Foram encontradas 36.753 questões
Resolva questões gratuitamente!
Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!
Leia o texto ‘Cresce violência nas escolas’ e responda à questão.
Os atos de violência contra os professores têm aumentado, de maneira inquietadora, apesar das medidas tomadas pelas autoridades para coibilos, como mostram dados levantados pela reportagem do Estado nas escolas públicas e particulares de ensino fundamental e médio do Estado de São Paulo. No primeiro semestre deste ano, foram registrados nada menos do que 548 boletins de ocorrência de agressão física de alunos contra professores, o que dá uma média de três por dia.
No caso da rede pública estadual, que conta com 5,2 mil unidades, dados da Secretaria da Educação indicam que aqueles casos de agressão subiram de 188 em 2015 para 249 em 2016. O problema não é de hoje. Resultados de um levantamento publicado em 2013 mostram que 44% dos professores da rede de ensino básico já haviam sofrido algum tipo de violência, sendo as mais comuns as verbais (39%) e as de assédio moral (10%). As de violência física não passavam de 5%, o que indica que a situação vem piorando.
Esse problema é um grande desafio para as autoridades porque tem vários aspectos importantes a serem atacados ao mesmo tempo, tais como a quebra de disciplina e autoridade – que começa em casa –, sem as quais a escola não funciona, a desestruturação da família, as carências sociais, a falta de perspectiva profissional para os jovens, em contraste com a sedução das drogas e do tráfico, e a difusão da cultura da violência. Sem se esquecer de que esse tipo de violência não é exclusivo das regiões e populações mais carentes.
Em contraposição a esta situação estarrecedora, em 2009, as autoridades educacionais de São Paulo lançaram a ideia inovadora da criação da figura de um professor mediador de conflitos para promover o diálogo e melhorar as relações entre os professores e os alunos. A ideia teve o apoio do Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo (Apeoesp) e da Prefeitura da capital e a participação, em sua implantação, do Tribunal de Justiça. A intenção dessa iniciativa é resolver os conflitos dentro da escola, evitando que eles descambem para a violência.
“Buscamos evitar a judicialização de conflitos. Desde criança se aprende que violência se responde com violência. E assim a justiça se tornou uma espécie de vingança”, afirma o juiz Egberto de Almeida Penido, que participa de um dos projetos desse programa, indicando o esforço que os mediadores devem fazer para matar no nascedouro o ciclo de ódio que leva à agressão.
Um exemplo dos resultados que podem ser obtidos com a ação dos mediadores de conflitos, citado pela reportagem, é o da Escola Estadual Sérgio Murilo Raduan, no Jardim Varginha, extremo sul da capital. Ali, só no primeiro bimestre de 2016, foram registrados 46 casos de desrespeito ao professor ou funcionário por aluno e neste ano, no mesmo período, o número baixou para 12 por causa do diálogo promovido entre as partes pelos mediadores, precedido de uma calma conversa com o aluno exaltado.
Apesar desses resultados animadores, os números que mostram o aumento das agressões deixam claro que a ação dos mediadores de conflito não é uma panaceia. Tem limites. Quando o diálogo falha e a agressão ocorre, quebrando o princípio da autoridade – além, é claro, do dano físico ou moral causado ao agredido –, o caso tem de ter desdobramentos administrativos e criminais. O agressor tem de ser responsabilizado por seus atos.
Todos os esforços devem ser feitos, em todos os planos possíveis, para atacar o complexo problema da violência entre os jovens. Mas, ultrapassado o limite da integridade física e moral, assim como o da disciplina em sala de aula, não pode haver tolerância com a violência. O recente episódio da brutal agressão sofrida pela professora Márcia Friggi, da cidade de Indaial, em Santa Catarina – que está longe de ser um caso isolado –, vítima de um aluno de 15 anos, que já havia agredido antes a própria mãe, mostra o alto preço que sempre se paga por tolerar a impunidade, dentro ou fora das escolas.
O Estado de S. Paulo, 25 agosto 2017.
