Questões Militares Sobre semiologia (patologia, clínica geral e patologia) em fisioterapia

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Q2090125 Fisioterapia
Estimulação Elétrica Funcional (FES) é o emprego da eletroterapia capaz de produzir contrações musculares com objetivos funcionais, ou como foi definida na década de 1960 por Vodovnik: “FES é promover contração em músculos privados de controle nervoso, tendo como resultado um movimento funcional”. Em vários centros de reabilitação ao redor do mundo, a eletroestimulação funcional tem sido utilizada para substituir a inervação da musculatura esquelética de músculos paralisados, que antes recebiam inervação do sistema nervoso central, ou seja, músculos enfraquecidos decorrentes de Lesão do Neurônio Motor Superior (LNMS), como resultado de Acidentes Vasculares Encefálicos (AVE), lesões medulares ou traumatismos cranioencefálicos, dentre outros. A eletroestimulação é considerada promessa como estratégia para auxiliar os pacientes na execução de movimentos funcionais e poderá conquistar ganhos importantes para aqueles que tenham perdido uma ou mais funções. A utilização de Estimulação Elétrica Funcional (FES) no tecido contrátil está associada a diversas aplicações; analise-as.
I. Prevenção de contraturas e trombose venosa profunda; redução de padrão motor espástico, bipedestação e deambulação.
II. Melhora da condição cardiopulmonar e metabólica; controle de movimentos de membro superior, como a preensão manual.
III. Movimentos para vencer a ação da gravidade e estimulação de movimentos finos como escrever.
IV. Respiração artificial com estimulação do nervo frênico; esvaziamento da bexiga e fortalecimento do assoalho pélvico.
Está correto o que se afirma em
Alternativas
Q2090123 Fisioterapia
O trauma é a causa mais comum de morte antes dos 35 anos de idade e, normalmente, o traumatismo craniano é a causa mais comum de morte. Traumatismos Cranioencefálicos (TCE) ou lesões cerebrais traumáticas são termos utilizados para definir uma lesão física ao cérebro por uma força mecânica externa ou projétil, que apresenta como resultado perda de consciência, amnésia pós- -traumática e deficiências neurológicas. O TCE frequentemente ocorre em acidentes automobilísticos, industriais e esportivos, e as sequelas irão gerar problemas sociais, econômicos e de saúde para o paciente e seus familiares. (MCKINLAY et al., 1981 apud SHEPHERD, R e CARR, J., 2008.)
Atualmente, devido à etiologia dos TCE, a maioria dos pacientes é acometida pelo TCE fechado, em que a calota craniana não é penetrada. Nos casos de acidentes automobilísticos, nos quais ocorre o impacto brusco ou aceleração-desaceleração, geralmente acontecem danos cerebrais difusos com uma variedade de problemas comportamentais, físicos e cognitivos. Dessa forma, o papel da reabilitação é fundamental, a fim de maximizar a qualidade de vida reduzindo a incapacidade desses pacientes. Em relação à fisiopatologia do traumatismo cranioencefálico, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.
( ) Lesão cerebral focal: apresentando como resultado a contusão, laceração e hemorragia intracraniana por trauma local direto.
( ) Lesão cerebral difusa: causando lesão axonal difusa e aumento do tamanho do cérebro (edema) pelo mecanismo de aceleração/desaceleração.
( ) Resultado da lesão cerebral: definido por dois mecanismos ou estágios diferentes: lesão primária (ocorrida no momento do trauma); lesão secundária (sendo o processo patológico iniciado no momento do trauma com manifestações clínicas tardias).
A sequência está correta em
Alternativas
Q2090115 Fisioterapia
Apesar de ser considerada como uma doença de adultos jovens, cada vez mais são descritos casos de Esclerose Múltipla (EM) na faixa etária pediátrica, graças aos avanços nos métodos de diagnósticos e à terapêutica modificadora do curso clínico dessa patologia. Trata-se de um processo de etiologia autoimune, com característica de recorrência no tempo e no espaço. Em relação à Esclerose Múltipla (EM), analise as afirmativas a seguir.
I. Acomete menores de 16 anos em, aproximadamente, 5% dos casos, e 1% antes dos 10 anos de idade, sendo que as meninas são mais afetadas que os meninos, na proporção de 2:8.
