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TRAQUINA, N. As Teorias do Jornalismo: porque as notícias são como são. 2. ed. Florianópolis: Insular, 2005 (adaptado).
O jornalista, na sua missão de informar, mantém o controle de como a notícia será construída. Diante dos filtros pelos quais a reportagem passa até chegar à divulgação, qual das teorias mais influencia o processo noticioso nesse caso?
MORAES JUNIOR, E.; ANTONIOLI, M. E. Jornalismo e newsmaking no século XXI: novas formas de produção jornalística no cenário on-line. Revista Alterjor USP , v. 14 (2), p. 43-52, 2016 (adaptado).
Considerando o fragmento de texto apresentado, o poder exercido pelo jornalismo na construção de sentidos e o trabalho de planejamento de coberturas jornalísticas, avalie as asserções a seguir e a relação proposta entre elas.
I. Ao planejar coberturas jornalísticas de acordo com a abordagem do newsmaking, o jornalista lança mão de critérios de noticiabilidade e de valores-notícia para definir o que será ou não noticiado e como isso será levado ao conhecimento do público.
PORQUE
II. O processo de seleção das notícias é influenciado pela cultura profissional, rotina e organização do trabalho e pelos processos produtivos e pressões externas, que deixam marcas no resultado final de construção da notícia.
A respeito dessas asserções, assinale a opção correta.
ADORNO, T.; HORKHEIMER, M. Dialética do Esclarecimento. Rio de Janeiro: Zahar, 1985.
Considerando o texto apresentado, avalie as asserções a seguir e a relação proposta entre elas.
I. A indústria cultural, conceito formulado pelos sociólogos Theodor Adorno e Max Horkheimer, expoentes da Escola de Frankfurt, coloca em pauta as relações de consumo nas sociedades atuais, o que evidencia o papel dosmeios de comunicação como agentes de cidadania.
PORQUE
II. A oferta de cultura como mercadoria, pelos meios de comunicação de massa, contribui, do ponto de vista da Teoria Crítica, para o embotamento da consciência dos indivíduos, perpetuando a padronização própria da lógica capitalista.
A respeito dessas asserções, assinale a opção correta.
Disponível em: https://www.uol.com.br/ecoa/ultimas-noticias /2022/05/28/desinformacao-climatica-saiba-o-que-e-e-quais-assuas-consequencias.htm. Acesso em: 20 jun. 2022 (adaptado).
Considerando o texto, avalie as afirmações a seguir.
I. A seletividade de dados, por omissão ou supressão de evidências, é utilizada na produção de fake news a fimde fazer parecer que a falsa notícia tem bases científicas.
II. O fact-checking, ou checagem de fatos, realiza pesquisas científicas por amostragem para coleta de dados e reproduz estudos científicos de modo a confirmar a veracidade das informações publicadas.
III. O uso de dadosreais em contextos nos quais informações relevantes são descartadas ou escondidas constitui falácias lógicas que ignoram o método científico em favor da defesa de determinado ponto de vista.
IV. A deturpação de dados científicos se configura como estratégia de desinformação utilizada para a construção de argumentos que corroboram determinados discursos, segundo as intenções de quem escolhe os dados.
É correto apenas o que se afirma em
Considerando esse contexto, avalie as asserções a seguir e a relação proposta entre elas.
I. A iniciativa de criação do consórcio brasileiro de imprensa reflete um movimento em curso no jornalismo mundial e sugere que, apesar da concorrência entre veículos, a colaboração entre redações para o alcance de objetivos comuns tem se estabelecido cada vez mais no cotidiano profissional.
PORQUE
II. A demanda por informação de qualidade, a busca por transparência, a tentativa de elucidar a complexidade de determinadostemas e o desejo de revelar fatos de interesse público são desafios que jornalistas podem vencer somando forças e dividindo tarefas, o que também permite reduzir a dependência exclusiva de dados sistematizados por fontes oficiais e fortalecer a credibilidade de suas marcas e do próprio jornalismo.
A respeito dessas asserções, assinale a opção correta.
Como a Lupa faz suas checagens?
A principal matéria-prima no processo de produção de conteúdo jornalístico são as declarações feitas por atores públicos e as informações potencialmente falsas que circulam em plataformas de redes sociais e em aplicativos de mensagens.
Diariamente, os jornalistas da Lupa observam o que é dito por políticos, líderes sociais e celebridades em jornais, revistas, rádios, programas de TV e na internet. A Lupa se esforça para verificar o grau de veracidade de frases que contenham dados históricos, estatísticos, comparações e informações relativas à legalidade ou à constitucionalidade de um fato.
Por princípio, a Lupa não analisa a intenção de atores públicos ao proferirem informações falsas. Porém, desde janeiro de 2021, a Lupa se reserva o direito de “apontar mentiras”, identificando-as em títulos e textos quando vê repetições de falas equivocadas como parte de um comportamento que busca distorcer o debate público.
AGÊNCIA LUPA. Como a Lupa faz suas checagens? Disponível em: https://lupa.uol.com.br/ institucional/como-fazemos-nossas-checagens. Acesso em: 23 jun. 2022.
TEXTO 2
O fantasma das fake news e o surgimento da indústria de fact-checking (checagem de fatos) são movimentos paralelos na disputa pela credibilidade e pela legitimidade. Ambos reforçam o entendimento de que há uma “verdade factual” objetiva a ser desvelada pela imprensa. Ao recorrer a agências especializadas em fact-checking, o jornalismo transfere a terceiros sua pretensão à posição de guardião da veracidade factual. Ao assumir como uma de suas funções primordiais testar a veracidade do discurso de políticos, o fact-checking sinaliza uma autocrítica involuntária a respeito do jornalismo declaratório, que é o pão cotidiano do ofício. Toda essa situação cria um pesadelo epistemológico, já que, a rigor, não resta qualquer instância de realidade indiscutível na qual ancorar as pretensões de veracidade discursiva. Se o jornalismo profissional não desfruta mais da credibilidade que suas práticas conferiam, se uma parte do público acredita que ele participa de uma conspiração para ocultar a realidade, não há motivo para não julgar que as agências de fact-checking estejam igualmente comprometidas. É essa indeterminação sem fim que define a era da “pós-verdade”.
MIGUEL, L. F. Jornalismo, polarização política e a querela das fake news. Estudos em Jornalismo e Mídia, v. 16, n. 2, p. 46-58, 2019 (adaptado).
Considerando os textos apresentados sobre a emergência e as contradições da chamada era da “pós-verdade”, avalie as afirmações a seguir.
I. Na era da desinformação e das fake news, agências de checagem como a Lupa, vinculadas a grupos da mídia hegemônica, buscam construir um discurso de relegitimação do jornalismo.
II. Ao assumirem o lugar de verificação dos discursos em circulação nas mídias jornalísticas, as agências de checagem de fatos reivindicam para si a credibilidade que elas questionam no jornalismo.
III. Agências especializadas em fact-checking constroem uma vigilância sobre o debate público e possibilitam uma leitura crítica e qualificada das mídias por parte dos públicos.
É correto o que se afirma em
TEMER, A. C. R. P; TONDATO, M. P.A televisão em busca da interatividade: uma análise dos gêneros não ficcionais. Brasília: Casa das Musas, 2009 (adaptado).
Considerando as ações mencionadas no texto apresentado, avalie as asserções a seguir e a relação proposta entre elas.
I. Os boletins ou stand-ups distribuídos na programação integram a transmissão dos jogos mais importantes antes mesmo de eles começarem, inserindo-se na cobertura como formato nas emissoras de televisão.
PORQUE
II. As informações ligadas direta ou indiretamente aos jogos compõem um conjunto de ações cobertas especificamente em programas esportivos pelas equipes de televisão.
A respeito dessas asserções, assinale a opção correta.
Disponível em: https://ijnet.org/pt-br/story. Acesso em: 29 jun. 2022 (adaptado).
Considerando o texto apresentado, é correto afirmar que
CHAVES, R. et al. Jornalismo e proteção de dados pessoais: a liberdade de expressão, informação e comunicação como fundamentos da LGPD. São Paulo: Abraji, 2022 (adaptado).
“Art. 5º Para os fins desta Lei [LGPD], considera-se: II - dado pessoal sensível: dado pessoal sobre origem racial ou étnica, convicção religiosa, opinião política, filiação a sindicato ou a organização de caráter religioso, filosófico ou político, dado referente à saúde ou à vida sexual, dado genético ou biométrico, quando vinculado a uma pessoa natural.”
BRASIL. Lei nº 13.709, de 14 de agosto de 2018. Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD). Diário Oficial da União.
Considerando os textos apresentados, avalie as afirmações a seguir.
I. A publicação de dados bancários de suspeitos de fraude configura violação da LGPD, por serem classificados como dados sensíveis.
II. A publicação de informações reveladas sem o consentimento de pacientes em hospitais configura violação da LGPD.
III. A aplicabilidade da LGPD ao jornalismo contribui para proteger o profissional e a fonte.
É correto o que se afirma em
Considerando esse contexto, avalie as asserções a seguir e a relação proposta entre elas.
I. A convergência entre o ambiente digital e o impresso, que caracteriza o jornalismo atual, exige que o jornalista seja um profissional multitarefa, capaz de atender a distintas plataformas e de realizar com habilidade as funções de apurar, escrever, gravar, fotografar, filmar, editar e postar material informativo.
PORQUE
II. Nas redações unificadas, integradas e cada vez mais reduzidas, é preciso que uma cobertura jornalística seja pensada levando-se em consideração não apenas a interação entre mídias, que marca o jornalismo contemporâneo, mas também a predominância de formatos jornalísticos cujas características híbridas exigem do profissional amplo domínio de variadas técnicas e funções.
A respeito dessas asserções, assinale a opção correta.
Disponível em: https://www.observatoriodaimprensa.com.br/. Acesso em: 27 jun. 2022 (adaptado).
Considerando o texto, avalie as afirmações a seguir.
I. Os diferentes sistemas que definem hierarquicamente o lugar das pessoas na sociedade, de forma interseccional, silenciam as que acumulam características inferiorizadas socialmente, deixando-as de fora ou à margem das pautas e do conteúdo produzido pela grande mídia.
II. O preconceito e a discriminação são percebidos pela falta de representatividade ou sub-representação de determinados grupos nas redações e na comunicação corporativa, reproduzindo a desigualdade social nas organizações, com reflexo na produção jornalística.
III. As ações para democratizar a comunicação e dar voz à diversidade social e cultural de um povo passam pelo incentivo à cobertura de temas próximos da realidade das pessoas, da busca por fontes alternativas e do desenvolvimento de formatos, produtos e textos adequados aos públicos.
É correto o que se afirma em
AGUIAR, R. C. Almanaque da Rádio Nacional. Rio de Janeiro: Casa da Palavra, 2007 (adaptado).
Considerando o texto, avalie as afirmações a seguir.
I. A história do rádio no Brasil foi caracterizada por transmissões a partir dos centros urbanos, carregadas de sotaque e contextos sociais distantes daqueles vividos por grande parte do público que as ondas sonoras conseguiam alcançar.
II. O jornalismo esportivo se desenvolveu de forma nacional no início das transmissões de rádio no Brasil, privilegiando a cobertura das competições nacionais entre times de diversos estados e regiões.
III. A difusão radiofônica, em meados do século XX, era pautada pela adequação à diversidade linguística e cultural do público, pois as emissoras transmitiam para todo o território brasileiro.
É correto o que se afirma em
Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2022/01/entenda-o-que-o-churrasco-nobradesco-revela-sobre-as-publicidades-esg.shtml. Acesso em: 12 jun. 2022 (adaptado).
A partir do texto apresentado, bem como dos princípios de planejamento de comunicação integrada e marketing, avalie as afirmações a seguir.
I. O acompanhamento das principais tendências de consumo na sociedade, a exemplo da Agenda ESG (Ambiental, Social e de Governança, em português), é fundamental ao desenvolvimento de campanhas publicitárias.
II. A atitude do banco de retirar a campanha publicitária do ar, cedendo àqueles que protestaram contra sua veiculação, impacta na imagem da empresa junto ao público que é adepto a causas relacionadas à sustentabilidade.
