Pesquisas na área de neurobiologia confirmam que a prática
meditativa é responsável por diminuir consideravelmente
a frequência respiratória para praticantes avançados, que,
após iniciarem a meditação, têm suas frequências respiratórias
reduzidas até se estabilizarem em um nível mais baixo. O gráfico
apresenta a relação da frequência respiratória, em incursões de
respirações por minuto (rpm), em relação ao tempo, em minuto,
de um praticante avançado, em que (f1) representa a frequência
no instante t1, no qual se inicia a prática meditativa; e (f2), a
frequência no instante t2, a partir do qual esta se estabiliza
durante a meditação.