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Ano: 2016 Banca: INEP Órgão: IF Sul Rio-Grandense Prova: INEP - 2016 - IF Sul Rio-Grandense - Vestibular - Integrado |
Q1378873 História
.As extensas florestas de cedro na região serviram como fonte de matéria-prima para a construção de navios, o que fez os fenícios se tornarem especialistas na construção naval. O comércio marítimo possibilitou ainda a colonização de vários locais no mar Mediterrâneo. A organização da civilização fenícia em cidades autônomas e independentes foi uma característica que a distinguiu dos demais povos da região, que formaram grandes impérios.
Disponível em: http://mundoeducacao.bol.uol.com.br/historiageral/civilizacao-fenicia.htm. Acesso em: 21 jul. 2016.

Uma das principais cidades fundadas pelos fenícios foi
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Ano: 2016 Banca: INEP Órgão: IF Sul Rio-Grandense Prova: INEP - 2016 - IF Sul Rio-Grandense - Vestibular - Integrado |
Q1378872 História
Além das pirâmides, no Antigo Império, os Egípcios desenvolveram sua escrita. Eram os chamados Hieróglifos, escritos da esquerda para a direita, com desenhos que remetiam a objetos do cotidiano. Esses símbolos representavam sons específicos. Com o passar do tempo, para agilizar e facilitar a comunicação, os hieróglifos foram substituídos por uma escrita mais simples, o Hierático. Posteriormente, ainda outra escrita mais simples foi desenvolvida, o demótico.

Disponível em: <http://www.paginadahistoria.com.br/exibe_historia_geral/56/3.-egito.html/>. Acesso em: 20 jul. 2016.

A descoberta dos franceses, em 1799, fundamental para se desvendar a escrita egípcia, foi a
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Ano: 2016 Banca: INEP Órgão: IF Sul Rio-Grandense Prova: INEP - 2016 - IF Sul Rio-Grandense - Vestibular - Integrado |
Q1378871 História
Esta revolução ocorreu há cerca de 9 mil anos, quando o homem deixou de ser nômade para ser sedentário. Nesse período, surgiu o sedentarismo humano, o qual está diretamente relacionado à formação das primeiras comunidades, que deram origem às primeiras civilizações nos séculos posteriores. Como tal revolução ocorreu é um grande mistério, entretanto, sabe-se que não se deu de maneira uniforme.

Trata-se da Revolução
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Ano: 2016 Banca: INEP Órgão: IF Sul Rio-Grandense Prova: INEP - 2016 - IF Sul Rio-Grandense - Vestibular - Integrado |
Q1378862 Matemática
As medidas do comprimento e da altura (em metros) do outdoor retangular, representado na figura abaixo, são exatamente as soluções da equação x² - 10x + 21 = 0 .

Imagem associada para resolução da questão


Dessa forma, é correto afirmar que a área desse outdoor é
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Ano: 2016 Banca: INEP Órgão: IF Sul Rio-Grandense Prova: INEP - 2016 - IF Sul Rio-Grandense - Vestibular - Integrado |
Q1378860 Português
ACHADO NÃO É ROUBADO

Fabrício Carpinejar


        Não ganhava mesada, nem ajuda de custo na infância. Eu me virava como dava. Recebia casa, comida e roupa lavada e não havia como miar, latir e __________________ mais nada aos pais, só agradecer.
        As minhas fontes de renda eram praticamente duas: procurar dinheiro nas bolsas vazias da mãe, torcendo para que deixasse alguma nota na pressa da troca dos acessórios, ou catar moedas nas ruas e nos bueiros.
         A modalidade de caça a dinheiro perdido exigia disciplina e profissionalismo. Saía de casa pelas 13h e caminhava por duas horas, com a cabeça apontada ao meio-fio como pedra em estilingue. Varria a poeira com os pés e cortava o mato com canivete. Fui voluntário remoto do Departamento Municipal de Limpeza Urbana.
         Gastava o meu Kichute em vinte quadras, do bairro Petrópolis ao centro. Voltava quando atingia a entrada do viaduto da Conceição e reiniciava a minha arqueologia monetária no outro lado da rua.         Levava um saquinho para colher as moedas. Cada tarde rendia o equivalente a três reais. Encontrar correntinhas, colares e __________________ salvava o dia. Poderia revender no mercado paralelo da escola. As meninas pagavam em jujubas, bolo inglês e guaraná.
         Já o bueiro me socializava. Convidava com frequência o Liquinho, vulgo Ricardo. Mais forte do que eu, ajudava a levantar a pesada e lacrada tampa de metal. Eu ficava com a responsabilidade de descer_________ profundezas do lodo. Tirava toda a roupa – a mãe não perdoaria o petróleo do esgoto – e pulava de cueca, apalpando às cegas o fundo com as mãos. Esquecia a nojeira imaginando as recompensas. Repartia os lucros com os colegas que me acompanhavam nas expedições ao submundo de Porto Alegre. Lembro que compramos uma bola de futebol com a arrecadação de duas semanas.
         Espantoso o número de itens perdidos. Assim como os professores paravam no meu colégio, acreditava na greve dos objetos: moedas e anéis rolavam e cédulas voavam dos bolsos para protestar por melhores condições.
         Sofria para me manter estável, pois nunca pedia dinheiro a ninguém. Desde cedo, descobri que vadiar é também trabalhar duro.


Disponível em: < http://carpinejar.blogspot.com.br/2016/06/achado-nao-e-roubado.html > Acesso em: 22 jun. 2016.
Observe o trecho abaixo:

“Não ganhava mesada, nem ajuda de custo na infância. Eu me virava como dava. Recebia casa, comida e roupa lavada e não havia como miar, latir ...”

