Questões Militares
Sobre semiologia (patologia, clínica geral e patologia) em fisioterapia
Foram encontradas 59 questões
I. Prevenção de contraturas e trombose venosa profunda; redução de padrão motor espástico, bipedestação e deambulação.
II. Melhora da condição cardiopulmonar e metabólica; controle de movimentos de membro superior, como a preensão manual.
III. Movimentos para vencer a ação da gravidade e estimulação de movimentos finos como escrever.
IV. Respiração artificial com estimulação do nervo frênico; esvaziamento da bexiga e fortalecimento do assoalho pélvico.
Está correto o que se afirma em
Atualmente, devido à etiologia dos TCE, a maioria dos pacientes é acometida pelo TCE fechado, em que a calota craniana não é penetrada. Nos casos de acidentes automobilísticos, nos quais ocorre o impacto brusco ou aceleração-desaceleração, geralmente acontecem danos cerebrais difusos com uma variedade de problemas comportamentais, físicos e cognitivos. Dessa forma, o papel da reabilitação é fundamental, a fim de maximizar a qualidade de vida reduzindo a incapacidade desses pacientes. Em relação à fisiopatologia do traumatismo cranioencefálico, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.
( ) Lesão cerebral focal: apresentando como resultado a contusão, laceração e hemorragia intracraniana por trauma local direto.
( ) Lesão cerebral difusa: causando lesão axonal difusa e aumento do tamanho do cérebro (edema) pelo mecanismo de aceleração/desaceleração.
( ) Resultado da lesão cerebral: definido por dois mecanismos ou estágios diferentes: lesão primária (ocorrida no momento do trauma); lesão secundária (sendo o processo patológico iniciado no momento do trauma com manifestações clínicas tardias).
A sequência está correta em
I. Acomete menores de 16 anos em, aproximadamente, 5% dos casos, e 1% antes dos 10 anos de idade, sendo que as meninas são mais afetadas que os meninos, na proporção de 2:8.
II. A EM está associada a distúrbio do sistema imunológico, que acarreta lesões das fibras mielínicas do Sistema Nervoso Central (SNC). Há perda de mielina, com infiltrado de linfócitos e alguns macrófagos na substância branca, com preservação dos axônios e destruição dos oligodendrócitos.
III. O quadro clínico apresenta episódios de surtos recorrentes, agudos ou subagudos, de disfunção neurológica que acometem distintos sistemas e estruturas do Sistema Nervoso Central (SNC). Geralmente, os principais achados são distúrbios visuais, como escotoma ou amaurose, ataxia cerebelar, vertigens, paresias ou mielopatias diversas. O intervalo entre os surtos não obedece a nenhum padrão ou periodicidade. Nos primeiros surtos, há uma remissão quase completa dos sintomas e, com o avançar do tempo, as remissões vão se tornando menos completas, instalando-se sequelas no SNC de modo progressivo. O conceito de surto é definido como sinais e sintomas que ocorrem com duração superior a 24 horas.
IV. O diagnóstico é realizado pela clínica dos pacientes; é baseado no histórico de surtos de caráter recorrente no tempo e no espaço. Após um primeiro surto, não é possível estabelecer o diagnóstico, mas crianças que apresentem papilite ou neurite retrobulbar, ataxia aguda, parestesias e mielite transversa sem associação a agente infeccioso devem ser seguidas de perto e, se possível, estender a propedêutica.
Está correto o que se afirma em
Outras causas para o AVE incluem os principais fatores de risco para a gênese da aterosclerose, a saber: hipertensão arterial, dislipidemia, diabetes mellitus, tabagismo e sedentarismo, sendo a hipertensão o mais importante fator de risco. As deficiências primárias e secundárias contribuem para a limitação funcional e incapacidade do paciente após AVE. Esses problemas se manifestam como uma perda de mobilidade no tronco e nas extremidades, padrões atípicos de movimento, estratégias compensatórias e ações involuntárias do lado afetado, acarretando a perda da independência na vida diária. As deficiências primárias são o resultado da lesão de uma área específica do cérebro. sobre as deficiências primárias em questão, analise as afirmativas a seguir.
