Questões do Enem
Para ciências sociais
Foram encontradas 187 questões
Resolva questões gratuitamente!
Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!
Macedônia do Norte
Acordo entra em vigor e país muda oficialmente de nome
Entrou em vigor, em 2019, o acordo que determina a mudança de nome da Macedônia para Macedônia do Norte. A troca põe fim — ao menos por enquanto — no impasse entre essa antiga república da Iugoslávia e a vizinha Grécia. O governo grego se opunha ao uso do nome Macedônia pelo novo país vizinho porque a Grécia tem uma província no norte com o mesmo nome. Por causa desse impasse, a Grécia bloqueou as negociações de adesão de seu vizinho à União Europeia. Depois de negociações, as duas partes chegaram a um acordo.
Disponível em: https://g1.globo.com. Acesso em: 7 nov. 2021 (adaptado).
Para o país originado da antiga Iugoslávia, a mudança de nome é uma estratégia política para
SANTOS, L. B. Mapeamento de trancistas afro do estado do Rio de Janeiro. Disponível em: www.geledes.org.br. Acesso em: 5 out. 2021 (adaptado).
O texto destaca que a atividade de trançar os cabelos no Brasil é uma
As primeiras filas de assentos nos ônibus eram reservadas para os passageiros brancos. Por lei, os negros tinham que ocupar os lugares de trás nos transportes coletivos.
Disponível em: http://radioagencianacional.ebc.com.br. Acesso em: 7 dez. 2017.
Esse ato individual ganhou repercussão nacional e colaborou decisivamente para
Círio de Nazaré. Disponível em: http://portal.iphan.gov.br. Acesso em: 16 nov. 2021 (adaptado).
A reapropriação simbólica da corda apresentada no texto mostra como a festividade está marcada pela
Por meio de diferentes movimentos sociais, pode-se romper as homogeneidades aparentes (por exemplo, a instituição, a comunidade ou o grupo social) e revelar os conflitos que presidiram a formação e a edificação das práticas culturais: penso nas inércias e na ineficácia normativas, mas também nas incoerências que existem entre as diferentes normas, e na maneira pela qual os indivíduos, “façam” eles ou não a história, moldam e modificam as relações de poder.
LORIGA, S. A biografia como problema. In: REVEL, J. Jogos de escalas. A experiência da microanálise. Rio de Janeiro: FGV, 1998 (adaptado).
TEXTO II
Não adianta olhar pro céu com muita fé e pouca luta Levanta aí que você tem muito protesto pra fazer e muita greve Você pode e você deve, pode crer Não adianta olhar pro chão, virar a cara pra não ver Se liga aí que te botaram numa cruz e só porque Jesus sofreu Num quer dizer que você tenha que sofrer Até quando você vai ficar usando rédea Rindo da própria tragédia? Até quando você vai ficar usando rédea Pobre, rico ou classe média?
GABRIEL, O PENSADOR. Até quando? In: Seja você mesmo (mas não seja sempre o mesmo). Rio de Janeiro: Sony Music, 2001 (fragmento).
O Texto II enfatiza a seguinte ideia expressa no Texto I:
FONTES, V. Capitalismo em tempo de uberização: do emprego ao trabalho. Marx e Marxismo, n. 8, 2017 (adaptado).
De acordo com o texto, o efeito da relação entre trabalho e tecnologia sobre a realidade social é o(a)
BODART, C. N.; FIGUEIREDO, C. A. S. Ciência política para o ensino médio. Maceió: Café com Sociologia, 2021 (adaptado).
Em sua origem, o conceito descrito no texto era associado ao seguinte grupo social:
PERROT, M. Os excluídos da história: operários, mulheres e prisioneiros. São Paulo: Paz e Terra, 1992 (adaptado).
A condição social, discutida no texto, demonstra que a ordem burguesa tinha como pressuposto a
CARNEIRO, I. L. B. A Antropologia Filosófica: a educação como elemento fundante do ser humano. Salvador: Faculdade Baiana de Direito, 2010 (adaptado).
Ao produzir uma leitura sobre os meios de comunicação, o texto apresenta quais características da realidade criticada?
POLI NETO, P.; CAPONI, S. N. C. A medicalização da beleza. Interface, n. 23, 2007.