Se passarmos os verbos do trecho para a primeira pessoa do plural e mantivermos o mesmo tempo verbal, teremos:
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Ano: 2016 Banca: INEP Órgão: IF Sul Rio-Grandense Prova: INEP - 2016 - IF Sul Rio-Grandense - Vestibular - Integrado |
Q1378859 Português
ACHADO NÃO É ROUBADO

Fabrício Carpinejar


        Não ganhava mesada, nem ajuda de custo na infância. Eu me virava como dava. Recebia casa, comida e roupa lavada e não havia como miar, latir e __________________ mais nada aos pais, só agradecer.
        As minhas fontes de renda eram praticamente duas: procurar dinheiro nas bolsas vazias da mãe, torcendo para que deixasse alguma nota na pressa da troca dos acessórios, ou catar moedas nas ruas e nos bueiros.
         A modalidade de caça a dinheiro perdido exigia disciplina e profissionalismo. Saía de casa pelas 13h e caminhava por duas horas, com a cabeça apontada ao meio-fio como pedra em estilingue. Varria a poeira com os pés e cortava o mato com canivete. Fui voluntário remoto do Departamento Municipal de Limpeza Urbana.
         Gastava o meu Kichute em vinte quadras, do bairro Petrópolis ao centro. Voltava quando atingia a entrada do viaduto da Conceição e reiniciava a minha arqueologia monetária no outro lado da rua.         Levava um saquinho para colher as moedas. Cada tarde rendia o equivalente a três reais. Encontrar correntinhas, colares e __________________ salvava o dia. Poderia revender no mercado paralelo da escola. As meninas pagavam em jujubas, bolo inglês e guaraná.
         Já o bueiro me socializava. Convidava com frequência o Liquinho, vulgo Ricardo. Mais forte do que eu, ajudava a levantar a pesada e lacrada tampa de metal. Eu ficava com a responsabilidade de descer_________ profundezas do lodo. Tirava toda a roupa – a mãe não perdoaria o petróleo do esgoto – e pulava de cueca, apalpando às cegas o fundo com as mãos. Esquecia a nojeira imaginando as recompensas. Repartia os lucros com os colegas que me acompanhavam nas expedições ao submundo de Porto Alegre. Lembro que compramos uma bola de futebol com a arrecadação de duas semanas.
         Espantoso o número de itens perdidos. Assim como os professores paravam no meu colégio, acreditava na greve dos objetos: moedas e anéis rolavam e cédulas voavam dos bolsos para protestar por melhores condições.
         Sofria para me manter estável, pois nunca pedia dinheiro a ninguém. Desde cedo, descobri que vadiar é também trabalhar duro.


Disponível em: < http://carpinejar.blogspot.com.br/2016/06/achado-nao-e-roubado.html > Acesso em: 22 jun. 2016.
Há concordância nominal INADEQUADA em:
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Ano: 2016 Banca: INEP Órgão: IF Sul Rio-Grandense Prova: INEP - 2016 - IF Sul Rio-Grandense - Vestibular - Integrado |
Q1378858 Português
ACHADO NÃO É ROUBADO

Fabrício Carpinejar


        Não ganhava mesada, nem ajuda de custo na infância. Eu me virava como dava. Recebia casa, comida e roupa lavada e não havia como miar, latir e __________________ mais nada aos pais, só agradecer.
        As minhas fontes de renda eram praticamente duas: procurar dinheiro nas bolsas vazias da mãe, torcendo para que deixasse alguma nota na pressa da troca dos acessórios, ou catar moedas nas ruas e nos bueiros.
         A modalidade de caça a dinheiro perdido exigia disciplina e profissionalismo. Saía de casa pelas 13h e caminhava por duas horas, com a cabeça apontada ao meio-fio como pedra em estilingue. Varria a poeira com os pés e cortava o mato com canivete. Fui voluntário remoto do Departamento Municipal de Limpeza Urbana.
         Gastava o meu Kichute em vinte quadras, do bairro Petrópolis ao centro. Voltava quando atingia a entrada do viaduto da Conceição e reiniciava a minha arqueologia monetária no outro lado da rua.         Levava um saquinho para colher as moedas. Cada tarde rendia o equivalente a três reais. Encontrar correntinhas, colares e __________________ salvava o dia. Poderia revender no mercado paralelo da escola. As meninas pagavam em jujubas, bolo inglês e guaraná.
         Já o bueiro me socializava. Convidava com frequência o Liquinho, vulgo Ricardo. Mais forte do que eu, ajudava a levantar a pesada e lacrada tampa de metal. Eu ficava com a responsabilidade de descer_________ profundezas do lodo. Tirava toda a roupa – a mãe não perdoaria o petróleo do esgoto – e pulava de cueca, apalpando às cegas o fundo com as mãos. Esquecia a nojeira imaginando as recompensas. Repartia os lucros com os colegas que me acompanhavam nas expedições ao submundo de Porto Alegre. Lembro que compramos uma bola de futebol com a arrecadação de duas semanas.
         Espantoso o número de itens perdidos. Assim como os professores paravam no meu colégio, acreditava na greve dos objetos: moedas e anéis rolavam e cédulas voavam dos bolsos para protestar por melhores condições.
         Sofria para me manter estável, pois nunca pedia dinheiro a ninguém. Desde cedo, descobri que vadiar é também trabalhar duro.


Disponível em: < http://carpinejar.blogspot.com.br/2016/06/achado-nao-e-roubado.html > Acesso em: 22 jun. 2016.
Quanto à pontuação do texto, são feitas as seguintes afirmações:

I. O emprego da vírgula em “Recebia casa, comida e roupa lavada e... “ apresenta a mesma justificativa do que o usado em “Convidava com frequência o Liquinho, vulgo Ricardo”. II. Os travessões empregados em ”Tirava toda a roupa – a mãe não perdoaria o petróleo do esgoto – e pulava de cueca” poderiam ser substituídos por parênteses sem acarretar prejuízo semântico. III. O uso dos dois-pontos em ” As minhas fontes de renda eram praticamente duas: procurar dinheiro nas bolsas vazias da mãe...” se justifica pelo mesmo motivo empregado em “acreditava na greve dos objetos: moedas e anéis rolavam e cédulas voavam dos bolsos para protestar por melhores condições”.

