Questões de Vestibular
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Os sólidos covalentes são formados por redes de ligações covalentes que podem assumir uma estrutura em camadas ou tetraédrica.
As ligações covalentes são formadas
Abaixo, o quadro mostra o número de garrafas de três sabores diferentes de suco vendidos em três dias consecutivos numa determinada padaria e o total recebido pela venda desses produtos em cada um desses dias.

Sendo L o preço da garrafa do suco de laranja, M o da garrafa de suco de manga e P o
preço da garrafa de suco de pêssego e sabendo-se que esses preços foram os mesmos nos
três dias, um sistema que permite encontrar os valores de L, M e P é
Observe a reprodução de 4 diferentes textos.

Esses gêneros textuais, segundo a ordem numérica acima, podem ser encontrados nos
seguintes suportes:
Considere a concordância nas seguintes frases:
I. A moça usava uma saia verde-clara.
II. Muito-obrigada, disse ela, meia confusa.
III. Eles mesmo foram enganados pela espertinha.
IV. Fomos nós quem pintamos a casa, mas fui quem pintou o muro.
São corretas apenas as frases:
UM CÃO, APENAS
Subidos, de ânimo leve e descansado passo, os quarenta degraus do jardim — plantas em flor, de cada lado; borboletas incertas; salpicos de luz no granito —, eis-me no patamar. E a meus pés, no áspero capacho de coco, à frescura da cal do pórtico, um cãozinho triste interrompe o seu sono, levanta a cabeça e fita-me. É um triste cãozinho doente, com todo o corpo ferido; gastas, as mechas brancas do pêlo; o olhar dorido e profundo, com esse lustro de lágrima que há nos olhos das pessoas muito idosas. Com um grande esforço acaba de levantar-se. Eu não lhe digo nada; não faço nenhum gesto. Envergonha-me haver interrompido o seu sono. Se ele estava feliz ali, eu não devia ter chegado. Já que lhe faltavam tantas coisas, que ao menos dormisse: também os animais devem esquecer, enquanto dormem... Ele, porém, levantava-se e olhava-me. Levantava-se com a dificuldade dos enfermos graves: acomodando as patas da frente, o resto do corpo, sempre com os olhos em mim, como à espera de uma palavra ou de um gesto. Mas eu não o queria vexar nem oprimir. Gostaria de ocupar-me dele: chamar alguém, pedir-lhe que o examinasse, que receitasse, encaminhá-lo para um tratamento... Mas tudo é longe, meu Deus, tudo é tão longe. E era preciso passar. E ele estava na minha frente inábil, como envergonhado de se achar tão sujo e doente, com o envelhecido olhar numa espécie de súplica. Até o fim da vida guardarei seu olhar no meu coração. Até o fim da vida sentirei esta humana infelicidade de nem sempre poder socorrer, neste complexo mundo dos homens. Então, o triste cãozinho reuniu todas as suas forças, atravessou o patamar, sem nenhuma dúvida sobre o caminho, como se fosse um visitante habitual, e começou a descer as escadas e as suas rampas, com as plantas em flor de cada lado, as borboletas incertas, salpicos de luz no granito, até o limiar da entrada. Passou por entre as grades do portão, prosseguiu para o lado esquerdo, desapareceu. Ele ia descendo como um velhinho andrajoso, esfarrapado, de cabeça baixa, sem firmeza e sem destino. Era, no entanto, uma forma de vida. Uma criatura deste mundo de criaturas inumeráveis. Esteve ao meu alcance; talvez tivesse fome e sede: e eu nada fiz por ele; ameio, apenas, com uma caridade inútil, sem qualquer expressão concreta. Deixei-o partir, assim humilhado, e tão digno, no entanto: como alguém que respeitosamente pede desculpas de ter ocupado um lugar que não era seu. Depois pensei que todos nós somos, um dia, esse cãozinho triste, à sombra de uma porta. E há o dono da casa, e a escada que descemos, e a dignidade final da solidão.
(Cecília Meireles. Janela mágica. São Paulo: Moderna, 1988.)
Entre as palavras e expressões destacadas no texto, estão listadas abaixo aquelas que se referem ao cãozinho:
I. “Eu não lhe digo nada (...)”.
II. “Deixei-o partir, assim humilhado (...)”
III. “(...) um cãozinho triste interrompe seu sono (...)”.
IV. “Até o fim da vida sentirei esta humana infelicidade (...)”.
V. “Gostaria de ocupar-me dele: chamar alguém, pedir-lhe que o examinasse (...)”.
Os trechos em que as expressões negritadas referem-se apenas ao cãozinho são

Nessa tirinha, o contexto retratado tem a intenção de evidenciar que
Apaga o fogo, Mané
(Adoniran Barbosa)
Inês saiu dizendo
que ia comprar um pavio
pro lampião
Anoiteceu e ela não voltou
Fui pra rua feito louco
Pra saber o que aconteceu
Procurei na Central
Procurei no Hospital e no xadrez
Andei a cidade inteira
E não encontrei Inês
Voltei pra casa triste demais
O que Inês me fez não se faz
E no chão bem perto do fogão
encontrei um papel
escrito assim:
“Pode apagar o fogo, Mané, que eu não volto mais”.
(http://goo.gl/BYWps. Acesso: 24/12/2012. Adaptado.)
Tendo-se em vista a linguagem usada, o bilhete reproduzido no texto está inserido em
A imagem apresenta um mapa de Petrus Bertius de 1616.

