Questões de Vestibular
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Observe o plano cartesiano, no qual estão representadas as funções f e g:

O ponto P de interseção entre os gráficos dessas funções possui abscissa w, cujo valor é:

As medidas das áreas revestidas pelos azulejos ABCD, DEFG e FHIJ, em cm2 , são, respectivamente, 93, 157 e X.
O lado, em centímetros, do azulejo de menor área é igual a:

O volume do prisma, em m3 , é igual a:
X = 3 x 52 x 2y W = 120 Z = 48
Sabendo que o máximo divisor comum de X, W e Z é 24, o valor de y é:
A sequência (an ) = (0, 0, 5, 5, 0, ...), em que n ∈ IN, é definida por:

A soma dos 100 primeiros elementos da sequência (an) é igual a:
Besides these, another result of hustle culture is the one below:
The author presents a series of questions in the first paragraph.
These questions are used with the following purpose:
A QUESTÃO REFERE-SE AO ROMANCE O MEU AMIGO PINTOR, DE LYGIA BOJUNGA (Rio de Janeiro: Casa Lygia Bojunga, 2015).
Com base no trecho citado, essa concepção pode ser resumida na seguinte premissa geral:
A QUESTÃO REFERE-SE AO ROMANCE O MEU AMIGO PINTOR, DE LYGIA BOJUNGA (Rio de Janeiro: Casa Lygia Bojunga, 2015).
A QUESTÃO REFERE-SE AO ROMANCE O MEU AMIGO PINTOR, DE LYGIA BOJUNGA (Rio de Janeiro: Casa Lygia Bojunga, 2015).
A QUESTÃO REFERE-SE AO ROMANCE O MEU AMIGO PINTOR, DE LYGIA BOJUNGA (Rio de Janeiro: Casa Lygia Bojunga, 2015).
A QUESTÃO REFERE-SE AO ROMANCE O MEU AMIGO PINTOR, DE LYGIA BOJUNGA (Rio de Janeiro: Casa Lygia Bojunga, 2015).
A QUESTÃO REFERE-SE AO ROMANCE O MEU AMIGO PINTOR, DE LYGIA BOJUNGA (Rio de Janeiro: Casa Lygia Bojunga, 2015).
(...)
– Será que ele achava que ia ser preso de novo? – a minha mãe perguntou. (p. 28-30)
A primeira versão de O Meu Amigo Pintor foi publicada logo após o fim da ditadura militar (1964-1985) no Brasil.
Considerando esse período da história, o trecho destacado acima e o conjunto da narrativa, pode-se especular que o suicídio do pintor teria como causa:
A QUESTÃO REFERE-SE AO ROMANCE O MEU AMIGO PINTOR, DE LYGIA BOJUNGA (Rio de Janeiro: Casa Lygia Bojunga, 2015).
Uma das características da escrita de Lygia Bojunga é a criação de palavras, como as sublinhadas acima.
No trecho, o segmento adicionado à palavra cochichão para formar cochichãozando indica noção de:
A QUESTÃO REFERE-SE AO ROMANCE O MEU AMIGO PINTOR, DE LYGIA BOJUNGA (Rio de Janeiro: Casa Lygia Bojunga, 2015).
Tipo do cara que não saca nada de arte, não é? (p. 28) No trecho, o narrador critica uma fala do síndico sobre a arte. A afirmação que reforça a crítica do narrador está presente em:
A QUESTÃO REFERE-SE AO ROMANCE O MEU AMIGO PINTOR, DE LYGIA BOJUNGA (Rio de Janeiro: Casa Lygia Bojunga, 2015).
Levei um susto tão grande que a fala nem saiu logo. Ela disse:
– Ele se matou. E diz que quem se mata vai pro inferno.
(...)
Empurrei o diabo da garota longe e vim m’embora. (p. 21-23)
A passagem acima indica certa compreensão do suicídio, associada a algumas crenças. Em relação a tal compreensão, a alternância entre as palavras “inferno” e “diabo” nas falas dos personagens sugere uma crítica.
Essa crítica se constrói por meio da seguinte figura de linguagem:
A QUESTÃO REFERE-SE AO ROMANCE O MEU AMIGO PINTOR, DE LYGIA BOJUNGA (Rio de Janeiro: Casa Lygia Bojunga, 2015).
O trecho em destaque assume, no contexto, valor de:

