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A agricultura 4.0 é a conexão em tempo real dos dados coletados pelas tecnologias digitais com o objetivo de otimizar a produção em todas as suas etapas. Representará a chegada da Internet das Coisas ao campo. “No futuro, a agricultura será autonômica, independente. Os equipamentos conectados, com apoio de inteligência artificial e aprendizado de máquina, irão analisar os dados da cadeia produtiva e tomar as decisões. Caberá ao agricultor acompanhar, monitorar e endossar os processos em curso”, diz Fernando Martins, conselheiro de empresas de tecnologia voltadas ao agronegócio.
(Domingos Zaparolli. “Agricultura 4.0”. Pesquisa Fapesp, janeiro de 2020.)
Caso se concretize no cenário brasileiro, a agricultura 4.0 tem potencial para promover
Até fins da década de 1980, a industrialização brasileira estava baseada em uma política de importações sustentada por tarifas aduaneiras elevadas, controles discricionários, entre outros. Essa política viabilizou um parque industrial relativamente amplo e diversificado, mas acomodado ao protecionismo exagerado. Em 1990, o governo anunciou medidas que alteravam profundamente a condução da política de comércio exterior do país. Simultaneamente a uma flexibilização do regime cambial, foi deslanchado um programa de liberalização das importações. A nova política de importação buscava promover uma reestruturação produtiva.
(Honorio Kume et al. “A política brasileira de importação no período 1987-1998”. In: Carlos Henrique Corseuil e Honorio Kume (coords.). A abertura comercial brasileira nos anos 1990, 2003. Adaptado.)
O programa de liberalização das importações adotado no Brasil a partir da década de 1990 teve como consequências
Para a maioria dos brasileiros, a divisão regional utilizada atualmente parece sempre ter existido porque serve de base, há décadas, para a regionalização de todas as agências governamentais, empresas, associações profissionais etc. Se existem semelhanças evidentes, como em outros países do mundo, há também casos-limite e vinculações ambíguas. Isso ocorre não apenas em razão do tamanho dos estados como também porque reúnem regiões que apresentam caracteres que as aproximam mais do conjunto vizinho que do resto de seu território.
(Hervé Théry e Neli Aparecida de Mello-Théry. Atlas do Brasil, 2018.)
Caracteriza um exemplo de “caso-limite”, tal como problematizado pelos autores,
I. A economia política do projetamento chinesa não vem sendo capaz de dar respostas à conjuntura macroeconômica global: por essa razão, abstém-se de participar da economia global, resignando-se em seu isolacionismo.
II. A escala global da pandemia do Novo Corona Vírus vem demonstrando aos Estados nacionais que há certos conjuntos de problemas sanitários e socioambientais que só podem ser enfrentados com êxito globalmente.
III. Globalismo, termo que vem ganhando terreno no discurso político conservador, cujo combate vem se transformando em slogan político, alimenta a retórica de que há uma elite liberal cosmopolita que controla a economia global e as estratégias no campo da cultura e educação pós-modernas, mas, em contrapartida, não contesta os rudimentos do neoliberalismo.
IV. As forças progressistas, na América Latina, têm explicitado um forte viés populista nos países onde têm ascendido ao poder, fazendo recrudescer o conservadorismo, o antiglobalismo e o negacionismo climático.
Está correto o que se afirma em
“[...] as dinâmicas da natureza tornaram-se de tal modo dependentes da atividade antrópica, que não se pode mais, no limite, falar propriamente de ‘natureza’ como algo irredutivelmente diverso da esfera do humano [...]”; “Um mundo feito à imagem e semelhança do homem contemporâneo está nascendo sob nossos olhos [...]. Com ele se abole a cisão, inaugural na consciência de si do homem, entre a esfera do humano e a do não humano”; “[Nele], a natureza deixou de ser uma variável independente do homem e se tornou, em última instancia, uma relação social”.
MARQUES, Luiz. Capitalismo e colapso ambiental. Campinas: Ed. da Unicamp, 2015, pp. 581, 595 e 400.
