Foram encontradas 36.668 questões
Resolva questões gratuitamente!
Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!
Os cientistas concordam que mudanças-chave na sequência genética do vírus seriam necessárias para iniciar uma pandemia. Cada vez que um vírus infecta uma célula e novas unidades virais são produzidas, erros podem ocorrer. Ocasionalmente, há uma mudança genética que ajuda o vírus a se tornar melhor em infectar células. Assim, essa versão do vírus pode superar outras, infectando novos hospedeiros ou novos tipos de hospedeiros.
Disponível em https://www.cnnbrasil.com.br/. Adaptado.
Com base no texto, as mutações no vírus da gripe aviária
Tucídides. Oração Fúnebre de Péricles. University of Minnesota. Human Rights Library. Richard Hoocker, 1996. Adaptado.
O excerto, que pretende reproduzir o discurso fúnebre de Péricles (século V a.C.) na Guerra do Peloponeso,
As violações de direitos humanos por militares americanos, como os abusos e a tortura de prisioneiros, muitas vezes inocentes, na prisão de Abu Ghraib, no Iraque, e na base de Guantánamo, em Cuba, geraram ainda mais ressentimento nas populações desses países.
A Guerra ao Terror provocou mais radicalização religiosa, conflitos internos, forçou milhões de pessoas a abandonar suas casas e a fugir para outros países, aumentando ainda mais o preconceito em relação a muçulmanos e árabes. Dizem que o mundo nunca mais foi o mesmo depois do Onze de Setembro.
Simone Duarte. O vento mudou de direção: o Onze de Setembro que o mundo não viu. São Paulo: Fósforo, 2021.
O excerto traz informações sobre a atuação militar norte-americana na Ásia após os atentados terroristas de 11 de setembro de 2001 e afirma que essas investidas militares
Marina de Mello e Souza. África e Brasil africano. São Paulo: Ática, 2007.
Ao tratar do islamismo na Idade Média, o texto caracteriza
Balada de amor ao vento.
Considerando a intertextualidade bíblica presente no excerto de Balada de amor ao vento, a experiência de Mwando é caracterizada
Pelos campos fora Caminhava sempre Como se buscasse Uma presença ausente
“Onde estás tu, morte? Não posso te ver: Neste dia de Maio Com rosas e trigo É como se tu não Vivesses comigo [...] É verdade que passas Pela cidade às vezes Nos caixões de chumbo:
Mas viro o meu rosto Pois não te compreendo És um pesadelo Uma coisa inventada Que o vento desmente Com suas mãos frescas E a luz logo apaga” [...]
Sophia de Mello Breyner Andresen. O Cristo cigano.
É tão tenaz o desvio que a esquivança encobridora ante a morte exerce sobre a cotidianidade que, no ser-um-com-ooutro, seus ‘próximos’ ainda se empenham com frequência precisamente junto ao ‘moribundo’ para o persuadir de que escapa da morte e retorna em seguida à tranquila cotidianidade do mundo de suas ocupações. Tal ‘preocupação-com-o-outro’ pensa ‘consolar’ dessa maneira o ‘moribundo’. Ela quer devolvê-lo à existência, ajudando-o a encobrir ainda mais completamente sua possibilidade de ser mais própria e irremetente. A gente se ocupa dessa maneira de uma constante tranquilização sobre a morte. Mas, no fundo, ela vale tanto para o ‘moribundo’ quanto para ‘os que consolam’. E mesmo no caso do deixar de viver, a publicidade ainda não deve ser perturbada, nem inquietada pelo acontecimento na sua ocupada despreocupação. Pois não raro se vê na morte dos outros uma inconveniência social, quando não mesmo uma falta de tato, cuja publicidade deve ser poupada.
Martin Heidegger. Ser e Tempo, §51.
A escritora Sophia de Mello Breyner Andresen e o filósofo Martin Heidegger descrevem, por meio de recursos expositivos bem diferentes, uma mesma atitude geral comumente assumida por uma pessoa ante o desvelamento de sua própria mortalidade a partir da constatação da morte ou do adoecimento mortal de uma outra pessoa. Qual alternativa melhor descreve essa atitude?
LOPES, Daniel de Carvalho; SILVA, Ermínia. Circo: percursos de uma arte em transformação contínua. Cadernos do GIPE-CIT, v. 1, 2020. Adaptado.
No contexto histórico, o circo
O carnaval, nas suas diversas facetas, é político. E essa característica não aparece somente nos debates promovidos através da festa, mas também pela possibilidade de desfrutar uma vida livre de censura de qualquer tipo por parte de pessoas de todas as regiões do país, em suas mais distintas realidades.
