato criava uma situação estranha, porque uma figura originária da Metrópole assumia o comando do novo país.

(Boris Fausto. História do Brasil, 2000)

A natureza da Independência do Brasil, referida pelo excerto,
Alternativas
Respostas
21: B
22: A
23: B
24: D
25: B
26: A
27: E
28: C
29: B
30: B
31: C
32: D
33: A
34: A
35: E
36: B
37: D
38: B
39: D
40: C