I. Alterações na forca muscular e no tônus muscular. II. Alterações na coordenação. III. Alterações no equilíbrio, nas sensações exteroceptoras e proprioceptivas. IV. Alterações na cognição, na fala, na linguagem e nas emoções.
Está correto o que se afirma em
I. Dois terços dos pacientes têm sintomas de uma infecção prévia três semanas antes do início das manifestações clínicas da SGB. A progressão ocorre entre uma e três semanas, quando, aproximadamente, 20% dos pacientes necessitam de ventilação mecânica, 40% ficam retidos no leito; 20% andam apenas com assistência; 10% podem andar, mas não correr; e, 10% têm apenas sintomas leves. Em seguida, passam por uma fase de estabilização e melhoram lentamente. A paralisia, geralmente, começa nas extremidades inferiores e depois ascende.
II. O exame inicial mostra uma fraqueza muscular simétrica. Entretanto, diferenças mínimas entre os lados podem ser notadas. Na maioria dos pacientes, a fraqueza tem predomínio distal e, em uma pequena porcentagem dos pacientes, a musculatura proximal é mais acometida. Os reflexos tendinosos estão habitualmente reduzidos ou ausentes, eventualmente podem estar presentes no início do quadro. Paralisia de nervos cranianos pode aparecer em qualquer fase da doença. A paralisia do nervo facial é a mais comum, seguida do nervo acessório. Também relativamente frequentes são as dos nervos glossofaríngeo e vago, causando distúrbios de deglutição e risco de aspiração pulmonar.
III. Dor e/ou parestesia são sintomas bastante presentes. A dor pode ser muscular ou secundária às inflamações das raízes nervosas, comprometendo os membros inferiores, flancos e costas. A dor é mais intensa no início do quadro; tem uma melhora progressiva. Alterações da sensibilidade vibratória, posicional, dolorosa ou tátil também podem estar presentes, assim como os sinais de irritação meníngea.
IV. Em casos graves, a doença progride afetando músculos respiratórios, movimentos oculares e função autonômica. A paralisia dos músculos respiratórios pode afetar a capacidade vital levando à retenção de CO2. A presença de distúrbios autonômicos pode produzir sudorese profusa; hipertensão; hipotensão; constipação; náuseas; retenção urinária; hipotensão postural; e, arritmias cardíacas que podem ser fatais.
Está correto o que se afirma em
(RUSSEL, J. A., 2005.)
Até o momento não se conhece a causa exata para a ELA, por enquanto todas as hipóteses caminham ao redor de teorias. Hoje, a principal teoria é multifatorial, ou seja, uma exposição ambiental deletéria em indivíduos suscetíveis geneticamente levaria às lesões neuronais. Atualmente, o diagnóstico do paciente de ELA é realizado por meio do El Escorial World Federation of Neurology. Ou seja, por meio dessa classificação, podemos concluir o diagnóstico do paciente que apresenta ELA. Em relação aos critérios estabelecidos por essa tabela, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.
( ) Doença comprovada: se o paciente apresentar sinais de lesão de neurônios motores superiores e inferiores em duas regiões.
( ) Doença provável: se o paciente apresentar sinais de lesão de neurônios motores superiores e inferiores em três ou mais regiões (tórax, membros superiores, inferiores ou troncoencefálico).
( ) Doença possível: se o paciente apresentar sinais de lesão de neurônios motores superiores e inferiores em uma região, ou apresentar sinais de lesão somente de neurônios motores superiores em duas ou mais regiões, ou apresentar sinais de lesão somente de neurônios motores inferiores em duas ou mais regiões.
A sequência está correta em
( ) Crises focais: originam-se em redes neuronais limitadas a um hemisfério. O local de início é consistente, embora possa haver variabilidade caracterizando semiologias diferentes (autonômica, motora, sensitivo-sensorial, psíquica) e não comprometem necessariamente a consciência. Essas crises podem apresentar um padrão de propagação envolvendo ambos os hemisférios e se transformar em crises epilépticas bilaterais convulsivas, ou seja, aquelas que apresentam componentes tônicos, clônicos ou tônico-clônicos.
( ) Crises generalizadas: podem ser corticais ou subcorticais, nascem em um determinado local e rapidamente se propagam, envolvendo redes neurais bilaterais, podendo ser simétricas ou assimétricas. Semiologicamente, crises generalizadas são tônico-clônicas, podem ou não estar associadas a ausências (típicas, atípicas, mioclônicas), mioclonias palpebrais, mioclonias tônicas ou atônicas e a componentes tônicos, atônicos e clônicos de forma isolada.
