Questões de Vestibular Comentadas sobre geografia

Foram encontradas 4.571 questões

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Ano: 2010 Banca: UFF Órgão: UFF Prova: UFF - 2010 - UFF - Vestibular-1º Etapa |
Q215691 Geografia
Imagem associada para resolução da questão

A economia rural brasileira avança gradativamente na direção de práticas agrícolas modernas, envolvendo a utilização de adubos, a conservação dos solos e a assistência técnica, o que implica uma certa renovação do campo, no qual persistem contradições inerentes à sociedade nacional.

A leitura comparada dos mapas acima permite concluir que essa renovação ainda é marcada por uma clara associação entre
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Ano: 2010 Banca: UFF Órgão: UFF Prova: UFF - 2010 - UFF - Vestibular-1º Etapa |
Q215665 Geografia
EM 5 ANOS, NOVA ORLEANS RENASCE BRANCA

“A tragédia do furacão Katrina em Nova Orleans completa cinco anos neste mês com um legado que vai muito além das casas ainda destruídas da cidade: o equilíbrio de poder foi totalmente realinhado, a clivagem racial, aprofundada. A maioria negra, que sofreu retirada forçada durante a enchente ocorrida após o furacão, viu sua dominância sobre a política das últimas décadas ir se esvaindo até que praticamente todos os órgãos eletivos locais “embranqueceram”. (...) Moradores e estudiosos afirmam que a virada é resultado de um esforço deliberado. O primeiro plano de reconstrução da cidade previa fazer parques nos bairros negros devastados. Pra onde os antigos moradores voltariam? De preferência, para lugar nenhum.”

Folha de São Paulo, 08/08/2010, p. A24.

Para além dos efeitos imediatos do furacão Katrina, a reportagem focaliza a dinâmica de “embranquecimento” de Nova Orleans, diretamente associada a processos de
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Ano: 2010 Banca: UFF Órgão: UFF Prova: UFF - 2010 - UFF - Vestibular-1º Etapa |
Q215654 Geografia
A seleção alemã de futebol da Copa do Mundo de 2010 apresentou cinco atletas nascidos fora da Alemanha e seis filhos de imigrantes, num total de 23 jogadores. “É a verdadeira nação arco-íris”, estampou um jornal de Johannesburgo, brincando com a expressão utilizada pelo bispo Desmond Tutu para designar a África do Sul pós-apartheid. Para o sociólogo alemão Martin Curi, a inserção de estrangeiros, principalmente de turcos, na equipe alemã ocorre até com certo atraso. Mesut Ozil e Sedar Tasci são os primeiros turcos a jogarem uma Copa do Mundo pelo país, 40 anos após ser registrado o maior fluxo migratório da Turquia para a Alemanha. Folha de São Paulo, 03/07/2010, p. D-28. Adaptação.

Imagem associada para resolução da questão

Com relação à inserção de jogadores estrangeiros destacada no texto, conclui-se, adequadamente, que ela
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Ano: 2010 Banca: UFF Órgão: UFF Prova: UFF - 2010 - UFF - Vestibular-1º Etapa |
Q215650 Geografia
Considerada a mais dura competição de automobilismo do mundo, o Rali Dacar (anteriormente Paris-Dacar) vem sendo realizado desde 1979. A prova geralmente tem seu ponto de partida em alguma cidade da Europa e termina nas praias de Dacar, capital do Senegal, após uma longa e difícil passagem pelo deserto do Saara. A edição de 2005 apresentou pilotos de 39 nacionalidades, sendo 75% europeus e quase todo o restante composto por norte-americanos, sul- americanos e japoneses. A participação africana tem sido extremamente reduzida, a não ser pelos exuberantes cenários desérticos e semiáridos do continente.

Imagem associada para resolução da questão

Tendo em vista o contexto em que se realiza essa competição e com base na fotografia, pode-se afirmar que a posição da África no mundo contemporâneo, em relação a outros continentes, é mais claramente evidenciada pelo predomínio dos seguintes aspectos:
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Ano: 2010 Banca: UFF Órgão: UFF Prova: UFF - 2010 - UFF - Vestibular-1º Etapa |
Q215640 Geografia
Reconhecido há tempos, dentro e fora do Brasil, como manifestação artística legítima e pública, o grafite vem sendo visto também como um elemento relevante do espaço urbano, pois nele realiza sucessivas intervenções.