Está(ão) INCORRETA(S) apenas a(s) afirmativa(s)
Alternativas
Ano: 2016 Banca: INEP Órgão: IF Sul Rio-Grandense Prova: INEP - 2016 - IF Sul Rio-Grandense - Vestibular - Integrado |
Q1378857 Português
ACHADO NÃO É ROUBADO

Fabrício Carpinejar


        Não ganhava mesada, nem ajuda de custo na infância. Eu me virava como dava. Recebia casa, comida e roupa lavada e não havia como miar, latir e __________________ mais nada aos pais, só agradecer.
        As minhas fontes de renda eram praticamente duas: procurar dinheiro nas bolsas vazias da mãe, torcendo para que deixasse alguma nota na pressa da troca dos acessórios, ou catar moedas nas ruas e nos bueiros.
         A modalidade de caça a dinheiro perdido exigia disciplina e profissionalismo. Saía de casa pelas 13h e caminhava por duas horas, com a cabeça apontada ao meio-fio como pedra em estilingue. Varria a poeira com os pés e cortava o mato com canivete. Fui voluntário remoto do Departamento Municipal de Limpeza Urbana.
         Gastava o meu Kichute em vinte quadras, do bairro Petrópolis ao centro. Voltava quando atingia a entrada do viaduto da Conceição e reiniciava a minha arqueologia monetária no outro lado da rua.         Levava um saquinho para colher as moedas. Cada tarde rendia o equivalente a três reais. Encontrar correntinhas, colares e __________________ salvava o dia. Poderia revender no mercado paralelo da escola. As meninas pagavam em jujubas, bolo inglês e guaraná.
         Já o bueiro me socializava. Convidava com frequência o Liquinho, vulgo Ricardo. Mais forte do que eu, ajudava a levantar a pesada e lacrada tampa de metal. Eu ficava com a responsabilidade de descer_________ profundezas do lodo. Tirava toda a roupa – a mãe não perdoaria o petróleo do esgoto – e pulava de cueca, apalpando às cegas o fundo com as mãos. Esquecia a nojeira imaginando as recompensas. Repartia os lucros com os colegas que me acompanhavam nas expedições ao submundo de Porto Alegre. Lembro que compramos uma bola de futebol com a arrecadação de duas semanas.
         Espantoso o número de itens perdidos. Assim como os professores paravam no meu colégio, acreditava na greve dos objetos: moedas e anéis rolavam e cédulas voavam dos bolsos para protestar por melhores condições.
         Sofria para me manter estável, pois nunca pedia dinheiro a ninguém. Desde cedo, descobri que vadiar é também trabalhar duro.


Disponível em: < http://carpinejar.blogspot.com.br/2016/06/achado-nao-e-roubado.html > Acesso em: 22 jun. 2016.
Se omitido o acento gráfico, que palavra, quanto à classe gramatical, torna-se um substantivo?
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Ano: 2016 Banca: INEP Órgão: IF Sul Rio-Grandense Prova: INEP - 2016 - IF Sul Rio-Grandense - Vestibular - Integrado |
Q1378856 Português
ACHADO NÃO É ROUBADO

Fabrício Carpinejar


        Não ganhava mesada, nem ajuda de custo na infância. Eu me virava como dava. Recebia casa, comida e roupa lavada e não havia como miar, latir e __________________ mais nada aos pais, só agradecer.
        As minhas fontes de renda eram praticamente duas: procurar dinheiro nas bolsas vazias da mãe, torcendo para que deixasse alguma nota na pressa da troca dos acessórios, ou catar moedas nas ruas e nos bueiros.
         A modalidade de caça a dinheiro perdido exigia disciplina e profissionalismo. Saía de casa pelas 13h e caminhava por duas horas, com a cabeça apontada ao meio-fio como pedra em estilingue. Varria a poeira com os pés e cortava o mato com canivete. Fui voluntário remoto do Departamento Municipal de Limpeza Urbana.
         Gastava o meu Kichute em vinte quadras, do bairro Petrópolis ao centro. Voltava quando atingia a entrada do viaduto da Conceição e reiniciava a minha arqueologia monetária no outro lado da rua.         Levava um saquinho para colher as moedas. Cada tarde rendia o equivalente a três reais. Encontrar correntinhas, colares e __________________ salvava o dia. Poderia revender no mercado paralelo da escola. As meninas pagavam em jujubas, bolo inglês e guaraná.
         Já o bueiro me socializava. Convidava com frequência o Liquinho, vulgo Ricardo. Mais forte do que eu, ajudava a levantar a pesada e lacrada tampa de metal. Eu ficava com a responsabilidade de descer_________ profundezas do lodo. Tirava toda a roupa – a mãe não perdoaria o petróleo do esgoto – e pulava de cueca, apalpando às cegas o fundo com as mãos. Esquecia a nojeira imaginando as recompensas. Repartia os lucros com os colegas que me acompanhavam nas expedições ao submundo de Porto Alegre. Lembro que compramos uma bola de futebol com a arrecadação de duas semanas.
         Espantoso o número de itens perdidos. Assim como os professores paravam no meu colégio, acreditava na greve dos objetos: moedas e anéis rolavam e cédulas voavam dos bolsos para protestar por melhores condições.
         Sofria para me manter estável, pois nunca pedia dinheiro a ninguém. Desde cedo, descobri que vadiar é também trabalhar duro.


Disponível em: < http://carpinejar.blogspot.com.br/2016/06/achado-nao-e-roubado.html > Acesso em: 22 jun. 2016.
Há o emprego de uma figura de linguagem denominada metonímia em
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Ano: 2016 Banca: INEP Órgão: IF Sul Rio-Grandense Prova: INEP - 2016 - IF Sul Rio-Grandense - Vestibular - Integrado |
Q1378855 Português
ACHADO NÃO É ROUBADO

