Questões Militares
Comentadas sobre assessoria de imprensa no jornalismo em jornalismo
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I. ao realizar uma reportagem sobre o aborto,o repórter pode não entrevistar um defensor desta prática,com base no Artigo 13 do Código de Ética, que lhe concede o direito de recusar a realizar tarefas "que agridam as suas convicções.
II. trabalhando na assessoria de comunicação de uma organização,o jornalista que acumular funções deve ser remunerado pelas duas e, em caso de estar na coordenação, não poderá obrigar um colega a esta prática sem a dupla remuneração.
Ill. ao realizar uma reportagem investigativa, o jornalista se depara com uma fonte que possui informações de grande significação e repercussão e não quer ser exposta. Neste caso, é dever do jornalista preservar a identidade do autor dessas informações.
IV. com base em seu Código de Ética, o jornalista acusado por uma das fontes de que a informação não procede, não pode ser considerado responsável por este fato, visto que o texto sofreu alterações por parte do editor. Portanto, o editor passa a ser o responsável.
São práticas eticamente corretas aos profissionais de jornalismo somente
( ) Uma assessoria de imprensa e uma agência de publicidade são responsáveis pela comunicação institucional de um produto ou organização.
( ) A publicidade trabalha com a promoção de serviços e produtos, mas sua divulgação é sempre paga.
( ) A assessoria de imprensa trabalha com material redacional, que não é pago, podendo ser veiculado ou não.
( ) Tanto assessoria de imprensa quanto publicidade trabalham com marketing e comunicação, encarados como processos sistemáticos e contínuos.
( ) Tanto a assessoria de imprensa quanto a publicidade objetivam incrementar vendas, favorecendo o desenvolvimento dos negócios.
Por mais sólida e moderna que seja nenhuma empresa está imune aos momentos de crise. As ocorrências negativas fazem parte da dinâmica das organizações. Podem surgir tanto em consequência de catástrofes, de acidentes involuntários ou de erros humanos ou das más gestões. Muitas vezes, dependendo da situação, dos fatos, uma organização pode se tornar alvo da mídia. Pode ser uma greve, que reivindica melhores salários e condições de trabalho e que interrompe serviços, ou um acidente que resulta na morte de um ou mais funcionários, por exemplo. A empresa, os serviços que presta e o que acontece no dia-a-dia dos trabalhadores passarão a ser temas de pautas jornalísticas. Duarte (2003) afirma que é preciso considerar que os meios de comunicação são elementos chave nos conflitos de poder. Então, segundo este autor, nos momentos de crise, que atitudes devem ser tomadas?
I. É preciso decisão estratégica de como comunicar durante e depois da crise. Saber conduzir este processo constitui basicamente o êxito ou o fracasso na condução de uma crise. É fundamental esclarecer o seu público.
II. Tem que ser ágil, publicar nota paga nos jornais e emissoras de rádio e TV, tentar “abafar”, omitir o acontecido ou ainda evitar qualquer aparição ou declaração à imprensa, para que não haja maior exposição.
III. A imprensa acompanha os desdobramentos dos fatos. Então, basta que a empresa seja extremamente competente para solucionar os transtornos de um acidente. Não existe a necessidade de se explicar ao público.
IV. É preciso agir rapidamente. Hoje com a facilidade de acesso aos meios de informação, o noticiário na TV, no rádio e na internet é instantâneo. Quase no mesmo instante em que o fato ocorre, torna-se público.
“Diversos autores tem se dedicado a estudar a atuação das assessorias de imprensa, a relevância para o mercado e a condição ética do trabalho exercido por jornalistas fora das redações”. Com base nas ideias defendidas por Duarte (2003), informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) o se afirma abaixo e, em seguida, assinale a alternativa correta.
( ) O jornalista tem o compromisso ético de apreender a verdade factual, tomando-a como um bem social, e ser um crítico observador da realidade. O fato de trabalhar numa empresa não jornalística “não implica numa adesão a uma única versão dos fatos, mas sim na especialização dos assuntos pertinentes à instituição assessorada”.
( ) O jornalista, por ter se preparado para atuar em veículos de comunicação, pode enfrentar constrangimentos e dilema como assessor. De um lado, a ligação com o marketing e demandas por visibilidade, e por outro, a responsabilidade como comunicador, a ligação com a prática jornalística que defende o direito do público à informação e à verdade.
( ) A experiência dos assessores em redações e nos princípios éticos e técnicos do jornalismo não ajuda a estabelecer padrões de comportamento esperados de ambos os lados, com enfoque no interesse público.
( ) Não pode, o assessor de comunicação ou imprensa, sugerir abordagens, fatos, eventos ou mesmo produzi-los para que possam ocupar espaço na mídia.
Qual o papel do jornalista em uma assessoria de comunicação? Conforme Lage (2001), em que ele se distingue dos colegas que atuam com o marketing ou a publicidade, também envolvidos na construção de uma imagem positiva da instituição?
I. O jornalista na assessoria assim como nas redações, é um intermediário. Está onde o leitor, ouvinte ou espectador não podem estar.
II. Deve desempenhar a tarefa de comunicador com inteligência, o que significa gerir conflitos de interesses que sempre cercam a administração das informações.
III. Assessores de imprensa são jornalistas mas devem pensar e agir como gerentes ou profissionais de marketing.
IV. Numa assessoria, deve valorizar a informação e torná-la instrumento de esclarecimento e avanço da sociedade.
A preocupação cada vez maior por parte das organizações ou instituições em melhorar a imagem perante o público fez crescer o número de assessorias de imprensa, de departamentos de comunicação e a atuação de jornalistas fora das redações. De acordo com Duarte (2003), é possível afirmar que
I. a presença de jornalistas oriundos da imprensa contribuiu para “maior profissionalização dessas atividades e melhor entrosamento entre as empresas e os grandes jornais”.