II. A EM está associada a distúrbio do sistema imunológico, que acarreta lesões das fibras mielínicas do Sistema Nervoso Central (SNC). Há perda de mielina, com infiltrado de linfócitos e alguns macrófagos na substância branca, com preservação dos axônios e destruição dos oligodendrócitos.
III. O quadro clínico apresenta episódios de surtos recorrentes, agudos ou subagudos, de disfunção neurológica que acometem distintos sistemas e estruturas do Sistema Nervoso Central (SNC). Geralmente, os principais achados são distúrbios visuais, como escotoma ou amaurose, ataxia cerebelar, vertigens, paresias ou mielopatias diversas. O intervalo entre os surtos não obedece a nenhum padrão ou periodicidade. Nos primeiros surtos, há uma remissão quase completa dos sintomas e, com o avançar do tempo, as remissões vão se tornando menos completas, instalando-se sequelas no SNC de modo progressivo. O conceito de surto é definido como sinais e sintomas que ocorrem com duração superior a 24 horas.
IV. O diagnóstico é realizado pela clínica dos pacientes; é baseado no histórico de surtos de caráter recorrente no tempo e no espaço. Após um primeiro surto, não é possível estabelecer o diagnóstico, mas crianças que apresentem papilite ou neurite retrobulbar, ataxia aguda, parestesias e mielite transversa sem associação a agente infeccioso devem ser seguidas de perto e, se possível, estender a propedêutica.
Está correto o que se afirma em
Alternativas
Q2090107 Fisioterapia
O Acidente Vascular Encefálico (AVE) é uma patologia prevalente em idosos, mas, atualmente, houve um aumento na incidência de casos em jovens ativos, assim como em mulheres usuárias de anticoncepcionais orais. Isso demonstra que o AVE não está relacionado apenas com o processo de envelhecimento. (WERNECK, C.L. et al, 2001.)
Outras causas para o AVE incluem os principais fatores de risco para a gênese da aterosclerose, a saber: hipertensão arterial, dislipidemia, diabetes mellitus, tabagismo e sedentarismo, sendo a hipertensão o mais importante fator de risco. As deficiências primárias e secundárias contribuem para a limitação funcional e incapacidade do paciente após AVE. Esses problemas se manifestam como uma perda de mobilidade no tronco e nas extremidades, padrões atípicos de movimento, estratégias compensatórias e ações involuntárias do lado afetado, acarretando a perda da independência na vida diária. As deficiências primárias são o resultado da lesão de uma área específica do cérebro. sobre as deficiências primárias em questão, analise as afirmativas a seguir.
I. Alterações na forca muscular e no tônus muscular. II. Alterações na coordenação. III. Alterações no equilíbrio, nas sensações exteroceptoras e proprioceptivas. IV. Alterações na cognição, na fala, na linguagem e nas emoções.
Está correto o que se afirma em
Alternativas
Q2090106 Fisioterapia
A Síndrome de Guillain-Barré (SGB) é uma polirradiculopatia inflamatória aguda que se manifesta precocemente por uma paralisia muscular flácida, geralmente simétrica, ascendente, com hipo ou arreflexia tendinosa, uma dissociação proteinocitológica no Líquido Cefalorraquidiano (LCR) e com características progressivas durante quatro semanas, sem presença de um marcador biológico. Nas apresentações clínicas da SGB, existem quatro subtipos que se diferenciam por suas manifestações: Polirradiculopatia Aguda Inflamatória Desmielinizante (PAID); Neuropatia Aguda Motora Axonal (NAMA); Neuropatia Aguda Motora Axonal e Sensitiva (NAMAS); e, Síndrome de Miller Fisher. Em relação à clínica apresentada por estes pacientes, analise as afirmativas a seguir.
I. Dois terços dos pacientes têm sintomas de uma infecção prévia três semanas antes do início das manifestações clínicas da SGB. A progressão ocorre entre uma e três semanas, quando, aproximadamente, 20% dos pacientes necessitam de ventilação mecânica, 40% ficam retidos no leito; 20% andam apenas com assistência; 10% podem andar, mas não correr; e, 10% têm apenas sintomas leves. Em seguida, passam por uma fase de estabilização e melhoram lentamente. A paralisia, geralmente, começa nas extremidades inferiores e depois ascende.