Fabrício Carpinejar


        Não ganhava mesada, nem ajuda de custo na infância. Eu me virava como dava. Recebia casa, comida e roupa lavada e não havia como miar, latir e __________________ mais nada aos pais, só agradecer.
        As minhas fontes de renda eram praticamente duas: procurar dinheiro nas bolsas vazias da mãe, torcendo para que deixasse alguma nota na pressa da troca dos acessórios, ou catar moedas nas ruas e nos bueiros.
         A modalidade de caça a dinheiro perdido exigia disciplina e profissionalismo. Saía de casa pelas 13h e caminhava por duas horas, com a cabeça apontada ao meio-fio como pedra em estilingue. Varria a poeira com os pés e cortava o mato com canivete. Fui voluntário remoto do Departamento Municipal de Limpeza Urbana.
         Gastava o meu Kichute em vinte quadras, do bairro Petrópolis ao centro. Voltava quando atingia a entrada do viaduto da Conceição e reiniciava a minha arqueologia monetária no outro lado da rua.         Levava um saquinho para colher as moedas. Cada tarde rendia o equivalente a três reais. Encontrar correntinhas, colares e __________________ salvava o dia. Poderia revender no mercado paralelo da escola. As meninas pagavam em jujubas, bolo inglês e guaraná.
         Já o bueiro me socializava. Convidava com frequência o Liquinho, vulgo Ricardo. Mais forte do que eu, ajudava a levantar a pesada e lacrada tampa de metal. Eu ficava com a responsabilidade de descer_________ profundezas do lodo. Tirava toda a roupa – a mãe não perdoaria o petróleo do esgoto – e pulava de cueca, apalpando às cegas o fundo com as mãos. Esquecia a nojeira imaginando as recompensas. Repartia os lucros com os colegas que me acompanhavam nas expedições ao submundo de Porto Alegre. Lembro que compramos uma bola de futebol com a arrecadação de duas semanas.
         Espantoso o número de itens perdidos. Assim como os professores paravam no meu colégio, acreditava na greve dos objetos: moedas e anéis rolavam e cédulas voavam dos bolsos para protestar por melhores condições.
         Sofria para me manter estável, pois nunca pedia dinheiro a ninguém. Desde cedo, descobri que vadiar é também trabalhar duro.


Disponível em: < http://carpinejar.blogspot.com.br/2016/06/achado-nao-e-roubado.html > Acesso em: 22 jun. 2016.
Que par exemplifica um caso de palavras homógrafas?
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Ano: 2016 Banca: INEP Órgão: IF Sul Rio-Grandense Prova: INEP - 2016 - IF Sul Rio-Grandense - Vestibular - Integrado |
Q1378854 Português
ACHADO NÃO É ROUBADO

Fabrício Carpinejar


        Não ganhava mesada, nem ajuda de custo na infância. Eu me virava como dava. Recebia casa, comida e roupa lavada e não havia como miar, latir e __________________ mais nada aos pais, só agradecer.
        As minhas fontes de renda eram praticamente duas: procurar dinheiro nas bolsas vazias da mãe, torcendo para que deixasse alguma nota na pressa da troca dos acessórios, ou catar moedas nas ruas e nos bueiros.
         A modalidade de caça a dinheiro perdido exigia disciplina e profissionalismo. Saía de casa pelas 13h e caminhava por duas horas, com a cabeça apontada ao meio-fio como pedra em estilingue. Varria a poeira com os pés e cortava o mato com canivete. Fui voluntário remoto do Departamento Municipal de Limpeza Urbana.
         Gastava o meu Kichute em vinte quadras, do bairro Petrópolis ao centro. Voltava quando atingia a entrada do viaduto da Conceição e reiniciava a minha arqueologia monetária no outro lado da rua.         Levava um saquinho para colher as moedas. Cada tarde rendia o equivalente a três reais. Encontrar correntinhas, colares e __________________ salvava o dia. Poderia revender no mercado paralelo da escola. As meninas pagavam em jujubas, bolo inglês e guaraná.
         Já o bueiro me socializava. Convidava com frequência o Liquinho, vulgo Ricardo. Mais forte do que eu, ajudava a levantar a pesada e lacrada tampa de metal. Eu ficava com a responsabilidade de descer_________ profundezas do lodo. Tirava toda a roupa – a mãe não perdoaria o petróleo do esgoto – e pulava de cueca, apalpando às cegas o fundo com as mãos. Esquecia a nojeira imaginando as recompensas. Repartia os lucros com os colegas que me acompanhavam nas expedições ao submundo de Porto Alegre. Lembro que compramos uma bola de futebol com a arrecadação de duas semanas.
         Espantoso o número de itens perdidos. Assim como os professores paravam no meu colégio, acreditava na greve dos objetos: moedas e anéis rolavam e cédulas voavam dos bolsos para protestar por melhores condições.
         Sofria para me manter estável, pois nunca pedia dinheiro a ninguém. Desde cedo, descobri que vadiar é também trabalhar duro.


Disponível em: < http://carpinejar.blogspot.com.br/2016/06/achado-nao-e-roubado.html > Acesso em: 22 jun. 2016.
Que palavra do primeiro parágrafo NÃO é classificada como verbo?
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Ano: 2016 Banca: INEP Órgão: IF Sul Rio-Grandense Prova: INEP - 2016 - IF Sul Rio-Grandense - Vestibular - Integrado |
Q1378853 Português
ACHADO NÃO É ROUBADO

Fabrício Carpinejar


        Não ganhava mesada, nem ajuda de custo na infância. Eu me virava como dava. Recebia casa, comida e roupa lavada e não havia como miar, latir e __________________ mais nada aos pais, só agradecer.
        As minhas fontes de renda eram praticamente duas: procurar dinheiro nas bolsas vazias da mãe, torcendo para que deixasse alguma nota na pressa da troca dos acessórios, ou catar moedas nas ruas e nos bueiros.
         A modalidade de caça a dinheiro perdido exigia disciplina e profissionalismo. Saía de casa pelas 13h e caminhava por duas horas, com a cabeça apontada ao meio-fio como pedra em estilingue. Varria a poeira com os pés e cortava o mato com canivete. Fui voluntário remoto do Departamento Municipal de Limpeza Urbana.
         Gastava o meu Kichute em vinte quadras, do bairro Petrópolis ao centro. Voltava quando atingia a entrada do viaduto da Conceição e reiniciava a minha arqueologia monetária no outro lado da rua.         Levava um saquinho para colher as moedas. Cada tarde rendia o equivalente a três reais. Encontrar correntinhas, colares e __________________ salvava o dia. Poderia revender no mercado paralelo da escola. As meninas pagavam em jujubas, bolo inglês e guaraná.
         Já o bueiro me socializava. Convidava com frequência o Liquinho, vulgo Ricardo. Mais forte do que eu, ajudava a levantar a pesada e lacrada tampa de metal. Eu ficava com a responsabilidade de descer_________ profundezas do lodo. Tirava toda a roupa – a mãe não perdoaria o petróleo do esgoto – e pulava de cueca, apalpando às cegas o fundo com as mãos. Esquecia a nojeira imaginando as recompensas. Repartia os lucros com os colegas que me acompanhavam nas expedições ao submundo de Porto Alegre. Lembro que compramos uma bola de futebol com a arrecadação de duas semanas.
         Espantoso o número de itens perdidos. Assim como os professores paravam no meu colégio, acreditava na greve dos objetos: moedas e anéis rolavam e cédulas voavam dos bolsos para protestar por melhores condições.
         Sofria para me manter estável, pois nunca pedia dinheiro a ninguém. Desde cedo, descobri que vadiar é também trabalhar duro.


Disponível em: < http://carpinejar.blogspot.com.br/2016/06/achado-nao-e-roubado.html > Acesso em: 22 jun. 2016.
Leia o fragmento: “As minhas fontes de renda eram praticamente duas: procurar dinheiro nas bolsas vazias da mãe, torcendo para que deixasse alguma nota na pressa da troca dos acessórios, ou catar moedas nas ruas e nos bueiros.”.

Que trecho NÃO apresenta relação com a segunda fonte de renda?
Alternativas
Ano: 2016 Banca: INEP Órgão: IF Sul Rio-Grandense Prova: INEP - 2016 - IF Sul Rio-Grandense - Vestibular - Integrado |
Q1378852 Português
ACHADO NÃO É ROUBADO

Fabrício Carpinejar


        Não ganhava mesada, nem ajuda de custo na infância. Eu me virava como dava. Recebia casa, comida e roupa lavada e não havia como miar, latir e __________________ mais nada aos pais, só agradecer.
        As minhas fontes de renda eram praticamente duas: procurar dinheiro nas bolsas vazias da mãe, torcendo para que deixasse alguma nota na pressa da troca dos acessórios, ou catar moedas nas ruas e nos bueiros.
         A modalidade de caça a dinheiro perdido exigia disciplina e profissionalismo. Saía de casa pelas 13h e caminhava por duas horas, com a cabeça apontada ao meio-fio como pedra em estilingue. Varria a poeira com os pés e cortava o mato com canivete. Fui voluntário remoto do Departamento Municipal de Limpeza Urbana.
         Gastava o meu Kichute em vinte quadras, do bairro Petrópolis ao centro. Voltava quando atingia a entrada do viaduto da Conceição e reiniciava a minha arqueologia monetária no outro lado da rua.         Levava um saquinho para colher as moedas. Cada tarde rendia o equivalente a três reais. Encontrar correntinhas, colares e __________________ salvava o dia. Poderia revender no mercado paralelo da escola. As meninas pagavam em jujubas, bolo inglês e guaraná.
         Já o bueiro me socializava. Convidava com frequência o Liquinho, vulgo Ricardo. Mais forte do que eu, ajudava a levantar a pesada e lacrada tampa de metal. Eu ficava com a responsabilidade de descer_________ profundezas do lodo. Tirava toda a roupa – a mãe não perdoaria o petróleo do esgoto – e pulava de cueca, apalpando às cegas o fundo com as mãos. Esquecia a nojeira imaginando as recompensas. Repartia os lucros com os colegas que me acompanhavam nas expedições ao submundo de Porto Alegre. Lembro que compramos uma bola de futebol com a arrecadação de duas semanas.
         Espantoso o número de itens perdidos. Assim como os professores paravam no meu colégio, acreditava na greve dos objetos: moedas e anéis rolavam e cédulas voavam dos bolsos para protestar por melhores condições.
         Sofria para me manter estável, pois nunca pedia dinheiro a ninguém. Desde cedo, descobri que vadiar é também trabalhar duro.


Disponível em: < http://carpinejar.blogspot.com.br/2016/06/achado-nao-e-roubado.html > Acesso em: 22 jun. 2016.

Sobre o narrador, são lançadas as seguintes afirmações:



I. Realizou, antes da adolescência, atividades com vínculo empregatício no Departamento Municipal de Limpeza Urbana de Porto Alegre.

II. Estudou em uma escola em que os professores faziam greve e imaginava que, também, os achados valiosos tivessem uma atitude de rebeldia.

III. Fazia expedições a cada duas semanas para comprar bolas de futebol.



Está(ão) correta(s) a(s) afirmativa(s)

Alternativas
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Q1378851 Português
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Fabrício Carpinejar


        Não ganhava mesada, nem ajuda de custo na infância. Eu me virava como dava. Recebia casa, comida e roupa lavada e não havia como miar, latir e __________________ mais nada aos pais, só agradecer.
        As minhas fontes de renda eram praticamente duas: procurar dinheiro nas bolsas vazias da mãe, torcendo para que deixasse alguma nota na pressa da troca dos acessórios, ou catar moedas nas ruas e nos bueiros.
         A modalidade de caça a dinheiro perdido exigia disciplina e profissionalismo. Saía de casa pelas 13h e caminhava por duas horas, com a cabeça apontada ao meio-fio como pedra em estilingue. Varria a poeira com os pés e cortava o mato com canivete. Fui voluntário remoto do Departamento Municipal de Limpeza Urbana.
         Gastava o meu Kichute em vinte quadras, do bairro Petrópolis ao centro. Voltava quando atingia a entrada do viaduto da Conceição e reiniciava a minha arqueologia monetária no outro lado da rua.         Levava um saquinho para colher as moedas. Cada tarde rendia o equivalente a três reais. Encontrar correntinhas, colares e __________________ salvava o dia. Poderia revender no mercado paralelo da escola. As meninas pagavam em jujubas, bolo inglês e guaraná.
         Já o bueiro me socializava. Convidava com frequência o Liquinho, vulgo Ricardo. Mais forte do que eu, ajudava a levantar a pesada e lacrada tampa de metal. Eu ficava com a responsabilidade de descer_________ profundezas do lodo. Tirava toda a roupa – a mãe não perdoaria o petróleo do esgoto – e pulava de cueca, apalpando às cegas o fundo com as mãos. Esquecia a nojeira imaginando as recompensas. Repartia os lucros com os colegas que me acompanhavam nas expedições ao submundo de Porto Alegre. Lembro que compramos uma bola de futebol com a arrecadação de duas semanas.
         Espantoso o número de itens perdidos. Assim como os professores paravam no meu colégio, acreditava na greve dos objetos: moedas e anéis rolavam e cédulas voavam dos bolsos para protestar por melhores condições.
         Sofria para me manter estável, pois nunca pedia dinheiro a ninguém. Desde cedo, descobri que vadiar é também trabalhar duro.