O texto evidencia uma questão própria da sociedade contemporânea ao estabelecer uma relação entre a medicalização para a beleza e a
ADORNO, T. W. Educação e emancipação. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2006 (adaptado).
Ao refletir sobre a crise civilizatória vivida com a Segunda Guerra Mundial, o autor aponta como uma das condições de possibilidade da barbarização o(a)
Fazendeiro branco, escravo negro: a imagem icônica produz a ilusão de que a escravidão moderna foi um sistema de dominação racial. De fato, porém, foi um sistema econômico. A escravidão acompanhou a humanidade durante milênios. Nas mais diferentes sociedades, inclusive na África, gente de todas as cores escravizou gente de todas as cores. O capitalismo mercantil acelerou a produção e o comércio de incontáveis mercadorias — e, também, de escravos. Na sua moldura, o tráfico atlântico forneceu africanos escravizados para as Américas.
MAGNOLI, D. Uma ilusão de cor. Disponível em: www1.folha.uol.com.br. Acesso em: 9 nov. 2021 (adaptado).
TEXTO II
O que nasceu primeiro, a escravidão ou o racismo? O tema é complexo, mas há consenso de que o racismo estrutural na Afro-América é consequência da escravidão atlântica. No Brasil, o racismo foi inscrito na própria linguagem, que definia o comércio de escravizados como tráfico “negreiro” e qualificava a maioria de livres não brancos como pessoas “de cor”. Existiam como sujeitos racializados mesmo quando conseguiam ter acesso a algum capital econômico e simbólico para lutar contra o racismo, até mesmo quando se tornavam senhores (ou senhoras) de escravos.
MATTOS, H. O negacionismo como erudição. Disponível em: www1.folha.uol.com.br. Acesso em: 9 nov. 2021 (adaptado).
No Texto II, o posicionamento crítico ao argumento presente no Texto I sobre a relação entre escravidão africana e racismo na América colonial baseia-se no seguinte aspecto:
ARIONAURO. Disponível em: www.arionaurocartuns.com.br. Acesso em: 10 out. 2019.
O direito social do cidadão representado na charge demanda a adoção de qual medida?
GOMES, P. C. C. Espaço público, espaços públicos. Geographia, n. 44, set.-dez. 2018 (adaptado).
As características descritas no texto exibem a importância dos espaços públicos para a
SANTOS, P. Histórias soterradas. Curinga, n. 19, nov. 2016 (adaptado).
Conforme o texto, o evento gerou o seguinte impacto na relação entre as pessoas e o seu espaço vivido:
PAULA SOUZA, G. H.; VIEIRA, F. B. Centro de saúde “eixo” de organização sanitária. Boletim do Instituto de Higiene de São Paulo, n. 59 (adaptado).
O texto dos sanitaristas atuantes nas décadas de 1920 e 1930 veicula uma mensagem caracterizada pela
Num apagamento histórico Me perguntam como eu cheguei aqui A verdade é que eu sempre estive O lugar onde vivo me apaga e me incrimina Me cala e me torna invisível
GUAJAJARA, K. Território ancestral. In: Hapohu. S.l.: Sakkara, 2019 (fragmento).
TEXTO II
A historiografia ocidental estudou a colonização da América apenas do ponto de vista dos europeus, que deixaram testemunhos escritos presentes na documentação da época, sobretudo nas crônicas de viagens. A visão baseada na oralidade, em línguas desconhecidas pelo europeu, não foi incorporada sistematicamente ao estudo dos povos indígenas, considerados “povos sem história”.
SILVA, A. P. Memória oral e patrimônio indígena no Brasil nas crônicas do século XVI. Anpuh: XXV Simpósio Nacional de História – Fortaleza, 2009 (adaptado).
O Texto I aproxima-se do Texto II ao elaborar uma crítica à produção historiográfica ocidental em sua abordagem pautada em
MACEDO, J. R. Antigas civilizações africanas: historiografia e evidências documentais. In: MACEDO, J. R. (Org.). Desvendando a história da África. Porto Alegre: UFRGS, 2008 (adaptado).
Com vista ao conhecimento da história das civilizações africanas, o texto corrobora a importância de