II. O exame inicial mostra uma fraqueza muscular simétrica. Entretanto, diferenças mínimas entre os lados podem ser notadas. Na maioria dos pacientes, a fraqueza tem predomínio distal e, em uma pequena porcentagem dos pacientes, a musculatura proximal é mais acometida. Os reflexos tendinosos estão habitualmente reduzidos ou ausentes, eventualmente podem estar presentes no início do quadro. Paralisia de nervos cranianos pode aparecer em qualquer fase da doença. A paralisia do nervo facial é a mais comum, seguida do nervo acessório. Também relativamente frequentes são as dos nervos glossofaríngeo e vago, causando distúrbios de deglutição e risco de aspiração pulmonar.
III. Dor e/ou parestesia são sintomas bastante presentes. A dor pode ser muscular ou secundária às inflamações das raízes nervosas, comprometendo os membros inferiores, flancos e costas. A dor é mais intensa no início do quadro; tem uma melhora progressiva. Alterações da sensibilidade vibratória, posicional, dolorosa ou tátil também podem estar presentes, assim como os sinais de irritação meníngea.
IV. Em casos graves, a doença progride afetando músculos respiratórios, movimentos oculares e função autonômica. A paralisia dos músculos respiratórios pode afetar a capacidade vital levando à retenção de CO2. A presença de distúrbios autonômicos pode produzir sudorese profusa; hipertensão; hipotensão; constipação; náuseas; retenção urinária; hipotensão postural; e, arritmias cardíacas que podem ser fatais.
Está correto o que se afirma em
Alternativas
Q2090103 Fisioterapia
A microcefalia é caracterizada pelo fechamento prematuro de uma, de várias ou de todas as suturas, impedindo expansão e deformando a caixa craniana. O crânio do recém-nascido precisa expandir rapidamente para acomodar o cérebro em crescimento, sobretudo nos dois primeiros anos de vida. Podem ocorrer alterações clínicas como cefaleias, vômitos, deficits neurológicos, alterações visuais, cegueira e possibilidade de retardo mental. Essa importante anormalidade craniana ocorre em todas as raças, com predominância no sexo masculino (3:1). O fechamento precoce da sutura sagital é o mais encontrado (56%); seguido da sutura coronária unilateral (11%); da sutura coronária bilateral (11%); da metópica (7%); da lambdóidea (1%); e, o comprometimento de múltiplas suturas (14%). Sobre suas causas, dentre elas estão as infecções durante a gravidez: rubéola, citomegalovírus, toxoplasmose e zika. Apesar de ser uma doença pouco descrita, já há evidências que comprovam o reconhecimento entre a presença do vírus zika e sua associação com a microcefalia. Em relação aos valores de medição dos Perímetros Cefálicos (PC) estabelecidos pela Organização Mundial da Saúde (OMS), assinale a alternativa INCORRETA.
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Q2090094 Fisioterapia
A Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA) já recebeu diversas denominações diferentes: atrofia muscular progressiva, paralisia bulbar progressiva, esclerose lateral primária. Dessa forma, em 1933, todos os nomes foram incluídos em um grupo de Doenças do Neurônio Motor (DNM) e com o passar dos anos; porém, a ELA e as DNM foram consideradas uma só, pelos mesmos autores e, desde então, os outros integrantes do grupo passaram a ser subtipos da ELA. A ELA acomete de 1 a 2/100.000 indivíduos, e acredita-se que a incidência da doença está aumentando ultimamente, devido ao aumento da exigência e popularização dos esportes de alto desempenho. Acomete homens em uma proporção de até duas vezes maior que as mulheres e se manifesta a partir da quinta década de vida; 5% a 10% dos casos são familiares.
(RUSSEL, J. A., 2005.)
Até o momento não se conhece a causa exata para a ELA, por enquanto todas as hipóteses caminham ao redor de teorias. Hoje, a principal teoria é multifatorial, ou seja, uma exposição ambiental deletéria em indivíduos suscetíveis geneticamente levaria às lesões neuronais. Atualmente, o diagnóstico do paciente de ELA é realizado por meio do El Escorial World Federation of Neurology. Ou seja, por meio dessa classificação, podemos concluir o diagnóstico do paciente que apresenta ELA. Em relação aos critérios estabelecidos por essa tabela, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.
( ) Doença comprovada: se o paciente apresentar sinais de lesão de neurônios motores superiores e inferiores em duas regiões.
( ) Doença provável: se o paciente apresentar sinais de lesão de neurônios motores superiores e inferiores em três ou mais regiões (tórax, membros superiores, inferiores ou troncoencefálico).