Disponível em: < http://carpinejar.blogspot.com.br/2016/06/achado-nao-e-roubado.html > Acesso em: 22 jun. 2016.
As palavras que completam, de maneira correta, as lacunas no texto, de cima para baixo, são, respectivamente,
Alternativas
Ano: 2016 Banca: CÁSPER LÍBERO Órgão: CÁSPER LÍBERO Prova: CÁSPER LÍBERO - 2016 - CÁSPER LÍBERO - Vestibular |
Q1372529 Inglês

Read the following interview to answer question.


ISSIE LAPOWSKY SCIENCE 05.24.16 6:50 AM


10 YEARS AFTER AN INCONVENIENT TRUTH,

AL GORE MAY ACTUALLY BE WINNING



    AL GORE SNEEZES a hefty achoo. “Excuse me,” the former vice president says, dabbing a tissue at his nose before offering up an explanation. “Spring.”

    Outside Gore’s New York City office, spring has certainly sprung—early too. This March was the hottest one ever, beating the prior record set in March 2015. The same goes for February and January of this year, and, oh, the eight consecutive months before. Gore knows these statistics by heart. The fact that you might know them too is likely because of him. These kinds of numbers— and the scary story they tell about the future of Earth—have been Gore’s chief motivation since he failed to win the presidency in 2000. Gore emerged from that weird, disputed election armed with what is now possibly the most famous slide¬show in human history. He has traveled the world delivering that deck to hundreds of people at a time, showing in irrefutable detail just how mind-bogglingly badly we have treated our planet and what we might be able to do about it.

    Ten years ago, the slide¬show became An Inconvenient Truth, the documentary that spread those ideas to millions. Gore says he still tinkers with the slide¬show every day, because, well, the numbers keep changing. Not always for the better. Yet this year Gore and his fellow activists have a rare reason to celebrate. In April, 175 world leaders gathered at the United Nations to sign the Paris Agreement, a global pact that aims to keep global temperatures from rising more than 2 degrees Celsius above preindustrial levels. Now, a decade after his movie sounded the alarm about climate change and 16 years after he ran for president, it looks like Al Gore might finally be … winning?


    WIRED: Why did you want to make An Inconvenient Truth?

    GORE: I have to admit to you that initially I did not want to do a documentary.


    What? Why not?

   It’s a dumb reason. I didn’t think a slide¬show could translate into a movie. (…) Participant Media and Davis Guggenheim had to convince me it was a good idea, and I’m so glad they found ways to reveal to me the depths of my ignorance about moviemaking. It’s a message that has to be heard. Sorry to risk sounding grandiose, but the future of human civilization is at stake.


    The Paris Agreement must feel like a big point of progress.

    It really does. Sometimes in sports you can sense a palpable shift in the momentum of the contest. A team will be behind on the scoreboard, but the shift in momentum is so obvious and dramatic that you just have the feeling they’re going to win. That’s where we are in solving the climate crisis. We’re still behind on the scoreboard, but the momentum has shifted. We are winning.

    When renewable electricity becomes cheaper than electricity that comes from burning coal or gas, then that changes everything. The marketplace makes it the default option, and you get what you saw in the world in 2015—90 percent of the new electricity generated in the world last year was from renewables. That is an astonishing change. The Paris Agreement exceeded the upper range of my expectations. Does it go far enough? No, of course not. Can it be improved? Yes, it’s designed to be constantly improved, and that’s what I’m focused on now.


    You’ve been at this a long time. Was it lonely fighting for this stuff in government in the 1980s and 1990s?

    It was certainly a different time and a different environment. But I don’t ever remember feeling lonely, because I was always focused on reaching more and more people. Building a global grassroots movement is really the only way to solve this, because so many political systems have been captured by legacy industries. And that influence over policymaking has to be counterbalanced by a grassroots awareness.


    It’s sometimes tough for people to get climate change because they’re not seeing its effects every day—or at least they don’t realize they are. What have you seen that has stuck with you?

    In March, I went to Tacloban in the Philippines and talked with survivors there who endured the ravages of Super Typhoon Haiyan. When you see how their lives were utterly transformed and feel the painful losses they suffered, it certainly will stick with you. I conducted a training in Miami last fall during one of the highest high tides and saw fish from the ocean swimming in the streets in Miami Beach and Fort Lauderdale on a sunny day.


    You talk a lot about “winning” the fight against climate change. How do you define a win?

   Winning means avoiding catastrophic consequences that could utterly disrupt the future of human civilization. It means bending the curves downward so that the global warming pollution stops accumulating in the atmosphere and begins to reduce in volume. It means creating tens of millions of new jobs to retrofit buildings, to transform energy systems and install advanced batteries, to transform agriculture and forestry, and to make the solutions to the climate crisis the central organizing principle of our civilization.

Source: https://www.wired.com/2016/05/wired-al-gore-climate-change/ Access October 16, 2016. Adapted.

Building a global grassroots movement was:
Alternativas
Ano: 2016 Banca: CÁSPER LÍBERO Órgão: CÁSPER LÍBERO Prova: CÁSPER LÍBERO - 2016 - CÁSPER LÍBERO - Vestibular |
Q1372528 Inglês

Read the following interview to answer question.