III. O planejamento da comunicação integrada envolve os setores de marketing, assessoria de imprensa e relações públicas que atuam juntos pelo fortalecimento da reputação de uma marca e pelo bom relacionamento com o público, o que inclui a gestão de crises, como a que foi desencadeada pelo vídeo do banco.
É correto o que se afirma em
Considerando esse contexto histórico, avalie as afirmações a seguir.
I. O cientista político Harold Lasswell, partindo de uma visão marxista da sociedade, realizou estudos sobre propaganda na Segunda Guerra Mundial, que se tornaram representativos da corrente conhecida como mass communication research.
II. O modelo estatal de radiofonia foi predominante na Alemanha durante as primeiras décadas do século XX, o que favoreceu o controle político do meio.
III. Na visão dos teóricos da Escola de Frankfurt, a adesão das “massas” ao projeto nazista representou a regressão da razão humana, e o rádio, assim como os demais meios de comunicação de massa, passou a ser visto como promotor de violência simbólica.
IV. Na perspectiva dos estudos administrativos realizados pela mass communication research, a audiência deve ser analisada em um processo de consumo que considera, principalmente, os efeitos de determinado meio sobre os receptores.
É correto apenas o que se afirma em
Como os meios de massa são sustentados pelos interesses das grandes firmas que se engrenam no presente sistema econômico e social, os media contribuem para a manutenção deste sistema. Esses meios não somente continuam a afirmar o status quo, mas também, na mesma medida, deixam de levantar questões essenciais sobre a estrutura da sociedade. Portanto, levando ao conformismo e fornecendo pouca base para uma apreciação crítica da sociedade, os mass media, patrocinados comercialmente, restringem indireta mas efetivamente o desenvolvimento consciente de uma visão genuinamente crítica.
MERTON, R.; LAZARSFELD, P. Comunicação de massa, gosto popular e organização da ação cultural. In: LIMA, L. C. Teoria da Cultura de Massa. São Paulo: Paz e Terra, 2000.
TEXTO 2
A representatividade de mulheres negras como protagonistas em comerciais de TV vive um momento de estagnação, enquanto o cenário para os homens negros já indica retrocessos. A conclusão é de uma pesquisa da agência Heads Propaganda e da ONU Mulheres que aponta ainda mais ausência de representatividade de pessoas negras quando analisados anúncios que envolvem idosos ou são veiculados em programas infantis.
Com base em 3 133 propagandas de TV analisadas, o estudo concluiu que, quando os homens são protagonistas, eles são brancos em 84% dos casos, e negros em 7%. Em outros 9% dos comerciais, esses homenssão de várias etnias. No caso das mulheres, as brancas ocuparam 74% dos papéis principais, enquanto as negras, 22%, e as mulheres de várias etnias, 4%.
Realizada desde julho de 2015, a pesquisa aponta que a representação de mulheres negras como protagonistas cresceu até julho de 2017, mas estagnou desde então. Em julho de 2018, o percentual chegou a atingir 25%, mas caiu para 17% em fevereiro de 2019 e voltou a subir para 22% em fevereiro de 2020.
Disponível em: https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2020-12/diversidade-racial-napublicidade-vive-estagnacao-indica-pesquisa. Acesso em 28 jun. 2022 (adaptado).
Com relação à perspectiva funcionalista, às funções sociais dos meios de comunicação e à representatividade étnica na publicidade, assinale a opção correta.
Durante séculos, a situação da escrita foi de tal ordem que a um reduzido número de escritores correspondia um número de vários milhares de leitores. No início do século passado, verificou-se uma mudança nessa situação. Tudo isso começou com a imprensa diária, ao abrir aos leitores o seu “correio”. Atualmente, a situação é tal que quase não deve haver um europeu, inserido no mundo do trabalho, que não tenha tido possibilidade de publicar uma experiência laboral, uma reclamação, uma reportagem ou algo afim. Assim, a diferença entre autor e público está prestes a perder o seu caráter fundamental.
BENJAMIN, W. A obra de arte na era da sua reprodutibilidade técnica. In: LIMA, L. C. Teoria da Cultura de Massa. São Paulo: Paz e Terra, 2000 (adaptado).