( ) Crises neonatais: podem ser focais ou generalizadas.
A sequência está correta em
Diversos tratamentos foram propostos para a esclerose múltipla, mas nem todos se mostraram eficazes. O tratamento divide-se em curativo; profilático; sintomático; e, de reabilitação. O fisioterapeuta, como integrante de uma equipe que trabalha com o paciente com EM, necessita ser sensível aos desejos do paciente nas estratégias de trabalho para possibilitar a ele que preserve sua dignidade e seu estilo de vida. Em relação aos objetivos gerais do tratamento fisioterapêutico, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.
( ) Otimizar o desempenho nas atividades e habilidades de vida diária; maximizar a habilidade funcional; prevenir incapacidades e desvantagens desnecessárias.
( ) Melhorar a qualidade de vida do indivíduo; preservar a integridade musculoesquelética; preservar a capacidade aeróbica; minimizar a fadiga, dentro do possível.
( ) Auxiliar o paciente na conquista de objetivos e definição de expectativas; prover o auxílio necessário à vida.
A sequência está correta em
Em relação às escalas mais utilizadas em estudos clínicos para a Doença de Parkinson (DP), analise as afirmativas a seguir.
I. Escala de Hoehn & Yahr: ferramenta de classificação mais completa, pois abrange sintomas além dos motores, incluindo funcionamento mental, humor e interação social. É composta por 42 questões, divididas em quatro partes. A pontuação dessa escala varia entre 0 e 199, considerando a atividade do medicamento no paciente quando: em “on” (sob efeito do levodopa) e “off” (sem efeito do levodopa).
II. Questionário da doença de Parkinson (PDQ-39): aborda aspectos da experiência pessoal de pacientes com DP, com objetivo de avaliar a qualidade de vida; composto por 39 questões, divididas em 8 categorias. A pontuação desta escala varia entre 0 e 100.
III. Questionário de qualidade de vida na doença de Parkinson (PDQL): tem como objetivo medir a saúde física e emocional, além de refletir áreas de funções que são importantes para os portadores da DP. É um questionário com 37 itens subdivididos em quatro categorias, que são os sintomas parkinsonianos e sistêmicos, função emocional e social.
IV. Escala unificada de avaliação da doença de Parkinson (UPDRS): ferramenta de classificação simples, que oferece alguns pontos de referência para ajudar o avaliador a determinar o estágio da doença do paciente, tendo como base os sintomas motores.
Está correto o que se afirma em
I. A fase inflamatória é dividida em fase aguda e subaguda. A fase subaguda pode perdurar em caso de permanência do agente causal.
II. Na fase proliferativa ocorre a formação do tecido de granulação, que é a neomatriz tecidual.
III. Na fase de remodelamento ocorre a contração da ferida por ação dos fibroblastos.
Está(ão) correta(s) a(s) afirmativa(s)
COLUNA I
1. Amplitude de movimento limitada por causa da restrição no tecido conjuntivo periarticular 2. Falta de cadência 3. Claudicação intermitente 4. Cicatrizes aderentes
COLUNA II
( ) Neuromuscular ( ) Tegumentar ( ) Musculoesquelético ( ) Cardiovasculares
Assinale a sequência correta.
Com relação ao teste de hipotensão postural, assinale a alternativa correta.
A Incontinência Urinária (IU) é um tipo de disfunção do trato urinário inferior e pode ocorrer quando há alteração no processo fisiológico da micção ou nas estruturas envolvidas na sustentação dos órgãos responsáveis pela micção.
O tipo definido pela queixa de perda involuntária de urina antecedida pela vontade iminente de urinar e
normalmente associada à bexiga hiperativa é a IU
As ulcerações decorrentes de disfunções vasculares podem cursar com prejuízos importantes à saúde dos indivíduos, merecendo atenção ao seu diagnóstico e tratamento. O fisioterapeuta tem muito a contribuir para esses pacientes. Portanto, conhecer devidamente tais afecções é fundamental.
Sobre as úlceras arteriais e venosas, pode-se afirmar que