Imagem 010.jpg

Com base nessa ideia e no foco da matéria jornalística, é correto afirmar que atualmente o grafite
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Ano: 2010 Banca: UFF Órgão: UFF Prova: UFF - 2010 - UFF - Vestibular-1º Etapa |
Q215629 Geografia
RUMO À ECONOMIA DA BIOCIVILIZAÇÃO

O setor produtivo será obrigado a se adaptar a uma nova matriz energética e a agricultura será empurrada a privilegiar os pequenos proprietários rurais e seus métodos de cultura mais sustentáveis. É a “biocivilização”, como denominou o franco polonês Ignacy Sachs, autor do conceito de ecodesenvolvimento. “As civilizações que virão serão diferentes das antigas, já que a humanidade se encontra em um novo e superior ponto da espiral do conhecimento”, afirma Sachs. Revista ISTOÉ, ano 32, no 2093, 23/12/2009, p.112.

Na perspectiva da biocivilização, um aspecto fundamental a ser incorporado é o da renovação da matriz energética, apoiada em fontes alternativas, como por exemplo, a energia gerada pelo vento.

No caso do território brasileiro, considerando esse tipo de energia e a velocidade constante dos ventos, o maior potencial eólico concentra-se no seguinte segmento:
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Ano: 2010 Banca: UFF Órgão: UFF Prova: UFF - 2010 - UFF - Vestibular-1º Etapa |
Q215627 Geografia
Dois fatores fundamentais responsáveis pelas mudanças territoriais, registradas nos mapas, encontram-se em:
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Ano: 2009 Banca: CCV-UFC Órgão: UFC Prova: CCV-UFC - 2009 - UFC - Casas de Cultura Estrangeira - Primeiro Semestre |
Q1392646 Geografia
Analisando o processo de exploração econômica na Amazônia, podemos identificar corretamente que ela teve início:
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Ano: 2009 Banca: CÁSPER LÍBERO Órgão: CÁSPER LÍBERO Prova: CÁSPER LÍBERO - 2009 - CÁSPER LÍBERO - Vestibular |
Q1381033 Geografia
Assinale a alternativa correta sobre a exploração de petróleo no Brasil.
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Ano: 2009 Banca: CÁSPER LÍBERO Órgão: CÁSPER LÍBERO Prova: CÁSPER LÍBERO - 2009 - CÁSPER LÍBERO - Vestibular |
Q1381032 Geografia
A partir da leitura do texto “De volta à condição proletária”, de Ruy Braga e Marco Aurélio Santana, responda à questão.


“Berço histórico do chamado ‘novo sindicalismo’ brasileiro, o Sindicato dos Metalúrgicos do ABC comemorou 50 anos de existência no último dia 12 de maio. É praticamente impossível lembrar dessa efeméride sem associá-la àquele movimento grevista do ano de 1978 que renovou o cenário político brasileiro catalisando o fim da ditadura e impulsionando a luta pela redemocratização do país por meio, principalmente, da criação do Partido dos Trabalhadores (PT) – e, posteriormente, da Central Única dos Trabalhadores (CUT). (…) Amalgamada pelo desenvolvimento industrial acelerado, pelo despotismo fabril, por condições de trabalho degradantes, pelo autoritarismo estatal e por intensos fluxos migratórios, essa ‘nova’ classe trabalhadora fordista, periférica, do ABC paulista não tardaria a contradizer os prognósticos sociológicos do início dos anos 1970. Em vez de politicamente ‘passiva’, pois carente de ‘tradições’ organizativas, ela seria militante e rebelde. (…) Contudo, como indicava a filósofa Simone Weil, ‘a condição operária muda continuamente’ (…)
As razões para o desmanche da classe mobilizada e o retorno a uma condição proletária indiferenciada são conhecidas e enlaçam processos econômicos, políticos e simbólicos. Indo do geral ao particular, parece-nos que a mundialização capitalista, tendo os mercados financeiros à frente, responde por parte substantiva dos motivos que geraram essa realidade. Nos países capitalistas avançados, após a longa transição dos anos 1970, a entrada em cena de quantidades desmedidas de capitais financeiros – na forma de fundos de pensão, fundos mútuos, seguros e fundos hedge – reconfigurou o modelo de desenvolvimento fordista que vigorava até então. Resultante da desregulamentação dos mercados de capitais e da contraonfesiva política neoliberal, somadas ao desenvolvimento das tecnologias da informação, um novo regime de acumulação financeirizado emergiu para restabelecer a lucratividade da empresas. (…)
No Brasil, a década de 1990 foi marcada por essas características. As transformações produtivas incrementaram o desemprego e degradaram o ambiente laboral, desestruturando ainda mais nosso mercado de trabalho. O aumento da concorrência entre os trabalhadores foi acompanhado pela multiplicação das formas, até então atípicas, de contratação de trabalho. (…)
Uma imagem capaz de ilustrar com nitidez o especial significado das transformações do mundo do trabalho no Brasil contemporâneo talvez seja a da ocupação que mais cresceu em termos numéricos nos anos recentes: os operários de telemarketing. Amalgamado pelos investimentos no setor de serviços, pelas privatizações, pelas tercerizações, pela rotatividade, pela informatização e pela financeirização das empresas, esse ‘infoproletariado’, carente de tradições organizativas e, portanto, despolitizado e com baixa aparição coletiva na cena pública, é a verdadeira antítese da classe mobilizada das greves de 1978”.
“De volta à condição proletária”, Ruy Braga e Marco Aurélio Santana, Revista Cult, ano 12, número 139. Texto adaptado.
Assinale a alternativa correta sobre a cidade de Detroit, ex-símbolo da indústria automobilística mundial.
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Ano: 2009 Banca: CÁSPER LÍBERO Órgão: CÁSPER LÍBERO Prova: CÁSPER LÍBERO - 2009 - CÁSPER LÍBERO - Vestibular |
Q1381031 Geografia
A partir da leitura do texto “De volta à condição proletária”, de Ruy Braga e Marco Aurélio Santana, responda à questão.