ISSIE LAPOWSKY SCIENCE 05.24.16 6:50 AM


10 YEARS AFTER AN INCONVENIENT TRUTH,

AL GORE MAY ACTUALLY BE WINNING



    AL GORE SNEEZES a hefty achoo. “Excuse me,” the former vice president says, dabbing a tissue at his nose before offering up an explanation. “Spring.”

    Outside Gore’s New York City office, spring has certainly sprung—early too. This March was the hottest one ever, beating the prior record set in March 2015. The same goes for February and January of this year, and, oh, the eight consecutive months before. Gore knows these statistics by heart. The fact that you might know them too is likely because of him. These kinds of numbers— and the scary story they tell about the future of Earth—have been Gore’s chief motivation since he failed to win the presidency in 2000. Gore emerged from that weird, disputed election armed with what is now possibly the most famous slide¬show in human history. He has traveled the world delivering that deck to hundreds of people at a time, showing in irrefutable detail just how mind-bogglingly badly we have treated our planet and what we might be able to do about it.

    Ten years ago, the slide¬show became An Inconvenient Truth, the documentary that spread those ideas to millions. Gore says he still tinkers with the slide¬show every day, because, well, the numbers keep changing. Not always for the better. Yet this year Gore and his fellow activists have a rare reason to celebrate. In April, 175 world leaders gathered at the United Nations to sign the Paris Agreement, a global pact that aims to keep global temperatures from rising more than 2 degrees Celsius above preindustrial levels. Now, a decade after his movie sounded the alarm about climate change and 16 years after he ran for president, it looks like Al Gore might finally be … winning?


    WIRED: Why did you want to make An Inconvenient Truth?

    GORE: I have to admit to you that initially I did not want to do a documentary.


    What? Why not?

   It’s a dumb reason. I didn’t think a slide¬show could translate into a movie. (…) Participant Media and Davis Guggenheim had to convince me it was a good idea, and I’m so glad they found ways to reveal to me the depths of my ignorance about moviemaking. It’s a message that has to be heard. Sorry to risk sounding grandiose, but the future of human civilization is at stake.


    The Paris Agreement must feel like a big point of progress.

    It really does. Sometimes in sports you can sense a palpable shift in the momentum of the contest. A team will be behind on the scoreboard, but the shift in momentum is so obvious and dramatic that you just have the feeling they’re going to win. That’s where we are in solving the climate crisis. We’re still behind on the scoreboard, but the momentum has shifted. We are winning.

    When renewable electricity becomes cheaper than electricity that comes from burning coal or gas, then that changes everything. The marketplace makes it the default option, and you get what you saw in the world in 2015—90 percent of the new electricity generated in the world last year was from renewables. That is an astonishing change. The Paris Agreement exceeded the upper range of my expectations. Does it go far enough? No, of course not. Can it be improved? Yes, it’s designed to be constantly improved, and that’s what I’m focused on now.


    You’ve been at this a long time. Was it lonely fighting for this stuff in government in the 1980s and 1990s?

    It was certainly a different time and a different environment. But I don’t ever remember feeling lonely, because I was always focused on reaching more and more people. Building a global grassroots movement is really the only way to solve this, because so many political systems have been captured by legacy industries. And that influence over policymaking has to be counterbalanced by a grassroots awareness.


    It’s sometimes tough for people to get climate change because they’re not seeing its effects every day—or at least they don’t realize they are. What have you seen that has stuck with you?

    In March, I went to Tacloban in the Philippines and talked with survivors there who endured the ravages of Super Typhoon Haiyan. When you see how their lives were utterly transformed and feel the painful losses they suffered, it certainly will stick with you. I conducted a training in Miami last fall during one of the highest high tides and saw fish from the ocean swimming in the streets in Miami Beach and Fort Lauderdale on a sunny day.


    You talk a lot about “winning” the fight against climate change. How do you define a win?

   Winning means avoiding catastrophic consequences that could utterly disrupt the future of human civilization. It means bending the curves downward so that the global warming pollution stops accumulating in the atmosphere and begins to reduce in volume. It means creating tens of millions of new jobs to retrofit buildings, to transform energy systems and install advanced batteries, to transform agriculture and forestry, and to make the solutions to the climate crisis the central organizing principle of our civilization.

Source: https://www.wired.com/2016/05/wired-al-gore-climate-change/ Access October 16, 2016. Adapted.

‘I did not want to make a documentary’, said Al Gore, referring to:
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Ano: 2016 Banca: CÁSPER LÍBERO Órgão: CÁSPER LÍBERO Prova: CÁSPER LÍBERO - 2016 - CÁSPER LÍBERO - Vestibular |
Q1372527 Inglês

Read the following interview to answer question.


ISSIE LAPOWSKY SCIENCE 05.24.16 6:50 AM


10 YEARS AFTER AN INCONVENIENT TRUTH,

AL GORE MAY ACTUALLY BE WINNING



    AL GORE SNEEZES a hefty achoo. “Excuse me,” the former vice president says, dabbing a tissue at his nose before offering up an explanation. “Spring.”

    Outside Gore’s New York City office, spring has certainly sprung—early too. This March was the hottest one ever, beating the prior record set in March 2015. The same goes for February and January of this year, and, oh, the eight consecutive months before. Gore knows these statistics by heart. The fact that you might know them too is likely because of him. These kinds of numbers— and the scary story they tell about the future of Earth—have been Gore’s chief motivation since he failed to win the presidency in 2000. Gore emerged from that weird, disputed election armed with what is now possibly the most famous slide¬show in human history. He has traveled the world delivering that deck to hundreds of people at a time, showing in irrefutable detail just how mind-bogglingly badly we have treated our planet and what we might be able to do about it.

    Ten years ago, the slide¬show became An Inconvenient Truth, the documentary that spread those ideas to millions. Gore says he still tinkers with the slide¬show every day, because, well, the numbers keep changing. Not always for the better. Yet this year Gore and his fellow activists have a rare reason to celebrate. In April, 175 world leaders gathered at the United Nations to sign the Paris Agreement, a global pact that aims to keep global temperatures from rising more than 2 degrees Celsius above preindustrial levels. Now, a decade after his movie sounded the alarm about climate change and 16 years after he ran for president, it looks like Al Gore might finally be … winning?