( ) Doença possível: se o paciente apresentar sinais de lesão de neurônios motores superiores e inferiores em uma região, ou apresentar sinais de lesão somente de neurônios motores superiores em duas ou mais regiões, ou apresentar sinais de lesão somente de neurônios motores inferiores em duas ou mais regiões.
A sequência está correta em
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Q2090090 Fisioterapia
A infância é um período especialmente dinâmico durante o qual a mielinização e as associações sinápticas ocorrem com grande velocidade. Durante os dois primeiros anos de vida existe um crescimento com aceleração positiva sob o ponto de vista de ganho de peso, estatura, aquisições motoras e cognitivas; no entanto, como o cérebro imaturo é vulnerável, intercorrências neurológicas durante essa fase podem interferir e mesmo interromper esse processo, determinando o comprometimento de uma vida futura normal. A epilepsia é definida como “um distúrbio cerebral caracterizado pela predisposição persistente do cérebro para gerar crises epilépticas e, pelas consequências neurobiológicas, cognitivas, psicológicas e sociais dessa condição”. Para entender melhor as crises, em 2010, a Comissão de Terminologia, da International League Against Epilepsy (ILAE) reconheceu 3 tipos. Em relação a tais tipos de epilepsias, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.
( ) Crises focais: originam-se em redes neuronais limitadas a um hemisfério. O local de início é consistente, embora possa haver variabilidade caracterizando semiologias diferentes (autonômica, motora, sensitivo-sensorial, psíquica) e não comprometem necessariamente a consciência. Essas crises podem apresentar um padrão de propagação envolvendo ambos os hemisférios e se transformar em crises epilépticas bilaterais convulsivas, ou seja, aquelas que apresentam componentes tônicos, clônicos ou tônico-clônicos.
( ) Crises generalizadas: podem ser corticais ou subcorticais, nascem em um determinado local e rapidamente se propagam, envolvendo redes neurais bilaterais, podendo ser simétricas ou assimétricas. Semiologicamente, crises generalizadas são tônico-clônicas, podem ou não estar associadas a ausências (típicas, atípicas, mioclônicas), mioclonias palpebrais, mioclonias tônicas ou atônicas e a componentes tônicos, atônicos e clônicos de forma isolada.
( ) Crises neonatais: podem ser focais ou generalizadas.
A sequência está correta em
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Q2090085 Fisioterapia
A Esclerose Múltipla (EM) é uma doença autoimune neurológica crônica e progressiva que compromete os axônios dos neurônios do sistema nervoso central. Devido à destruição da bainha de mielina, o impulso nervoso tende a ser prejudicado, alterando os movimentos, sensações e muitas funções do organismo. Com sintomas variados, a referida patologia é vista como incapacitante à realização das atividades diárias do paciente. Conforme o nome da doença, o processo de desmielinização poderá ocorrer em múltiplos locais do sistema nervoso central e comprometer, predominantemente, o nervo óptico; a medula cervical; o tronco encefálico; e, a substância branca periventricular. Não é conhecida a razão para tal predileção; porém, pode haver relação com a distribuição vascular, o que permitiria maior concentração de citocinase nas células inflamatórias nessas regiões. Dessa forma, não há dois pacientes cuja doença siga o mesmo curso e cada indivíduo sofre variações ao longo do desenvolvimento da doença. (KALB R. C., 2000.)
Diversos tratamentos foram propostos para a esclerose múltipla, mas nem todos se mostraram eficazes. O tratamento divide-se em curativo; profilático; sintomático; e, de reabilitação. O fisioterapeuta, como integrante de uma equipe que trabalha com o paciente com EM, necessita ser sensível aos desejos do paciente nas estratégias de trabalho para possibilitar a ele que preserve sua dignidade e seu estilo de vida. Em relação aos objetivos gerais do tratamento fisioterapêutico, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.
( ) Otimizar o desempenho nas atividades e habilidades de vida diária; maximizar a habilidade funcional; prevenir incapacidades e desvantagens desnecessárias.
( ) Melhorar a qualidade de vida do indivíduo; preservar a integridade musculoesquelética; preservar a capacidade aeróbica; minimizar a fadiga, dentro do possível.