Ocupar as ruas é um ato político. O lazer e a folia em espaço público, o exercício do direito à fruição e de produzir e consumir conteúdos culturais diversos também são. É ainda mais relevante o ato de externalizar e amplificar histórias, memórias e narrativas sobre grupos historicamente silenciados no país, como as populações negra, indígena e de tantas outras comunidades tradicionais. A manifestação política através de brincadeiras, danças, marchinhas, cantos e fantasias é das formas mais sublimes de expressão da aliança entre luta social, cultura e expressão estética. É a possibilidade que brasileiras e brasileiros encontram de, lutando por meio da arte, fazer ecoar uma voz esquecida no cotidiano.
Artigo 19. 16/02/2024. Adaptado.
Ao afirmar que o carnaval é político, o texto objetiva
O fundamento psicológico sobre o qual se eleva o tipo das individualidades da cidade grande é a intensificação da vida nervosa, que resulta da mudança rápida e ininterrupta de impressões [...]. Talvez não haja nenhum fenômeno tão característico da cidade grande como o caráter blasé. [...] A essência do caráter blasé é o embotamento frente à distinção das coisas [...]. Em parte por conta dessa situação psicológica, em parte em virtude do direito à desconfiança que temos perante os elementos da vida na cidade grande, que passam por nós em um contato fugaz, somos coagidos a uma reserva, em virtude da qual mal conhecemos os vizinhos que temos por muitos anos [...]. Ao mesmo tempo, essa reserva garante ao indivíduo uma espécie [...] de liberdade pessoal.
Simmel, Georg. (2005). As grandes cidades e a vida do espírito. Mana, Trad. Leopoldo Waizbort. Adaptado.
As luzes da cidade se acendiam, as cortinas de aço das portas desciam com barulho e os caixeiros, os empregados que passavam o dia sorridentes ou abstratos, por trás dos balcões [...], se transformavam em homens misteriosos, individuais, que metiam um paletó, tinham uma casa, uma rua e iam comer o seu jantar, dormir o seu sono, trancar a sua porta. [...] Todos ali tinham a sua vida isolada, sua vida particular. E, naquela hora, cortavam as amarras, cada um procurando o seu mundo pessoal, a sua pequenina ilha.
Rachel de Queiroz. Caminho de Pedras. Adaptado.
No primeiro trecho, publicado originalmente em 1903, o sociólogo Georg Simmel procurou condensar as características fundamentais da vida psíquica nas grandes cidades. Já no segundo, com que Rachel de Queiroz inicia o capítulo 7 de Caminho de Pedras, vemos como o protagonista Roberto percebe sua cidade a bordo de um bonde. Lendo-os em conjunto, é possível afirmar:
Mário de Andrade. “Dia de São Paulo”. Revista do Arquivo Municipal. São Paulo: Departamento de Cultura, 1936, nº 19.
O excerto relata alterações na paisagem urbana paulistana com a implantação de novos equipamentos que visavam
Já em relação à distribuição da população brasileira, o Censo 2022 trouxe uma importante constatação: o crescimento das cidades médias. Cabem nessa classificação do IBGE os municípios que contam entre 100 mil e 500 mil habitantes.
Além disso, os dados também revelam que os maiores percentuais de população urbana foram observados nas regiões Sudeste (94,44%) e Centro-Oeste (91,35%), seguidas das regiões Sul (88,24%), Norte (78,47%) e Nordeste (77,64%).
A população rural, por sua vez, apresentou pela primeira vez decréscimo em todas as regiões do Brasil. Segundo o Prof. Everaldo Melazzo, as cidades brasileiras estão ficando cada vez mais complexas e indicando algumas tendências inexistentes no Brasil até então. Este contexto de mudanças é denominado de fragmentação socioespacial [...].
Disponível em https://jornal.unesp.br/. Adaptado.
Com base no texto e em seus conhecimentos, é correto afirmar a respeito das novas tendências sobre a urbanização do Brasil:
Disponível em https://jornal.usp.br/. Adaptado.
Outro dado que corrobora com a pesquisa é o crescimento em 60% da produção de roupas nos últimos 15 anos, com custo barateado em 36%, significando um aumento considerável do consumo deste setor, no mundo. Além disso, a produção de algodão, apesar de ocupar 2,5% das áreas cultivadas no mundo, utiliza 25% dos inseticidas e 10% dos herbicidas. E, também, utiliza aproximadamente 11 bilhões de litros de água, para a lavagem e tingimento dos tecidos. Assim, segundo a Organização Mundial de Saúde, a cadeia produtiva da indústria têxtil é um setor econômico dos mais poluentes.
Géopolitique: enjeux internationaux, 2022. Adaptado.
Com base nos textos, qual alternativa explica o impacto ambiental do consumismo no setor da indústria têxtil?
Rafael Chambouleyron. “Jesuítas e as crianças no Brasil quinhentista”. In: Mary del Priore. História das crianças no Brasil. São Paulo: Contexto, 1999.
Com base no excerto, é correto afirmar:
Manuel González Prada. “Nuestros índios”. In: Ideas en torno de Latinoamérica. México: UNAM, 1986. Adaptado.
O excerto, extraído de um texto publicado no início do século XX pelo peruano Manuel González Prada,