    WIRED: Why did you want to make An Inconvenient Truth?

    GORE: I have to admit to you that initially I did not want to do a documentary.


    What? Why not?

   It’s a dumb reason. I didn’t think a slide¬show could translate into a movie. (…) Participant Media and Davis Guggenheim had to convince me it was a good idea, and I’m so glad they found ways to reveal to me the depths of my ignorance about moviemaking. It’s a message that has to be heard. Sorry to risk sounding grandiose, but the future of human civilization is at stake.


    The Paris Agreement must feel like a big point of progress.

    It really does. Sometimes in sports you can sense a palpable shift in the momentum of the contest. A team will be behind on the scoreboard, but the shift in momentum is so obvious and dramatic that you just have the feeling they’re going to win. That’s where we are in solving the climate crisis. We’re still behind on the scoreboard, but the momentum has shifted. We are winning.

    When renewable electricity becomes cheaper than electricity that comes from burning coal or gas, then that changes everything. The marketplace makes it the default option, and you get what you saw in the world in 2015—90 percent of the new electricity generated in the world last year was from renewables. That is an astonishing change. The Paris Agreement exceeded the upper range of my expectations. Does it go far enough? No, of course not. Can it be improved? Yes, it’s designed to be constantly improved, and that’s what I’m focused on now.


    You’ve been at this a long time. Was it lonely fighting for this stuff in government in the 1980s and 1990s?

    It was certainly a different time and a different environment. But I don’t ever remember feeling lonely, because I was always focused on reaching more and more people. Building a global grassroots movement is really the only way to solve this, because so many political systems have been captured by legacy industries. And that influence over policymaking has to be counterbalanced by a grassroots awareness.


    It’s sometimes tough for people to get climate change because they’re not seeing its effects every day—or at least they don’t realize they are. What have you seen that has stuck with you?

    In March, I went to Tacloban in the Philippines and talked with survivors there who endured the ravages of Super Typhoon Haiyan. When you see how their lives were utterly transformed and feel the painful losses they suffered, it certainly will stick with you. I conducted a training in Miami last fall during one of the highest high tides and saw fish from the ocean swimming in the streets in Miami Beach and Fort Lauderdale on a sunny day.


    You talk a lot about “winning” the fight against climate change. How do you define a win?

   Winning means avoiding catastrophic consequences that could utterly disrupt the future of human civilization. It means bending the curves downward so that the global warming pollution stops accumulating in the atmosphere and begins to reduce in volume. It means creating tens of millions of new jobs to retrofit buildings, to transform energy systems and install advanced batteries, to transform agriculture and forestry, and to make the solutions to the climate crisis the central organizing principle of our civilization.

Source: https://www.wired.com/2016/05/wired-al-gore-climate-change/ Access October 16, 2016. Adapted.

What is ‘Al Gore may actually be winning’ in the title?
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Ano: 2016 Banca: CÁSPER LÍBERO Órgão: CÁSPER LÍBERO Prova: CÁSPER LÍBERO - 2016 - CÁSPER LÍBERO - Vestibular |
Q1372526 História
Em 2 de março de 1983, o Deputado Federal Dante de Oliveira encaminhou ao Congresso Nacional uma emenda à Constituição, que previa as eleições diretas para Presidente do país. A proposta do deputado ganhou as ruas e foi expressa por Henfil, cartunista engajado na resistência à ditadura militar.

Imagem associada para resolução da questão
Fonte: http://zonacurva.com.br/henfil- -e-diretas-ja/ Acesso 12-10-2016

A charge de Henfil representa:
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Ano: 2016 Banca: CÁSPER LÍBERO Órgão: CÁSPER LÍBERO Prova: CÁSPER LÍBERO - 2016 - CÁSPER LÍBERO - Vestibular |
Q1372525 Atualidades
Em 5 novembro de 2015, ocorreu o pior acidente da mineração brasileira no município de Mariana, em Minas Gerais. A tragédia ocorreu após o rompimento de uma barragem (Fundão) da mineradora Samarco, que é controlada pela Vale e pela BHP Billiton. O rompimento da barragem provocou uma enxurrada de lama, que devastou o distrito de Bento Rodrigues, deixando um rastro de destruição, à medida que avançava pelo Rio Doce. Os impactos ambientais são incalculáveis e, provavelmente, irreversíveis.
Fonte: http://mundoeducacao.bol.uol.com.br/biologia/ acidente-mariana-mg-seus-impactos-ambientais.htm | Acesso 12-10-2016

O texto denuncia a gravidade do acidente ambiental ocorrido em Mariana. Pode ser considerado parte integrante desse contexto:
Alternativas
Ano: 2016 Banca: CÁSPER LÍBERO Órgão: CÁSPER LÍBERO Prova: CÁSPER LÍBERO - 2016 - CÁSPER LÍBERO - Vestibular |
Q1372524 História
Em primeiro lugar, do meu ponto de vista, o golpe de estado no Brasil não foi somente militar, mas também civil. Os militares sempre contaram com o apoio de setores conservadores, de segmentos da direita e da grande imprensa, que festejam o 31 de março como a data da “gloriosa revolução”. Hoje, fazem de tudo para tentar apagar esse passado e esquecer esse período sombrio da história política brasileira em nome, segundo eles próprios, da harmonia nacional. Fonte: FOUCHER, Marilza de Melo. Adaptado. http://www.correiodobrasil.com.br/analise-a-ditadura- -no-brasil-como-ela-se-impos/ | Publicado: 08/12/2013 | Acesso: 11/10/2016.

Na perspectiva da autora, a ditadura militar brasileira:
Alternativas
Respostas
18061: C
18062: A
18063: B
18064: C
18065: D
18066: A
18067: A
18068: C
18069: C
18070: D
18071: B
18072: D
18073: B
18074: C
18075: B
18076: D
18077: B
18078: B
18079: C
18080: A