( ) Auxiliar o paciente na conquista de objetivos e definição de expectativas; prover o auxílio necessário à vida.
A sequência está correta em
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Q2090080 Fisioterapia
A Doença de Parkinson (DP) é uma doença neurológica progressiva do sistema extrapiramidal que apresenta como características: bradicinesia, tremor de repouso, rigidez e instabilidade postural. Além disso, outros achados clínicos também são importantes, como: distúrbio da marcha, faces em máscara, alteração da voz, disartria, sialorreia, disfunção olfatória, hipotensão ortostática, hiperidrose, disfunção sexual, câimbras, dores, parestesias, disfagia, incontinência urinária, micrografia, distúrbios do sono, depressão e demência. Normalmente, o início da doença ocorre entre os 50 e 70 anos; porém, com menos frequência podemos encontrar pacientes abaixo dos 40 anos com Parkinson e menos frequente ainda podemos encontrar pacientes abaixo dos 21 anos. Na doença de Parkinson ocorre a degeneração progressiva dos neurônios da substância negra, que se localiza no mesencéfalo. A degeneração da substância negra produzirá como resultado a diminuição na produção de dopamina e consequentemente disfunção da via nigroestriatal e perda da dopamina estriatal. Quando os pacientes começam a apresentar os sintomas, eles já perderam 80% dos neurônios da substância negra. O tratamento da DP tem base no uso de terapia medicamentosa que influencia marcadamente o desempenho motor, contudo o tratamento com drogas não pode abolir todos os sintomas, sendo assim a Fisioterapia é então recomendada. Devido à diversidade de sinais e sintomas, a doença de Parkinson atinge os pacientes de várias formas, deixando-os experimentar combinações diferentes destes sintomas. Os sintomas podem ser leves ou graves ou ocorrer com frequência ou esporadicamente. Devido a essa diversidade, ao longo do tempo, foram desenvolvidas escalas para avaliar e monitorar a evolução da doença e a eficácia de tratamentos. A escala é um instrumento que uniformiza o exame neurológico com critérios objetivos, independente do avaliador. (VERONEZI, R. et al., 2010.)
Em relação às escalas mais utilizadas em estudos clínicos para a Doença de Parkinson (DP), analise as afirmativas a seguir.
I. Escala de Hoehn & Yahr: ferramenta de classificação mais completa, pois abrange sintomas além dos motores, incluindo funcionamento mental, humor e interação social. É composta por 42 questões, divididas em quatro partes. A pontuação dessa escala varia entre 0 e 199, considerando a atividade do medicamento no paciente quando: em “on” (sob efeito do levodopa) e “off” (sem efeito do levodopa).
II. Questionário da doença de Parkinson (PDQ-39): aborda aspectos da experiência pessoal de pacientes com DP, com objetivo de avaliar a qualidade de vida; composto por 39 questões, divididas em 8 categorias. A pontuação desta escala varia entre 0 e 100.
III. Questionário de qualidade de vida na doença de Parkinson (PDQL): tem como objetivo medir a saúde física e emocional, além de refletir áreas de funções que são importantes para os portadores da DP. É um questionário com 37 itens subdivididos em quatro categorias, que são os sintomas parkinsonianos e sistêmicos, função emocional e social.
IV. Escala unificada de avaliação da doença de Parkinson (UPDRS): ferramenta de classificação simples, que oferece alguns pontos de referência para ajudar o avaliador a determinar o estágio da doença do paciente, tendo como base os sintomas motores.
Está correto o que se afirma em
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Q2090079 Fisioterapia
A Doença de Parkinson (DP) é uma doença degenerativa do sistema nervoso central, crônica e progressiva. É causada por uma diminuição intensa da produção de dopamina, que é um neurotransmissor (substância química que ajuda na transmissão de mensagens entre as células nervosas). O paciente de Parkinson poderá apresentar as seguintes alterações, EXCETO:
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Q1679666 Fisioterapia
São alterações estruturais da artéria aorta senil, exceto:
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Q1679655 Fisioterapia
Analise as afirmativas a seguir, relativas aos princípios de regeneração de feridas.