TEXTO 2
Filmando em estúdios de garagem, reproduzindo efeitos especiais em computadores domésticos e pegando músicas de CDs e de arquivos MP3, os fãs criaram novas versões da mitologia de Guerra nas Estrelas (1977). A circulação amplamente difundida de bens relacionados à Guerra nas Estrelas disponibilizou recursos a uma geração emergente de cineastas adolescentes e jovens. Guerra nas Estrelas tornou-se a “lenda” deles, e agora eles estão determinados a reescrevê-la a seu modo. JENKINS, H. Cultura da convergência. São Paulo: Aleph, 2003 (adaptado).
A liberação do polo de emissão na criação e circulação de conteúdos abordada nos textos traz impactos para a comunicação publicitária. A esse respeito, assinale a opção correta.
EPSTEIN, I. Ciência, poder e comunicação. In:DUARTE,J.;BARROS,A.(Org.). Métodos e ténicas de pesquisa em comunicação. 2. ed. São Paulo: Atlas, 2014 (adaptado).
Considerando as informações apresentadas, assinale a opção correta.
RODRÍGUEZ, A. A dimensão sonora da linguagem audiovisual. São Paulo: Editora Senac, 2006 (adaptado).
A partir do texto apresentado, avalie as asserções a seguir e a relação proposta entre elas.
I. Diante da complexidade e dos custos elevados da produção de imagens, a publicidade em podcasts é uma alternativa mais acessível e preserva o potencial semântico e cognitivo da comunicação sonora presente nos produtos audiovisuais.
PORQUE
II. O formato podcast difundiu-se amplamente na comunicação digital contemporânea, incorporando os avanços do rádio e do cinema como mídias que tratam o som, transmitem sensações espaciais e organizam os discursos no fluxo narrativo de seus produtos.
A respeito dessas asserções, assinale a opção correta.
Envolver o consumidor em experiências com a marca é um dos objetivos das estratégias de branding. Com o desenvolvimento das tecnologias digitais, as possibilidades de formatos interativos se ampliaram. O universo dos games, especialmente, apresenta-se como uma oportunidade de marketing para atender às expectativas e demandas das novas gerações de consumidores.
Entre as possibilidades e formatos, identificam-se o advergame e o in-game advertising. O advergame é um jogo feito especificamente para a marca, com o intuito de promovê-la. Já o in-game advertising utiliza o próprio ambiente do jogo para inserção de publicidade.
RODRIGUES, F. M. Jogos eletrônicos como estratégias de comunicação: efeitos da congruência do in-game advertising. Juiz de Fora: UFJF, 2015 (adaptado).
TEXTO 2
Uma pesquisa da empresa IAB Brasil, feita em 2021, mostrou que 38% dos jogadores gostam de vídeos com bonificações dentro do jogo, 23% preferem que a marca apareça como parte do cenário e 16% gostam de anúncios que apareçam em pausas naturais do jogo. A mesma pesquisa evidencia que 10% dos respondentes gostam de publicidade jogável e 12% aceitam publicidade interativa. Disponível em: https://iabbrasil.com.br. Acesso em: 20 jun. 2022 (adaptado).
Considerando as informações apresentadas, avalie as asserções a seguir e a relação proposta entre elas.
I. Os resultados da pesquisa revelam que os formatos de publicidade mais aceitos pelos respondentes em jogos são os advergames.
PORQUE
II. Os jogadores preferem formatos menos intrusivos e mais incorporados ao universo do jogo, já que apenas 10% dos respondentes gostam de publicidade jogável.
A respeito dessas asserções, assinale a opção correta.
MATTAR, F. N. Pesquisa de marketing: metodologia, planejamento, execução e análise. 7. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2014 (adaptado).
No que se refere aos tipos de amostragem não probabilística, avalie as afirmações a seguir.
I. Amostras intencionais partem do pressuposto de que, com bom julgamento e uma estratégia adequada, podem ser escolhidos os casos que irão compor uma amostra.
II. Amostras desproporcionais são aplicáveis a qualquer caso em que as proporções dos estratos na população são desconhecidas.
III. Amostras por conveniência são, entre os métodos não-probabilísticos, as mais confiáveis, uma vez que pressupõem os critérios de seleção mais convenientes para os sujeitos pesquisados.
É correto o que se afirma em