Os excertos acima fazem referência a uma nova época do período geológico quaternário, denominada
( ) Há uma crescente interdependência dos mercados, resultante da abertura das economias nacionais e do avanço tecnológico dos meios de transportes e comunicações, o que tornou a circulação mais rápida, intensificando os fluxos de mercadorias, capitais e informações.
( ) O novo espaço industrial se caracteriza por funcionar em rede e, embora a gestão empresarial seja mantida nas principais metrópoles globais, a produção está em processo de desconcentração com reconcentração em regiões e países de mão de obra barata.
( ) A dimensão cultural da globalização provoca uma certa padronização dos costumes, tendo como referência os hábitos das economias capitalistas centrais, porém, não sem resistências e readequações em alguns países.
( ) Há um fortalecimento das corporações transnacionais, pois estas assumem várias funções que antes eram exercidas pelos Estados, como o controle dos meios de comunicação e energia, eliminando as fronteiras políticas e econômicas dos Estados Nacionais.
Está correta, de cima para baixo, a seguinte sequência:
Considerando essa área, que se relaciona com estrutura geológica, formas de relevo e corpos hídricos, analise as seguintes afirmações:
I. O escoamento fluvial não é parte do processo circulatório da água, mesmo que sua alimentação se dê através das águas superficiais e subterrâneas.
II. Um determinado ambiente pode conter mais de uma bacia hidrográfica drenando-o para um reservatório final comum, como o oceano.
III. Os padrões de drenagem são arranjos espaciais dos cursos fluviais fortemente influenciados pela atividade morfogenética, como características litológicas e evolução geomorfológica.
É correto o que se afirma em
https://www.sema.rs.gov.br/upload/arquivos/201707/041 2907-areas-proritarias-para-conservacao-da- biodiversidade-ministerio-do-meio-ambiente.pdf
Sobre esse importante ambiente, presente no território brasileiro, é correto afirmar que
Passos, E.; Bigarella J. J. Superfícies de erosão. In: Geomorfologia do Brasil. Cunha, S. B.; Guerra, A, J, T. (org.)3° ed. Rio de Janeiro. Bertrand Brasil. 2003.
O trecho acima refere-se a uma feição morfológica ou superfície de erosão conhecida como
Maia, R. P. et al. Revista Brasileira de Geomorfologia, São Paulo, v.16, n.2, (Abr-Jun), p.239-253, 2015.
Considerando as relações entre os aspectos do relevo, a estrutura geológica e as condições geoambientais presentes nos campos de inselbergues supracitados, atente para as seguintes afirmações:
I. Esses relevos ocorrem principalmente em áreas de intrusões graníticas que atualmente estão sendo exumadas pela erosão diferencial. II. Todas essas ocorrências estão associadas a um embasamento sedimentar, resultante de intrusões que afetaram a Província Borborema no Pré-Cambriano. III. Os inselbergues podem ser considerados como massas rochosas, em geral côncavoconvexas ou fraturadas, formadas pela exposição subaérea de um batólito granítico.
É correto o que se afirma em
Dantas, C. Disponível em: https://g1.globo.com/ natureza/amazonia/noticia/2020/10/22/
Considerando os impactos espaciais e temporais das queimadas e as possíveis ações de mitigação destas práticas, atente para as seguintes afirmações:
I. Algumas das consequências associadas diretamente às queimadas são, problemas respiratórios, atraso no início das chuvas, fechamento de aeroportos, queda de linhas de transmissão de energia elétrica e acidentes rodoviários. II. No nível global, as queimadas contribuem para a intensificação do efeito estufa ao liberar para a atmosfera parte do carbono que estava fixado na biomassa. III. Os mapas de localização dos focos de calor são gerados a partir de imagens de sensores embarcados em satélites meteorológicos. Contudo, a geração e disponibilização dessas informações não possui utilidade no combate às queimadas no Brasil.
É correto somente o que se afirma em