A imagem representa o imaginário europeu sobre o continente
Segundo Angela de Castro Gomes, “JK foi quem melhor soube mobilizar a esperança como recurso do poder, combinando o desenvolvimento econômico para a democracia política na história do Brasil e na memória popular”.
(SCHMIDT, M. F. Nova História Crítica. S. P: Editora Nova Geração, 2007, p. 641.)
Juscelino Kubitschek, em sua campanha à presidência da República, usou um discurso baseado no lema “50 anos em 5”, ou seja, cinquenta anos de progresso em cinco de governo. Para tanto, JK estabeleceu um Plano de Metas, baseado nos estudos realizados pela Comissão Econômica para a América Latina – CEPAL –, direcionado para os setores de energia, transporte, alimentação, indústria de base e educação. Priorizando os investimentos para modernizar o país, o governo de JK assumiu uma parceria do capital nacional com o capital estrangeiro, mudando, dessa forma, os rumos dos investimentos estatais, antes concentrados no setor de bens de capital, para o de bens de consumo duráveis, em particular a indústria automobilística e a eletrodoméstica. O governo de Juscelino foi apelidado de
Fragmento de texto sobre a escravidão no Brasil.
A cada parcela quitada, o escravo coartado recebia um recibo que se mostrava particularmente útil principalmente no caso de falecimento do proprietário, quando então o libertando se via obrigado a comprovar que havia pagado regularmente os valores estabelecidos para sua coartação.
(GONÇALVES, A. As margens da liberdade: Estudo sobre a prática de alforrias em Minas colonial e provincial. Belo Horizonte: Fino Traço, 2011. p. 228. Adaptado.)
Identifica-se no texto que os escravos no Brasil poderiam
As ações de revitalização do centro de Belo Horizonte mudaram o cenário da região, que já convivia há alguns anos com imóveis vazios e com a atuação dos vendedores ambulantes. O centro voltou a ser atrativo, tanto para o comerciante, quanto para o consumidor, graças aos investimentos feitos na melhoria da região.
(http://goo.gl/36kCn. Acesso: 25/07/2012. Adaptado.)
Projetos de revitalização, como o de Belo Horizonte, mostram que a cidade é alvo de políticas urbanas que visam
Quem anda pelas ruas de Mumbai, a capital econômica da Índia, não imagina que, por trás de tanta miséria, caos social e analfabetismo extremo, exista tanta tecnologia de ponta e coleções de Prêmio Nobel. A sede do IV Fórum Social Mundial foi, por si só, uma aula sobre os contrastes sociais do mundo moderno.
Lixo na rua, trânsito caótico, ausência de saneamento básico, desemprego em alta, enorme déficit habitacional, mais de 300 milhões de analfabetos... E ao mesmo tempo, como podem ter tecnologia de ponta em softwares, pesquisas avançadas na área de saúde, uma elite científica.
(Disponível em: http://www.confea.org.br/revista/materias/edicao_17/materia_11/materia.asp. Acesso em: 05/05/2007. Adaptado.)
Milton Santos, importante geógrafo brasileiro, dizia que um conjunto de técnicas baseadas na ciência e uma determinada forma política de utilizar essas técnicas resultam na globalização perversa. É característica da indústria de alta tecnologia e contradição na vida social da Índia:
Em Franca, emprego em alta nos calçados
Na contramão de outras cidades que têm no calçado o principal eixo da economia, Franca (SP) viu crescer o número de empregos em 2012. Os dados revelam que o Rio Grande do Sul teve um decréscimo de 4,8%, enquanto o Ceará apresentou declínio de 2% e a Bahia de 10,5%. Em Franca o crescimento do nível de emprego gira na ordem de 4%. Empresários do setor garantem que se não fossem as vendas internas seria impossível aumentar os empregos, já que as exportações caíram 15% em setembro de 2012. O presidente do Sindicato da Indústria de Calçados de Franca diz que a alta do imposto de importação dos sapatos chineses ajudou um pouco a indústria nacional, mas que é preciso mais. A alegação é que os países asiáticos estariam enviando partes dos sapatos para montagem no Brasil, livrando-se da alíquota de importação para o sapato completo.
Para lidar com a concorrência das importações asiáticas, a indústria brasileira de calçados
tem empreendido ações com o objetivo de
Projeções de Crescimento do Produto Interno Bruto - PIB ( 2025 – 2050)

É conhecido como Bric o conjunto de países que, nas próximas décadas, deverá ter Produto Interno Bruto – PIB superior à maioria dos que hoje são líderes mundiais.
Esses países são o Brasil,