“Berço histórico do chamado ‘novo sindicalismo’ brasileiro, o Sindicato dos Metalúrgicos do ABC comemorou 50 anos de existência no último dia 12 de maio. É praticamente impossível lembrar dessa efeméride sem associá-la àquele movimento grevista do ano de 1978 que renovou o cenário político brasileiro catalisando o fim da ditadura e impulsionando a luta pela redemocratização do país por meio, principalmente, da criação do Partido dos Trabalhadores (PT) – e, posteriormente, da Central Única dos Trabalhadores (CUT). (…) Amalgamada pelo desenvolvimento industrial acelerado, pelo despotismo fabril, por condições de trabalho degradantes, pelo autoritarismo estatal e por intensos fluxos migratórios, essa ‘nova’ classe trabalhadora fordista, periférica, do ABC paulista não tardaria a contradizer os prognósticos sociológicos do início dos anos 1970. Em vez de politicamente ‘passiva’, pois carente de ‘tradições’ organizativas, ela seria militante e rebelde. (…) Contudo, como indicava a filósofa Simone Weil, ‘a condição operária muda continuamente’ (…)
As razões para o desmanche da classe mobilizada e o retorno a uma condição proletária indiferenciada são conhecidas e enlaçam processos econômicos, políticos e simbólicos. Indo do geral ao particular, parece-nos que a mundialização capitalista, tendo os mercados financeiros à frente, responde por parte substantiva dos motivos que geraram essa realidade. Nos países capitalistas avançados, após a longa transição dos anos 1970, a entrada em cena de quantidades desmedidas de capitais financeiros – na forma de fundos de pensão, fundos mútuos, seguros e fundos hedge – reconfigurou o modelo de desenvolvimento fordista que vigorava até então. Resultante da desregulamentação dos mercados de capitais e da contraonfesiva política neoliberal, somadas ao desenvolvimento das tecnologias da informação, um novo regime de acumulação financeirizado emergiu para restabelecer a lucratividade da empresas. (…)
No Brasil, a década de 1990 foi marcada por essas características. As transformações produtivas incrementaram o desemprego e degradaram o ambiente laboral, desestruturando ainda mais nosso mercado de trabalho. O aumento da concorrência entre os trabalhadores foi acompanhado pela multiplicação das formas, até então atípicas, de contratação de trabalho. (…)
Uma imagem capaz de ilustrar com nitidez o especial significado das transformações do mundo do trabalho no Brasil contemporâneo talvez seja a da ocupação que mais cresceu em termos numéricos nos anos recentes: os operários de telemarketing. Amalgamado pelos investimentos no setor de serviços, pelas privatizações, pelas tercerizações, pela rotatividade, pela informatização e pela financeirização das empresas, esse ‘infoproletariado’, carente de tradições organizativas e, portanto, despolitizado e com baixa aparição coletiva na cena pública, é a verdadeira antítese da classe mobilizada das greves de 1978”.
“De volta à condição proletária”, Ruy Braga e Marco Aurélio Santana, Revista Cult, ano 12, número 139. Texto adaptado.
Assinale a alternativa correta sobre o contexto mundial contemporâneo no qual está inserida a classe trabalhadora.
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Ano: 2009 Banca: CÁSPER LÍBERO Órgão: CÁSPER LÍBERO Prova: CÁSPER LÍBERO - 2009 - CÁSPER LÍBERO - Vestibular |
Q1381030 Geografia
A partir da leitura do texto “De volta à condição proletária”, de Ruy Braga e Marco Aurélio Santana, responda à questão.