II. a boa atuação de uma assessoria aumenta a visibilidade pública da organização, mas não traz efeitos mercadológicos ou políticos.
III. assessores tornaram-se efetivo posto de apoio de repórteres e editores ao agirem como intermediários qualificados, estabelecendo aproximação eficiente entre fontes de informação e imprensa.
IV. hoje não existem mais fontes que relutam em acreditar no assessor de imprensa e já não desconhecem mais o seu papel e suas possibilidades de ação.
Se uma das funções da assessoria de imprensa é trabalhar no sentido de promover a boa imagem de uma empresa ou instituição, podemos afirmar que faz parte do papel da AI.
I. Criar, implementar e desenvolver produtos jornalísticos considerados estratégicos e necessários para alcançar os objetivos da política de comunicação da empresa.
II. Manter um relacionamento proativo com a imprensa, oferecendo informações sobre a empresa julgadas pertinentes e de caráter de informação e utilidade públicas.
III. Não apenas acompanhar os acontecimentos regionais e nacionais, mas também participar da cobertura dos acontecimentos de interesse social.
IV. Procurar interferir na cobertura dos veículos de comunicação a fim de garantir espaço para publicação de assuntos de interesse dos assessorados.
A partir do início da década de 80, com um mercado de consumo consolidado, o fim do regime militar e o ressurgimento da democracia, o movimento sindical, a liberdade de imprensa e uma maior exigência quanto aos direitos sociais e dos consumidores, é possivel afirmar que
I. empresas e instituições passam a sentir uma necessidade de comunicação com a sociedade e seus diversos segmentos e a imprensa é identificada como um grande instrumento para informar e obter uma imagem positiva.
II. organizações passam a buscar profissionais para estabelecer ligações com a imprensa e para produzir instrumentos de comunicação como boletins, jornais, revistas, vídeos e rádios internas.
III. a comunicação deixa de ser “perfumaria” para as organizações, ganhando as entranhas da administração pública e privada e extrapolando os limites dos tradicionais ‘jornaizinhos’ internos para assumir o status de um complexo vinculado à estratégia negocial.
IV. além de uma alternativa ao desemprego, muitos profissionais optaram pelas assessorias devido às condições de trabalho – horário fixo, menor estresse e maior salário.
No Brasil, as atividades de relações públicas se desenvolveram a partir de 1964. Com as RPs surgiu a prática de assessoria de imprensa que, tanto no meio público quanto no privado, atraiu muitos jornalistas. Desvinculada da Administração e inserida, como carreira e área de estudo, nos cursos de Comunicação, a atuação das assessorias passou a ter grande desenvolvimento. Com isso, é possível afirmar que
I. foi um processo estimulado pela estratégia de propaganda do governo militar.
II. a Assessoria Especial de Relações Públicas da Presidência da República (Aerp) tornou-se modelo para governos estaduais e municipais, assim como para empresas de grande porte e as estatais.
III. passado o regime militar, somente nos anos 80, jornalistas passam a atuar como assessores de imprensa dentro dos departamentos de relações públicas.
IV. a prática de assessoria de imprensa, já consolidada no espaço político, passa a ganhar espaço nas organizações privadas. Uma das assessorias pioneiras foi o Setor de Imprensa da Volkswagem do Brasil que tornou-se fonte de consulta de jornalistas das grandes redações do país.
Quando surgiu o trabalho de Assessoria de Comunicação, nos Estados Unidos, foi criada uma declaração de princípios. Um documento histórico, que estabeleceu um pequeno conjunto de regras ético-morais em favor da confiabilidade. Analise as assertivas e assinale a alternativa que aponta as corretas.
I. Nosso assunto é exato. Qualquer diretor de jornal interessado na verificação direta de qualquer declaração de fato, será auxiliado com prazer.
II. O objetivo é divulgar, com absoluta franqueza, à imprensa e ao público, informações de interesses corporativos.
III. Não é um serviço secreto, mas a divulgação de notícias.
IV. Se acharem que fica melhor, nosso assunto pode ser publicado na seção comercial.
Com base na definição de cada expressão utilizada diariamente pelas assessorias de comunicação, relacione as colunas e, em seguida, assinale a sequência correta.
A. Mailing-list
B. Press-kit
C. Release
D. House-organ
E. Check-list
( ) Relação completa e detalhada de providências que devem ser tomadas periodicamente para o acompanhamento das atividades do cliente.
( ) Veículo impresso ou eletrônico, dirigido para públicos definidos (interno ou externo) que tem acesso a ele gratuitamente.
( ) Relação de todas as informações possíveis sobre os veículos de comunicação que interessam a uma assessoria e aos seus clientes. Contém dados como endereço, telefone, nome de repórteres, pauteiros, editores e e-mail.
( ) Conjunto de textos, fotos, cópias de documentos e outros materiais para a divulgação de determinadas atividades do cliente. É elaborado para auxiliar o trabalho de repórteres e pauteiros.
( ) Material de divulgação produzido pela assessoria, redigido na forma jornalística, embora não tenha a finalidade de ser usado como um texto pronto pela imprensa. Tem como objetivo sugerir assuntos ou estimular a investigação.
Preencha as lacunas abaixo e, em seguida, assinale a alternativa correta.
As instituições tem utilizado cada vez mais os serviços das assessorias de comunicação, na tentativa de aprimorar o fluxo de informações com seu público interno e externo. O objetivo é estabelecer políticas e estratégias que englobam iniciativas nas áreas de ________________, ______________ e _______________________.