Disponível em http://opiniao.estadao.com.br/noticias/geral,cresceviolencia-nas-escolas,70001949611. Acesso em 30.11.2017
Assinale a sequência que completa corretamente estes períodos:
I. Ela _____________ disse que não faria a prova de proficiência.
II. Vão _____________ os livros. solicitados pela biblioteca.
III. A reitora estava ______________ aborrecida com a falta de recursos financeiros.
IV. É ________________ muita atenção para atravessar a rua.
V. É ________________ a entrada de animais neste estabelecimento.
Assim que por gente me entendi
por sua causa acreditei que namorava um bem-te-vi e pelo amor me apaixonei
Você tirou meus dentes de leite e dizia à ‘sua menina’ que deveria jogá-los no telhado declamando uma rima ... ... Quantas vezes cortou minha franja? Quantas vezes fingiu brincar de manja? Quantas vezes me fez ler um mapa? Quantas vezes me educou no tapa?
Num doze de março você veio ao mundo sem saber como seria profundo o sulco na alma da filha mais velha que tanto temeu ser analfabeta
Acho que deu certo, meu velho pai você atingiu a sua meta ... e a ninguém, mais do que a você responsabilizo hoje por eu pretender ser poeta.
Amor para quem odeia, 2ª ed. 2016, p. 23-24.
Aponte a alternativa que contém erro de análise:
TEXTO 03
Atualmente, a globalização deve ser entendida como um processo multifacetado, com forte viés econômico, mas que transcende o âmbito da economia, manifestando-se também em outras dimensões, como a informação, a cultura, a política, o esporte e a geografia. (SILVA, Edilson Adão Cândido da e JÚNIOR Furquim Láercio, Geografia em Rede 3º ano, 1 ed.São Paulo: FTD 2013. )
Assinale a alternativa INCORRETA sobre as dimensões da Globalização:
TEXTO 02
Deslocamento forçado atinge recorde global e afeta uma em cada 113 pessoas no mundo
O relatório "Tendências Globais" (ou "Global Trends" – íntegra em inglês), que registra o deslocamento forçado ao redor do mundo com base em dados dos governos, de agências parceiras e do próprio ACNUR, aponta um total de 65,3 milhões de pessoas deslocadas por guerras e conflitos até o final de 2015 – um aumento de quase 10% se comparado com o total de 59,5 milhões de pessoas deslocadas registradas em 2014. Esta é a primeira vez que os números de deslocamento forçado ultrapassaram o marco de 60 milhões de pessoas. [...]Comparado com a população mundial de 7,349 bilhões de pessoas (2015) estes números significam que 1 a cada 113 pessoas é hoje solicitante de refúgio, deslocado interno ou refugiado – um nível sem precedentes para o ACNUR [...] Há cerca de 10 anos, no final de 2005, o ACNUR registrou uma média de seis pessoas deslocadas a cada minuto. Hoje esse número é de 24 por minuto. FONTE: http://www.acnur.org/portugues/noticias/noticia/deslocamento-forcado-atinge-recorde-global-e-afeta-umaem-cada-113-pessoas-no-mundo/. Acesso em: 30 de mar 2017 (Adaptado)
O crescente número de refugiados no mundo fere os direitos humanos, pois os mesmos são vítimas:
I. das guerras civis, das crises econômicas ou ambientais em seus países de origem. II. da xenofobia e da intolerância étnico-religiosa nos países de destino. III. dos atravessadores (coiotes) que lhes prometem facilidades na travessia, mas os prendem por dívidas, no destino. IV. dos exploradores da mão de obra análoga à escravidão nos países de destino.
Estão CORRETAS:
Trata-se de mais um organismo transgênico. Esta variedade de soja carrega em seu genoma um gene bacteriano resistente aos herbicidas, que além de combater ervas daninhas, mantém a cultura. A transgenia é uma técnica muito utilizada na Biotecnologia. Consiste em inserir o gene (DNA) responsável por uma determinada característica, de um organismo no DNA do embrião de outro (transgênico).
Se no lugar do DNA bacteriano fosse transferido o RNA-m, a planta adulta:
O surgimento de superbactérias é preocupante, pois elas podem causar infecções de difícil combate. Em relação a esse assunto, é correto afirmar que:
( ) Seus adeptos defendiam a nacionalização das empresas estrangeiras e um governo popular. ( ) Era liderada por Plínio Salgado e parte de suas ideias era inspirada no Fascismo. ( ) Sua tentativa de golpe contra o governo Vargas fracassou durante o Estado Novo. ( ) Seu presidente de honra foi o ex-tenentista Luís Carlos Prestes, adepto do comunismo. ( ) Fazia parte de suas reivindicações a suspensão da dívida externa brasileira. ( ) Seu lema era "Deus, pátria e família" e seus adeptos eram denominados "camisas verdes".
Marque a opção que contem a sequência CORRETA.