I. A fase inflamatória é dividida em fase aguda e subaguda. A fase subaguda pode perdurar em caso de permanência do agente causal.

II. Na fase proliferativa ocorre a formação do tecido de granulação, que é a neomatriz tecidual.

III. Na fase de remodelamento ocorre a contração da ferida por ação dos fibroblastos.

Está(ão) correta(s) a(s) afirmativa(s)
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Q1679646 Fisioterapia
Ao ser exposto a quadros patológicos, os sistemas corporais apresentam sintomas e, por consequência, comprometimentos. A atuação fisioterapêutica tem maior foco em comprometimentos dos sistemas musculoesqueléticos, neuromuscular, cardiovascular, pulmonar e tegumentar. A esse respeito, numere a COLUNA II de acordo com a COLUNA I, relacionando o comprometimento físico com seu respectivo sistema.

COLUNA I
1. Amplitude de movimento limitada por causa da restrição no tecido conjuntivo periarticular 2. Falta de cadência 3. Claudicação intermitente 4. Cicatrizes aderentes

COLUNA II
( ) Neuromuscular ( ) Tegumentar ( ) Musculoesquelético ( ) Cardiovasculares

Assinale a sequência correta.
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Q1679643 Fisioterapia
Sugere-se que, em todos os pacientes idosos hipertensos, a aferição da pressão arterial ocorra em decúbito dorsal e, em seguida, em ortostatismo.
Com relação ao teste de hipotensão postural, assinale a alternativa correta.
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Q1668591 Fisioterapia

A Incontinência Urinária (IU) é um tipo de disfunção do trato urinário inferior e pode ocorrer quando há alteração no processo fisiológico da micção ou nas estruturas envolvidas na sustentação dos órgãos responsáveis pela micção.

O tipo definido pela queixa de perda involuntária de urina antecedida pela vontade iminente de urinar e normalmente associada à bexiga hiperativa é a IU

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Q1668581 Fisioterapia

As ulcerações decorrentes de disfunções vasculares podem cursar com prejuízos importantes à saúde dos indivíduos, merecendo atenção ao seu diagnóstico e tratamento. O fisioterapeuta tem muito a contribuir para esses pacientes. Portanto, conhecer devidamente tais afecções é fundamental.


Sobre as úlceras arteriais e venosas, pode-se afirmar que

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Ano: 2018 Banca: FCC Órgão: PM-AP Prova: FCC - 2018 - PM-AP - 2º Tenente - Fisioterapeuta |
Q959265 Fisioterapia
A doença arterial periférica (DAP) causada principalmente pela aterosclerose nos membros inferiores é uma doença crônica oclusiva prevalente nos idosos. É sintoma marcante da DAP:
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Q831346 Fisioterapia
Quanto aos transtornos do controle motor, o quadro clínico que apresenta massa muscular normal, contração muscular involuntária (coreia), tônus muscular variável e controle postural anormal é compatível com 
Alternativas
Q831345 Fisioterapia
A sarcopenia nos idosos está associada a mudanças intrínsecas do tecido muscular caracterizadas por
Alternativas
Respostas
21: A
22: B
23: A
24: A
25: A
26: E
27: A
28: B
29: B
30: D
31: D
32: D
33: B
34: A
35: C
36: D
37: D
38: D
39: A
40: D