“Berço histórico do chamado ‘novo sindicalismo’ brasileiro, o Sindicato dos Metalúrgicos do ABC comemorou 50 anos de existência no último dia 12 de maio. É praticamente impossível lembrar dessa efeméride sem associá-la àquele movimento grevista do ano de 1978 que renovou o cenário político brasileiro catalisando o fim da ditadura e impulsionando a luta pela redemocratização do país por meio, principalmente, da criação do Partido dos Trabalhadores (PT) – e, posteriormente, da Central Única dos Trabalhadores (CUT). (…) Amalgamada pelo desenvolvimento industrial acelerado, pelo despotismo fabril, por condições de trabalho degradantes, pelo autoritarismo estatal e por intensos fluxos migratórios, essa ‘nova’ classe trabalhadora fordista, periférica, do ABC paulista não tardaria a contradizer os prognósticos sociológicos do início dos anos 1970. Em vez de politicamente ‘passiva’, pois carente de ‘tradições’ organizativas, ela seria militante e rebelde. (…) Contudo, como indicava a filósofa Simone Weil, ‘a condição operária muda continuamente’ (…)
As razões para o desmanche da classe mobilizada e o retorno a uma condição proletária indiferenciada são conhecidas e enlaçam processos econômicos, políticos e simbólicos. Indo do geral ao particular, parece-nos que a mundialização capitalista, tendo os mercados financeiros à frente, responde por parte substantiva dos motivos que geraram essa realidade. Nos países capitalistas avançados, após a longa transição dos anos 1970, a entrada em cena de quantidades desmedidas de capitais financeiros – na forma de fundos de pensão, fundos mútuos, seguros e fundos hedge – reconfigurou o modelo de desenvolvimento fordista que vigorava até então. Resultante da desregulamentação dos mercados de capitais e da contraonfesiva política neoliberal, somadas ao desenvolvimento das tecnologias da informação, um novo regime de acumulação financeirizado emergiu para restabelecer a lucratividade da empresas. (…)
No Brasil, a década de 1990 foi marcada por essas características. As transformações produtivas incrementaram o desemprego e degradaram o ambiente laboral, desestruturando ainda mais nosso mercado de trabalho. O aumento da concorrência entre os trabalhadores foi acompanhado pela multiplicação das formas, até então atípicas, de contratação de trabalho. (…)
Uma imagem capaz de ilustrar com nitidez o especial significado das transformações do mundo do trabalho no Brasil contemporâneo talvez seja a da ocupação que mais cresceu em termos numéricos nos anos recentes: os operários de telemarketing. Amalgamado pelos investimentos no setor de serviços, pelas privatizações, pelas tercerizações, pela rotatividade, pela informatização e pela financeirização das empresas, esse ‘infoproletariado’, carente de tradições organizativas e, portanto, despolitizado e com baixa aparição coletiva na cena pública, é a verdadeira antítese da classe mobilizada das greves de 1978”.
“De volta à condição proletária”, Ruy Braga e Marco Aurélio Santana, Revista Cult, ano 12, número 139. Texto adaptado.
“Nos anos 20, Henry Ford fabricava mais de dois milhões de automóveis por ano, cada um idêntico nos mínimos detalhes ao anterior e ao próximo da linha de montagem. Certa vez, Ford comentou ironicamente que seus clientes podiam escolher qualquer cor que quisessem para seu modelo T, contanto que fosse preto. Este princípio de produtos padronizados fabricados em massa definiu a regra para a industrialização, por mais de meio século” (Jeremy Rifkin, O fim dos empregos: o declínio dos níveis dos empregos e a redução da força global de trabalho). Sobre o conceito de fordismo, é correto afirmar:
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Ano: 2009 Banca: UEFS Órgão: UEFS Prova: UEFS - 2009 - UEFS - Vestibular - História, Geografia e Matemática |
Q1372278 Geografia
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Relacionando-se o poema aos conceitos de lugar, paisagem, espaço e território tratados pela geografia, é correto afirmar:

( ) Brejo da Cruz pode se caracterizar como um lugar, uma vez que sua identidade socioespacial é explicitada na letra do poema.
( ) Diante da falta de infraestrutura, serviços gerais e do predomínio de população excluída, não existe paisagem em Brejo da Cruz.
( ) Como não se consegue imaginar a paisagem, fica impossível relacionar o poema ao conceito de espaço.
( ) O conceito de território não se aplica a Brejo da Cruz, pois, devido à organização espacial precária, não vigoram leis institucionais e normas marginais.
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Ano: 2009 Banca: UEFS Órgão: UEFS Prova: UEFS - 2009 - UEFS - Vestibular - História, Geografia e Matemática |
Q1372277 Geografia
Que país é este
Nas favelas,no Senado Sujeira pra todo lado Ninguém respeita a Constituição Mas todos acreditam no futuro da nação Que país e este
(Renato Russo)

O trecho da música denuncia a

( ) postura neoliberal que sacrifica os mecanismos de mobilização social.
( ) ausência de comprometimento das oligarquias dominantes em relação aos interesses da sociedade.
( ) incompatibilidade entre democracia e crescimento econômico.
( ) permissividade da sociedade civil, fato que gera impunidade.
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Ano: 2009 Banca: UEFS Órgão: UEFS Prova: UEFS - 2009 - UEFS - Vestibular - História, Geografia e Matemática |
Q1372276 Geografia
Sobre o agronegócio no Brasil, é correto afirmar:

( ) A inclusão dos adidos agrícolas, além de reforçar a defesa do setor nos países centrais da economia capitalista, também diminuiu o número de conflitos no campo antes existentes no país.
( ) A deficiência na infraestrutura, somada às altas cargas tributárias é o maior entrave para sustentar o crescimento do agronegócio no país.
( ) A expansão de áreas plantadas de cana-de-açúcar para a obtenção do etanol na região amazônica vem pondo em risco o ecossistema de floresta pluvial.
( ) O último superávit registrado no setor deve-se apenas ao consumo interno de seus produtos, já que o preço das principais commodities que o país exporta vem sofrendo crescente desvalorização.
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Ano: 2009 Banca: UEFS Órgão: UEFS Prova: UEFS - 2009 - UEFS - Vestibular - História, Geografia e Matemática |
Q1372274 Geografia
Dentre as razões que justificam o processo de desconcentração industrial que vem ocorrendo no Brasil e, em geral, centradas na redução de custos, é correto afirmar:
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Ano: 2009 Banca: UEFS Órgão: UEFS Prova: UEFS - 2009 - UEFS - Vestibular - História, Geografia e Matemática |
Q1372273 Geografia
Região metropolitana é o conjunto de municípios contíguos e interligados socioeconomicamente a uma metrópole com serviços públicos e de infraestrutura comuns.

Considerando-se o conceito descrito e os conhecimentos sobre a urbanização brasileira, pode-se afirmar que as regiões metropolitanas do Sudeste caracterizam-se
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Ano: 2009 Banca: UEFS Órgão: UEFS Prova: UEFS - 2009 - UEFS - Vestibular - História, Geografia e Matemática |
Q1372272 Geografia
Os conhecimentos relacionados às migrações internas no Brasil possibilitam afirmar:
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Ano: 2009 Banca: UEFS Órgão: UEFS Prova: UEFS - 2009 - UEFS - Vestibular - História, Geografia e Matemática |
Q1372270 Geografia
De suas amêndoas sai um óleo de grande valor energético, por isso enquadra-se hoje na categoria de cultura potencial para o programa do biodiesel. O problema é que sua extração se mantém artesanal.

Indique a alternativa em que o produto corresponde à sub-região nordestina que o produz:
Alternativas
Ano: 2009 Banca: UEFS Órgão: UEFS Prova: UEFS - 2009 - UEFS - Vestibular - História, Geografia e Matemática |
Q1372269 Geografia
Imagem associada para resolução da questão

Considerando-se os conhecimentos acerca das inter-relações entre os fatores bióticos e abióticos da paisagem brasileira, é correto afirmar que a área em destaque no mapa apresenta
Alternativas
Respostas
4241: E
4242: C
4243: D
4244: B
4245: C
4246: D
4247: A
4248: C
4249: C
4250: E
4251: A
4252: B
4253: A
4254: C
4255: B
4256: B
4257: B
4258: C
4259: A
4260: E